Gravidez e corrida, uma parceria que dá certo


escrito por: Tricia em domingo, março 18, 2007 às 5:13 PM.

Gravidez e corrida, uma parceria que dá certo
por Yara Simões
08/03/07 - 07:25h

Algumas mulheres, quando engravidam, acham que não podem fazer mais exercício físico. Mas se enganam. Elas não só podem como devem se exercitar. E acreditem, correr durante a gestão só traz benefícios para a saúde da gestante e do bebê.

“Gravidez não é doença”, enfatiza o personal trainer pós-graduado em fisiologia do exercício, Renato Augusto Francisco. Segundo Renato, a mulher pode treinar até o último mês de gestação, mas tem que tomar alguns cuidados. “O principal cuidado a ser tomado é com quedas”, afirma. Por isso, ele diz que caminhar ou correr na água é o mais recomendado, porque reduz o impacto, aumenta a queima calórica e a resistência e auxilia a respiração.

Nos três primeiros meses, época em que o feto está em formação, recomenda-se exercícios de intensidade leve. “A intensidade não pode ser muito alta nesses meses de gestação para que não eleve a pressão arterial da atleta”, explica o personal. Após esse período, a intensidade pode ser aumentada, gradativamente. É importante lembrar que a mulher deve ter um acompanhamento maior e mais específico durante a gravidez, afinal, o treinador deve levar em conta que serão duas pessoas “correndo”.

Além da corrida ou caminhada, as gestantes devem fazer muito alongamento, e fortalecimento, principalmente da lombar. “O ideal é que a mulher engorde um quilo ou pouco mais por mês. Ou seja, no final da gravidez o correto é estar de 9 a 12 kg a mais que seu peso normal”, explica Renato.

Os benefícios da corrida para as gestantes são os mesmos que para as não gestantes, que também verão resultado na hora do parto. “Como a resistência física dessas mulheres é maior, o parto tende a ser mais tranqüilo do que para as sedentárias”, afirma Renato.

Outro fator beneficiado pela corrida é a depressão pós-parto. “Não há estudos científicos que comprovem a diminuição ou até mesmo a não manifestação da depressão pós-parto em mulheres que praticam exercícios. Mas os exercícios liberam a endorfina, antidepressivo natural”, explica Renato. Com isso, pode-se concluir que a probabilidade de uma atleta ter uma depressão é bem menor.

E não são só as mamães que ganham com a prática de atividades físicas. O bebê está em comunicação direta com a mulher, ou seja, quanto melhor a saúde da mãe, mais saudável será o filho.

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Tricia Cavalcante: Doula na Tradição, formada pela ONG Cais do Parto, mãe de três, e doula pós-parto.Moro em Fortaleza-CE.


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