"The Business of Being Born" 2007 Trailer


escrito por: Tricia em quinta-feira, junho 12, 2008 às 2:26 PM.

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Leite materno: arma contra alergia


escrito por: Tricia em terça-feira, janeiro 29, 2008 às 3:53 PM.

Leite materno: arma contra alergia
28 de Janeiro de 2008

Um estudo francês divulgado nesta segunda-feira sugere que o leite materno pode ser essencial para evitar que os recém-nascidos desenvolvam alergias ao crescer. A partir de experimentos feitos em ratos de laboratório, cientistas do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França (Inserm, na sigla em francês) descobriram que o leite materno funciona como um veículo de substâncias alergênicas (que provocam alergia), passadas das mães para os filhos na amamentação. Essa "transmissão" pode significar para os bebês uma vida livre de alergias no futuro.

Para entender a experiência, podemos pegar o exemplo da asma, doença alérgica que afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo hoje. Na raiz, a asma é uma reação do sistema imunológico do corpo – responsável por combater os elementos invasores, como vírus e bactérias – à entrada de uma substância comum: a poeira, por exemplo. Ao reconhecer a poeira como elemento "estrangeiro", o corpo tenta expulsá-la, por meio de tosses e do estreitamento das vias respiratórias.

Para muitas pessoas, a doença representa uma vida inteira de remédios, seja para amenizar a reação imunológica, seja para alargar as vias respiratórias e acabar com a falta de ar. De acordo com os pesquisadores franceses, no entanto, boa parte dos casos poderiam ser evitados caso as vítimas tivessem sido alimentadas com leite materno por mais tempo.

Tolerância – Para chegarem a esta conclusão, os cientistas fizeram as mães de ratos recém-nascidos aspirarem uma proteína contida na clara do ovo, considerada uma substância alergênica, sem que os filhotes fossem expostos a ela. Depois da amamentação, testes nas ninhadas comprovaram que a substância havia sido passada para eles via leite materno. Dessa forma, argumentam os franceses, os ratinhos teriam se tornado tolerantes à substância – seus corpos não a estranhariam no futuro.

Segundo os cientistas, seu estudo pode estimular a realização de novas pesquisas no sentido de estabelecer as ligações entre a amamentação e a prevenção às alergias. Especialistas no assunto, porém, alertam que é preciso cautela, uma vez que o mecanismo observado nos ratos pode não se repetir em seres humanos.

Fonte: Veja

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CURSO SOBRE TRABALHO DE GRUPO COM GESTANTES 2008


escrito por: Tricia em quarta-feira, dezembro 05, 2007 às 3:53 PM.

Visite a página www.gestando.com.br

COORDENAÇÃO: VITÓRIA PAMPLONA , Psicóloga (CRP -05/0308), Mestra em
Educação, autora de livros sobre o ciclo de gravidez, parto e puerpério.

OBJETIVO: qualificar profissionais para trabalho educativo/preventivo,
individual ou de grupo, no ciclo gravídico-puerperal, com visão
transdisciplinar, bio-psicossocial.

PÚBLICO ALVO: estudantes e profissionais de saúde, educação e área social.

CALENDÁRIO e TEMAS>
MARÇO 29 e 30: coordenação de grupo educativo/preventivo, trabalho
multidisciplinar e interdisciplinar: diferenças e semelhanças, vantagens e
desvantagens, co-coordenação. Os objetivos de um grupo de gestantes.
ABRIL 26 e 27: questões de gênero e papel paterno e materno; família;
sexualidade da infância ao pós-parto; anatomia sexual masculina e
feminina.

MAIO 17 e 18: contracepção: "falhas" dos métodos; a contracepção no
pós-parto; abortamentos anteriores e suas repercussões na gravidez em
curso; maternidade e paternidade de adoção e reprodução assistida.

JUNHO 21 e 22: gestação: transformações bio-psicossociais da mulher;
repercussões na família, o papel do pai na gestação; legislação que
protege a gestante.

JULHO 19 e 20: desenvolvimento fetal; interação feto-mãe; atendimento
pré-natal.

AGOSTO: 16 e 17: parto: aspectos bio-psicossociais, tipos, rotinas;
legislação que protege a parturiente; presença do pai no parto; o papel da
doula;

SETEMBRO 20 e 21: pós-parto: aspectos bio-psicossociais; blues puerperal e
depressão pós-parto: prevenção, identificação e encaminhamento;

OUTUBRO 18 e 19: amamentação: aspectos bio-psicossociais; legislação que
protege a lactante;

NOVEMBRO 16 e 17: cuidados ao recém-nato: rotinas, aspectos psicológicos,
relações familiares.

HORÁRIO: sábados: das 9 hs às 13 hs e das 15 hs às 19hs. Domingos: das 9 hs às 13 hs.

OBS: em todos os encontros são trabalhados os temas: consciência corporal,
relaxamento, respirações, na gravidez e parto, técnicas de coordenação de
grupo.

INVESTIMENTO: 9 (nove) pagamentos de R$ 220,00 mais matrícula de R$ 90,00.

MATRÍCULAS: mediante entrevista agendada pelo tel 21-22656344. Para
pessoas fora do Rio de Janeiro as entrevistas poderão ser feitas por
telefone.



http://www.gestando.com.br
Tel.: (21) 2265-6344

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A TENDA VERMELHA


escrito por: Tricia em terça-feira, julho 17, 2007 às 9:08 PM.

A TENDA VERMELHA

Um curso de qualificação online e internacional sobre mulheres, de mulheres para mulheres

Carga horária: 108

Início: 6 de Agosto de 2007
Término: 07 de Dezembro de 2007
Certificado final

Público: mulheres de todas as idades.

Objetivo: promover uma nova consciência feminina unindo a razão à intuição e contribuir para o desenvolvimento de uma mulher inteira, consciente e autêntica.

Línguas do curso: espanhola e portuguesa.

Recursos necessários: computador.

PROGRAMA:

1) Corpo 06-10/08
O corpo feminino entre liberdade e artifícios

2) Menstruação (Menarca e Menopausa) 13-17/08
Distúrbios modernos da menstruação e antigos significados e rituais

3) Sexualidade 20-24/08
Expressão, experiência e liberdade

4) Contracepção 27-31/08
Informação e responsabilidade

5) Parto 03-07/09
Natural e transformador. Saber para fazer

6) Aborto 10-14/09
Escolhas e informação

7) Casa, estar consigo 17-21/09
Intimidade e introspecção

8) Religião, Espiritualidade 24-28/09
As dimensões religiosas do feminino

9) Estudos, Carreira 01-05/10
Mulheres na modernidade: desafios, buscas e concretizações

10) Sociedade e Leis 08-12/10
Presença das mulheres no mundo e as leis que as amparam

11) Feminismo 15-19/10
O que foi, o que é e o que queremos

12) Maternidade 22-16/10
Ser mãe hoje: questões em debate, educação dos filhos e papel da maternidade

13) Relação com o homem 29/10-02/11
Entre o amor e a paixão, a busca da reciprocidade

14) Relação com as mulheres 05-09/11
Solidariedade, amizade e confiança a serem construídas

15) Beleza e arte 12-16/11
O equilíbrio entre os espontâneo e a sofisticação

16) A dor 19-23/11
A dor de ser, de sentir, de amar, de parir, de nos dizer

17) Os sonhos 26-30/11
Mensagens do inconscientes e sonhos a olhos abertos: a paisagem interior das mulheres

18) O caminho 03-07/12
Síntese metodológica do percurso: dicas das deusas e das formadoras


Inscrição e valores:
Até dia 23/07: R$ 414 (US$ 213) ou 3 x de R$ 138 (US$ 71)
Até dia 31/07: R$ 486 (US$ 250) ou 3 x de R$ 162 (US$ 84)

Inf.: tendavermelha@amigasdoparto.org.br

Formadoras:

1. Adelise Noal Monteiro, médica, parteira e psicoterapeuta junguiana, Porto Alegre(RS) Brasil
2. Adriana Tanese Nogueira, Analista pós-junguiana, filósofa, Mestra em Ciências da Religião, fundadora e coordenadora da ONG Amigas do Parto.
3. Anayansi Brenes Corrêa, Socióloga, pós-graduada em Historia e Antropologia Social, coordenadora do projeto “Passagem, espaço de acolhimento mãe e bebê”, HU – UFMG, BH (MG) Brasil
4. CDD Católicas pelo Direito de Decidir, São Paulo (SP) Brasil.
5. Gina Strozzi, Sexuola, profa. Mackenzie, São Paulo (SP) Brasil.
6. Graciela Quintana, Psicóloga, psicanalista, Doutora em Medicina Social, Rio de Janeiro (RJ) Brasil.
7. Isabella Polito, Doula, fundadora www.aquamater.com – Caracas (Venezuela).
8. Juliana Hermont, advogada, especializada em Bioética, Belo Horizonte (MG) Brasil.
9. Monja Cohen, monja budista, São Paulo (SP) Brasil.
10. Myriam Wigutow, http://www.laruedapurpura.com.ar/ Argentina.
11. Neusa Steiner, psiquiatra, mestra em Ciências da Religião, psicoterapeuta junguiana, São Paulo (SP) Brasil.
12. Paloma Terra, Parteira certificada, brasileira residente no Texas (USA)
13. Regine Marton, Enfermeira obstetra, franco-americana, Atlanta (USA).
14. Suely Carvalho, Parteira, fundadora CAIS do Parto, Olida (PE) Brasil.


Promoção: ONG Amigas do Parto – www.amigasdoparto.org.br
Organização e Criação: Adriana Tanese Nogueira

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CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO - Módulo II


escrito por: Tricia em terça-feira, junho 26, 2007 às 10:30 PM.

CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO -
GESTAÇÃO, PARTO, RECÉM-NASCIDO, PÓS-PARTO, PATERNIDADE, NOVA MATERNIDADE E FAMÍLIA

INSCRIÇÕES PARA O II MÓDULO - O PARTO PRORROGADAS ATÉ DIA 03 DE JULHO

Curso de Qualificação

Construindo uma humanização com consciência

Por que um curso online?
Porque combina democratização e promoção de saberes e amplia a esfera nacinal. A internet é um instrumento prático e barato, necessitando apenas da presença de um computador (centro comuntitários e bibliotecas públicas podem oferecer este serviço também).

Objetivo: o curso é internacional e aborda desde aspectos técnicos até questões atuais de visões e práticas da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica dos assuntos tratados e conta com material didático holístico, incluindo iniciação à abordagem simbólica e psicológica dos temas tratados. Visa também incentivar a educação continuada, situar os alunos no contexto da humanização, e orientá-los com relação às suas práticas e perspectivas profissionais dando recursos para a atendimento individualizado e holístico. Campos do saber abordados: Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia

Certificado Final.

Programação:


(GESTAÇÃO – Maio e Junho 2007 – Inscrições encerradas)


PARTO – Julho e Agosto 2007

1. Anatomia e fisiologia do trabalho de parto e parto
2. Visões sobre o parto, a mulher e o corpo: um olhar na história do parto
3. Parto vaginal e a cesariana hoje
4. Métodos de alívio da dor e facilitadores do parto
5. Direitos da gestante e as rotinas hospitalares
6. Medos: do desconhecido, da dor, das práticas hospitalares
7. A parturiente no hospital
8. Enfermeiras obstetras, médicos obstetras e parteiras
9. Equipes multiprofissionais: como funcionam
10. A doula: função e limites
11. O profissional humanizado: perfil, função, atitude, consciência
12. O movimento da Humanização do parto no Brasil e no mundo
13. Parto domiciliar: como, quando e por que
14. Sexualidade e parto
15. A placenta
16. Saberes tradicionais e rituais



O RECÉM-NASCIDO – Novembro 2007

1. O parto do ponto de vista do bebê e seu significado existencial
2. Vínculo mãe-filho
3. Cuidados com o bebê: banho, curativo do côto umbilical
4. Cólicas do bebê: como prevenir, como ajudar o bebê, como se ajudar. Shantala.
5. Humanização do atendimento ao recé-nascido
6. O recém-nascido no parto domiciliar


PÓS-PARTO – Dezembro 2007


1. Fisiologia do pós-parto: fatores hormonais, involução uterina, sangramento pós-parto, mamas, útero e aparelho genital
2. O processo da amamentação: produção láctea e habilidade técnica
3. Amamentado por opção
4. Sexualidade e relação com o parceiro
5. Métodos contraceptivos no pós-parto e retomada do ciclo menstrual
6. Mudanças emocionais, conflitos e desafios na dinâmica familiar e social
7. Fechando o processo gravídico e abrindo-se para um novo ciclo de vida
8. Humanização do pós-parto


PATERNIDADE – Janeiro 2008

1. O pai durante a gestação e novos desafios na relação com a parceira
2. Presença do pai durante o parto: e que ele pode e deve fazer
3. Vínculo pai-filho: construindo a relação
4. Contribuição do pai no pós-parto
5. Contribuições do feminino para o exercício da paternidade
6. Humanização do parto e paternidade
7. O pai no parto domiciliar


A NOVA IDENTIDADE DA MULHER E DA FAMÍLIA – Fevereiro 2008

1. A mãe recém-nascida o os mitos sobre a maternidade
2. Maternidade: uma construção social
3. Cuidando da mãe: a importância do bem-estar da mãe para uma vivência positiva da maternidade e seus reflexos no bem-estar da família
4. Maternidade e cidadania


Inscrição até dia 25 de Junho de 2007

Avaliação:
· Questionário de avaliação na entrada de cada módulo
· Breve questionário no final de cada tema
· Monografia final no término de cada módulo

Metodologia e recursos: leituras e debates semanais sobre os assuntos em pauta, discussão de casos e vídeos. Conhecimentos com olhar crítico, reflexão e troca. Orientação quanto às práticas e perspectivas profissionais. Lista de discussão fechada para os facilitadores e alunos.

Público alvo: profissionais da área de saúde e não que queiram qualificar seus conhecimentos, atualizar-se ou ampliar as fronteiras de sua visão da gravidez, parto e pós-parto na contemporaneidade. Demais interessados.


Facilitadores:
1. Adriana Tanese Nogueira – filósofa, analista pos-junguiana, coordenadora da ONG Amigas do Parto, Flórida, EUA
2. Beltrán Lares Días – médico obstetra e ultrasonografista, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela
3. Betina Bittar – médica, homeoapata, acupunturista, obstetra, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil
4. Carlos Eduardo Corrêa – pediatra neonatologista, ReHuNa, São Paulo SP Brasil
5. Cláudia Regina Passos, massagista, Escola AMOR, São Paulo SP Brasil
6. Cláudio Paciornik – médico obstetra, Curitiba PR Brasil
7. Gina Strozzi – Profa. consultora em sexualidade, São Paulo SP Brasil
8. Fabiana Muller – enfermeira e consultora em amamentação ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil
9. Hugo Sabatino – médico obstetra, Prof. UNICAMP, um dos fundadores do Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil
10. Isabella Ipolito – doula, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela
11. Paloma Terra, Graduate Midwife, Texas, EUA
12. Paulo Batistuta – médico obstetra e Prof., criador do vídeo Sagrado, Vitória ES Brasil
13. Regine Marton, Nurse Midwife EUA, Alabama EUA
14. Roselane Gonçalves – enfermeira obstetra e Profa USPLeste, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil
15. Silvia Cordeiro – psicóloga, Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil

Inscrição: curso@amigasdoparto.org.br

Valor para o curso inteiro: R$ 920,00 ou US$ 475.00

Pagamento à vista do curso inteiro:
R$ 781,00 (ou 3 depósitos de R$ 260 - no ato, para 30 e 60 dias);
US$403.00 (ou 3 depósitos de US$ 134.00 – no ato, para 30 e 60 dias).


Valores de cada módulo:

Parto = R$ 322,00 / US$ 166.00
Recém-nascido = R$ 161,00 / US$ 83.00
Pós-parto = R$ 184,00 / US$ 95.00
Paternidade = R$ 161,00 / US$ 83.00
A Nova Identidade da Mulher e da Família = R$ 92,00 / US$48.00

DESCONTO de 15% para estudantes (enviar via fax comprovante de matrícula junto ao comprovante de depósito) sobre o valor total:
R$ 665,00 (ou 3 depósitos de R$ 222,00 - no ato, para 30 dias e 60 dias);
US$ 343.00 (ou 3 depósitos de US$ 115.00 – no ato, para 30 e 60 dias).

Depósito na conta Itaú, Ag. 0754, c/c 48213-1 - Adriana Silva.

IMPORTANTE: Enviar comprovante de pagamento + de matrícula (se houver) para o fax: 55 - 11 - 5678 3075.

Para inscrições de outros países fazer transferência via Western Union: www.westernunion.com para Antonio Nogueira da Silva Filho – São Paulo – Brasil.


Criação: Liliana Silveira, Mary Lucia Galvão e Adriana Tanese Nogueira
Organização: Adriana Tanese Nogueira
Promoção: ONG Amigas do Parto – www.amigasdoparto.org.br
Apoio: Educação à distância, TELEDUC, UNICAMP, Campinas - SP Brasil


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



**************************
A ONG Amigas do Parto, organização sem fins lucrativos, foi fundada por Adriana Tanese Nogueira em São Paulo, em 9 de junho de 2003, após a extinção do grupo informal Amigas do Parto, de cujas atividades iniciadas em Abril de 2001 ela foi co-fundadora. A ONG tem o objetivo de contribuir para uma mudança na forma de nascer. Suas ações se concentram em torno de dois pólos: as usuárias (com suas famílias) e os profissionais de saúde que as atendem. A proposta da ONG Amigas do Parto se insere no movimento pela humanização do parto e nascimento e foca a humanização com consciência: por uma obstetrícia engajada ética e socialmente, e cientificamente fundamentada, e por uma maternidade e paternidade ativas e participantes.

Visite o site da ONG: www.amigasdoparto.org.br, hoje o maior site brasileiro sobre gestação e parto do ponto de vista da humanização.

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Preparando-se para ser Mãe


escrito por: Tricia em quarta-feira, maio 16, 2007 às 9:09 PM.

maio/2007

Você esta grávida ou quer ficar em breve? Comece a preparar-se, física e espiritualmente. Sua missão é linda apesar de dificílima, e só me entendem aquelas que já são mães com todas as suas responsabilidades.

Comece pelo seu ritmo, regre-se. Obedeça seu ritmo biológico, respeite seu sono e seu apetite. Nada de ficar madrugada adentro trabalhando ou nas baladas. Substâncias liberadas na corrente sanguínea devido ao estresse, tensões ou simplesmente falta de descanso, podem prejudicar o desenvolvimento normal da placenta e do feto. Faça de quatro a seis refeições leves por dia, prefira cereais integrais, legumes, verduras e frutas frescas (de preferência orgânicos, pois são livres de agrotóxicos). Coma pouco em cada refeição, mastigue muitas vezes, coma devagar. Isso ajudará seu aparelho digestivo a funcionar melhor e você não terá quilos exagerados para perder depois do parto. Habitue-se a fazer algum tipo de exercício leve que ajude a respirar melhor e com ritmo, como caminhadas e yoga. Abandone o cigarro, o álcool e as substâncias excitantes como café, chocolate e chá preto ou chá mate. Isso deve ser feito no mínimo durante a gestação e a amamentação no peito.

Prepare o bico dos seios, eles devem ser expostos ao sol da manhã ou a 20 cm de uma lâmpada de 40 watts por mais ou menos 10 minutos cada seio, uma vez ao dia. Devem ser esfregados de leve com uma bucha natural ou tecido atoalhado durante o banho. Não use sabão. Essas medidas visam fortalecer a pele delicada do bico do seio diminuindo o risco de rachaduras.

Com as mãos limpas, use três dedos para puxar o bico do seio para fora, tanto quanto possível, sem provocar dor (este movimento imita a sucção do bebê). Repita o movimento 10 a 20 vezes e vá aumentando até 50 vezes por dia, em cada seio. Fazendo isso, o bico do seio fica com um formato de mais fácil preensão pelo bebê. Os profissionais do Banco de Leite podem orientar muito bem essas ações. Não deixe para preparar seus seios no último trimestre de gestação, comece logo que tiver certeza da sua gravidez.

Não assista aos telejornais, eles dão ênfase às tragédias e más notícias. Prefira os jornais e revistas onde você pode escolher o que lê. Aproveite esse momento único para melhorar o mundo que seu filho vai viver, cultive o bom humor, a paciência, a compaixão, o perdão, a verdade, a justiça em todas as pequenas coisas da vida. Melhore o ambiente ao seu redor para receber esse pequenino ser que te escolheu como mãe. Tenha bons pensamentos, tenha confiança, acredite que isso é possível. Alimente sua alma com bons livros, boas músicas. Admirar os quadros com temas de “madonas” feitos por Rafael Sanzio (1483-1520), entre outros renascentistas, é extremamente benéfico para mãe e filho, em especial o quadro da “Madona Sistina”.

Antes de terminar expresso um último recado. Ser mãe não é brincadeira, nem é passageiro. Requer dedicação 24horas, sem direito a férias e muitas vezes temos de abrir mão de coisas de que gostamos pelo bem de nossos filhos. Seja uma MÃE no sentido mais sublime da palavra.

Até breve! Paz e saúde!

Dra. Zélia Beatriz Ligório Fonseca
Pediatra – Prática Médica Antroposófica

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CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO


escrito por: Tricia em quarta-feira, abril 25, 2007 às 4:53 PM.

CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO

GESTAÇÃO, PARTO, RECÉM-NASCIDO, PÓS-PARTO, PATERNIDADE, NOVA MATERNIDADE E FAMÍLIA

Curso de Qualificação

Por que um curso online?
Porque combina democratização e promoção de saberes e amplia a esfera nacinal. A internet é um instrumento prático e barato, necessitando apenas da presença de um computador (centro comuntitários e bibliotecas públicas podem oferecer este serviço também).

Objetivo: o curso é internacional e aborda desde aspectos técnicos até questões atuais de visões e práticas da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica dos assuntos tratados e conta com material didático holístico, incluindo iniciação à abordagem simbólica e psicológica dos temas tratados. Visa também incentivar a educação continuada, situar os alunos no contexto da humanização, e orientá-los com relação às suas práticas e perspectivas profissionais dando recursos para a atendimento individualizado e holístico. Campos do saber abordados: Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia

Certificado Final.

Programação:

GESTAÇÃO – Maio e Junho 2007
1. Mudanças psíco-emocionais na gravidez
2. Atividades físicas e alimentação
3. Exames e Rotinas
4. A visão da gravidez na modernidade
5. Troca de saberes: mitos, crenças, saberes populares
6. Emoções: medos, conflitos, desejos e expectativas
7. Relações familiares e sociais: questões de gênero e de cidadania
8. A relação com o profissional de saúde
9. Gestação como rito de iniciação

PARTO – Junho, Julho e Agosto 2007
1. Anatomia e fisiologia do trabalho de parto e parto
2. Visões sobre o parto, a mulher e o corpo: um olhar na história do parto
3. Parto vaginal e a cesariana hoje
4. Métodos de alívio da dor e facilitadores do parto
5. Direitos da gestante e as rotinas hospitalares
6. Medos: do desconhecido, da dor, das práticas hospitalares
7. A parturiente no hospital
8. Enfermeiras obstetras, médicos obstetras e parteiras
9. Equipes multiprofissionais: como funcionam
10. A doula: função e limites
11. O profissional humanizado: perfil, função, atitude, consciência
12. O movimento da Humanização do parto no Brasil e no mundo
13. Parto domiciliar: como, quando e por que
14. Sexualidade e parto
15. A placenta
16. Saberes tradicionais e rituais

O RECÉM-NASCIDO – Setembro 2007
1. O parto do ponto de vista do bebê e seu significado existencial
2. Vínculo mãe-filho
3. Cuidados com o bebê: banho, curativo do côto umbilical
4. Cólicas do bebê: como prevenir, como ajudar o bebê, como se ajudar. Shantala.
5. Humanização do atendimento ao recé-nascido
6. O recém-nascido no parto domiciliar

PÓS-PARTO – Outubro 2007
1. Fisiologia do pós-parto: fatores hormonais, involução uterina, sangramento pós-parto, mamas, útero e aparelho genital
2. O processo da amamentação: produção láctea e habilidade técnica
3. Amamentado por opção
4. Sexualidade e relação com o parceiro
5. Métodos contraceptivos no pós-parto e retomada do ciclo menstrual
6. Mudanças emocionais, conflitos e desafios na dinâmica familiar e social
7. Fechando o processo gravídico e abrindo-se para um novo ciclo de vida
8. Humanização do pós-parto

PATERNIDADE – Novembro 2007
1. O pai durante a gestação e novos desafios na relação com a parceira
2. Presença do pai durante o parto: e que ele pode e deve fazer
3. Vínculo pai-filho: construindo a relação
4. Contribuição do pai no pós-parto
5. Contribuições do feminino para o exercício da paternidade
6. Humanização do parto e paternidade
7. O pai no parto domiciliar

A NOVA IDENTIDADE DA MULHER E DA FAMÍLIA – Dezembro 2007
1. A mãe recém-nascida o os mitos sobre a maternidade
2. Maternidade: uma construção social
3. Cuidando da mãe: a importância do bem-estar da mãe para uma vivência positiva da maternidade e seus reflexos no bem-estar da família
4. Maternidade e cidadania

Inscrição até dia 30 de Abril.

Avaliação:
· Questionário de avaliação na entrada de cada módulo
· Breve questionário no final de cada tema
· Monografia final no término de cada módulo

Metodologia e recursos: leituras e debates semanais sobre os assuntos em pauta, discussão de casos e vídeos. Conhecimentos com olhar crítico, reflexão e troca. Orientação quanto às práticas e perspectivas profissionais. Lista de discussão fechada para os facilitadores e alunos.

Público alvo: profissionais da área de saúde e não que queiram qualificar seus conhecimentos, atualizar-se ou ampliar as fronteiras de sua visão da gravidez, parto e pós-parto na contemporaneidade. Demais interessados.

Facilitadores:
1. Adriana Tanese Nogueira – filósofa, analista pos-junguiana, coordenadora da ONG Amigas do Parto, Flórida, EUA
2. Beltrán Lares Días – médico obstetra e ultrasonografista, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela
3. Betina Bittar – médica, homeoapata, acupunturista, obstetra, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil
4. Carlos Eduardo Corrêa – pediatra neonatologista, ReHuNa, São Paulo SP Brasil
5. Cláudia Regina Passos, massagista, Escola AMOR, São Paulo SP Brasil
6. Cláudio Paciornik – médico obstetra, Curitiba PR Brasil
7. Gina Strozzi – Profa. consultora em sexualidade, São Paulo SP Brasil
8. Fabiana Muller – enfermeira e consultora em amamentação ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil
9. Hugo Sabatino – médico obstetra, Prof. UNICAMP, um dos fundadores do Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil
10. Isabella Ipolito – doula, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela
11. Liliana Silveira – doula, bióloga, representante ONG Amigas do Parto, Salvador BA Brasil
12. Maria Cecília Prieto Cox – parteira, Salvador BA Brasil
13. Mary L. Galvão – enfermeira obstetra e Profa, Salvador BA Brasil
14. Paloma Terra, Graduate Midwife, Texas, EUA
15. Paulo Batistuta – médico obstetra e Prof., criador do vídeo Sagrado, Vitória ES Brasil
16. Regine Marton, Nurse Midwife EUA, Alabama EUA
17. Roselane Gonçalves – enfermeira obstetra e Profa USPLeste, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil
18. Silvia Cordeiro – psicóloga, Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil

Inscrição: curso@amigasdoparto.org.br

Marcadores:

Curso de Humanização ONLINE


escrito por: Tricia em sexta-feira, abril 13, 2007 às 7:57 PM.

CURSO HUMANIZAÇÃO ON LINE
HUMANIZAÇÃO DA GESTAÇÃO, PARTO E PÓS-PARTO
Construindo uma humanização com consciência

Gestação, Parto, Pós-parto, Recém-nascido, Paternidade, a Nova Identidade da Mulher e da Família.

Conteúdo: o curso aborda desde aspectos técnicos até questões atuais da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica, inclui iniciação à compreensão simbólica e psicológica dos temas tratados. Campos do saber abordados: Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia.
Público alvo: profissionais da área de saúde que queiram atualizar e/ou ampliar seus conhecimentos na área da gestação, parto e pós-parto (incluindo a paternidade); interessados em geral.

Datas: de 02 de Maio a 18 de Dezembro de 2007
Inscrições: até dia 30/04/2007
Certificado final
Organização e promoção: ONG Amigas do Parto
Inscrições: curso@amigasdoparto.org.br
Programação completa e valores:
clique aqui

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video de dança pré-natal


escrito por: Tricia em terça-feira, fevereiro 20, 2007 às 4:14 PM.

Um video bastante interessante ensina um pouco da dança do ventre especial para gestantes. Vale a pena conferir.

Acesse o video aqui.

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III Encontro de Gestantes e Casais Grávidos - ONG Amigas do Parto


escrito por: Tricia em quarta-feira, dezembro 13, 2006 às 2:27 PM.



ontem houve o terceiro encontro da Ong aqui em Fortaleza. A Kelly não participou por motivos obvios, mas nós tivemos a presença de outras duas grávidas, uma com 2 e outra com 7 meses, e um papai! Além deles, estiveram por lá o obstetra Luis Carlos (um dos poucos adeptos a humanização aqui) e a doula Ineida que trabalha no SUS como enfermeira.

Apesar de a reportagem ter atrapalhado todo o processo, coletando entrevistas na hora, filmando e tal, penso que foi muito proveitoso. "Levantou uma boa poeira".
Claro, as pessoas ainda não se conheciam, foi apenas um primeiro contato, uma introdução. Nós tentamos seguir um roteiro, mas não deu. No final todo mundo conversava sobre dor do parto, mitos, episiotomia, e o que esperavam dos encontros. Cada um contou sua experiência pessoal, inclusive os dois profissionais que estavam lá. Enfatizei que o encontro não tem por objetivo substituir o pré-natal, e sim dar apoio a quem busca um parto mais natural. Cada um que estava ali veio contribuir com sua experiência pessoal, e não pra dar "palestra".

Foi muito importante reunir pessoas em torno da humanização. O encontro foi tão inédito que já marcamos o proximo, e todo mundo ficou super otimista. Realmente não existe algo parecido aqui em Fortaleza...

Hoje de manha às 8:45h eu assisti a matéria na Tv Diario. A reportagem simplesmente foi MUITO legal! Eles colocaram depoimentos de gestantes (as que participaram), uma fala minha (horrorosa) sobre o objetivo da ONG, e ainda uma fala do Dr Luis sobre os beneficios do parto natural. Ficou bem equilibrada, harmoniosa, e interessante.
Após a materia, a apresentadora falou da ONG Amigas do Parto, da importancia do nosso trabalho e informou o SITE!!!
=)

Bom, espero que essa divugação renda bons frutos para os proximos encontros, e mais mulheres despertem para pensar mais sobre esse assunto... pra quem não viu a materia, vou tentar entrar em contato com a tv pra pedir uma copia do video, mas não sei se eles guardam isso.

Quero agradecer à amiga Clicia, que tem sido uma peça fundamental nos encontros. Obrigada pela divulgação, e também pelo local! (se não fosse você nada disso teria acontecido, ou não teria sido tão bom... )

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Natural Induction Methods


escrito por: Tricia em segunda-feira, dezembro 11, 2006 às 11:23 AM.

by Connie Banack

First, RELAX! Forget due dates. Due dates are simply an educated guess, did you know only 4% of births happen on the "due date"? Your anxiety is pumping adrenaline at high levels into your system and this could very well be further delaying any progress or starting. Concentrate on the wonderful feeling of the baby's movements inside you and how productive labor will be when it does begin. I know this all sounds a bit repetitive...however, the more you struggle to initiate labor the more your body becomes stressed and a body that is stressed will not start labor simply as a built in natural defensive response to perceived "danger". Even though you might not be in actual danger, your stress levels tell the body that danger is imminent and this further delays the natural release of oxytocin into your system. Go take a warm bath, eat a favorite meal, drink plenty of fluids and let nature take its course. The best things in life take their time.

In dealing with natural induction this list will start with the safest and least interventionist and will explain each method and the pro's and con's of each.

Start with relaxation techniques, to get you relaxed then use some visual imagery of labor beginning. I have a friend who swears by a good cry- she gets a tearjerker form the video store and has a good bawl to relieve tension. She has had 3 children and went at least 1 week overdue with each of them. The most important thing to do is to find a way to relieve tension. Tension works against labor. Relieve it, let everything go, and you may be surprised to find yourself in labor.

A bumpy car ride may sound like an old wives tail, but if the baby is not in a good position, your sitting and relaxing while being moved by the car through bumps has worked.

Spicy food has been suggested, and if you are not prone to heartburn from spices why not give it a try. One word of caution though, heartburn during labour is not enjoyable!

Before proceeding further, this is only a list of suggestions. Please consult with your doctor before trying any of these methods.

Prostaglandin
The next step is prostaglandin. Prostaglandin is the hormone that softens the cervix, preparing it for birth. It does not stimulate your uterus, thus is very safe. Two ways to introduce prostaglandin are:

Making love with your husband or partner once a day, don't get up right away after and elevating your hips is a good idea. This let's the prostaglandin in your husbands (partners) semen coat your cervix that helps to ripen it. Also semen orally has been said to help, as prostaglandins are absorbed orally as well as vaginally.

Take Evening Primrose oil (gel-caps) orally 3X's per day and insert 2 in the vagina at bedtime--you must stay laying down or else they fall out. It doesn't START labor, only prepares the cervix. You buy it at just about any health food/vitamin/herbal type store. It comes in capsules that look just like vitamin E. You can also massage it onto your cervix. You can start taking about 2 - 3 capsules orally daily at almost 38 weeks. Then about a week later started putting it on your cervix as long as the bag of waters is intact. If your water breaks and labour does not start soon, do not bath (shower instead), avoid sex and anything that could introduce germs into your vagina including vaginal checks.

Prostaglandin induction (using an artificial prostaglandin gel) is the first step usually taken for induction in the hospital to soften the cervix, making it more favourable for an induction with an artificial oxytocin drug.

Oxytocin and Emenagogues

Oxytocin is the hormone that your body uses to stimulate uterine contractions during labour. It is also the synthetic form of oxytocin that is used for induction and augmentation in the hospital. You must use caution when using these! After trying one, wait several hours to see if it has worked. If it is used too much or too often labour may become too intense for you and baby. If you experience any side effect, discontinue immediately!

Nipple stimulation is a well-known method of contracting your uterus. Used by midwives for centuries, it not only stimulates the uterus during labour, it is very beneficial after the birth to aid in expelling the placenta and thus avoiding hemorrhage. Do nipple stimulation for 15 minutes at a time every three or four hours. As this method uses your natural oxytocin, it is the safest form of induction.

Accupressure on the Spleen 6. For more information on this, ask your Doula or a good reference to this is The Birth Partner by Penny Simkin.

Blue or Black Cohosh are emenagogues. It is often seen as a last ditch method, but if artificial induction is threatened this is a much more natural form of induction. Don't use it if you are anemic or have a history of postpartum bleeding, high blood pressure or excessive blood loss during birth. 3 to 4 drops under the tongue every 4 hours. Use only with the acceptance of your doctor.

Hey, go ahead and have that glass of wine you have been dying to have! At this point it may relax you-hopefully enough to bring 'em on!

Castor oil

One of the very possible side effects of using castor oil or an enema is the mom having bad diarrhea with cramps that can lead to dehydration, which is why my midwife suggests steering clear of it! I've also heard that it is believed to be associated with a higher risk of the baby passing meconium before or during the birth, but have seen no conclusive studies on this.

Castor oil cocktail. Take one large glass of orange juice [good for you in many ways!] mix in three teaspoonful of castor oil and one teaspoon of baking soda. It gets nice and foamy. Almost like pop, it goes down much easier than [gag] swallowing castor oil by itself. BTW, it works by stimulating the bowels, which in turn stimulates the uterus, so Metamucil works too and is much easier to take!

An enema also works the same as castor oil, and though invasive, it may be the one to do the trick.

Disclaimer: All information is provided for educational purposes only. Consult your physician regarding the advisability of any opinions or recommendations with respect to your individual situation.

**Connie Banack has been involved in the birthing community in Alberta for over 8 years. Connie is a certified Childbirth Doula, Postpartum Doula, and Childbirth Educator through the Global Birth Institute (GBI). She recently achieved her Globally Registered Perinatal Doula certificate (the highest certification possible for doulas internationally) and is working towards completion of her Lactation Counsellor certification. Connie and her husband have four children.

FONTE:Canadian Doulas

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meu bebê está sentado e agora?


escrito por: Tricia em quarta-feira, novembro 29, 2006 às 8:57 AM.


Primeiro, calma!
O bebê pode se virar e ficar cefálico até na hora do parto. O importante é não se desesperar, e se informar sobre os exercicios. Até que todas as alternativas tenham sido tentadas, acho precipitado cogitar a possibilidade de cirurgia.

Existem alguns exercicios que você pode fazer para ajudar no posicionamento. No livro da Janet Balaskas tem alguns, não lembro de todos, mas um deles dizia para a gestante ficar em posição de cachorrinho (de quatro) por 10min, várias vezes ao dia. Outro dizia para ela se deitar sobre uma pilha de livros, colocando-os embaixo do quadril, e permanecer nessa posição por alguns minutos. Nesses exercicios as chances do bebe virar são muito grandes, algo em torno de 90%.

Outra dica é que ela escute seu corpo, se conecte com o seu filho, medite e converse com o bebê. Já vi casos de mães que conseguiram que o bebê virasse após uma conversa, um carinho, uma sintonia maior com ele. Pode ser usada uma luz também, uma luminária proximo da barriga, na parte de baixo, irá causar interesse no bebê fazendo com que acabe virando sozinho.

O mais importante é não se desesperar, ainda é muito cedo! A partir da 37º semana há uma leve diminuição na quantidade de liquido aminiótico, é por isso que fica mais dificil do bebê virar, mas, não impossivel. Antes disso, relaxa. Ainda é muito cedo pra se preocupar.



Sempre há uma saida para essa situação. Existem muitas opções de exercicios para o bebê virar, além de homeopatia, acupuntura, etc. e há ainda a manobra que a parteira faz durante o trabalho de parto, pegando na barriga, desvirando o bebê. Nesse caso, é habilidade do médico que irá acompanhá-la.

De acordo com a Dra. Betina (ONG Amigas do Parto) o parto pelvico tem algumas particularidades: " o Feto pélvico: em mulheres que já tiveram um parto normal e o feto não é excessivamente grande pode-se tentar novamente a via vaginal; porém, naquelas que nunca tiveram um parto vaginal é aconselhável fazer cesariana, pois não se sabe se a bacia da mãe é compatível com a passagem da cabeça do feto. Existe uma técnica para a rotação do feto para a posição cefálica que atualmente pode ser feita sob visão do ultra-som com bastante segurança, mas nem sempre se tem sucesso. Sua realização deve ser discutida com seu médico." - retirado do site da ONG Amigas do Parto.

Na comunidade do orkut (GO Baseada em Evidencias) da Dra. Melania tem um topico sobre parto pelvico muito bom, com várias pesquisas inclusive. Dá uma olhada.

Alguns links interessantes sobre o assunto:
http://www.birthinternational.com/articles/andrea13.html
http://www.breechbabies.com/
http://www.icpa4kids.com/webster_technique.htm
http://www.worldchiropracticalliance.org/tcj/2001/aug/aug2001l.htm
http://www.americanpregnancy.org/labornbirth/breechpresentation.html



Ah! Encontrei alguns exercicios no site da Ronnie Falcão, parteira americana:

1. Deitar-se de costas (barriga pra cima) encima de uma tábua ou similar, usando travesseiros ou almofadas embaixo do quadril. O ideal é que essa diferença de altura seja de uns 40 graus, mais ou menos. Praticar varias vezes ao dia.
2. Musica para o bebê. Coloque uma musica bem gostosa, e posicione um fone de ouvido na parte baixa da barriga (proximo a bacia).
3. Coloque uma luz bem forte proximo a barriga, na parte de baixo. Ou até mesmo, entre as pernas. Pode ser uma luminária ou abajour.
4. Conversando com o bebê. Peça a alguem conhecido (o pai de preferencia) para que ele converse com o filho, falando bem proximo a barriga, dizendo-o para se virar, de maneira suave e carinhosa, encostanto a boca bem proximo a pele, na parte de baixo da barriga.
5. Se tudo isso não funcionar, pense na possibilidade de realizar a manobra durante o trabalho de parto. Nesse caso, o médico aplica uma droga para relaxar o utero e com as mãos empurra o bebê, desvirando-o. Essa manobra é dolorida para a mãe, mas bem menos dolorida que um resguardo de uma cirurgia cesareana.

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As Parteiras de Pernambuco


escrito por: Tricia em terça-feira, novembro 28, 2006 às 1:47 PM.



Você pensa que as parteiras foram extintas, não é? E que elas só servem para fazer abortos clandestinos hoje em dia. Tudo mentira. Existem sim. Especialmente aqui no nordeste do pais. Acontece que devido a falta de apoio politico, e do crescimento da tecnologia, elas foram confinadas a uma posição, foram discriminadas pela propria sociedade, pela urbanização das cidades.

Eu acredito nas parteiras. Acredito em sua sabedoria. E procurando sobre elas na web, me deparei com esta ONG que fica em Pernambuco. Vi o video deles, e fiquei super feliz! Existe vida neste planeta! Existe apoio sim! =)

É uma pena que no Ceará, elas estejam tão escondidas. Quase não se fala delas. Em Pernambuco, é bem mais facil de se encontrar com uma assim, no meio da rua.



Grupo Curumim

O Grupo Curumim começou em 1989 como pequena organização de defesa da profissão de parteira, mas se transformou em uma iniciativa muito mais ampla para a melhoria de serviços de saúde, aumentando a sexualidade e a educação reprodutiva, diminuindo a mortalidade materna, humanizando o parto e legitimizando a profissão de parteira. Sediado na cidade litorânea de Recife, estado de Pernambuco, na Região Nordeste do Brasil, o Grupo Corumim organiza worlshops e seminários para adolescentes que moram e/ou trabalham nas ruas sobre temas como cuidados básicos da saúde, auto-estima, anticoncepcionais, direitos humanos, violência contra o gênero, sexualidade, parto e prevenção do HIV/AIDS. O Grupo Corumim proporciona aos adolescentes informação exata e de empoderamento sobre sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos e espera assim diminuir a gravidez e retardar a disseminação do HIV/AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Além disso, o Corumim educa médicos, provedores de saúde e pessoal hospitalar a respeito das necessidades específicas dos adolescentes, a fim de assegurar que o sistema de saúde pública proporcione cuidados com respeito e de modo abrangente.

Para assistir o videoclipe do livro "Mulheres e Parteiras - Cidadania e Direitos Reprodutivos", clique neste link aqui.

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A dança do ventre e a fertilidade


escrito por: Tricia em quinta-feira, novembro 23, 2006 às 10:50 PM.

O que é Dança do Ventre

Por Rhamza Alli
FONTE: Conexão Dança

“A dança do ventre é uma expressão poética do corpo cheia de gestos e significados. É uma celebração a feminilidade, desenvolvida por mulheres e para mulheres.” (Rhamza Alli)

O que se conhece por dança do ventre hoje em dia, no mundo ocidental, é a dança árabe (Oriente Médio e Norte da África) miscigenada com e influenciada por várias outras culturas, compilada em seus movimentos mais populares, adicionada de um breve ocidentalismo (véus, meia-ponta), muito bem vestida com lantejoulas e franjas e transformada em espetáculo.

A história da dança do ventre é tão antiga quanto a história do homem, ou melhor, da mulher. É a primeira dança feminina de que se tem registro. Enquanto as outras danças eram executadas pelos homens e claramente ligadas à sobrevivência (chuva, caça, etc), desenhos em cavernas de mulheres dançando, mostram-nas com ventre em evidência. Os movimentos de contração, ondulação e vibração foram desenvolvidos pelas mulheres e para as mulheres em função de aliviar dores menstruais e preparar os músculos para a sustentação da gestação e o trabalho de parto, também como um culto à Grande Deusa (natureza) em prol da fertilidade - do ventre e da terra.

Do norte da Índia, originam-se os ciganos que, como nômades, espalharam-se pelo mundo levando consigo sua cultura e modo de vida. Avançaram cada vez mais em direção ao ocidente, passando pela Pérsia, Mesopotâmia, Turquia, Norte da África, chegando ao sul da Europa. Usavam seus dotes artísticos como forma de sobrevivência, cantando e dançando em feiras; sua cultura e estilo iam se misturando e aos costumes locais e novas manifestações, resultado dessas miscigenações, foram surgindo.

A dança que chegou ao conhecimento ocidental foi através do contato com povos como os Gawazee - ciganos provenientes do norte da Índia - que se instalaram no Cairo e os Ouled Nail que habitam a Argélia.

Os Gawazee mantiveram-se a parte da sociedade e preservaram suas tradições e história de forma oral através de uma língua própria e única. Sua dança, viva até hoje, é caracterizada por contínua vibração dos quadris.

Os Ouled Nail se mantiveram confinados em suas tribos. As mulheres saiam delas apenas para dançarem nos centros urbanos. Em sua vestimenta carregavam o dinheiro obtido com a dança: enormes coroas e cintos com moedas, jóias, pedrarias, correntes e pingentes. Muitos símbolos identificados como vindos de Fenícia, Cartago e Babilônia. Sua dança inclui rolamentos dos músculos abdominais que começam lentos e pouco a pouco vão se acelerando e acrescentando movimentos de pés, quadris, braços e ombros.

Quando os ocidentais chegaram ao Cairo (final do séc. IXX) em busca de safáris e tesouros ficaram extasiados com o exotismo da dança e suas dançarinas. Elas, por sua vez, trataram de adaptar a dança e as vestimentas ao gosto ocidental e trocaram a rua pelos clubes noturnos e cassinos. Algumas dançarinas foram levadas à Europa e Estados Unidos aonde puderam refinar sua dança e sua vestimenta. Em contato com o balé clássico e contemporâneo, incorporaram braços delicados, pés na meia-ponta ou em saltos, véus esvoaçantes e roupas de duas peças cheia de brilhos e franjas. Transformada assim em espetáculo, a dança do ventre pode ganhar os grandes teatros, casas de show e telas do cinema.

Apesar das antipatias ao termo "dança do ventre" - que muitos julgam pejorativo, eu, particularmente, não o considero impróprio, pois ao meu ver, a dança é sim do ventre em todos os sentidos: fisicamente, já que se baseia na movimentação rotatória, ondulatória, vibratória e de impacto do tronco e dos quadris o que movimenta intensamente todo o abdômen, além dos próprios movimentos de abdômen; e histórica e simbolicamente já que a dança é a representação da fertilidade e do nascimento.

Mas, afinal de contas, o que é a dança do ventre? O único e verdadeiro significado desta dança, é o poder de criação incutido nela, a fertilidade, a gestação, a maternidade. Ela é dançada pelas mulheres árabes durante o trabalho de parto - tanto pela parturiente que repete os movimentos de contração e vibração de abdômen, como pelas outras mulheres que, junto com a parteira, assistem o parto formando um círculo em volta da futura mamãe, dançando e cantando uma ladainha para purificar o ambiente e estreitar o contato com o divino. Este ritual é executado tanto nos países do Oriente Médio como nos africanos até os dias de hoje.



Uma dança mais festiva e alegre é dançada quando uma menina menstrua, quando se sabe da gravidez de uma mulher, no batizado das crianças, enfim, tudo que for ligado à criação de uma nova vida.

Ocasiões festivas como casamentos, colheitas, aniversários, festas religiosas, bênçãos, curas, afazeres do dia-a-dia, enfim, tudo que faz parte da vida é comemorado com música e dança por esse povo, cada região, cada tribo, com suas tradições e particularidades, mas sempre honorando à vida.

Como é a Dança do Ventre

A Dança do Ventre consiste em alguns movimentos de vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem todo o corpo.

O shimmy (vibração) de quadris é o movimento mais conhecido, mas, na realidade, o fundamento da dança do ventre é o controle abdominal e o isolamento das partes do corpo. Uma vez que se atinge estes dois princípios básicos, os movimentos acima citados estendem-se às outras partes do corpo: quadris, torso, ombros, braços, cabeça e pescoço isolados ou em diversas combinações.

Uma dança do ventre tradicional inclui movimentos lateralizados e retos de pescoço, quadris e torso, ondulações de braços e mãos, tremidas suaves e rápidas de ombros, seios e quadris, movimentos circulares do torso com caídas e acentuações emendadas com ondulações de peito e abdômen. Movimentos vibratórios de extensão e contração dos músculos abdominais isolados ou combinados com os pélvicos. As figuras "círculo" (início da vida) e "oito" (infinidade da vida) são amplamente usadas em diversas dimensões, também isoladas ou em combinações.

Não raro a bailarina sustenta o shimmy de quadris e trabalha as outras partes do corpo em uma dinâmica diferente, ou apresenta uma vibração generalizada e bem controlada de todo o corpo enquanto cabeça, mãos e quadris acompanham a dramaticidade e acentuações da música.

Além de todos os movimentos básicos, a dança deve aflorar e ser acrescida de giros, cambrées, espirais, trabalho de chão. Apesar do nome dança do ventre, podemos chamá-la de Dança do Corpo, pois movimenta todo o corpo por dentro e por fora. As pernas e pés, são usados, entretanto apenas para a sustentação e o deslocamento da bailarina, sem ênfase em seus movimentos como se a bailarina fosse uma serpente.



Beneficios
Físicos:

- Preparação para ao parto;
- Recuperação do tônus muscular pós -parto;
- Combate a problemas relacionados ao abdômen como: TPM, cólicas, constipação intestinal e dores renais;
- Alongamento geral do corpo sem riscos de lesões, distensões ou contraturas (obviamente, através de exercícios bem administrados);
- Tonificação da musculatura de forma gradual e "de dentro para fora";
- Fortalecimento dos órgãos localizados no abdômen, tornando -os mais eficientes e ativos;
- Postura correta e confortável;
- Equilíbrio e energização;
- Respiração correta;
- Auxílio em dietas de perda e ganho de peso;


Psicológicos/emocionais/sociais:

- Resgatar da auto -estima;
- Aprender a se sensualizar sem se vulgarizar;
- Perceber os valores ligados ao ser humano e a natureza e não à aparência;
- Despertar interesse por música, ritmos e cultura orientais;
- Proporcionar o relaxamento mental/ diversão;
- Promover a boa convivência com amigos, colegas e familiares;
- Incentivar a boa convivência com a natureza;
- Conscientizar sobre a responsabilidade social de cada mulher (como educadoras da nova geração).

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A doula e a salvação do universo


escrito por: Tricia em terça-feira, novembro 21, 2006 às 3:14 PM.

você está pensando em contratar uma doula para te acompanhar durante o trabalho de parto? Saiba que isso não é garantia de absolutamente nada. Aliás, o papel da doula é de dar apoio à mulher, portanto não espere que ela vá entrar em conflito com seu médico caso ele mude de idéia e tente dar um "empurrãozinho" no andamento das coisas...

Não deixe de ler o artigo:

Perguntas que você deve fazer antes de contratar uma Doula

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O renascimento do parto e do amor


escrito por: Tricia em segunda-feira, novembro 20, 2006 às 8:31 AM.


Essa publicação do Michel Odent é simplesmente maravilhosa!!! É um excelente livro sobre todo tipo de amor... e como a ciencia explica a quimica que envolve os processos sexuais, do parto, e do vinculo entre mãe e bebê.

Ah! Também é um ótimo livro para os maridos que não acreditam no que a gente fala... sim, porque convencer o marido de que você quer um parto humanizado natural, dá uma trabalho danado.


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O renascimento do parto. ODENT, Michel. Florianópolis: Saint Germain, 2002.
134 p.

ODENT, Michel. Florianópolis: Saint Germain, 2002. 142 p.A cientificação do amor.


A presença de Michel Odent no Brasil no I Congresso de Ecologia do Parto e do Nascimento em 2002 foi acompanhada do lançamento do livro A cientificação do amor e da reedição revisada e ampliada de O renascimento do parto. Suas obras aliam a informação científica a uma linguagem simples e profundamente sensível, constituindo uma rica contribuição à discussão da humanização da assistência ao parto.

O renascimento do parto é um livro da década de 1980, em que ele relata sua
experiência como diretor de uma maternidade a 100 quilômetros de Paris. Descreve sua aprendizagem com as mulheres e as parteiras sobre a psicofisiologia do parto, provavelmente, como ele diz, por não ter passado por uma formação em obstetrícia. Seus princípios de “simplificação e eliminação de procedimentos desnecessários” da sua abordagem como cirurgião o nortearam em todo seu caminho como obstetra. A observação da busca espontânea das mulheres pela posição vertical no momento da expulsão levou-o a questionar o uso da mesa obstétrica, com a conseqüente passividade da mulher, e as dificuldades provocadas pelo parto horizontal. A construção de uma sala com uma cama larga e baixa, com cores quentes nas paredes, pouca luz, privacidade e silêncio, constituiu o que chamou de o “primeiro passo concreto para devolver o parto às mulheres”. Nessas condições elas poderiam se sentir livres física e emocionalmente para agir e se movimentarem.
Com o objetivo de promover o relaxamento e a entrega emocional das mulheres nesse período, surgiu o parto na água, sem que este fosse o objetivo, mas uma conseqüência do respeito ao desejo de as mulheres permanecerem na piscina na hora da expulsão do bebê. Todas as ações estavam inseridas em um ambiente institucional receptivo, afetivo e facilitador da intimidade entre a clientela e a equipe.

O livro é recheado de depoimentos e fotos calorosas de cenas de parto que nos emocionam e nos estimulam a propiciar essa experiência a todas as mulheres. Nessas condições, o autor evidencia como a mulher tem capacidade de parir se não atrapalharmos sua vivência. Torna claro como o ambiente ajuda a mulher a criar a própria ocitocina e endorfinas necessárias nesse processo. Desenvolve uma análise sobre como a estimulação química das contrações, a episiotomia, a analgesia, a obrigação de ficar na posição deitada, a amniotomia, o uso da palavra “Força!” e até
mesmo o treinamento de específicas respirações atrapalham a fisiologia do parto e a
espontaneidade da mulher. Desmistifica ainda a idéia de que o parto de cócoras e na água sejam
apenas voltados para as mulheres consideradas de baixo risco.
Para que a parturiente possa entrar em contato consigo mesma, condição necessária para o bom transcurso do parto, quem a estiver assistindo precisa exercitar também o contato consigo mesma/o. Esse é um belo ensinamento que Michel Odent oferece não só para o trabalho com o parto mas também para as diversas relações de cuidado com o ser humano, tais como as psicoterapias e diversas terapêuticas corporais. Odent é claro defensor de que a assistência ao parto seja realizada por parteiras, questão polêmica, entendendo que elas estão mais qualificadas emocionalmente para lidarem com a intensidade da experiência da mulher nesse momento e serem menos intervencionistas que os médicos.

A compreensão do parto como parte integrante da vida sexual e emocional da mulher proposta em O renascimento do parto é aprofundada em A cientificação do amor, obra datada do ano 2000. Neste livro, com uma abordagem profunda e interdisciplinar da vinculação amorosa, apresenta a compreensão das bases fisiológicas e a integração entre diferentes momentos da vida: o sexo, o parto, a amamentação e o amor romântico. Com uma linguagem simples, mas com riqueza de referências científicas, esta obra reflete em parte seu trabalho no Primal Health Research Center,1 em que são apresentadas pesquisas sobre a relação entre os diversos distúrbios emocionais (suicídio, anorexia, violência, drogadicção, autismo e esquizofrenia) e a ocorrência de perturbações no período primal, compreendido desde a vida intra-uterina até o primeiro ano de vida. Sua hipótese é a de que o cuidado com a forma como nascemos e com a vinculação amorosa mãe–bebê pode propiciar a construção de uma sociedade mais amorosa, menos destrutiva e de mais respeito pelos seres humanos e pela natureza. Propõe uma compreensão holística do nascimento, mostrando as relações entre os estados orgásticos, o parto, as diferentes formas de amor, a oração e as emoções místicas. O contato das mulheres consigo mesmas durante o processo do parto é fundamental. Nessa situação, as funções intelectuais neocorticais devem estar colocadas em segundo plano, facilitando a expressão de funções cerebrais mais instintivas, características do parto e do aleitamento. Observa como as mulheres
costumam entrar em estado especial de consciência, similar às emoções místicas e ao orgasmo.
Através de uma integração dos conhecimentos, indica uma possibilidade de reconexão do homem com as diversas partes de si mesmo.
Nesse sentido, Odent atravessa diferentes temas, sempre na busca da compreensão do que seria mais fisiológico na forma humana de amar e de nascer. Passa pela atração dos seres humanos pela água dentro da história evolutiva da nossa espécie, explicando como ela facilita o parto e a lactação; discute o nascimento de Jesus como modelo de encontro mãe–bebê e aprofunda a discussão sobre a recuperação da natureza biológica do nascimento.
Nessa nova edição apresenta ainda uma discussão sobre os distúrbios clínicos na gravidez, entendidos como conflitos na fisiologia da mãe e do bebê. Sua obra traz uma grande contribuição para o encontro da mulher com sua corporalidade, diminuindo a dissociação corpo–mente tão
incrementada na nossa cultura. Traz o desafio de compreendermos o biológico sem dissociá-lo os elementos culturais da formação das famílias. Nesse sentido, devemos refletir sobre suas atuais
colocações2 a respeito dos possíveis prejuízos da participação do pai do bebê no nascimento.
Apesar de ter sido tão estimulador dessa prática, apresentando várias fotos de pais apoiando as mulheres em O renascimento do parto, hoje ele discute que a presença do pai ou uma acompanhante pode prejudicar o processo de introspeção e entrega emocional da mulher. Buscando preservar a entrega da mulher ao parto, refere-se ao estímulo das funções intelectuais do néocortex com a presença de observador que coloque palavras e atitudes inadequadas.
Apesar de reconhecer que os maridos sejam a referência emocional das mulheres nas famílias nucleares urbanas, Odent não considera que os homens, segundo sua observação nos partos, teriam condições de acompanhar a experiência profunda de uma mulher em trabalho de parto. Exemplifica para a sua discussão o parto de animais e de seres humanos em diferentes culturas em que os machos são excluídos. Suas palavras nos remetem a uma compreensão essencialista de gênero, pautada no modelo de masculinidade hegemônica, em que os homens não teriam
sensibilidade e afetividade para acompanhar a vivência das mulheres, e em que caberia apenas a elas o cuidado com as crianças.
Nessa discussão, não podemos nos esquecer do envolvimento dos fatores psicossociais presentes em cada experiência humana. As pesquisas com pais participantes do parto3 revelam o valor do suporte emocional que eles podem oferecer às mulheres, já que o pai costuma ser a única pessoa
presente na sala de parto voltada exclusivamente para atenção ao estado emocional da gestante.
Além disso, a participação dos pais possibilita o compartilhamento do nascimento pelo casal em um período de crise com a chegada de um filho e o exercício da solidariedade entre homens e mulheres. Oferece ainda a oportunidade para a formação de vínculos pais–bebês, propiciando
uma experiência importante de uma paternidade afetiva na construção de novos modelos para a
masculinidade.4

Considerando a presente luta pelo direito da mulher de escolha de seu/sua acompanhante
no parto, a reflexão sobre o questionamento proposto por Odent indica a importância de que
os/as acompanhantes sejam preparados com informações e sensibilização para a experiência.
Além disso, as equipes obstétricas e pediátricas precisam ser treinadas para lidar com a família e a profundidade emocional do nascimento. A colocação dessa questão por Odent nos remete
ao desafio para a sua proposta de abordagem ecológica do nascimento em que a aliança entre
cultura e natureza deverá estar sempre presente.

Odent é um cientista revolucionário e um visionário da construção do que ele chama de era do Homo ecologicus, em que o cuidado com vinculação entre a mãe e o bebê no período em torno do nascimento possibilitará o desenvolvimento de uma sociedade voltada para o amor, onde o respeito ao outro e à natureza estejam presentes. A leitura de suas obras, sem dúvida alguma, é um grande estímulo para que cada um de nós, profissionais, mães e pais, receba as próximas gerações com mais amor.

1 Ver http:// primalhealth.com.

2 Esse questionamento sobre a participação dos pais
no parto está presente em A cientificação do amor, no
prefácio da segunda edição americana de O
renascimento do parto e no artigo Is the Participation
of the Father Prejudicial to the Birth?, publicado na
Internet em http://wwwçmidwiferytoday.com/fathers/
waterfamily, em 18 de abril de 2001.
3 BERTSCH T. D., NAGASHIMA-WHALEN, L., DYKEMAN, W.,
KENNELL J. H., and MACGRATH, S. “Labor Support by First-
Time Fathers: Direct Observations with a Comparison to
Experienced Doulas”. Journal of Psychosomatic Obstetric
Ginaecology, II, 1990, 251-260. CARVALHO, Maria Luiza
Mello de. A participação do pai no nascimento da
criança: as famílias e os desafios institucionais em uma
maternidade pública. 2001. Dissertação (Mestrado em
Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social) –
Universidade Federal do Rio de Janeiro.
4 CARVALHO, 2001.

Autora: MARIA LUIZA DE CARVALHO
Universidade Federal do Rio de Janeiro

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Medicina natural ajuda grávidas


escrito por: Tricia em segunda-feira, novembro 13, 2006 às 10:32 AM.

Especialistas aconselham acupuntura, massagem, óleos florais e homeopatia

No livro 'Saúde natural para mulheres grávidas' (editora Madras, 328 páginas), as autoras Elizabeth Burch e Judit Sachs defendem a abordagem holística da gravidez e o parto natural. 'Médicos cuidam do útero e do que está em seu interior. Técnicas naturais homeopáticas podem ajudá-la a fazer mais, elas envolvem dieta e exercícios, complementos nutricionais, massagem ervas, homeopatia, aromaterapia, acupressão, visualização entre outras técnicas para a mente e o corpo'.

O livro diz que a medicina natural pode ser usada por praticamente todas as mulheres, com algumas exceções que necessitem de cuidados especiais, como as portadoras de um desequilíbrio de fator Rh, diabetes, problemas cardíacos ou renais, pressão alta, asma, tuberculose, alcoolismo, dependência de drogas, lesões ativas de herpes, toxoplasmose, HIV ou, ainda, se for constatado no útero algum problema genético ou congênito. Estes são exemplos de gravidez de alto risco.

'Nesses casos, a mulher deve sempre consultar seu médico antes de fazer uso de qualquer tratamento alternativo que possa vir a agravar sua condição. Um chá de ervas perfeitamente adequado para uma mulher grávida pode ser contra-indicado para outra, por exemplo', diz Elizabeth, acentuando que a medicina natural não substitui a medicina convencional.

Abaixo, alguns tópicos abordados na obra. Elizabeth Burch é médica naturopata, licenciada em parto natural, e professora assistente de Obstetrícia no Natural College of Medicine (EUA). Judith Sachs é autora de 14 livros na área de saúde preventiva faz workshops sobre sexualidade e ministra cursos sobre administração do estresse e dá aulas no Trenton State College, em New Jersey (EUA).

Poder das ervas - As ervas devem ser usadas com cautela nos primeiros meses de gravidez, pois é o momento em que o feto está mais suscetível. Segundo as especialistas, as ervas não devem ser ingeridas no primeiro trimestre de gestação. Depois disso, as ervas seguras para todo o período de gravidez são alfafa, que fortalece o sistema enfraquecido e reduz a acidez do corpo; dente-de-leão, indicada para congestão do fígado, constipação, retenção de fluidos e como tônico (fortalece a resposta imunológica do corpo, além de todos os sistemas); framboesa, que ajuda a acelerar e a facilitar o parto; gengibre para indigestão, flatulência, náusea, má circulação, e olmo, para melhorar o status nutritivo do corpo e para inflamação.

Cuidado - Não utilizar durante a gravidez: acorus, alcaçuz, arnica, arruda asclepias, bérbere, cânfora, capsella, catinga-de-mulata, celidônia, cereja selvagem, chrysantemum, flor de maracujá, ginseng, lavanda, levisticum, linum, lithospermum, mahonia, ma-huang, milefólio, papoula do ópio, pimentão, sanguinária, trillium, tuia, verbena, visco, zimbro. Ervas laxativas proibidas durante a gestação: aloé (babosa), cáscara, ruibarbo, sene, sínfito, tussilago.

Óleos essenciais - À base de plantas e flores, os óleos essenciais também exercem influências benéficas no corpo. Podem ser usados em banhos, vaporizadores ou aromatizadores; como compressas ou durante massagens diretamente sobre a pele. Alguns deles são contra-indicados durante a gestação. 'Esses óleos nunca devem ser usados nas membranas mucosas - boca, olhos ou vagina. A aromaterapia é uma ferramenta poderosa, não devendo, portanto, ser utilizada nas primeiras 14 semanas de gravidez, quando o feto está muito vulnerável', lembra a autora Elizabeth Burch.

Segurança - Óleos seguros após a 14ª semana de gravidez são bergamota (nas infecções do trato urinário. Levanta o humor, bom para a ansiedade e depressão), gerânio (na má circulação, retenção de água, inchaço dos seios, estresse e ansiedade e para repor o equilíbrio hormonal. É calmante), laranja (como tônico e digestivo. Regulariza o estômago. Energizante. Não o use sob o sol por ser fototóxico), mandarim (acalma o sistema nervoso e o trato digestivo. É calmante, promove o otimismo), néroli (sedativo, alivia o estresse e a depressão, alimenta a pele e melhora a aparência das estrias. É calmante) e olíbano (tônico para a pele, purifica os pulmões. Ajuda a concentração; bom para o estresse).

Maior cuidado com ervas e chás

O ginecologista paraense Ari Braga, 47, aconselha os tratamentos homeopáticos, as massagens, os óleos florais e a acupuntura para as mulheres grávidas. 'A homeopatia é perfeita para as grávidas, afinal ela estará trocando um tratamento alopático por um natural. Da mesma maneira acontece com a acupuntura, que estimula o organismo a reagir naturalmente. Os óleos florais são utilizados no mundo inteiro e ajudam a mulher relaxar. A massagem é altamente indicada, apenas deve existir um cuidado para não pressionar o útero, mesmo cuidado que deve existir com os exercícios', explica Braga, especialista em acupuntura.

A grávida deve ter muito cuidado com as ervas que são utilizadas para fazer chás. 'O conhecimento sobre o poder das plantas ainda está muito no começo e o período de gravidez não é o melhor momento para se fazer testes, então, quanto menos drogas a mulher utilizar, sejam elas naturais ou não, melhor. Existem chás como os de canela, erva-doce e erva-cidreira que são consumidos normalmente por grávidas, mas o barbatimão e a jucá têm poderes abortivos e não devem ser consumidos', disse.

Como tratar e prevenir alterações

De acordo com a especialista em medicina estética, Rosangela Paracampo, alterações pigmentares da pele, queda de cabelo, o aparecimento de acnes, estrias e varizes são os maiores vilões estéticos durante a gravidez.

Melasma - Na maioria dos casos, as grávidas sofrem com o melasma, uma mancha de coloração castanho claro e escuro, presente em 50 a 70% das mulheres, que varia de acordo com o fototipo. O fator desencadeante destas manchas é a exposição ao sol, e, por isto, é indispensável o uso diário de filtro solar com substâncias contra raios UVA e UVB e fator de proteção (FPS) 15 ou 30.
'O filtro deve ser aplicado duas vezes ao dia, devendo continuar a aplicação mesmo depois da gravidez. Caso não haja uma regressão completa, é indicado tratamento com despiguimentante a partir do quarto mês após o parto', alerta a especialista.
n Espinhas - Para combatê-las, deve-se usar sabonetes suaves ou produtos para limpeza facial. Porém, deve-se ter cuidado com alguns destes cosméticos. Os produtos de uso tópico e oral, à base de tretinoína, são contra-indicados e devem ser substituídos por ácido salicílico tópico ou o ácido aseláico.

Estrias e varizes - Para combater estrias, Rosangela Paracampo recomenda o uso de hidratantes e óleos corporais. Para as varizes, a elevação dos membros inferiores e o uso de meias elásticas podem ajudar na prevenção. Após o parto, a mulher pode fazer tratamentos como a escleroterapia ou laser.

Cabelos - A queda de cabelos no período pós-parto, ocorre com elevada freqüência, mas, em poucas semanas, o volume capilar volta ao normal sem necessidade de tratamento. Contudo, se não houver recuperação completa, deve-se investigar outro fator associado, como anemia intensa, por exemplo. Vale lembrar que cosméticos para os cabelos como tinturas podem ser utilizados a partir do segundo trimestre de gestação. Porém, devem ser evitadas as tinturas que contenham acetato de chumbo.

FONTE: O Liberal

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seus dentes na gravidez...


escrito por: Tricia em segunda-feira, novembro 06, 2006 às 4:59 PM.

Tratamento periodontal não aumenta risco de parto prematuro<
da France Presse, em Washington

02/11/2006 - 10h00

Mulheres grávidas que se submetem a tratamento periodontal não-cirúrgico não aumentam o risco de parto prematuro, revelou um estudo publicado ontem.

A descoberta é resultado do maior estudo clínico realizado até agora sobre a hipótese de que o tratamento de doenças na gengiva durante a gravidez fosse mais eficaz.

Participaram do estudo 823 mulheres com doença periodontal entre a 13ª e a 17ª semanas de gravidez.

"O cuidado dentário durante a gravidez tem sido tratado com cautela", disse Larry Tabak, diretor do Instituto Nacional de Pesquisa Dentária e Crâniofacial. A entidade integra o Instituto Nacional de Saúde, que financiou o estudo.

"A descoberta de que o tratamento periodontal durante a gravidez não aumenta o risco de eventos adversos é uma boa notícia para as mulheres, especialmente para aquelas que querem fazer seu tratamento periodontal durante a gravidez", disse Tabak.

Os resultados do estudo serão publicados na edição desta semana do "New England Journal of Medicine".

FONTE:Folha Equilibrio

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dois dotôres


escrito por: Tricia em sexta-feira, novembro 03, 2006 às 4:58 PM.

conheci essa semana o blog de dois dotôres que trabalham com a humanização do parto aqui no Brasil: Xico Villela e Marcus Renato.
Pra quem ainda não conhece ai vão os links:

Parto com Cuidado

Saúde Bebê

vale a pena dar uma passada lá... nem que seja só pra checar a feição dos famosos médicos humanizados que, cá pra nós, dá um bom caldo... rs.

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Cura na ponta das agulhas


escrito por: Tricia em quarta-feira, novembro 01, 2006 às 4:54 PM.

Por Maria Paola de Salvo
Surgida há mais de 5000 anos, a acupuntura promete aliviar dores, curar doenças e até combater a infertilidade!

Pode parecer contraditório curar uma dor com outra. Porém, não duvide. Para a medicina oriental, algumas agulhadas nos pontos certos do corpo não trazem nenhum sofrimento e ainda reequilibram sua energia!

Embora os benefícios das agulhas tenham sido descobertos há milhares de anos, apenas agora a medicina ocidental consegue explicá-los cientificamente, além de reconhecer e adotar a técnica de acupuntura como tratamento para as mais diversas doenças.

As agulhas são colocadas em pontos da superfície da pele - existem cerca de mil por todo o corpo! - e podem ter uma penetração que varia de alguns milímetros até centímetros. Fique tranqüilo, isso é feito de forma rápida e você nem irá perceber a dor: essas agulhinhas têm a grossura de um fio de cabelo!

Quando elas são inseridas provocam estímulos nas terminações nervosas, desencadeando alterações bioquímicas no organismo, que passa a liberar endorfinas, serotoninas e outros neurotransmissores. Essas substâncias são encarregadas de transmitir impulsos nervosos, ou seja, as "mensagens" que nosso cérebro deve obedecer. Por isso, são responsáveis pelos vários tipos de sensações que o ser humano experimenta. A endorfina é capaz de aliviar a sensação de dor e conceder euforia, por exemplo. Já, a serotonina é um neurotransmissor que regula os estímulos dos batimentos cardíacos e o início do sono.

"Essa seria a explicação moderna para o que os antigos chineses denominavam ch´i, a energia vital controladora de todas as funções orgânicas", explica o Professor Doutor Jou Eel Jia, médico acupunturista do Instituto Brasileiro de Pesquisa Holística em Medicina (Ibraphema), em São Paulo.

Toda essa energia circula por diversos "canais", os chamados meridianos, onde se localizam os vários pontos, isto é, os alvos das agulhinhas. Cada um destes pontinhos está ligado a determinadas funções ou órgãos do nosso organismo. Por meio de sua correta estimulação pode-se variar essa energia e induzir a liberação dos neurotransmissores para aliviar os sintomas, harmonizar o organismo ou, até mesmo, curar o paciente.

Espetadelas poderosas

Como na medicina ocidental, a acupuntura também depende de um diagnóstico preciso para tratar uma doença de forma eficiente. Além do exame clínico habitual, o médico procura observar o ritmo e a intensidade da pulsação, a coloração da língua e até o tom da sua voz, que demonstram a quantas andam sua energia e sua saúde.

Feito isso, o médico estabelecerá o tratamento adequado e diferencial para cada tipo de problema. E é grande a lista dos males combatidos por esta técnica oriental: 300 doenças, de acordo com a Sociedade de Medicina Tradicional Chinesa.

A acupuntura funciona muito bem para alergias, rinites, asmas, dores musculares, infecções, depressões, ansiedade, stress e até na infertilidade. "Um paciente meu não tinha espermatozóides e o tratamento tornou possível a produção espermática. Hoje sua mulher já está no quarto mês de gravidez", ressalta o dr. Jou Eel Jia.

Para Maria Christina Paolillo, 80 anos e adepta das agulhas há mais de 4, o bem estar proporcionado pela técnica é enorme. "Comecei o tratamento por causa da artrose no joelho, mas hoje vejo que a acupuntura foi capaz até de curar um início de depressão!", diz.

Se as espetadelas não curam problemas graves como câncer, ao menos aliviam os sintomas e os efeitos devastadores da quimioterapia no organismo, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Para tratar algumas dessas doenças, no entanto, as agulhas às vezes têm de contar com a ajuda dos remédios alopáticos ou de outras terapias auxiliares, como a quiroterapia, a homeopatia ou a fitoterapia para se obter um melhor resultado e evitar o simples mascaramento dos sintomas.

Crianças e grávidas na mira das agulhas

Deixe a preocupação de lado! Embora a acupuntura seja um método invasivo, já que as agulhas são inseridas sob a pele, não apresenta riscos de infecções ou contaminações, uma vez que costumam ser descartáveis ou de uso exclusivo do paciente.

Porém, se o seu medo das agulhadas ainda for maior do que o bem-estar que a acupuntura pode lhe proporcionar, não se desespere! Você não precisa desistir do tratamento, pois existem instrumentos alternativos para aquela "picadinha" incômoda.

O soft laser, também conhecido como laser frio é um desses. As luzes que emana não causam dor, mas o efeito não é tão imediato como o das agulhas. Os micro-choques são outra opção, além da moxa, fibra de uma erva que, quando queimada, libera calor e este estimula os principais pontos. Dr. Jou explica que costuma recorrer a toda esta parafernália, principalmente no tratamento de crianças, que freqüentemente fogem das agulhas. "A criançada sai mais calma, livre do estresse, que hoje em dia se tornou precoce, principalmente devido às várias atividades que têm de cumprir", salienta.

Grávidas também não precisam temer as agulhinhas! Elas não costumam apresentar efeito colateral algum. Ao contrário: enjôos, cólicas, constipação, azia, lombalgia, depressão pós-parto, problemas comuns na gravidez, são alguns dos alvos da técnica oriental. "Na gestante, existem apenas alguns pontos onde não se deve colocar as agulhas, mas não há qualquer contra-indicação", garante o médico. E você ainda mantém seu bebê livre dos efeitos nocivos dos remédios, já que o tratamento reduz a necessidade do uso de drogas.

Além disso, elas podem melhorar o equilíbrio do corpo da mãe, do qual depende o feto, contribuindo para manter não apenas o seu organismo mais resistente e relaxado, como também o do bebê.

Todo este relaxamento tem motivo: cada sessão dura em média 20 minutos e durante este tempo o paciente permanece deitado, ao som de músicas suaves e num ambiente agradável. "Uma vez cheguei até a dormir na sala", afirma o advogado Arlindo de Salvo, que há quase 5 anos se trata com a acupuntura regularmente. Por isso, ela pode ser empregada até em anestesias. "A acupuntura muda o jeito de as pessoas verem o mundo. Os pacientes ficam mais otimistas e livres das tensões", finaliza o dr. Jou Eel Jia.


Para saber mais:
AMBA
IBRAPHEMA
Acunpuntura.org.br
FONTE: Clic Filhos

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QUEM  SOMOS
 



Tricia Cavalcante: Doula na Tradição, formada pela ONG Cais do Parto, mãe de três, e doula pós-parto.Moro em Fortaleza-CE.


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