<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600</id><updated>2012-01-23T09:12:23.502-03:00</updated><category term='cesariana'/><category term='anestesia'/><category term='parto em casa'/><category term='pai'/><category term='politica'/><category term='amamentação'/><category term='maternidades'/><category term='tecnologia'/><category term='legislação'/><category term='mulher'/><category term='mecônio'/><category term='meditação'/><category term='h'/><category term='complicações'/><category term='leboyer'/><category term='aborto'/><category term='casa de parto'/><category term='parto normal'/><category term='história'/><category term='video'/><category term='homeopatia'/><category term='humanização'/><category term='planos de saude'/><category term='acupuntura'/><category term='eclampsia'/><category term='depoimento'/><category term='licença maternidade'/><category term='feminilidade'/><category term='prematuro'/><category term='gestação'/><category term='artigos'/><category term='dicas'/><category term='atividades fisicas'/><category term='obstetrícia'/><category term='anticoncepcional'/><category term='midia'/><category term='governo'/><category term='parto humanizado'/><category term='parto na água'/><category term='parteira'/><category term='neonatologia'/><category term='bebês'/><category term='diversos'/><category term='ong amigas do parto'/><category term='sus'/><category term='cesárea'/><category term='pesquisas'/><category term='parto pélvico'/><category term='indução natural'/><category term='doula'/><category term='parto normal após cesárea'/><category term='pós-parto'/><category term='ceará'/><category term='episiotomia'/><category term='eventos'/><category term='bolsa rota'/><category term='pre-eclampsia'/><category term='parto natural'/><category term='parto'/><title type='text'>Parir é Nascer</title><subtitle type='html'>parto, partos, cesariana, cesaria, cesarea, cesárea, cesareana, natural, parto natural, vagina, utero, normal, parto normal, gravidez, gestação, bebê, bebês, video, parir, nascer, Fortaleza, mulher, nascimento, maternidade, Ceará.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>254</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2362244160551043491</id><published>2011-07-15T21:40:00.003-03:00</published><updated>2011-07-15T21:44:57.227-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='prematuro'/><title type='text'>Álcool durante a gravidez triplica risco de parto prematuro</title><content type='html'>Uma taça de vinho por dia já faz mal para o bebê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle-se quando o assunto em questão é álcool na gravidez. Uma pesquisa do Trinity College Dublin, na Irlanda, indica que beber muito (pelo menos 20 unidades de álcool por semana ou uma taça grande de vinho por dia) pode triplicar o risco de parto prematuro e representar 50% de probabilidade do bebê nascer com pouco peso ou morrer logo após o nascimento, como informou o jornal Daily Mail.&lt;br /&gt;Os cientistas entrevistaram mais de 60 mil mães para saber quanto elas ingeriram de álcool ao engravidar e durante as primeiras semanas de gestação. Segundo o site Science Daily, 71% delas admitiram beber ocasionalmente; 10%, quantidade moderada (6 a 20 unidades por semana); duas em 1 mil, consumia grande quantia (mais de 20 unidades). Cada unidade equivale a 10 gramas de álcool.&lt;br /&gt;Foram relatados três casos de síndrome alcoólica fetal (que pode causar problemas físicos e mentais), sendo um deles em uma criança com mãe que declarou consumir pouco álcool.&lt;br /&gt;A equipe disse ao jornal Daily Mail que precisa de mais levantamentos para abordar especificamente os efeitos da ingestão leve de álcool na gravidez para que possa ser considerado algo seguro. A publicação BMC Pregnancy and Childbirth divulgou esses dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;a href="http://saude.terra.com.br/noticias/0,,OI5071506-EI16561,00-Alcool+durante+a+gravidez+triplica+risco+de+parto+prematuro.html"&gt; Terra&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2362244160551043491?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2362244160551043491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2362244160551043491' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2362244160551043491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2362244160551043491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2011/07/alcool-durante-gravidez-triplica-risco.html' title='Álcool durante a gravidez triplica risco de parto prematuro'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5281359710639866785</id><published>2008-08-05T10:26:00.000-03:00</published><updated>2008-08-05T10:27:39.232-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='obstetrícia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Cesariana, uma distorção na obstetrícia brasileira</title><content type='html'>GILDA DE CASTRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os anos 80, o Ministério da Saúde tenta diminuir o número de cesarianas no Brasil, mas não obtém sucesso, pois há vários problemas que condicionam essa situação, que é vergonhosa no quadro da obstetrícia no mundo contemporâneo. A Organização Mundial de Saúde insiste que o parto cirúrgico não pode ultrapassar 15% dos casos que abrangeriam todas as intercorrências desfavoráveis ao processo natural da parturição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não sensibiliza, entretanto, os médicos nem convence as mulheres de que elas e seus rebentos passariam por procedimentos muito mais saudáveis se o parto fosse normal, pois ele se refere à situação estabelecida pela natureza e testada pelas fêmeas de todos os mamíferos através dos tempos. Optamos, desde meados do século XX, por medidas mais invasivas, que oneram os serviços de saúde e podem acarretar danos irreparáveis ao bebê ou ao organismo materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais argumentam que é o melhor caminho diante do desenvolvimento da tecnologia médica e as gestantes dizem que, no terceiro milênio, não podem dar à luz como Eva. Isso acontece, infelizmente, apenas em nosso país, indicando que temos mais essa distorção no serviço de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio de que será oferecido à gestante que optar pelo parto normal um quarto específico para o procedimento, com leito e banheiro, não reverterá essa estatística perversa, porque há muitos interesses em jogo que condicionam a escolha insensata. Isso fica facilmente demonstrado na situação das maternidades que atendem as classes privilegiadas, pois a cesariana ocorre em 80% dos nascimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, nesse caso, um acordo entre o médico e a gestante, com agendamento prévio da cirurgia no início do pré-natal, resguardando-se ambos do incômodo do parto no meio da madrugada, em fim de semana ou na época de importantes compromissos sociais. O profissional obtém mais vantagens porque cobra mais caro, desincumbe-se da sua tarefa em menos de duas horas, garante sua paciente e faz obstetrícia com dia e hora marcados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma rotina oposta do que age na outra vertente, que precisa conferir, diariamente, a lista das gestantes que estão prestes a dar a luz, condicionando suas viagens e mesmo seus outros compromissos profissionais ao chamado emergencial na maternidade. Fica muito fácil justificar a primeira postura, diante do leigo, em cima de considerações teóricas sobre possíveis intercorrências para uma mulher que sofre alterações significativas em seu organismo vinculadas ao processo da gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não consegue questionar os argumentos técnicos e prefere assegurar que será atendida pelo responsável do pré-natal, que conhece o seu caso e oferecerá um tratamento personalizado.&lt;br /&gt;Nenhuma medida oficial será, portanto, suficiente para mudar os rumos da obstetrícia brasileira se o alvo não for o médico. Norte-americanas que vêm residir aqui são advertidas quanto à incompetência dos nossos profissionais para assistir a parto normal que demanda acuidade superior para intervir adequadamente no momento certo. Ou seja, os obstetras brasileiros apresentam falhas na sua formação e isso exige mudanças significativas nos cursos de medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torna-se imperioso também cobrar que cada profissional apresente sua própria estatística, demonstrando sua capacidade para atuar num fenômeno natural sem intervenções bruscas e desnecessárias em gestantes saudáveis. Isso será possível se ele for mais transparente, magnânimo e sensato diante da vida, da sociedade e da especialidade médica que escolheu livremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://supernoticia.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1006&amp;IdColunaEdicao=6208"&gt;Publicado em: 02/08/2008&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5281359710639866785?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/5281359710639866785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=5281359710639866785' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5281359710639866785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5281359710639866785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/08/cesariana-uma-distoro-na-obstetrcia.html' title='Cesariana, uma distorção na obstetrícia brasileira'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-623710365840319352</id><published>2008-07-18T10:56:00.000-03:00</published><updated>2008-07-18T10:57:35.351-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humanização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ong amigas do parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Brasileira luta pela humanização do parto</title><content type='html'>Brasileira luta pela humanização do parto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Tanese oferece apoio a gestantes interessadas em transformar o nascimento dos filhos em uma experiência natural &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo moderno e em tempos de cotidiano cada vez mais corrido, está se tornando um hábito que as crianças venham ao mundo com hora marcada – em cesarianas que garantem a comodidade de médicos e mães, mas nem sempre representam o melhor para os bebês. Na contramão desta tendência, uma psicóloga paulista que vive em Boca Raton luta, há anos, pela humanização dos partos. Adriana Tanese Nogueira, que em 2003 fundou uma Ong no Brasil (a ‘Amigas do Parto’), tem oferecido à comunidade aqui nos Estados Unidos um trabalho de preparação de gestantes para o momento mais sublime e mágico da vida: a chegada de uma criança – e de forma natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), atualmente o procedimento cirúrgico é adotado em mais de 70% dos nascimentos, enquanto que a taxa recomendada sugere apenas 15%. “Com as cesarianas ou partos com anestesia, os bebês já vêm ao mundo drogados”, alerta Adriana. Ela ressalta que há casos em que a intervenção é necessária, para não expôr mãe e filho a riscos de saúde, mas afirma que jamais a exceção deveria se tornar a regra. E, mesmo com todo o aparato tecnológico na hora do parto, as taxas de mortalidade materna e infantil em países como o Brasil, por exemplo, continuam altas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pense o leitor que Adriana está fazendo apologia a partos de cócoras no escuro, em banheiras de água ou com parteiras. “A humanização não tem, necessariamente, relação com o tipo ou posição usada no parto, mas envolve um processo que começa na gestação e se estende para depois do nascimento da criança”, explica a brasileira, citando que aspectos importantes nesse sentido são a informação, a preparação física e o suporte emocional. Estes, aliás, são os pilares do trabalho que ela realiza com as gestantes, compartilhando suas experiências e expertise durante a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Adriana, mulheres que têm seus filhos de forma natural não sofrem de depressão pós-parto, pois começam a maternidade de forma intensa e plena. Outra vantagem é o fato de que mãe e filho podem ficar juntos imediatamente. “A cesariana provoca dores por vários dias, até a cicatrização do corte, o que impede a mãe de cuidar do filho adequadamente”, explica Adriana, mãe de Beatriz, que nasceu de forma natural em sua casa. Há estudos que mostram ainda que o procedimento cirúrgico no parto, e todo o estresse que ele provoca, pode deixar as mulheres sem leite para amamentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que desacelerar o processo do parto, Adriana quer conscientizar as gestantes de que a técnica não pode ser mais importante do que as pessoas envolvidas no ato. “Este é o momento em que a mulher tem a chance de resgatar a condição de personagem principal do parto. Trata-se de uma experiência libertadora e realmente pode ajudar a construir um mundo melhor para todos nós”, finaliza Adriana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma história rica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana é filha de mãe imigrante italiana e de pai revolucionário brasileiro, que integrou o grupo do guerrilheiro Carlos Lamarca. Quando ela tinha cinco anos, a família fugiu para a Itália por força da perseguição da ditadura militar. “Vivi 25 anos em Milão, mas senti a necessidade de voltar ao Brasil, pois o ciclo havia se encerrado”, conta, com um leve sotaque italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2006, Adriana vive em Boca Raton com a filha e, apesar da bagagem de cursos e da prática em psicologia pós-junguiana, filosofia e ciências da religião, sua atividade principal aqui na América tem sido em favor do movimento pela humanização do parto. Ela coordena as atividades gerais da Ong Amigas do Parto (www.amigasdoparto.org.br), inclusive organizando alguns cursos online. A brasileira lançou seu primeiro livro em co-autoria com Ciça Lessa, “Mulheres contam o parto”, onde ela descreve as experiências de 15 gestantes e como o parto mudou suas vidas. “Mas estou agora também trabalhando num livro autobiográfico”, revela. Adriana pode ser contatada através do e-mail adrianatnogueira@uol.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://acheiusa.com/acheiusa/asp/noticias/noticia-local.asp?cd_n=2939"&gt;Achei USA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-623710365840319352?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/623710365840319352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=623710365840319352' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/623710365840319352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/623710365840319352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/07/brasileira-luta-pela-humanizao-do-parto.html' title='Brasileira luta pela humanização do parto'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4276858450147630032</id><published>2008-07-03T15:44:00.000-03:00</published><updated>2008-07-03T15:49:08.814-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='licença maternidade'/><title type='text'>São Paulo aprova licença-maternidade de 6 meses para servidoras</title><content type='html'>A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou, na terça-feira, projeto de lei complementar encaminhado pelo governador José Serra que aumenta o período de licença-maternidade para funcionárias públicas estaduais de quatro para seis meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei complementar diz que a licença será concedida a partir do oitavo mês de gestação e, durante o período de afastamento, a servidora não poderá exercer outra atividade remunerada. A criança também não poderá ser mantida em creche ou organização similar. O projeto também assegura a licença às servidoras que adotarem crianças com até sete anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oito Estados (Amapá, Rondônia, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Espírito Santo) já aprovaram o benefício para suas funcionárias. O Rio de Janeiro aprovou o projeto para empresas privadas mediante incentivos fiscais; e o Maranhão aprovou a proposta apenas para as funcionárias do Judiciário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ampliar o período de aleitamento materno é ampliar uma política preventiva de saúde pública que garante os direitos fundamentais da criança. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a criança alimentada pelo leite materno até os seis meses de idade tem o seu sistema imunológico fortalecido", afirmou o secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefeitura e país &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2513/07, vindo do Senado, que concede incentivo fiscal a empresas que prorrogarem a licença-maternidade por 60 dias. Com a prorrogação, a licença pode chegar a seis meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo projeto, para ter direito ao benefício, a empregada deverá requerer a prorrogação da licença até o final do primeiro mês após o parto. O projeto também estende o direito à mãe adotiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na cidade de São Paulo, em fevereiro, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) vetou o projeto de lei aprovado na Câmara Municipal que ampliaria de quatro para seis meses a licença-maternidade das funcionárias municipais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u415976.shtml"&gt;Folha&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4276858450147630032?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4276858450147630032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4276858450147630032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4276858450147630032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4276858450147630032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/07/so-paulo-aprova-licena-maternidade-de-6.html' title='São Paulo aprova licença-maternidade de 6 meses para servidoras'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7444414407877958492</id><published>2008-06-25T09:37:00.002-03:00</published><updated>2008-06-25T09:39:09.240-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planos de saude'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Alto índice de cesáreas no País preocupa governo</title><content type='html'>&lt;em&gt;15/06 - 12:46, atualizada às 18:30 16/06 - Luísa Pécora&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em sua primeira gravidez, a psicóloga Andréa Esteves Coelho Costa, 27 anos, passou 39 semanas se preparando para um parto normal. Um ultra-som mudou seus planos: segundo a médica, o cordão umbilical contornava o pescoço da criança e o parto normal seria muito arriscado. Assustada, Andréa aceitou fazer a cirurgia naquele mesmo dia e só depois, com a filha nos braços, descobriu que a menina não tinha circular de cordão. A cesárea fora desnecessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano e sete meses depois, grávida novamente, Andréa decidiu fazer qualquer sacrifício para ter o segundo filho da maneira como sempre sonhou. O primeiro desafio: encontrar um médico que aceitasse fazer o parto normal em uma mulher que já havia tido cesárea. Só na quarta tentativa, conseguiu o que queria. O trabalho de parto de 16 horas foi, segundo ela, a melhor experiência de sua vida. “Na cesárea eu fiquei parada enquanto os médicos faziam tudo. No parto natural era eu e minha filha. Foi incrível ver o quanto nós nos esforçamos para ela nascer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso de Andréia é comum no Brasil, onde 43% dos partos são cesáreas, média muito acima da recomendada pela Organização Mundial da Saúde (15%). O índice chega a 80% entre as mulheres que utilizam planos de saúde (no SUS, 26% dos partos são cirúrgicos), fazendo do país o campeão mundial de cesarianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Números tão altos levaram o Ministério da Saúde a iniciar, em 2008, uma campanha para conscientizar a população de que o parto cirúrgico deve ser utilizado apenas quando necessário. Os alvos da campanha não são apenas as mulheres, mas também os médicos. Pesquisa realizada em três hospitais do Rio de Janeiro revelou que, no início da gestação, 40% das mulheres dizem querer o parto normal. No entanto, apenas 15% delas mantêm a decisão ao final da gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Dra. Lena Peres, diretora-adjunta do Departamento de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, é um sinal de que as mães são convencidas a optar pela cesárea. “Há um desestímulo, que pode estar ligado à relação da mulher com o médico e com seus familiares”, explica. “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo e dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ginecologista Carolina Ambrogini acredita que os maiores desestimuladores do parto normal são os médicos. Para ela, a razão de os índices de cesárea serem maiores entre as usuárias de plano de saúde é simples: os convênios pagam a mesma quantia para os dois tipos de parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença é que, no parto normal, a paciente requer cuidado por muito mais tempo, de seis a nove horas, enquanto uma cesárea sem complicações leva de uma a duas horas. “É questão de tempo e dinheiro”, afirma Ambrogini, mãe de parto normal que concorda com a campanha do Ministério, mas não a julga suficiente. “Enquanto os médicos não receberem por hora de trabalho, vai ser muito difícil reverter a situação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo de errar também é um dos motivos que leva tantos médicos a preferirem a cirurgia. “Ninguém nunca vai perguntar para o médico: ‘por que você fez cesárea?’”, diz a ginecologista. “Mas se o bebê de parto normal nascer com algum problema, a primeira pergunta será: ’por que você não fez cesárea?’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, qualquer pequena anormalidade se torna razão para optar pela cesárea. Indicações absolutas, no entanto, são poucas: a posição do bebê (quando ele está sentado ou atravessado no útero), sofrimento fetal durante o trabalho de parto (a cesárea acelera o nascimento e encerra a dor mais rapidamente), algumas más formações e complicações relacionadas à placenta, que são consideradas emergências obstetras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A circular de cordão que motivou a cesariana de Andréa, por exemplo, pode ser facilmente retirada no parto normal. Da mesma forma, hipertensão e peso do bebê nem sempre são motivos para parto cirúrgico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ambrogini, apenas casos de hipertensão não-controlada e bebê muito grandes (acima de 4kg) pediriam a cesárea, que como toda cirurgia, apresenta riscos. Mulheres que optam por esse tipo de parto têm mais chance de sofrerem lacerações em artérias, veias e bexiga, e de sofrerem hemorragias, infecção e embolia pulmonar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mortalidade materna é de 4 a 20 vezes maior nas cesáreas, dependendo da região do país, e há a possibilidade de a cicatriz causar má implantação da placenta na próxima gravidez. Os bebês que nascem de cesariana têm mais dificuldade para respirar, pois é no momento em que passa pelo canal de parto que a criança libera a água que tem no pulmão. O maior tempo de internação de mãe e filho faz com que o custo institucional do parto cirúrgico seja mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parto normal, mãe e bebê costumam ter alta em 24 horas. Na cesárea sem complicações, ficam no mínimo 48 horas no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem de consumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da pressão do médico, existe uma espécie de cultura da cesárea no país. É o que acredita a terapeuta ocupacional Carla Cristina Costa Arruda, 24 anos, que trabalha como doula, profissional treinada para dar suporte físico, apoio emocional e orientações para mulheres ou casais durante a gestação, o parto e o pós-parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgação&lt;br /&gt;Aula de orientação para gestantes&lt;br /&gt;Aula de orientação para gestantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, a desinformação pode levar as mulheres a aceitar qualquer opinião que lhe traga a certeza de que o bebê nascerá bem. Além disso, muitas mães optam pela cesárea por comodismo (para escolher a data do parto) ou preconceito. “Na nossa cultura, cesárea é coisa de rico e dor é o que se sente no SUS”, afirma Carla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lena Peres, diretora-adjunta do Departamento de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, afirma que a cesárea se tornou um “bem de consumo”. “Houve uma época em que era bonito comprar leite de lata, e não amamentar. Com campanhas de esclarecimento, mudamos o paradigma brasileiro. É isso que precisamos fazer com a cesárea”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores desafios é acabar com os mitos populares que assustam as mulheres. Um deles é o de que, uma vez cesárea, sempre cesárea. Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, não há problema em optar pelo parto normal depois de um cirúrgico, como fez Andréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da segunda cesariana, no entanto, um parto normal pode causar rompimento de cicatriz. A tese de que o parto normal alarga a vagina depende da musculatura de cada mulher. Para que o quadro de fragilidade muscular seja acentuado, é preciso ter pré-disposição a isso e, geralmente, muitos filhos ou bebês muito grandes. “Mas é algo individual”, ressalta a doutora. “Tem mulher que tem 20 filhos e não acontece nada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Parto é só alegria"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais assusta as mulheres ainda é a dor do parto, motivo que levou a dona de casa Priscila Santos, 24 anos, a contrariar o médico, que indicava parto normal, e pedir cesárea em suas duas gestações. Na segunda cirurgia, a cicatriz ficou infeccionada, o que lhe causou 25 dias de muita dor. Nem isso fez com que ela se arrependesse da escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só não faria a cesárea se fosse proibida”, diz Priscila. “Eu até admiro as mulheres que têm parto normal. Precisa ter muita coragem, coisa que não tive e não tenho.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doula Carla Cristina garante que a dor do parto pode ser manejada com ambiente calmo, luz menos agressiva, massagens, mudança de posição, acupuntura, cromoterapia, água morna e apoio emocional tanto do marido quanto dos profissionais envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ginecologista Carolina Ambrogini aprova o trabalho das doulas e também acredita que uma mulher bem orientada sofre menos durante o parto. “As contrações são de fato muito dolorosas, mas hoje já temos anestesia de parto, não é uma coisa que não dá para suportar”, explica. “A mulher que já vai assustada, acreditando no que colocaram na cabeça dela, não se mantém lúcida e se desespera com qualquer dor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relatos de algumas mulheres podem servir de incentivo para quem tem sente medo. Alessandra Godinho, 29 anos, doula, educadora perinatal, consultora em aleitamento materno e mãe de dois filhos, é categórica: “Parto é só alegria”, classifica ela, que compara as sensações do parto com as provocadas por uma relação sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Assim como ter uma primeira relação sexual pode doer, também existe possibilidade de prazer. O parto é um evento sexual, social, espiritual e fisiológico, um rito de passagem onde uma mulher se torna uma mãe”, conclui, recomendando às gestantes o documentário “Parto Orgásmico”, que pode ser assistido no site www.orgasmicbirth.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advogada Adriana Poças Rezende, 38 anos, reforça o coro com o relato de seu parto que, depois de muita divergência com a médica que insistia na cesárea, foi realizado em casa, em uma espécie de piscina que a doula armou em seu banheiro, embaixo do chuveiro. “A dor não é pouca, mas passa. As três últimas contrações, quando acabaram, foram prazerozíssimas. Na hora da expulsão, gritei ‘é agora’ e não senti absolutamente nada”, conta ela, que diz ter tido não um, mas três orgasmos durante o parto. “Três orgasmos e recebi meu filhote sem remédios, anestesias, mãos estranhas e luvas geladas”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, a sensação de prazer é causada porque, durante o parto normal, ocorre uma grande elevação de um hormônio chamado ocitocina, que é associado ao orgasmo e responsável pela contração do útero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E até quando o assunto é vaidade as defensoras do parto normal têm argumentos. Segundo a doutora Lena Peres, a mulher que não faz cirurgia pode voltar as atividades físicas mais rápido, e já começar a queimar os quilinhos ganhos durante a gravidez. Ser natural tem suas vantagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2008/06/15/alto_indice_de_cesareas_no_pais_preocupa_governo__1361240.html"&gt; ultimo segundo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7444414407877958492?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7444414407877958492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7444414407877958492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7444414407877958492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7444414407877958492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/06/alto-ndice-de-cesreas-no-pas-preocupa.html' title='Alto índice de cesáreas no País preocupa governo'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-470044274265396422</id><published>2008-06-25T09:34:00.000-03:00</published><updated>2008-06-25T09:35:17.303-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bebês'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Recém-nascidos sentem mais dores do que se pensava, diz estudo</title><content type='html'>&lt;em&gt;Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que bebês recém-nascidos sentem mais dor do que se pensava.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A equipe, do University College London, afirmou que os bebês demonstram dores ou desconforto não apenas quando choram, mas também quando dobram pés e pernas, arqueiam as costas, esticam os dedos e fazem caretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas monitoraram a atividade cerebral de 12 bebês, alguns deles prematuros, durante o teste do pezinho --um procedimento médico que consiste em retirar algumas gotas de sangue do bebê para detectar possíveis doenças genéticas e infecciosas que poderão afetar seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, divulgado na publicação científica "Public Library of Science: Medicine", detectou que expressões faciais, como caretas, olhos espremidos e testa franzida já eram suficientes para indicar que os bebês estavam sentindo dor. O choro, afirmaram os pesquisadores, apontava que a dor estava muito forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o monitoramento do cérebro revelou ainda que alguns recém-nascidos tiveram reações cerebrais associadas a dor, porém não as expressaram por meio de respostas físicas --o que, na avaliação dos especialistas, levanta suspeitas de que os médicos podem estar "subestimando o quanto os bebês sofrem com dores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora do estudo, Rebeccah Slater, espera que o trabalho ajude médicos e pais a melhor identificar os sinais de dor por meio de expressões e movimentos corporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Apesar de nosso estudo ser limitado, aumenta a preocupação sobre as ferramentas que são utilizadas pelos médicos para estabelecer o nível de dor em recém-nascidos", disse a médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo a pesquisadora, o choro das crianças não é a melhor forma de avaliar sua dor. "Elas choram quando estão com dor, mas também o fazem quando estão com frio, fome, cansadas ou estressadas", declarou. "Então, só porque um bebê está chorando, não significa que esteja com dor. Além do mais, alguns nem choram quando sentem dores."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u415493.shtml"&gt;FONTE: FOLHA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-470044274265396422?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/470044274265396422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=470044274265396422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/470044274265396422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/470044274265396422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/06/recm-nascidos-sentem-mais-dores-do-que.html' title='Recém-nascidos sentem mais dores do que se pensava, diz estudo'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6639266461211464427</id><published>2008-06-12T14:26:00.000-03:00</published><updated>2008-06-12T14:28:03.178-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='video'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>"The Business of Being Born" 2007 Trailer</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4DgLf8hHMgo&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4DgLf8hHMgo&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6639266461211464427?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6639266461211464427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6639266461211464427' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6639266461211464427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6639266461211464427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/06/business-of-being-born-2007-trailer.html' title='&quot;The Business of Being Born&quot; 2007 Trailer'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3826270163853077593</id><published>2008-05-31T15:06:00.000-03:00</published><updated>2008-05-31T15:07:22.338-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='video'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='licença maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>La teta</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/942FRjAJhxU&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/942FRjAJhxU&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3826270163853077593?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/3826270163853077593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=3826270163853077593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3826270163853077593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3826270163853077593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/05/la-teta.html' title='La teta'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6449278804691175581</id><published>2008-05-31T14:57:00.001-03:00</published><updated>2008-05-31T15:02:05.212-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='complicações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>5 mistakes women make at the doctor's office</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cnn.com/2008/HEALTH/05/14/ep.women.mistakes/index.html"&gt;By Elizabeth Cohen&lt;br /&gt;CNN Medical Correspondent&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empowered Patient, a regular feature from CNN Medical News correspondent Elizabeth Cohen, helps put you in the driver's seat when it comes to health care.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ATLANTA, Georgia (CNN) -- For 10 years, Barbara's gut told her she needed to get a new doctor for her daughter, and for 10 years, she didn't listen, even as her daughter got sicker and sicker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The doctor had diagnosed irritable bowel syndrome when Barbara's daughter was 13. Day after day, year after year, she had bloody diarrhea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At age 23, weighing just 112 pounds at 6 feet tall, her daughter became so sick and malnourished she ended up in the hospital. Barbara's intuition told her the doctor wasn't giving her daughter the right treatment, but she just couldn't tell him.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"It was like my tongue was bolted to my bottom mouth, and I couldn't get the words out. I didn't want to offend him. I was paralyzed," said Barbara, a high-ranking university administrator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I'm well-educated. I have a Ph.D. I make decisions easily, and I say 'no' easily. But in this situation, it was like I had a different personality. I felt like I'd reverted to childhood," she added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Research on women's interaction with doctors is limited, but a number of women's health experts say they had noticed trends among female patients that didn't see as frequently in men.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Feeling paralyzed and voiceless in the doctor's office is one of the major health care mistakes women make, says Dr. Christiane Northrup, author of "Women's Bodies, Women's Wisdom: Creating Physical and Emotional Health and Healing."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Even very well-educated women freeze up and don't speak up" in some cases, she said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here, from Northrup and other women's health specialists, are five mistakes women make at the doctor's office.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Women don't question doctors&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Being at a doctor's office often puts the patient in the position of 'child' and the doctor in a position of 'parent,' " Northrup said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Northrup's solution: "Always take someone with you who will ask the questions you are afraid to ask."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When you're alone, Robin DiMatteo, a distinguished professor of psychology at the University of California, Riverside, has this suggestion. "Say to the doctor, 'I realize I don't have the medical skills that you do, but this doesn't make sense to me logically. Can we think this through together?' "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Women tend to over-research&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to the Pew Internet Project, women are more likely to look up health information on the Internet. In a telephone survey, 69 percent of women said they'd looked up information about a specific disease or condition, compared with 58 percent of men.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Although doing your own research is a good thing, Dr. Pamela Peeke says her female patients are more likely to become overwhelmed by what they read.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Women are much more likely to come in with hundreds of pages of Internet printouts under their arms, and they've become convinced they have all sorts of diseases," she said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The solution: Some experts recommend doing research on the Internet and writing down the most important points rather than carrying in numerous printouts. That way, you can have a more focused conversation with your doctor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Women don't recognize gender bias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Several studies have shown that women's medical problems are more likely to be interpreted as emotional issues or complaining.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"You should recognize that there is doctor bias," advised Dr. Nieca Goldberg, author of "Women are Not Small Men." "You don't want to go to a doctor who says, 'Now, honey, it's not all that bad.' "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Goldberg says she remembers going to a doctor who made a remark like that. "I said, 'I don't think we'll be continuing this visit,' " she remembered.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Women interpret their own symptoms&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldberg says she's seen this over and over again: Instead of just giving the doctor the facts, women sometimes also offer their own interpretations, which can put their own health at risk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For example, she's seen women who are having heart attacks tell the doctor that they think it's just indigestion. "This could be dangerous if you're in the ER having a heart attack," Goldberg says. "You don't want to lead the doctor down the wrong path."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldberg's advice: Just state the facts, and let the doctor do the interpreting. There'll be time for questions afterwards if you think the doctor's diagnosis is wrong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. The mother of all mistakes: Women don't trust their intuition&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is what happened to Barbara, who asked that her last name not be used for fear of retribution from other doctors in her small town.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;She says her gut told her that her daughter's doctor didn't have the right diagnosis. When she and her daughter finally found a new doctor, he said her daughter didn't have irritable bowel syndrome at all; she had ulcerative colitis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Last year, surgeons removed her daughter's colon. Her bloody diarrhea is gone, and her daughter now weighs a healthy 158 pounds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"There are literally hundreds of situations in which a woman's gut intuition is spot-on, but she talks herself out of it so as not to make waves," Northrup said. "We women are suckers for wanting to be loved."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6449278804691175581?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6449278804691175581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6449278804691175581' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6449278804691175581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6449278804691175581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/05/5-mistakes-women-make-at-doctors-office.html' title='5 mistakes women make at the doctor&apos;s office'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-9024159934779514346</id><published>2008-05-31T14:56:00.000-03:00</published><updated>2008-05-31T14:57:34.801-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pre-eclampsia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eclampsia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='complicações'/><title type='text'>Comer chocolate pode diminuir o risco de pré-eclâmpsia</title><content type='html'>&lt;em&gt;Autora: Laurie Barclay&lt;br /&gt;Publicado em 02/05/2008&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados de um estudo prospectivo de coorte publicado no volume de maio&lt;br /&gt;do Epidemiology sugerem que o consumo de chocolate durante a gestação pode&lt;br /&gt;diminuir o risco de pré-eclâmpsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Elizabeth W. Triche, PhD, do Yale Center for Perinatal, Pediatric and&lt;br /&gt;Environmental Epidemiology, em New Haven, Connecticut, e colaboradores&lt;br /&gt;explicaram que a pré-eclâmpsia é uma grave complicação gestacional com&lt;br /&gt;manifestações cardiovasculares. Os autores lembram que estudos recentes&lt;br /&gt;sugerem que o consumo de chocolate pode ser benéfico para a saúde&lt;br /&gt;cardiovascular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amostra do estudo consistiu em 2.291 pacientes grávidas que pariram um&lt;br /&gt;nascido vivo entre setembro de 1996 e janeiro de 2000. Os pesquisadores&lt;br /&gt;mediram o consumo de chocolate por auto-relato no primeiro e terceiro&lt;br /&gt;trimestres da gestação e pela concentração sérica de teobromina no cordão&lt;br /&gt;umbilical, que é a principal metilxantina presente no chocolate. Uma revisão&lt;br /&gt;detalhada dos dados de 1.943 pacientes determinou o diagnóstico de&lt;br /&gt;pré-eclâmpsia. Modelos de controle por regressão logística para potenciais&lt;br /&gt;confundidores foram usados para determinar os odds ratios ajustados (OR) e&lt;br /&gt;intervalo de confiança de 95% (IC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 1.681 mulheres, 63 (3,7%) desenvolveram pré-eclâmpsia. As concentrações&lt;br /&gt;de teobromina no cordão umbilical são inversamente associadas à&lt;br /&gt;pré-eclâmpsia (para o quartil mais altos versus o quartil mais baixo [OR,&lt;br /&gt;0,31; IC 0,11-0,87]).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estimativas de consumo de chocolate auto-relatadas, também, foram&lt;br /&gt;negativamente associadas à pré-eclâmpsia. O risco de desenvolvimento dessa&lt;br /&gt;condição diminuiu em mulheres que consumiam cinco ou mais porções por semana&lt;br /&gt;versus mulheres que consumiam menos de uma vez na semana (OR, 0,81; IC&lt;br /&gt;0,37-1,79 para consumo nos primeiros três meses de gestação e OR 0,60; IC&lt;br /&gt;0,30-1,24 nos últimos três meses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossos resultados sugerem que o consumo do chocolate durante a gestação&lt;br /&gt;pode reduzir o risco de pré-eclâmpsia”, declaram os autores. “Contudo, uma&lt;br /&gt;relação inversa de causalidade também pode contribuir para estes achados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As limitações para este estudo incluem: dificuldades de padronizar o&lt;br /&gt;autoconsumo de chocolate, possível causalidade reversa se mulheres&lt;br /&gt;diagnosticadas com pré-eclâmpsia reduzirem sua ingestão calórica após o&lt;br /&gt;diagnóstico, possível confundidor individual devido ao tabagismo ou índice&lt;br /&gt;de massa corporal, pequeno número de mulheres com pré-eclâmpsia ou erro de&lt;br /&gt;classificação da exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Devido à importância da pré-eclâmpsia como uma complicação grave da&lt;br /&gt;gestação, são necessários outros trabalhos prospectivos com detalhes sobre o&lt;br /&gt;consumo de chocolate”, afirmam os autores do estudo. As medidas da exposição&lt;br /&gt;ao chocolate devem ser desenhadas para permitir um exame cuidadoso da&lt;br /&gt;relação temporal entre o consumo de chocolate na gestação e o subseqüente&lt;br /&gt;risco de pré-eclâmpsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epidemiology. 2008;19:459-464.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.medcenter.com/Medscape/content.aspx?id=8346"&gt;MEDCenter&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-9024159934779514346?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/9024159934779514346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=9024159934779514346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/9024159934779514346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/9024159934779514346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/05/comer-chocolate-pode-diminuir-o-risco.html' title='Comer chocolate pode diminuir o risco de pré-eclâmpsia'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1291540894168527605</id><published>2008-01-29T15:55:00.000-03:00</published><updated>2008-01-29T15:58:29.149-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Cesariana aumenta risco de problemas de saúde para o bebê</title><content type='html'>&lt;em&gt;Conclusão é de estudo norueguês que monitorou 18 mil recém-nascidos.&lt;br /&gt;Brasil é um dos campeões das cirurgias cesarianas desnecessárias.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Por: Luis Fernando Correia&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Brasil é um dos campeões em cesarianas desnecessárias, segundo a Organização Mundial da Saúde. Os bebês nascidos através de cesarianas precisam ser levados às unidades de terapia intensiva duas vezes mais freqüentemente do que os que nasceram de parto normal. Os bebês de cesarianas apresentam também duas vezes mais problemas respiratórios do que os de parto natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses foram os dados encontrados por uma pesquisa norueguesa, publicada na revista "Journal of Obstetrics and Gynecology". O trabalho acompanhou mais de 18 mil nascimentos, em um período de seis meses, em 24 unidades de saúde daquele país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a OMS, um índice aceitável de cesarianas estaria entre 10% a 15% dos nascimentos. Em nosso país, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, 79% dos partos na medicina privada são cesarianas. No serviço público esse número é de 27%, ainda assim bem acima do ideal preconizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Ministério da Saúde, de janeiro a outubro de 2007, o Sistema Único de Saúde registrou 559.501 cesarianas, com 40% ocorrendo na região Sudeste. No mesmo período foram 1.212.186 partos normais, o que significa que a taxa de cesarianas no serviço público brasileiro é de 46%, três vezes a ideal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cesarianas são procedimentos cirúrgicos que não são isentos de riscos e, como toda decisão médica, deveriam ser baseadas em critérios técnicos e nunca por comodidade, principal causa do excesso de cirurgias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto que leva ao aumento de procura pela cesariana, especialmente nas classes mais abastadas, é idéia de se poder programar o nascimento dos filhos de acordo com critérios esotéricos, como a hora exata do nascimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza não costuma gostar de ser enganada, mesmo com as melhores intenções do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL278417-5603,00-CESARIANA+AUMENTA+RISCO+DE+PROBLEMAS+DE+SAUDE+PARA+O+BEBE.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1291540894168527605?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1291540894168527605/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1291540894168527605' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1291540894168527605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1291540894168527605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/cesariana-aumenta-risco-de-problemas-de.html' title='Cesariana aumenta risco de problemas de saúde para o bebê'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1495481916821701975</id><published>2008-01-29T15:53:00.000-03:00</published><updated>2008-01-29T15:54:00.278-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Leite materno: arma contra alergia</title><content type='html'>Leite materno: arma contra alergia&lt;br /&gt;28 de Janeiro de 2008 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo francês divulgado nesta segunda-feira sugere que o leite materno pode ser essencial para evitar que os recém-nascidos desenvolvam alergias ao crescer. A partir de experimentos feitos em ratos de laboratório, cientistas do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França (Inserm, na sigla em francês) descobriram que o leite materno funciona como um veículo de substâncias alergênicas (que provocam alergia), passadas das mães para os filhos na amamentação. Essa "transmissão" pode significar para os bebês uma vida livre de alergias no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender a experiência, podemos pegar o exemplo da asma, doença alérgica que afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo hoje. Na raiz, a asma é uma reação do sistema imunológico do corpo – responsável por combater os elementos invasores, como vírus e bactérias – à entrada de uma substância comum: a poeira, por exemplo. Ao reconhecer a poeira como elemento "estrangeiro", o corpo tenta expulsá-la, por meio de tosses e do estreitamento das vias respiratórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitas pessoas, a doença representa uma vida inteira de remédios, seja para amenizar a reação imunológica, seja para alargar as vias respiratórias e acabar com a falta de ar. De acordo com os pesquisadores franceses, no entanto, boa parte dos casos poderiam ser evitados caso as vítimas tivessem sido alimentadas com leite materno por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolerância – Para chegarem a esta conclusão, os cientistas fizeram as mães de ratos recém-nascidos aspirarem uma proteína contida na clara do ovo, considerada uma substância alergênica, sem que os filhotes fossem expostos a ela. Depois da amamentação, testes nas ninhadas comprovaram que a substância havia sido passada para eles via leite materno. Dessa forma, argumentam os franceses, os ratinhos teriam se tornado tolerantes à substância – seus corpos não a estranhariam no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, seu estudo pode estimular a realização de novas pesquisas no sentido de estabelecer as ligações entre a amamentação e a prevenção às alergias. Especialistas no assunto, porém, alertam que é preciso cautela, uma vez que o mecanismo observado nos ratos pode não se repetir em seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&amp;pageCode=1&amp;id=136387&amp;textCode=136387&amp;currentDate=1201521720000"&gt;Veja&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1495481916821701975?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1495481916821701975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1495481916821701975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1495481916821701975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1495481916821701975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/leite-materno-arma-contra-alergia.html' title='Leite materno: arma contra alergia'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3200049243603454893</id><published>2008-01-29T07:25:00.001-03:00</published><updated>2008-01-29T07:26:59.106-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>'Epidemia' do parto cesáreo</title><content type='html'>Por Dra. Isabella V. de Oliveira*/Especial para BR Press&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(BR Press) - Originalmente, o parto cesáreo (ou cesariana) foi criado para aliviar condições adversas maternas ou fetais, quando há riscos para a mãe, o bebê ou para ambos, no decorrer do parto. Quando bem indicada, como em casos de sofrimento fetal durante o trabalho de parto (que prejudica a oxigenação do bebê), ou quando ocorre um descolamento prematuro da placenta, a operação cesariana é uma tecnologia que salva vidas. No entanto, muitas cesarianas realizadas em todo o mundo são medicamente desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a taxa ideal de partos cesáreos deve ficar em torno de 7 a 10%, não ultrapassando 15%. Entretanto, nos últimos 37 anos testemunhamos uma "epidemia mundial" de cesarianas. Na Holanda, essa proporção é de 14%, nos Estados Unidos 26%, no México 34% e no Chile 40%. Isso ocorre em parte porque a cesariana passou a ser aceita culturalmente como um modo normal de dar à luz um bebê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riscos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As repercussões desse comportamento são bastante sérias e, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), as cesáreas acarretam quatro vezes mais risco de infecção pós-parto, três vezes mais risco de mortalidade e morbidade materna, aumento dos riscos de prematuridade e mortalidade neonatal, recuperação mais difícil da mãe, maior período de separação entre mãe/bebê com retardo do início da amamentação e elevação de gastos para o sistema de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde tem empenhado esforços na diminuição das taxas de cesarianas no Brasil há décadas. Em 1997, o CFM lançou a campanha Natural é o Parto Normal. Após essa campanha, o MS intensificou o Programa de Assistência à Saúde da Mulher, com medidas como aumento de recursos para os procedimentos de partos normais, incentivo à criação de serviços de alto risco com remuneração diferenciada, pagamento de analgesia nos partos normais, entre outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todas as medidas adotadas para coibir as cesáreas desnecessárias, o número continua a subir, mostrando que outras estratégias se fazem necessárias. Um estudo encomendado pela OMS e publicado em 1999 no British Medical Journal, de autoria de José Belizan, demonstrou que, em 19 países da América Latina, mais de 850 mil cesarianas desnecessárias eram realizadas por ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um dos líderes mundiais em cesarianas, com taxas, desde o início da década de 80, em torno de 30% (na saúde pública, houve crescimento das taxas de cesáreas, de 14,6% em 1970 para 31,0% em 1987, chegando a 27,5% em 2004). Na saúde privada (planos de saúde), segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as taxas estão em torno de 80% (2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou recentemente que uma das principais metas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Saúde é reduzir, até 2011, a quantidade de operações cesarianas para 60% na rede particular e 25% nas maternidades públicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conveniência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários estudos apontam que possíveis explicações para taxas tão altas estejam diretamente ligadas a fatores sócio-culturais, dentre elas: as conveniências de tempo e financeiras para o profissional médico, o modelo de organização da assistência obstétrica no país, a falta de leitos nos pré-partos dos hospitais, a cultura da "cesariana a pedido da mãe" e a possibilidade de realização concomitante de ligadura de trompas durante a cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas mulheres associam o parto vaginal à dor e desconhecem o fato de que é possível utilizar anestesia/analgesia durante o processo. Outro medo comum nas gestantes é o relacionado à elasticidade vaginal, que poderia ficar comprometida após o parto. Por isso, é preciso conscientizar as mulheres de que nascimentos por via vaginal e com períneo intacto são plenamente possíveis na maioria das vezes, não causando "frouxidão do períneo", nem problemas sexuais no futuro. A episiotomia (corte no períneo que ajuda o bebê a passar) pode ser feita, mas estudos baseados em evidências científicas mostram que nem sempre ela é necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À exceção das situações em que existem indicações médicas precisas para cesariana, o correto é esperar o início do trabalho de parto e aguardar sua evolução. Se tudo correr bem, não há motivo para realizá-la. Programar o nascimento sem nem mesmo deixar a gestante entrar em trabalho de parto é transformar o parto normal, um ato fisiológico, num ato operatório  o parto cesáreo  e traz muitas desvantagens para a mulher e para o bebê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres que dão à luz por meio de parto vaginal/normal têm recuperação mais rápida e maior facilidade no início da amamentação, pois estímulos hormonais naturalmente se encarregam de "fazer o leite descer". Estudos mostram que quando a gestante está bem informada sobre essas possibilidades, o parto tem maiores chances de ser mais saudável e ela pode expressar maior satisfação com a experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Isabella V. de Oliveira é graduada em medicina pela UFRJ, com título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia e MBA em Gestão Avançada de Sistemas de Saúde. É mestre em Ciências da Saúde pela UNB e atua no Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Médico do Grupo Medial Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/28012008/11/saude-epidemia-parto-cesareo.html&amp;printer=1"&gt;Yahoo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3200049243603454893?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/3200049243603454893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=3200049243603454893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3200049243603454893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3200049243603454893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/epidemia-do-parto-cesreo.html' title='&apos;Epidemia&apos; do parto cesáreo'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5628276599676869029</id><published>2008-01-14T19:48:00.000-03:00</published><updated>2008-01-14T19:50:20.619-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto humanizado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='maternidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='planos de saude'/><title type='text'>Planos de saúde: saiba o que vai mudar</title><content type='html'>Cobertura obrigatória aumentará a partir de abril deste ano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do dia 2 de abril, todos os planos de saúde contratados após 1º de janeiro de 1999 (26 milhões de contratos) deverão estar adaptados às novas normas que ampliam os procedimentos médicos oferecidos. A Resolução Normativa 167, com as alterações, foi publicada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) quinta-feira no Diário Oficial da União. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de cem procedimentos foram incluídos. Com isso, a lista chegou a 2.973 itens. Quem tem plano anterior, mas adaptado, também deverá ser alcançado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre serviços incluídos estão a cirurgia de catarata, procedimentos para anticoncepção como a colocação do DIU (dispositivo intra-uterino), a laqueadura de trompas e a vasectomia, desde que o paciente tenha dois filhos e mais de 25 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as novidades também estão a cobertura ambulatorial a atendimentos de terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e psicoterapia. Porém, o número autorizado de atendimento é reduzido. No caso das sessões de psicoterapia, por exemplo, são apenas 12 consultas por ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova cobertura também vai permitir mamografia digital para mulheres com menos de 50 anos. Visando a prática do parto humanizado será permitido o procedimento parto feito por enfermeira obstétrica, e garantida a presença de um acompanhante durante toda a estadia da gestante no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ANS, no caso do DIU, os custos do próprio dispositivo, em seu modelo convencional (não-hormonal), também estão assegurados. Novas tecnologias em procedimentos cirúrgicos e em exames laboratoriais também estão nas novas regras. Incluem-se aí alguns testes genéticos de alto custo, para a detecção de doenças raras, e as videolaparoscopias (cirurgias por meio da introdução de uma pequena câmera). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a ANS, outro novo procedimento com cobertura é a mamotomia, espécie de biópsia a vácuo guiada por raio X ou ultra-som, indicada para nódulos mamários menores que dois centímetros e com maiores suspeitas de malignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mensalidades devem subir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arlindo de Almeida, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), que reúne as operadoras de planos de saúde, disse que as mensalidades podem aumentar de 8% a 10% este ano por causa da ampliação dos serviços determinada pela ANS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A maior preocupação é o custo para os planos de saúde e para os beneficiários. A introdução desses procedimentos vai gerar custos para as empresas. Isso pode causar desequilíbrio financeiro nas empresas e aumento das mensalidades dos planos de 8% a 10%, dificultando ainda mais a aquisição pelos brasileiros, que já enfrentam problemas para ter um plano”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o percentual de aumento depende da operadora e do hospital ao qual ela é conveniada. O impacto deve ser repassado ao usuário em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bomdiasorocaba.com.br/index.asp?jbd=2&amp;id=158&amp;mat=109306"&gt;Bom Dia Sorocaba&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5628276599676869029?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/5628276599676869029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=5628276599676869029' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5628276599676869029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5628276599676869029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/planos-de-sade-saiba-o-que-vai-mudar.html' title='Planos de saúde: saiba o que vai mudar'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8784551269249135122</id><published>2008-01-13T15:30:00.000-03:00</published><updated>2008-01-13T15:32:01.367-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parteira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Parteira moderna humaniza nascimento</title><content type='html'>&lt;em&gt;*Fabiano Ormaneze / Agência Anhangüera*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estetoscópio de Pinard - instrumento de madeira criado há mais de 130 anos&lt;br /&gt;para ouvir o coração do bebê no ventre da mãe - resiste ao tempo na casa da&lt;br /&gt;enfermeira Maria Clara Amaral. Mesmo já sem utilizá-lo, ele se tornou um&lt;br /&gt;símbolo do conhecimento antigo, aprimorado com tempo e estudo, com o&lt;br /&gt;objetivo de manter a força feminina. Com mais de 30 anos de profissão, o&lt;br /&gt;trabalho dessa enfermeira é marcado pela luta por partos mais humanizados e&lt;br /&gt;o retorno à época em que se nascia em casa, com a presença de uma parteira e&lt;br /&gt;de algumas outras mulheres que já haviam passado pela experiência de parir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Clara é obstetriz, uma espécie de "parteira da atualidade". Com curso&lt;br /&gt;superior em enfermagem e habilitação em obstetrícia, profissionais como ela&lt;br /&gt;se dedicam à tarefa de afastar dos hospitais as mulheres em trabalho de&lt;br /&gt;parto, oferecer conforto, amenizar a dor e possibilitar que a chegada de uma&lt;br /&gt;nova vida ao mundo seja uma experiência da qual a mulher é a protagonista.&lt;br /&gt;"Uma cesariana não tem a mesma força que arrepia a gente. É um ato em que a&lt;br /&gt;mulher não sente, se torna passiva diante da ação de um médico. Gravidez não&lt;br /&gt;é doença para ser assunto de hospital", defende. Mãe de dois filhos, Maria&lt;br /&gt;Clara ajuda a promover uma experiência pela qual não pôde passar: suas&lt;br /&gt;gestações foram de risco, motivo que a obrigou à cesárea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma carreira em que realizou uma série de partos domiciliares,&lt;br /&gt;Maria Clara se dedica à formação de novos profissionais. Ela é professora no&lt;br /&gt;curso de enfermagem na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade&lt;br /&gt;Estadual de Campinas&lt;br /&gt;&lt;http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Campinas&gt;(Unicamp). Na&lt;br /&gt;defesa do parto em casa, a obstetriz também ajuda a diminuir um dos índices&lt;br /&gt;mais alarmantes da saúde no Brasil: a quantidade de cesáreas realizadas&lt;br /&gt;todos os anos representa 90% do número total de partos feitos no País,&lt;br /&gt;quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica como ideal entre 15% e&lt;br /&gt;20%. Sem o interesse de substituir o médico e com a consciência de que, em&lt;br /&gt;casos com complicações, a única saída é apelar para o bisturi, a obstetriz&lt;br /&gt;acompanha os exames feitos pelos médicos e a gravidez desde o início. "A&lt;br /&gt;verdadeira preparação para o parto deve mostrar à mulher que ela é capaz e&lt;br /&gt;afastar dela o medo da dor e do sofrimento, causa de tanta gente não viver a&lt;br /&gt;experiência de dar à luz naturalmente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Experiência*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica neonatologista Ana Paula Caldas Machado tem três filhos. Na&lt;br /&gt;primeira gestação, há sete anos, ela tentou ter um parto natural num&lt;br /&gt;hospital, mas teve complicações e foi preciso recorrer à cesárea. "Me senti&lt;br /&gt;frustrada e resolvi pesquisar outras formas de entender o parto. De início,&lt;br /&gt;achei que essa história de ter filhos em casa era maluquice, mas resolvi&lt;br /&gt;tentar. Geralmente, os médicos têm pressa e induzem à cesárea, alegando&lt;br /&gt;riscos e desculpas como pouco líquido, bacia pequena, falta de dilatação.&lt;br /&gt;Hoje, sei que não existe mulher que não dilata, há falta de paciência",&lt;br /&gt;enfatiza. Ao engravidar pela segunda vez, Ana Paula contratou uma obstetriz&lt;br /&gt;de São Paulo, Vilma Nischi, para ser a responsável por ajudá-la a trazer ao&lt;br /&gt;mundo a garotinha Lis, hoje com 3 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando submetida à cesárea, a mulher fica completamente dissociada do que&lt;br /&gt;está acontecendo. Você não sente nada. No parto natural, principalmente se&lt;br /&gt;for em casa, a mãe é a dona da situação. Quando ela consegue transpor o&lt;br /&gt;limite da dor, se sente poderosa e realizada como mulher." Se estivesse num&lt;br /&gt;hospital, Ana Paula tem a certeza de que os médicos teriam optado pela&lt;br /&gt;cesariana. Foram quase 30 horas de trabalho de parto, sempre com Vilma ao&lt;br /&gt;seu lado. Para amenizar a dor, entraram as estratégias das obstetrizes e das&lt;br /&gt;doulas, acompanhantes das parturientes (palavra que substitui a tradicional&lt;br /&gt;"paciente", usada por boa parte dos médicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A mulher muda de posição, toma banhos, recebe massagens. Nossa função é&lt;br /&gt;respeitar a intimidade e monitorar se ela ou o bebê correm algum risco e, se&lt;br /&gt;for o caso, correr para o hospital", explica Vilma, que já realizou 128&lt;br /&gt;partos domiciliares desde 2002, a maioria em mulheres com curso superior e&lt;br /&gt;de classe média-alta. Paulistana, ela atua na Capital, em Campinas&lt;br /&gt;&lt;http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Campinas&gt;e em&lt;br /&gt;Sorocaba.&lt;http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Sorocaba&gt;O&lt;br /&gt;custo desse tipo de parto fica em torno de R$ 3 mil, valor próximo ao&lt;br /&gt;cobrado por médicos para uma cesárea, sem as despesas de hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois meses, quando Raul, seu terceiro filho, nasceu, Ana Paula repetiu a&lt;br /&gt;experiência e estava com o bebê nos braços depois de três horas. "O&lt;br /&gt;pós-operatório da cesárea também é muito pior. A mulher precisa cuidar da&lt;br /&gt;cirurgia e do recém-nascido."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Dor*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Holanda, campeã dos partos domiciliares, 35% dos bebês nascem em casa e a&lt;br /&gt;taxa de cesárea é menor que 10%. Por lá, também proliferam os cursos de&lt;br /&gt;preparação para o parto natural, que têm o objetivo de mostrar à mulher que&lt;br /&gt;este é um processo mais doloroso, mas compensador. "Nos hospitais, a mãe não&lt;br /&gt;está num lugar propício para um momento tão íntimo. Há uma profusão de&lt;br /&gt;luzes, corre-corre, ela fica ao lado de outras mulheres que não conhece.&lt;br /&gt;Médicos e enfermeiros a estimulam a fazer força, sem respeitar o tempo e o&lt;br /&gt;desejo", ressalta Maria Clara, que também defende o uso mais racional da&lt;br /&gt;anestesia peridural. "Mais do que tirar a dor, é uma forma de roubar da&lt;br /&gt;mulher a experiência completa de virar mãe. Ela faz força simplesmente&lt;br /&gt;porque lhe pedem, sem sentir nada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mãe e médica, Ana Paula também ressalta que, para o bebê, há muito mais&lt;br /&gt;vantagens num parto natural. "A passagem pela vagina faz com que o&lt;br /&gt;recém-nascido se comprima e isso retira toda a secreção que existir no&lt;br /&gt;pulmão. O risco de infecções também é mínimo. Na cesárea, além de não&lt;br /&gt;escolher em que hora vai nascer, a criança tem 30 segundos para se adaptar&lt;br /&gt;ao novo jeito de respirar fora do útero."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de dar à luz em casa, Maria Clara explica que é necessário uma&lt;br /&gt;avaliação das condições da mulher e do bebê. "Se a parturiente já tiver&lt;br /&gt;feito duas cesáreas, o parto natural não é indicado, pois o útero está mais&lt;br /&gt;frágil e pode romper com a força que ela fará. O tamanho do bebê e da bacia&lt;br /&gt;da mãe também precisam ser verificados, assim como a possibilidade de um&lt;br /&gt;encaminhamento imediato para um hospital no caso de complicações."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Doula ajuda as mulheres a superarem dor e dúvida*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mulher para servir. Esse é o significado original, no grego, para a&lt;br /&gt;palavra doula, profissão da uruguaia Lucía Caldeyro, há 35 anos no Brasil.&lt;br /&gt;Ela é como as antigas acompanhantes das mulheres que tinham os filhos em&lt;br /&gt;casa no tempo das parteiras sem formação universitária. No vocabulário&lt;br /&gt;dessas novas profissionais, servir é o mesmo que orientar o casal sobre o&lt;br /&gt;que esperar do parto, ajudar a mulher a encontrar a melhor posição para dar&lt;br /&gt;à luz e sugerir estratégias naturais, como banhos, massagens e relaxamentos&lt;br /&gt;que aliviem a dor. A função surgiu nos Estados Unidos, depois de uma&lt;br /&gt;pesquisa na década de 70 que provou que partos com acompanhantes eram mais&lt;br /&gt;rápidos e fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 26 anos de profissão, Lucía começou como voluntária no Centro de Apoio à&lt;br /&gt;Saúde Integral da Mulher (Caism), da Unicamp, num grupo de parto&lt;br /&gt;alternativo. "O trabalho da doula começa junto com a gravidez. Mesmo depois&lt;br /&gt;que o bebê nasce, ela visita a família, transmite informações sobre&lt;br /&gt;amamentação e tira dúvidas da mãe, principalmente daquelas que têm o&lt;br /&gt;primeiro filho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os instrumentos que ela leva aos partos que acompanha, estão bolas&lt;br /&gt;utilizadas por fisioterapeutas e bambolês. "O parto é algo natural como a&lt;br /&gt;digestão. Por isso, ninguém precisa ensiná-lo à mulher. Mas há fatores que&lt;br /&gt;atrapalham. Nossa função é auxiliá-la a ter um parto tranqüilo e seguro." Na&lt;br /&gt;América do Norte, já existem cerca de 12 mil doulas. No Brasil, não há&lt;br /&gt;estimativas do número dessas profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucía teve quatro filhos, todos naturalmente. No último, ficou apenas 15&lt;br /&gt;minutos com contrações. "Resolvi ser doula para ajudar mulheres a ter&lt;br /&gt;experiências tão boas como as minhas, desde a primeira gestação." O alívio&lt;br /&gt;da dor, conseguido por meio de mudança de posição, tem uma justificativa na&lt;br /&gt;anatomia. Segundo a obstetriz Maria Clara Amaral, na posição ginecológica,&lt;br /&gt;em que a maioria dos partos é feita, a mulher sente maior desconforto porque&lt;br /&gt;uma veia chamada cava, localizada entre o útero e a coluna, é comprimida&lt;br /&gt;pelo peso do bebê. "Além disso, a mulher se sente muito vulnerável nesse&lt;br /&gt;posição. Ela deve escolher como quer ter o filho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=215924"&gt;Cosmo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8784551269249135122?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8784551269249135122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8784551269249135122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8784551269249135122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8784551269249135122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/parteira-moderna-humaniza-nascimento.html' title='Parteira moderna humaniza nascimento'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6769887128012357146</id><published>2008-01-13T15:21:00.000-03:00</published><updated>2008-01-13T15:23:49.210-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anticoncepcional'/><title type='text'>Planos de saúde cobrirão laqueadura, vasectomia e DIU</title><content type='html'>&lt;em&gt;Decisão foi tomada em reunião da ANS com as empresas, no Rio. Operadoras de saúde não podem repassar os custos para as tarifas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do primeiro semestre de 2008, os beneficiários de planos de saúde terão direito a realizar procedimentos de laqueadura de trompas, vasectomia e colocação de DIU com a cobertura das operadoras. A data do início do serviço depende de uma resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a ser publicada até fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os serviços médicos foram incluídos no chamado rol de procedimentos médicos, lista que relaciona todos os procedimentos que as operadoras de saúde devem oferecer em seus planos básicos.  A decisão foi tomada em reunião realizada na quarta-feira (21) entre as operadoras, representantes do setor de saúde e a ANS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANS deverá publicar a resolução no Diário Oficial nos próximos meses para validar a inclusão. Após a publicação, as operadoras de saúde terão 90 dias para se adequar às mudanças. A previsão é de que a cobertura das operadoras já tenha sido ampliada até julho de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sem reajuste nos planos, garante ANS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o diretor-presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, as operadoras de saúde não estão autorizadas a fazer reajustes nas tarifas em função da inclusão desses procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A publicação da resolução não virá acompanhada de reajustes. Caso haja grande procura, no momento do reajuste anual previsto pelo Ministério da Saúde, as operadoras poderão pleitear aumento. Mas, como não consideramos que haja demanda reprimida por esses procedimentos, acreditamos que esses reajustes não serão necessários”, explica Fausto.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outras inclusões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de incluir métodos contraceptivos no rol de procedimentos médicos decorreu de uma consulta pública realizada durante os meses de julho e agosto no site da ANS. Ao longo desse período, os internautas puderam sugerir procedimentos e serviços médicos a serem oferecidos pelos planos básicos das operadoras de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento do número de procedimentos do rol está sendo negociado com entidades do setor de saúde há um ano e engloba, além dos procedimentos contraceptivos, outros serviços médicos como tratamentos psicoterápicos, nutricionais e fonoaudiológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, será estabelecido um teto para o número de consultas com profissionais dessas áreas. No caso da psicoterapia, por exemplo, o beneficiário do plano terá direito a 12 consultas anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Restrições para laqueadura e vasectomia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só poderão passar pelas cirurgias homens e mulheres maiores de 25 anos que tenham dois filhos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inclusão dos procedimentos não valerá para beneficiários com contratos assinados antes de 1º de janeiro de 1999, já que foi somente a partir deste ano que a ANS  passou a definir uma lista de procedimentos médicos a serem seguidas por todas as operadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reversão da vasectomia ou da laqueadura só será coberta pelo plano de saúde nos casos em que o procedimento tiver trazido problemas de saúde ao paciente. Homens e mulheres arrependidos, portanto, não poderão fazer a reversão com cobertura do plano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUS oferece procedimentos desde 96 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1996 é possível realizar laqueadura de trompas e vasectomia através da rede do Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 2006 foram realizadas pelo SUS 72.166 vasectomias e 213.115 laqueaduras. O Ministério da Saúde atribui a baixa demanda ao preconceito, já que, no caso da vasectomia, os homens costumam associar a realização do procedimento à impotência sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para estimular a procura por esses métodos contraceptivos o governo aprovou em maio deste ano a lei de Planejamento Familiar. A lei determinou que vasectomias podem ser realizadas sem necessidade de internação e afastamento pós-operatório e aumentou de R$ 20,00 para R$ 108,00 o valor unitário pago pelo SUS aos hospitais que fazem a cirurgia de esterilização. Com essas medidas, até agosto, o número de vasectomias cresceu em 86%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL189133-5598,00.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6769887128012357146?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6769887128012357146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6769887128012357146' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6769887128012357146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6769887128012357146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/planos-de-sade-cobriro-laqueadura.html' title='Planos de saúde cobrirão laqueadura, vasectomia e DIU'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-399051316841300585</id><published>2008-01-13T14:40:00.000-03:00</published><updated>2008-01-13T14:43:08.581-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Pesquisa diz que mães empresárias atribuem sucesso à gravidez</title><content type='html'>&lt;em&gt;Empresárias atribuem sucesso à gravidez&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidez inspira mulheres a criar seu próprio negócio e as torna mais capazes para obter sucesso na empreitada, de acordo com estudo realizado pela empresa internacional Yell.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, intitulada ‘Mães Magnatas’, observou que 40% das mães que criaram seu próprio negócio tiveram a idéia quando estavam grávidas ou dentro de um ano após o nascimento do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, 92% das empresárias com filhos atribuem o sucesso nos negócios a uma série de habilidades que desenvolvem durante a experiência da materinade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre essass habilidades estão a capacidade de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, planejamento de atividades futuras e eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo Geoffrey Beattie, que analisou os dados da pesquisa, disse que “a gravidez tem um grande efeito sobre o corpo e o cérebro, ela pode elevar o humor por longos períodos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando as pessoas estão em estado de espírito elevado, elas estão preparadas para considerar situações de risco de iniciativas como abrir um negócio. Isso pode levar à transformação de uma idéia inicial a uma ação”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo constatou que, depois de iniciar os negócios, as mães-empresárias desenvolvem até 18 funções diferentes, que vão desde cozinhar até realizar a contabilidade das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres estimaram que teriam que pagar um salário anual de 50 mil libras (aproximadamente R$ 200 mil) para que outra pessoa realizasse as tarefas que elas executam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também analisou a importância da internet para o setor. Para metade das entrevistadas, sem a liberdade e a flexibilidade que a internet permite, não seria possível trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe de marketing da Yell.com, Helen Stevenson, acredita que “é particularmente interessante ver o quanto a internet está ajudando as mães a desenvolver suas aspirações e criar empresas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2008/01/080111_maesempresarias_jh.shtml"&gt; BBC News&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-399051316841300585?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/399051316841300585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=399051316841300585' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/399051316841300585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/399051316841300585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2008/01/pesquisa-diz-que-mes-empresrias.html' title='Pesquisa diz que mães empresárias atribuem sucesso à gravidez'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2911647362472186809</id><published>2007-12-05T15:53:00.000-03:00</published><updated>2007-12-05T15:57:08.924-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eventos'/><title type='text'>CURSO SOBRE TRABALHO DE GRUPO COM GESTANTES 2008</title><content type='html'>Visite a página www.gestando.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COORDENAÇÃO:&lt;/strong&gt; VITÓRIA PAMPLONA , Psicóloga (CRP -05/0308), Mestra em&lt;br /&gt;Educação, autora de livros sobre o ciclo de gravidez, parto e puerpério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; qualificar profissionais para trabalho educativo/preventivo,&lt;br /&gt;individual ou de grupo, no ciclo gravídico-puerperal, com visão&lt;br /&gt;transdisciplinar, bio-psicossocial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PÚBLICO ALVO: &lt;/strong&gt;estudantes e profissionais de saúde, educação e área social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CALENDÁRIO e TEMAS&lt;/strong&gt;&gt;&lt;br /&gt;MARÇO 29 e 30: coordenação de grupo educativo/preventivo, trabalho&lt;br /&gt;multidisciplinar e interdisciplinar: diferenças e semelhanças, vantagens e&lt;br /&gt;desvantagens, co-coordenação. Os objetivos de um grupo de gestantes.&lt;br /&gt;ABRIL 26 e 27: questões de gênero e papel paterno e materno; família;&lt;br /&gt;sexualidade da infância ao pós-parto; anatomia sexual masculina e&lt;br /&gt;feminina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIO 17 e 18: contracepção: "falhas" dos métodos; a contracepção no&lt;br /&gt;pós-parto; abortamentos anteriores e suas repercussões na gravidez em&lt;br /&gt;curso; maternidade e paternidade de adoção e reprodução assistida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUNHO 21 e 22: gestação: transformações bio-psicossociais da mulher;&lt;br /&gt;repercussões na família, o papel do pai na gestação; legislação que&lt;br /&gt;protege a gestante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JULHO 19 e 20: desenvolvimento fetal; interação feto-mãe; atendimento&lt;br /&gt;pré-natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGOSTO: 16 e 17: parto: aspectos bio-psicossociais, tipos, rotinas;&lt;br /&gt;legislação que protege a parturiente; presença do pai no parto; o papel da&lt;br /&gt;doula;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SETEMBRO 20 e 21: pós-parto: aspectos bio-psicossociais; blues puerperal e&lt;br /&gt;depressão pós-parto: prevenção, identificação e encaminhamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTUBRO 18 e 19: amamentação: aspectos bio-psicossociais; legislação que&lt;br /&gt;protege a lactante;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVEMBRO 16 e 17: cuidados ao recém-nato: rotinas, aspectos psicológicos,&lt;br /&gt;relações familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HORÁRIO: &lt;/strong&gt;sábados: das 9 hs às 13 hs e das 15 hs às 19hs. Domingos: das 9 hs às 13 hs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: em todos os encontros são trabalhados os temas: consciência corporal,&lt;br /&gt;relaxamento, respirações, na gravidez e parto, técnicas de coordenação de&lt;br /&gt;grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INVESTIMENTO: 9 (nove) pagamentos de R$ 220,00 mais matrícula de R$ 90,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATRÍCULAS: mediante entrevista agendada pelo tel 21-22656344. Para&lt;br /&gt;pessoas fora do Rio de Janeiro as entrevistas poderão ser feitas por&lt;br /&gt;telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.gestando.com.br&lt;br /&gt;Tel.: (21) 2265-6344&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2911647362472186809?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2911647362472186809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2911647362472186809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2911647362472186809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2911647362472186809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/12/curso-sobre-trabalho-de-grupo-com.html' title='CURSO SOBRE TRABALHO DE GRUPO COM GESTANTES 2008'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-188100227638132774</id><published>2007-10-19T16:22:00.000-03:00</published><updated>2007-10-19T16:25:18.488-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='legislação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Ministério Público: defesa do aleitamento materno e saúde da criança</title><content type='html'>Ministério Público: defesa do aleitamento materno e saúde da criança &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Newton José de Oliveira Dantas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço do Movimento do Ministério Público Democrático em Última Instância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importância do aleitamento&lt;br /&gt;A alimentação natural, mais do que simples ideologia, longe de fórmulas infantis e instrumentos que possibilitem a sua introdução, revelou-se verdadeiro direito fundamental, conquanto ligado à vida saudável da criança e, por muitas vezes, como garantidor da própria vida. 1 O aleitamento materno contribui para a saúde biológica e emocional tanto da mãe quanto do filho. 2 O leite humano é um alimento completo, resultante da combinação única de proteínas, lipídios, carboidratos, minerais, vitaminas e células vivas, cujos benefícios nutricionais, imunológicos, psicológicos e econômicos são bem reconhecidos e inquestionáveis. 3 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que a vida de seis milhões de crianças, a cada ano, poderia ser salva se adotadas as recomendações da OMS/Unicef no sentido de manter-se o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e complementado até dois anos ou mais, pois a introdução de líquidos, que não o leite materno, nos primeiros seis meses de vida da criança, pode interferir negativamente na absorção de nutrientes e em sua biodisponibilidade, culminando com a diminuição da quantidade de leite materno ingerido, provocando menor ganho ponderal e aumento de risco para infecções, diarréias, desidratação e alergias. 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa científica desenvolvida pelo Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontou que crianças que não recebiam leite materno tinham riscos 14,2 vezes maiores de morrer por diarréia, 3,6 vezes maiores de mortalidade por doenças respiratórias e 2,5 vezes maiores por outros tipos de infecções, comparadas àquelas que recebiam aleitamento materno exclusivo. 5 Esses dados são relevantes quando aliados às condições sócio-econômicas brasileiras, pois a pobreza não permite que as pessoas tenham acesso à rede de água e esgoto canalizados, bem como à água potável. É justamente com a água contaminada que as mães pobres lavam as mamadeiras e prepararam as fórmulas infantis para alimentarem os seus filhos que, sem sistema imunológico adequado diante do desmame materno precoce, contraem infecções, desenvolvem diarréias crônicas, seguidas de desidratação e chegam a óbito. 6 Essas famílias, via de regra, possuem outros filhos e, para alimentarem a todos, diluem menor quantidade do alimento em pó em maior proporção de água, levando a uma alimentação inadequada. 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte da produção científica, nacional e internacional, afirma que a introdução de chupeta e mamadeiras é a principal causa de desmame precoce, atuando negativamente na oclusão dentária, nas estruturas moles e duras do sistema estomatognático, por fim, na saúde e, principalmente, na vida das crianças. 8 O aleitamento materno é apontado como importante fator no desenvolvimento craniofacial adequado, permitindo ótimo exercício da musculatura orofacial, estimulando as funções de respiração e deglutição, o que não acontece com o uso de mamadeira. 9 É certo, ainda que o uso de mamadeiras e chupetas pode provocar desvio no crescimento dos maxilares, provocando “má oclusão” (mordida aberta anterior). 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, existem vantagens para o lactente e para as mães, tais como: diminuição do risco de contrair doenças agudas e crônicas e importantes reflexos psicológicos e imunológicos. 11 Estudos comportamentais e hormonais demonstram a importância dos primeiros contados do bebê com a mãe e do toque da boca da criança com o mamilo e a aréola. Este contato é primordial para o relacionamento mãe e filho. A mãe, estimulada pelo contato com o seu bebê, apresenta alterações neuro-endócrinas positivas, dedicando mais tempo a ele, sempre de forma carinhosa. Já na criança, há estímulos nas terminações nervosas periorais e intra-orais, que modulam regiões do tronco encefálico, aprimorando, dessa forma, o reflexo de sucção e permitindo uma amamentação quantitativamente melhor, trazendo-lhe, inclusive, efeito analgésico. 12 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NBCAL (Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras)&lt;br /&gt;A NBCAL trouxe a limitações e proibições à promoção comercial, assim como a necessidade de rotulagens específicas para cada grupo de produto por ela abrangido, como recomendado pela OMS. As Resoluções da Anvisa voltam-se para as infrações de promoção comercial e rotulagem dos produtos, enquanto a portaria do Ministério da Saúde cuida de aspectos gerais, proibitivos e orientadores, destinados às pessoas que atuam nas áreas de saúde, industrialização e comercialização de produtos, fabricados ou não no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violação desses regramentos está adstrita às sanções da Lei 6.437/77, que regulamenta a atuação dos fiscais da Vigilância Sanitária, impondo penalidades progressivas, de acordo com a gravidade e a freqüência da infração, podendo chegar à apreensão do produto, imposição de multa e interdição do estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direito à saúde &lt;br /&gt;Denota-se do texto constitucional a proteção à vida. Tal direito, porém, foi adjetivado, tornando-se direito à qualidade de vida. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, a Declaração de Estocolmo (1972) ressaltou que o homem tem o direito fundamental a “[...] adequadas condições de vida [...]”. Na Declaração do Rio de Janeiro (1992), afirmou-se que os seres humanos “têm direito a uma vida saudável” (Princípio I). 13 Assim, não basta viver, é necessário que se tenha qualidade de vida. 14Esta “qualidade de vida é um elemento finalista do Poder Público, onde se unem a felicidade do indivíduo e o bem comum, com o fim de superar a estreita visão quantitativa, antes expressa no conceito de nível de vida”. 15 Outra não é a intenção da Constituição Federal e do Estatuto da Criança ao abraçarem o direito à saúde como direito fundamental, ficando claro que o aleitamento materno garante tal direito, portanto, é o verdadeiro direito fundamental. Limonge de França considera o leite materno elemento do direito à vida e como aspecto fundamental da personalidade. 16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MP e a NBCAL&lt;br /&gt;Ao Ministério Público cabe a defesa do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis (artigo 127, CF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos têm o direito de nascer e desenvolver-se dignamente (direito fundamental). A Carta Magna reconhece direitos e garantias individuais e coletivos, voltados à dignidade humana, como o efetivo acesso à alimentação, saúde, educação, trabalho, justiça e demais condições básicas de vida (mínimo existencial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São esses direitos e garantias (fundamentais) que o MP (Ministério Público) deve efetivar para que a sociedade possa gozar da democracia. Daí falar-se que ao MP incumbe a defesa do regime democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a defesa do direito à vida, à saúde e à alimentação saudável, fundado na Constituição Federal, Estatuto da Criança e do Adolescente, Código de Defesa do Consumidor, na Lei 11.265/06 e na NBCAL, é necessário que o promotor de Justiça se capacite neste tema específico e desenvolva programa estratégico de atuação, em parceria com a Vigilância Sanitária e com ONG’s, que possuam o escopo de defender o aleitamento materno, com o fito gizado alhures, estruturando-se num sistema de redes em defesa do direito à saúde da criança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira, 17 de outubro de 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/colunas/ler_noticia.php?idNoticia=43475"&gt;Ultima Instancia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-188100227638132774?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/188100227638132774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=188100227638132774' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/188100227638132774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/188100227638132774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/10/ministrio-pblico-defesa-do-aleitamento.html' title='Ministério Público: defesa do aleitamento materno e saúde da criança'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-700368089878019032</id><published>2007-10-18T17:30:00.000-03:00</published><updated>2007-10-18T17:31:50.163-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='h'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='legislação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='licença maternidade'/><title type='text'>Senado aprova projeto que amplia licença-maternidade para seis meses</title><content type='html'>Senado aprova projeto que amplia licença-maternidade para seis meses &lt;br /&gt;Publicidade&lt;br /&gt;RENATA GIRALDI&lt;br /&gt;da Folha Online, em Brasília &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o projeto que aumenta de quatro para seis meses o período da licença-maternidade. A iniciativa é facultativa, mas a empresa que aderir à proposta terá incentivos fiscais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta tem caráter terminativo, portanto, segue agora para análise e nova votação na Câmara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora do projeto, senadora Patrícia Saboya Gomes (PDT-CE), comemorou a aprovação. "Está na hora de se respeitar a mulher brasileira e as crianças", disse ela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a parlamentar, a renúncia fiscal para a União poderá chegar a R$ 500 milhões anuais --se todas as empresas aderirem ao projeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, segundo Saboya, os gastos serão compensados com a melhoria da qualidade de vida das mulheres e crianças, uma vez que o SUS (Sistema Único de Saúde) reduzirá suas despesas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a senadora, funcionárias públicas de 58 municípios em seis Estados já vivem a realidade da licença-maternidade de seis meses. De acordo com ela, desde o final de 2005, sua proposta --de ampliação da licença-- foi submetida a várias Câmaras Municipais e Assembléias Legislativas em locais diferentes do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo texto aprovado, a empresa que aderir ao Programa Empresa Cidadã vai poder descontar no cálculo do Imposto de Renda o valor integral da remuneração que a mãe recebia nos 60 dias de prorrogação da licença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O projeto vai diferenciar o compromisso social e a sensibilidade humana das empresas", destacou o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a votação nesta quinta-feira vários senadores elogiaram a iniciativa, entre eles Ideli Salvatti (PT-SC), Inácio Arruda (PC do B-CE), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Eduardo Suplicy (PT-SP). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe as notícias da Folha Online em seu celular: digite wap.folha.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u337732.shtml"&gt;Folha de SP&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-700368089878019032?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/700368089878019032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=700368089878019032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/700368089878019032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/700368089878019032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/10/senado-aprova-projeto-que-amplia-licena.html' title='Senado aprova projeto que amplia licença-maternidade para seis meses'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-633833090239699457</id><published>2007-10-13T17:17:00.000-03:00</published><updated>2007-10-13T17:18:10.794-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='maternidades'/><title type='text'>Meio milhão de mulheres morre por ano do parto e da gravidez</title><content type='html'>Meio milhão de mulheres morre por ano do parto e da gravidez &lt;br /&gt;13.10.2007 - 10h42 Andréia Azevedo Soares &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indicadores de mortalidade materna nos países em desenvolvimento pouco mudaram ao longo dos últimos 15 anos, revela um estudo publicado hoje na revista científica britânica "Lancet". Mais de meio milhão de mulheres morrem anualmente no planeta em decorrência de complicações na gravidez e no parto, sendo que cerca de 99 por cento dos óbitos têm lugar em países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"De todos os indicadores de saúde, a mortalidade materna é aquele que revela o maior fosso entre as mulheres pobres e ricas, seja a comparação feita entre ou dentro dos países", afirma Thoraya Ahmed Obaid, responsável do Fundo das Nações Unidas para as Populações. Na sua opinião, é urgente promover "a ideia de que nenhuma mulher deveria morrer por dar à luz". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a "Lancet", foram registadas em todo mundo quase 536 mil mortes durante (ou logo após) a gravidez no ano de 2005. A actual taxa de mortalidade materna é de 402 óbitos para cada cem mil nascimentos, quando em 1990 o rácio era de 425. A maior parte dos óbitos está concentrada na África subsariana (270.500, ou seja, cerca de metade do número global de mortes) e na Ásia (240.600, valor que corresponde a 45 por cento). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo coordenado por Ken Hill, docente da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostra que a mortalidade materna caiu num ritmo inferior a um por cento ao ano entre 1990 e 2005. É incrivelmente pouco, avaliam os especialistas, para um planeta que há sete anos fixou metas ambiciosas para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Até 2025, pretendia-se reduzir em 75 por cento os indicadores de 1990. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fosso entre Europa e África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas formas não geográficas de medir a distância entre Europa e África. Um exemplo: por cada cem mil nascimentos anuais, morrem 900 africanas e nove europeias por complicações da gestação ou do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação em países de língua portuguesa, como Angola e Moçambique, "é dramática", admite Nuno Montenegro, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e presidente da Comissão Nacional da Sub-especialidade de Medicina Materno-fetal. "Há relatos de mulheres a dar à luz numa maca, tendo outras mortas ao lado. Não há gente que chegue para acudi-las, existe uma enorme necessidade de quadros especializados e uma total falta de recursos", descreve Montenegro. O médico defende como aposta a qualificação de profissionais no terreno, evitando assim que os formados não regressem ao país de origem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos publicados indicam caminhos de intervenção: nos locais onde há planeamento familiar, métodos contraceptivos e a realização de abortos nas circunstâncias clínicas adequadas, a mortalidade materna cai em média para um terço e a infantil reduz em 20 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "Lancet" publica não só vários estudos sobre mortalidade materna, mas também um editorial sobre o tema. Vinte anos após o arranque do programa de cuidados materno-infantis da Organização Mundial de Saúde, a revista britânica sublinha que as mulheres não podem continuar a ser vistas "apenas como mães".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1307443&amp;idCanal=10"&gt;Ultima Hora&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-633833090239699457?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/633833090239699457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=633833090239699457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/633833090239699457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/633833090239699457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/10/meio-milho-de-mulheres-morre-por-ano-do.html' title='Meio milhão de mulheres morre por ano do parto e da gravidez'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2070736130668905840</id><published>2007-07-17T21:08:00.000-03:00</published><updated>2007-07-17T21:09:31.599-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parteira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='doula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>A TENDA VERMELHA</title><content type='html'>A TENDA VERMELHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um curso de qualificação online e internacional sobre mulheres, de mulheres para mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carga horária: 108&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início: 6 de Agosto de 2007&lt;br /&gt;Término: 07 de Dezembro de 2007&lt;br /&gt;Certificado final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público: mulheres de todas as idades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: promover uma nova consciência feminina unindo a razão à intuição e contribuir para o desenvolvimento de uma mulher inteira, consciente e autêntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Línguas do curso: espanhola e portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos necessários: computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Corpo 06-10/08&lt;br /&gt;O corpo feminino entre liberdade e artifícios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Menstruação (Menarca e Menopausa) 13-17/08&lt;br /&gt;Distúrbios modernos da menstruação e antigos significados e rituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Sexualidade 20-24/08&lt;br /&gt;Expressão, experiência e liberdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Contracepção 27-31/08&lt;br /&gt;Informação e responsabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Parto 03-07/09&lt;br /&gt;Natural e transformador. Saber para fazer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Aborto 10-14/09&lt;br /&gt;Escolhas e informação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Casa, estar consigo 17-21/09&lt;br /&gt;Intimidade e introspecção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Religião, Espiritualidade 24-28/09 &lt;br /&gt;As dimensões religiosas do feminino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Estudos, Carreira 01-05/10&lt;br /&gt;Mulheres na modernidade: desafios, buscas e concretizações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Sociedade e Leis 08-12/10&lt;br /&gt;Presença das mulheres no mundo e as leis que as amparam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Feminismo 15-19/10&lt;br /&gt;O que foi, o que é e o que queremos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Maternidade 22-16/10&lt;br /&gt;Ser mãe hoje: questões em debate, educação dos filhos e papel da maternidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) Relação com o homem 29/10-02/11&lt;br /&gt;Entre o amor e a paixão, a busca da reciprocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14) Relação com as mulheres 05-09/11&lt;br /&gt;Solidariedade, amizade e confiança a serem construídas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15) Beleza e arte 12-16/11&lt;br /&gt;O equilíbrio entre os espontâneo e a sofisticação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16) A dor 19-23/11&lt;br /&gt;A dor de ser, de sentir, de amar, de parir, de nos dizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17) Os sonhos 26-30/11&lt;br /&gt;Mensagens do inconscientes e sonhos a olhos abertos: a paisagem interior das mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18) O caminho 03-07/12&lt;br /&gt;Síntese metodológica do percurso: dicas das deusas e das formadoras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição e valores:&lt;br /&gt;Até dia 23/07: R$ 414 (US$ 213) ou 3 x de R$ 138 (US$ 71)&lt;br /&gt;Até dia 31/07: R$ 486 (US$ 250) ou 3 x de R$ 162 (US$ 84)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inf.: tendavermelha@amigasdoparto.org.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formadoras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Adelise Noal Monteiro, médica, parteira e psicoterapeuta junguiana, Porto Alegre(RS) Brasil&lt;br /&gt;2. Adriana Tanese Nogueira, Analista pós-junguiana, filósofa, Mestra em Ciências da Religião, fundadora e coordenadora da ONG Amigas do Parto.&lt;br /&gt;3. Anayansi Brenes Corrêa, Socióloga, pós-graduada em Historia e Antropologia Social, coordenadora do projeto “Passagem, espaço de acolhimento mãe e bebê”, HU – UFMG, BH (MG) Brasil&lt;br /&gt;4. CDD Católicas pelo Direito de Decidir, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;5. Gina Strozzi, Sexuola, profa. Mackenzie, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;6. Graciela Quintana, Psicóloga, psicanalista, Doutora em Medicina Social,  Rio de Janeiro (RJ) Brasil.&lt;br /&gt;7. Isabella Polito, Doula, fundadora www.aquamater.com – Caracas (Venezuela).&lt;br /&gt;8. Juliana Hermont, advogada, especializada em Bioética, Belo Horizonte (MG) Brasil.&lt;br /&gt;9. Monja Cohen, monja budista, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;10. Myriam Wigutow, http://www.laruedapurpura.com.ar/  Argentina. &lt;br /&gt;11. Neusa Steiner, psiquiatra, mestra em Ciências da Religião, psicoterapeuta junguiana, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;12. Paloma Terra, Parteira certificada, brasileira residente no Texas (USA)&lt;br /&gt;13. Regine Marton, Enfermeira obstetra, franco-americana, Atlanta (USA).&lt;br /&gt;14. Suely Carvalho, Parteira, fundadora CAIS do Parto, Olida (PE) Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promoção: ONG Amigas do Parto – www.amigasdoparto.org.br&lt;br /&gt;Organização e Criação: Adriana Tanese Nogueira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2070736130668905840?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2070736130668905840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2070736130668905840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2070736130668905840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2070736130668905840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/07/tenda-vermelha.html' title='A TENDA VERMELHA'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6760460669400097344</id><published>2007-07-04T21:21:00.001-03:00</published><updated>2007-07-04T21:21:37.450-03:00</updated><title type='text'>César Cals ganha um 0800 para facilitar as doações de leite</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/mfodor/51150278/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/33/51150278_51be364607_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/mfodor/51150278/"&gt;Breastfeeding&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/mfodor/"&gt;mfodor&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;O Hospital e Maternidade César Cals pretende com o 0800 dobrar o número de mães doadoras e o total de litros pasteurizados por dia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;03/07/2007 14:06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hospital Geral César Cals, referência em maternidade no Ceará, acaba de instalar o telefone 08002865678 no banco de leite. Com a facilidade das ligações gratuitas e do funcionamento nos fins de semana e feriados, a expectativa do hospital é dobrar o número de doações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera aumentar de 30 para 60, o número de mães doadoras e de 10 para 20 o total de litros de leite pasteurizados por dia. O banco de leite do César Cals atende outras três maternidades, a do Hospital Waldemar de Alcântara, Hospital Geral de Fortaleza e Curadares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prioridade do leite doado é para os bebês que estão em Unidades de Terapia Intensiva. O leite acelera a recuperação dos bebês. Segundo a coordenadora do banco de leite, Rejane Santana, com o valor nutritivo que o leite tem o tempo de internação dos bebês em UTIs fica reduzido pela metade. Para as mães, amamentar os filhos também traz vantagens, como menor riscos de cancer de mama de de ovário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejane Santana destaca que o banco de leite do Hospital Geral César Cals, que funciona há 12 anos, faz a coleta segura do leite. Realiza, logo após a doação, testes de todos os tipos de vírus, incluindo o teste de HIV. No Ceará existem seis bancos de leite e 12 postos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretária de Saúde do Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.opovo.com.br/saude/709132.html"&gt;Jornal O Povo&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6760460669400097344?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6760460669400097344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6760460669400097344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6760460669400097344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6760460669400097344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/07/csar-cals-ganha-um-0800-para-facilitar.html' title='César Cals ganha um 0800 para facilitar as doações de leite'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/33/51150278_51be364607_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8419144344902974540</id><published>2007-07-04T21:03:00.001-03:00</published><updated>2007-07-04T21:03:21.714-03:00</updated><title type='text'>Mães do Amazonas aprendem novas técnicas de aleitamento</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/denisearcoverde/11701623/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/8/11701623_d325d3078a_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/denisearcoverde/11701623/"&gt;Breastfeeding mother from a community group in Brazil&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/denisearcoverde/"&gt;breastfeeding pool&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Manaus - A técnica Mohri de massageamento das mamas - utilizado pelas japonesas -, que além de proporcionar bem estar às mães evita que o leite fique “pedrado” no seio, causando dor e febre, vai ser ensinada às parturientes no momento em que elas estiverem desfrutando os serviços oferecidos nas unidades de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revelação é da gerente de enfermagem da Maternidade Ana Braga, Gracimar Fecury, responsável pelo curso de sensibilização para o aleitamento materno e de massagem nas mamas ministrado aos profissionais que trabalham nas maternidades, pronto-socorros infantis e clínicas da rede estadual e particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, o trabalho hoje restrito às maternidades, vai ser ampliado e passará a ser oferecido, também, nos prontos socorros infantis e nas clínicas particulares e conveniadas com o SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gracimar, o curso realizado em junho pela Maternidade Ana Braga, em parceria com o Banco de Leite Humano do Amazonas, teve por objetivo promover o aleitamento materno nas unidades de saúde que compõem a rede estadual e que prestam atendimento e gestantes e crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Orientações&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as palestras os profissionais foram orientados sobre a importância do aleitamento materno, as qualidades do leite, a proteção garantida para o bebê contra algumas doenças e alergias e também quanto às vantagens para a mãe, como ajuda na perda do peso adquirido durante a gravidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais também receberam informações sobre a forma de abordagem das pacientes para orientações sobre o aleitamento. "Todos os profissionais precisam saber as técnicas corretas do aleitamento para poder orientar as mães" destaca Gracimar Fecury.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo ela, algumas mães passam por um desconforto tão grande que desistem de amamentar, comprometendo a saúde do bebê. “O problema é solucionado de maneira simples, rápida e sem custo, apenas com a massagem", garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais deverão ensinar a técnica para as mães no momento em que estas estiverem desfrutando dos serviços oferecidos nas unidades de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enfermeira lembra que o leite materno é o melhor e mais completo alimento para os recém nascidos e que a amamentação deve ser exclusiva até aos seis meses de idade e complementada com outros alimentos até aos dois anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://redefatos.com/noticias/julho/tecnicas_aleitamento_020707.htm"&gt;Rede Fatos&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8419144344902974540?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8419144344902974540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8419144344902974540' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8419144344902974540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8419144344902974540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/07/mes-do-amazonas-aprendem-novas-tcnicas.html' title='Mães do Amazonas aprendem novas técnicas de aleitamento'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/8/11701623_d325d3078a_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7419051640214687613</id><published>2007-06-26T22:33:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T22:34:38.314-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humanização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mulher'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Dra. Ida Perea recebe Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007</title><content type='html'>CIDADES-RO 13/6/2007 - 21:08:00&lt;br /&gt;Dra. Ida Perea recebe Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora da maternidade municipal Mãe Esperança, Ida Perea, foi a&lt;br /&gt;ganhadora do Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007, na categoria médicos. Ela&lt;br /&gt;recebeu certificado e troféu, e foi convidada a compor a mesa de jurados do&lt;br /&gt;Prêmio Nacional Amigas do Parto 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio da profissional em transformar a prática obstétrica tradicional de&lt;br /&gt;um hospital, num atendimento respeitoso, cientificamente embasado e&lt;br /&gt;humanamente compatível com os valores do século XXI, foi destacado pela ONG&lt;br /&gt;Amigas do Parto, que fez a premiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio também é fruto das ações desenvolvidas por Ida Perea na maternidade&lt;br /&gt;municipal, através do trabalho de planejamento familiar realizado com as&lt;br /&gt;adolescentes, com o programa "De Novo Não", que tem por objetivo evitar a&lt;br /&gt;reincidência da gravidez. O trabalho consta de aconselhamento, fornecimento&lt;br /&gt;de anticoncepcionais injetáveis, comprimidos e inserção de DIU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o planejamento familiar não se limita apenas às adolescentes, as mães&lt;br /&gt;adultas também recebem orientação. A meta da equipe da Maternidade é&lt;br /&gt;conscientizar as mães a terem um espaço entre uma gravidez e outra de no&lt;br /&gt;mínimo três anos, como determina a Organização Mundial de Saúde (OMS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mãe Esperança vem realizando também laqueaduras nas mulheres que se&lt;br /&gt;enquadram as normas que preconizam o planejamento familiar, ou seja, idade,&lt;br /&gt;número de filhos, entre outros fatores. Os homens também estão sendo&lt;br /&gt;atendidos na maternidade com a vasectomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabricius Bariani&lt;br /&gt;Fonte: SECOM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.onortao.com.br/ler.asp?id=6423&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7419051640214687613?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7419051640214687613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7419051640214687613' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7419051640214687613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7419051640214687613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/06/dra-ida-perea-recebe-prmio-nacional.html' title='Dra. Ida Perea recebe Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8843576572792274389</id><published>2007-06-26T22:30:00.000-03:00</published><updated>2007-06-26T22:32:36.002-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humanização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO - Módulo II</title><content type='html'>CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO -&lt;br /&gt;GESTAÇÃO, PARTO, RECÉM-NASCIDO, PÓS-PARTO, PATERNIDADE, NOVA MATERNIDADE E FAMÍLIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;INSCRIÇÕES PARA O II MÓDULO - O PARTO PRORROGADAS ATÉ DIA 03 DE JULHO&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curso de Qualificação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construindo uma humanização com consciência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que um curso online? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porque combina democratização e promoção de saberes e amplia a esfera nacinal. A internet é um instrumento prático e barato, necessitando apenas da presença de um computador (centro comuntitários e bibliotecas públicas podem oferecer este serviço também).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Objetivo: o curso é internacional e aborda desde aspectos técnicos até questões atuais de visões e práticas da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica dos assuntos tratados e conta com material didático holístico, incluindo iniciação à abordagem simbólica e psicológica dos temas tratados. Visa também incentivar a educação continuada, situar os alunos no contexto da humanização, e orientá-los com relação às suas práticas e perspectivas profissionais dando recursos para a atendimento individualizado e holístico. Campos do saber abordados:  Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certificado Final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(GESTAÇÃO – Maio e Junho 2007 – Inscrições encerradas)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PARTO – Julho e Agosto 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.    Anatomia e fisiologia do trabalho de parto e parto&lt;br /&gt;2.    Visões sobre o parto, a mulher e o corpo: um olhar na história do parto&lt;br /&gt;3.    Parto vaginal e a cesariana hoje&lt;br /&gt;4.    Métodos de alívio da dor e facilitadores do parto&lt;br /&gt;5.    Direitos da gestante e as rotinas hospitalares&lt;br /&gt;6.    Medos: do desconhecido, da dor, das práticas hospitalares&lt;br /&gt;7.    A parturiente no hospital&lt;br /&gt;8.    Enfermeiras obstetras, médicos obstetras e parteiras&lt;br /&gt;9.    Equipes multiprofissionais: como funcionam&lt;br /&gt;10. A doula: função e limites&lt;br /&gt;11. O profissional humanizado: perfil, função, atitude, consciência&lt;br /&gt;12. O movimento da Humanização do parto no Brasil e no mundo&lt;br /&gt;13.                      Parto domiciliar: como, quando e por que&lt;br /&gt;14. Sexualidade e parto&lt;br /&gt;15. A placenta&lt;br /&gt;16. Saberes tradicionais e rituais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O RECÉM-NASCIDO – Novembro 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.      O parto do ponto de vista do bebê e seu significado existencial&lt;br /&gt;2.      Vínculo mãe-filho&lt;br /&gt;3.      Cuidados com o bebê: banho, curativo do côto umbilical&lt;br /&gt;4.      Cólicas do bebê: como prevenir, como ajudar o bebê, como se ajudar. Shantala.&lt;br /&gt;5.      Humanização do atendimento ao recé-nascido&lt;br /&gt;6.      O recém-nascido no parto domiciliar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PÓS-PARTO – Dezembro 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.      Fisiologia do pós-parto: fatores hormonais, involução uterina, sangramento pós-parto, mamas, útero e aparelho genital&lt;br /&gt;2.      O processo da amamentação: produção láctea e habilidade técnica&lt;br /&gt;3.      Amamentado por opção&lt;br /&gt;4.      Sexualidade e relação com o parceiro&lt;br /&gt;5.      Métodos contraceptivos no pós-parto e retomada do ciclo menstrual&lt;br /&gt;6.      Mudanças emocionais, conflitos e desafios na dinâmica familiar e social&lt;br /&gt;7.      Fechando o processo gravídico e abrindo-se para um novo ciclo de vida&lt;br /&gt;8.      Humanização do pós-parto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PATERNIDADE – Janeiro 2008&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.      O pai durante a gestação e novos desafios na relação com a parceira&lt;br /&gt;2.      Presença do pai durante o parto: e que ele pode e deve fazer&lt;br /&gt;3.      Vínculo pai-filho: construindo a relação&lt;br /&gt;4.      Contribuição do pai no pós-parto&lt;br /&gt;5.      Contribuições do feminino para o exercício da paternidade&lt;br /&gt;6.      Humanização do parto e paternidade&lt;br /&gt;7.      O pai no parto domiciliar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A NOVA IDENTIDADE DA MULHER E DA FAMÍLIA – Fevereiro 2008 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.      A mãe recém-nascida o os mitos sobre a maternidade&lt;br /&gt;2.      Maternidade: uma construção social&lt;br /&gt;3.      Cuidando da mãe: a importância do bem-estar da mãe para uma vivência positiva da maternidade e seus reflexos no bem-estar da família&lt;br /&gt;4.      Maternidade e cidadania&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição até dia 25 de Junho de 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Avaliação:&lt;br /&gt;· Questionário de avaliação na entrada de cada módulo&lt;br /&gt;· Breve questionário no final de cada tema&lt;br /&gt;· Monografia final no término de cada módulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia e recursos: leituras e debates semanais sobre os assuntos em pauta, discussão de casos e vídeos. Conhecimentos com olhar crítico, reflexão e troca. Orientação quanto às práticas e perspectivas profissionais. Lista de discussão fechada para os facilitadores e alunos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Público alvo: profissionais da área de saúde e não que queiram qualificar seus conhecimentos, atualizar-se ou ampliar as fronteiras de sua visão da gravidez, parto e pós-parto na contemporaneidade. Demais interessados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilitadores:&lt;br /&gt;1. Adriana Tanese Nogueira – filósofa, analista pos-junguiana, coordenadora da ONG Amigas do Parto, Flórida, EUA&lt;br /&gt;2. Beltrán Lares Días – médico obstetra e ultrasonografista, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela&lt;br /&gt;3. Betina Bittar – médica, homeoapata, acupunturista, obstetra, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;4. Carlos Eduardo Corrêa – pediatra neonatologista, ReHuNa, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;5. Cláudia Regina Passos, massagista, Escola AMOR, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;6. Cláudio Paciornik – médico obstetra, Curitiba PR Brasil&lt;br /&gt;7. Gina Strozzi – Profa. consultora em sexualidade, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;8. Fabiana Muller – enfermeira e consultora em amamentação ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;9. Hugo Sabatino – médico obstetra, Prof. UNICAMP, um dos fundadores do Grupo de parto Alternativo da UNICAMP,  Campinas SP Brasil&lt;br /&gt;10. Isabella Ipolito – doula, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela &lt;br /&gt;11. Paloma Terra, Graduate Midwife, Texas, EUA&lt;br /&gt;12. Paulo Batistuta – médico obstetra e Prof., criador do vídeo Sagrado, Vitória ES Brasil&lt;br /&gt;13. Regine Marton, Nurse Midwife EUA, Alabama EUA &lt;br /&gt;14. Roselane Gonçalves – enfermeira obstetra e Profa USPLeste, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;15. Silvia Cordeiro – psicóloga, Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Inscrição: curso@amigasdoparto.org.br&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Valor para o curso inteiro: R$ 920,00 ou US$ 475.00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagamento à vista do curso inteiro:&lt;br /&gt;R$ 781,00 (ou 3 depósitos de R$ 260 - no ato, para 30 e 60 dias);&lt;br /&gt;US$403.00 (ou 3 depósitos de US$ 134.00 – no ato, para 30 e 60 dias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Valores de cada módulo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parto = R$ 322,00 / US$ 166.00&lt;br /&gt;Recém-nascido = R$ 161,00 / US$ 83.00&lt;br /&gt;Pós-parto = R$ 184,00 / US$ 95.00&lt;br /&gt;Paternidade = R$ 161,00 / US$ 83.00&lt;br /&gt;A Nova Identidade da Mulher e da Família = R$ 92,00 / US$48.00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DESCONTO de 15% para estudantes (enviar via fax comprovante de matrícula junto ao comprovante de depósito) sobre o valor total:&lt;br /&gt;R$ 665,00 (ou 3 depósitos de R$ 222,00 - no ato, para 30 dias e 60 dias);&lt;br /&gt;US$ 343.00 (ou 3 depósitos de US$ 115.00 – no ato, para 30 e 60 dias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depósito na conta Itaú, Ag. 0754, c/c 48213-1 - Adriana Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANTE: Enviar comprovante de pagamento + de matrícula (se houver) para o fax: 55 - 11 - 5678 3075.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para inscrições de outros países fazer transferência via Western Union: www.westernunion.com para Antonio Nogueira da Silva Filho – São Paulo – Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criação: Liliana Silveira, Mary Lucia Galvão e Adriana Tanese Nogueira&lt;br /&gt;Organização: Adriana Tanese Nogueira&lt;br /&gt;Promoção: ONG Amigas do Parto – www.amigasdoparto.org.br &lt;br /&gt;Apoio: Educação à distância, TELEDUC, UNICAMP, Campinas - SP Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************&lt;br /&gt;A ONG Amigas do Parto, organização sem fins lucrativos, foi fundada por Adriana Tanese Nogueira em São Paulo, em 9 de junho de 2003, após a extinção do grupo informal Amigas do Parto, de cujas atividades iniciadas em Abril de 2001 ela foi co-fundadora. A ONG  tem o objetivo de contribuir para uma mudança na forma de nascer. Suas ações se concentram em torno de dois pólos: as usuárias (com suas famílias) e os profissionais de saúde que as atendem. A proposta da ONG Amigas do Parto se insere no movimento pela humanização do parto e nascimento e foca a humanização com consciência: por uma obstetrícia engajada ética e socialmente, e cientificamente fundamentada, e por uma maternidade e paternidade ativas e participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite o  site da  ONG: &lt;a href="http://www.amigasdoparto.org.br"&gt;www.amigasdoparto.org.br&lt;/a&gt;, hoje o maior site brasileiro sobre gestação e parto do ponto de vista da humanização.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8843576572792274389?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8843576572792274389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8843576572792274389' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8843576572792274389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8843576572792274389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/06/curso-online-e-internacional-de.html' title='CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO - Módulo II'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6383793534233976647</id><published>2007-05-20T22:54:00.000-03:00</published><updated>2007-05-20T22:59:35.489-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Amamentação nutre e reforça os laços</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.saudevidaonline.com.br/odontonline/imagens/amamenta.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.saudevidaonline.com.br/odontonline/imagens/amamenta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://searadecores.no.sapo.pt/amamentar.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A amamentação é um dos momentos mais íntimos de uma mulher e torna aindamais estreita a relação entre mães e filhos. Além de um ato de amor ecarinho, ela é fundamental para o crescimento e desenvolvimento saudável dospequenos."A amamentação deve ser exclusiva até os seis meses e, a partir dai,complementada com outros alimentos, que serão introduzidos gradativamente. Oideal é que ela seja mantida até a criança completar dois anos", diz apresidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira dePediatria, Elsa Guigliani.O leite materno contém todos os ingredientes necessários à boa formação dobebê, como proteínas, anticorpos, gordura, vitaminas, ferro, açúcar, enzimase fatores que propiciam o crescimento. Além disso, ele promove maiorresistência à infecções, previne alergias, inclusive a asma, e problemascardiovasculares na fase adulta. Outra grande vantagem do leite materno éaumentar a capacidade cognitiva da criança, favorecendo a inteligência edesenvolvimento social.Apesar da grande importância da amamentação, muitas mulheres se senteminseguranças em relação à qualidade do leite e acabam interrompendo oprocesso por temer que o leite seja fraco ou por acharem que a criança nãoestá ganhando peso."A sociedade inventou o mito do leite fraco para justificar a falta deinformação ou até limitações da mulher que a impedem de amamentar. Nãoexiste leite fraco e, se o bebê chora de fome no intervalo das três horas damamada, é porque há diferenças fisiológicas que o fazem ter necessidade demamar mais vezes ou até porque o bebê pode sugar o leite de maneira errada,desperdiçando o final da mamada, onde a mãe fornece o leite que sacia e quetem mais gordura", diz Elsa.O importante é saber que a mãe não deve deixar de amamentar e que, aocontrário do que se imaginava até a década de 70, o leite de vaca não é omais indicado para os bebês. Ele contém mais gordura e sua proteína não éfacilmente digerida. O bebê ganha peso e tem menos fome, mas isso nãosignifica que esteja mais bem alimentado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.hojems.com.br/noticias/?id=8012"&gt;*Terra Saúde*&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6383793534233976647?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6383793534233976647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6383793534233976647' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6383793534233976647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6383793534233976647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/amamentao-nutre-e-refora-os-laos.html' title='Amamentação nutre e reforça os laços'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2279776596054193499</id><published>2007-05-16T21:09:00.000-03:00</published><updated>2007-05-16T21:10:45.380-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='artigos'/><title type='text'>Preparando-se para ser Mãe</title><content type='html'>maio/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você esta grávida ou quer ficar em breve? Comece a preparar-se, física e espiritualmente. Sua missão é linda apesar de dificílima, e só me entendem aquelas que já são mães com todas as suas responsabilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comece pelo seu ritmo, regre-se. Obedeça seu ritmo biológico, respeite seu sono e seu apetite. Nada de ficar madrugada adentro trabalhando ou nas baladas. Substâncias liberadas na corrente sanguínea devido ao estresse, tensões ou simplesmente falta de descanso, podem prejudicar o desenvolvimento normal da placenta e do feto. Faça de quatro a seis refeições leves por dia, prefira cereais integrais, legumes, verduras e frutas frescas (de preferência orgânicos, pois são livres de agrotóxicos). Coma pouco em cada refeição, mastigue muitas vezes, coma devagar. Isso ajudará seu aparelho digestivo a funcionar melhor e você não terá quilos exagerados para perder depois do parto. Habitue-se a fazer algum tipo de exercício leve que ajude a respirar melhor e com ritmo, como caminhadas e yoga. Abandone o cigarro, o álcool e as substâncias excitantes como café, chocolate e chá preto ou chá mate. Isso deve ser feito no mínimo durante a gestação e a amamentação no peito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prepare o bico dos seios, eles devem ser expostos ao sol da manhã ou a 20 cm de uma lâmpada de 40 watts por mais ou menos 10 minutos cada seio, uma vez ao dia. Devem ser esfregados de leve com uma bucha natural ou tecido atoalhado durante o banho. Não use sabão. Essas medidas visam fortalecer a pele delicada do bico do seio diminuindo o risco de rachaduras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as mãos limpas, use três dedos para puxar o bico do seio para fora, tanto quanto possível, sem provocar dor (este movimento imita a sucção do bebê). Repita o movimento 10 a 20 vezes e vá aumentando até 50 vezes por dia, em cada seio. Fazendo isso, o bico do seio fica com um formato de mais fácil preensão pelo bebê. Os profissionais do Banco de Leite podem orientar muito bem essas ações. Não deixe para preparar seus seios no último trimestre de gestação, comece logo que tiver certeza da sua gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não assista aos telejornais, eles dão ênfase às tragédias e más notícias. Prefira os jornais e revistas onde você pode escolher o que lê. Aproveite esse momento único para melhorar o mundo que seu filho vai viver, cultive o bom humor, a paciência, a compaixão, o perdão, a verdade, a justiça em todas as pequenas coisas da vida. Melhore o ambiente ao seu redor para receber esse pequenino ser que te escolheu como mãe. Tenha bons pensamentos, tenha confiança, acredite que isso é possível. Alimente sua alma com bons livros, boas músicas. Admirar os quadros com temas de “madonas” feitos por Rafael Sanzio (1483-1520), entre outros renascentistas, é extremamente benéfico para mãe e filho, em especial o quadro da “Madona Sistina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de terminar expresso um último recado. Ser mãe não é brincadeira, nem é passageiro. Requer dedicação 24horas, sem direito a férias e muitas vezes temos de abrir mão de coisas de que gostamos pelo bem de nossos filhos. Seja uma MÃE no sentido mais sublime da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até breve! Paz e saúde!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dra. Zélia Beatriz Ligório Fonseca&lt;br /&gt;Pediatra – Prática Médica Antroposófica&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2279776596054193499?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2279776596054193499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2279776596054193499' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2279776596054193499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2279776596054193499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/preparando-se-para-ser-me.html' title='Preparando-se para ser Mãe'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8960783778775238764</id><published>2007-05-14T15:16:00.001-03:00</published><updated>2007-05-16T21:13:01.656-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Lying down may help breastfeeding</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/56846278@N00/371322061/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/121/371322061_0e84faf7c8_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/56846278@N00/371322061/"&gt;breastfeeding hard time&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/56846278@N00/"&gt;mikagenereux&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Most women breastfeed in a sitting position&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breastfeeding newborn babies lying down may boost the chances of success, UK research suggests.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A study of 40 mothers breastfeeding in different positions found that babies' natural reflexes kicked in more easily when the mothers were lying down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The position seemed to trigger primitive reflexes usually seen in young mammals, the Royal College of Nursing conference heard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Many women struggle with breastfeeding and give up after a few weeks.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr Suzanne Colson, senior midwifery lecturer at Canterbury Christ Church University, advises women on a technique called biological nurturing where the mother lies down and lets the baby lie on its tummy on top of her.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;When mothers were lying flat or semi-reclined, babies could find the breast easier and in many cases attach themselves and feed whilst asleep&lt;br /&gt;Dr Suzanne Colson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;To look at whether this technique promotes feeding reflexes in the baby, she video-taped 40 women breastfeeding in a sitting-up position and lying down or reclining in the first month of life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;She spotted 17 reflexes in babies when they were breastfed lying down, including reflexes normally associated with other mammals who feed their babies in this way.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breastfeeding in a sitting-up position only promoted the three normally seen reflexes - routing, latching and sucking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mothers who breastfed lying down seemed to have more success and, although the majority of women in the study had initially reported problems with breastfeeding, after using the technique all the women continued breastfeeding.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primitive reflexes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr Colson said the current study could not prove the technique was more successful than the standard sitting-up position, but it challenged the view that the"correct way" to breastfeed is sitting bolt upright or or lying on your side.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I found that mothers who breastfed their infants semi-reclined or flat-lying (as opposed to side-lying), in positions that mirrored the feeding positions of other mammals, had the greatest success.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"When mothers were lying flat or semi-reclined, babies could find the breast easier and in many cases attach themselves and feed whilst asleep.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The research suggests that babies when they are on their tummy display these primitive reflexes, head bobbing in particular, that is seen in other mammals who are abdominal feeders."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;She advised mothers to do what feels comfortable.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr Peter Carter, general secretary of the Royal College of Nursing, said: "For many new mothers breastfeeding can be difficult and challenging. Not being able to do something which is supposed to be as simple and as natural as feeding their own child can leave many new mothers feeling disappointed and let down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"By challenging conventional breastfeeding positions this new research could go a long way to helping those mothers who are experiencing difficulties feeding their infants by suggesting other easy-to-adopt positions."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mr Pat O'Brien, consultant in obstetrics and gynaecology at University College London and spokesperson for the Royal College of Obstetrics and Gynaecology, said it would be useful for women to know they can try different positions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"From a health point of view, there's no reason they couldn't try breastfeeding in that position and we welcome any research that might improve the chances of success.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Maybe women just have to experiment and find a position that suits them best." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/6612573.stm"&gt;BBC&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8960783778775238764?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8960783778775238764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8960783778775238764' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8960783778775238764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8960783778775238764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/lying-down-may-help-breastfeeding.html' title='Lying down may help breastfeeding'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/121/371322061_0e84faf7c8_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6906020742340166359</id><published>2007-05-14T15:09:00.001-03:00</published><updated>2007-05-16T21:13:36.864-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto normal'/><title type='text'>Sempre um dilema: Normal ou cesariana?</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/joserri/223550005/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/81/223550005_45292204c9_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/joserri/223550005/"&gt;El parto de mi último hijo - My last son's childbirth&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/joserri/"&gt;Joserri&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A decisão sobre como colocar mais um pequeno ser no mundo normalmente está&lt;br /&gt;com as futuras mamães. Mas não deveria. Pelo menos é no que acredita a&lt;br /&gt;grande maioria dos médicos e o que recomenda a Organização Mundial da Saúde&lt;br /&gt;(OMS). O ideal é que todos os bebês venham ao mundo da forma natural, desde&lt;br /&gt;que não haja nenhum impedimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a tendência de tornar o parto mais confortável e natural para o&lt;br /&gt;bebê e para a mãe, o Ministério da Saúde mantém um programa de humanização&lt;br /&gt;que recomenda práticas menos invasivas. Segundo a coordenadora técnica de&lt;br /&gt;Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Maria José de Oliveira Araújo, as&lt;br /&gt;ações vão desde o aumento do valor pago pelo parto normal até a formação dos&lt;br /&gt;profissionais de saúde das principais maternidades do Brasil no que chama de&lt;br /&gt;"boas práticas obstétricas"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As práticas em questão são as mesmas recomendadas pela OMS. Dentre estas,&lt;br /&gt;estão a permissão de um acompanhante da escolha da mulher, incentivar que&lt;br /&gt;ela caminhe e tome líquido durante o trabalho de parto e oferecer banhos&lt;br /&gt;quentes e massagens para aliviar a tensão. "O parto se tornou uma questão&lt;br /&gt;praticamente tecnológica, com procedimentos invasivos", explica. O uso&lt;br /&gt;excessivo de medicamentos e as cirurgias cesarianas desnecessárias são&lt;br /&gt;exemplos disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um dos campeões mundiais em realização de cirurgias de parto,&lt;br /&gt;atrás apenas do Chile. Contrariando recomendação da OMS de que apenas 15%&lt;br /&gt;dos partos aconteçam de forma artificial, o País realiza aproximadamente 42%&lt;br /&gt;dos partos por cesariana no Sistema Único de Saúde (SUS). No sistema&lt;br /&gt;suplementar (serviços privados e planos de saúde), o número sobe e pode&lt;br /&gt;chegar a 89%. No Chile, a porcentagem chega a 50% na rede pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, o número já diminuiu, mas ainda está longe do ideal. Foram&lt;br /&gt;realizadas pelo SUS no Brasil 2.139.493 cirurgias de parto. Mais de 30%&lt;br /&gt;foram cesarianas. Na Bahia, a porcentagem foi de 23%. O gasto excedente com&lt;br /&gt;as cesarianas também é um fator contra o procedimento, já que o preço do&lt;br /&gt;procedimento é 56% mais caro do que o parto normal. Em 2006, a média do&lt;br /&gt;valor gasto no país foi de R$ 556,67 para uma cesariana contra R$ 356,61&lt;br /&gt;para o parto normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A cesariana é um instrumento importantíssimo para salvar a vida de mães e&lt;br /&gt;crianças, mas pode acontecer justamente o contrário", alerta Maria José. Ela&lt;br /&gt;explica que a cirurgia traz mais riscos de infecção, de bebês prematuros e&lt;br /&gt;com baixo peso e hemorragias do que o parto normal. "Essas informações estão&lt;br /&gt;cientificamente provadas, não há mais dúvidas", enfatiza. Como parte do&lt;br /&gt;programa de incentivo ao parto normal, os hospitais públicos e conveniados&lt;br /&gt;ao SUS têm um limite mensal de cirurgias que varia de acordo com as&lt;br /&gt;características de cada unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria José lembra que também há ganhos para o vínculo afetivo entre a mãe e&lt;br /&gt;o bebê quando o parto é normal, já que o contato é imediato e o&lt;br /&gt;recém-nascido não é separado da mãe. Quanto à dor, principal motivo alegado&lt;br /&gt;pelas gestantes para a escolha da cesariana, ela lembra que o SUS paga&lt;br /&gt;anestesia para partos normais, além das técnicas que podem ajudar a&lt;br /&gt;parturiente a dar à luz com mais conforto e comodidade. Ela reconhece que&lt;br /&gt;nem todas as unidades disponibilizam as "melhores práticas", mas garante que&lt;br /&gt;o Ministério da Saúde deu formação a profissionais de 500 maternidades&lt;br /&gt;públicas e conveniadas ao SUS entre 2004 e 2006 para as "boas praticas da&lt;br /&gt;atenção obstétrica".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência da comerciária Maria Ângela da Silva mostra que o atendimento&lt;br /&gt;dispensado às gestantes na rede pública ainda não é satisfatório. Mãe de Ana&lt;br /&gt;Beatriz, de 5 anos, e Leonardo, de 3, ela enfrentou a primeira vez em&lt;br /&gt;trabalho de parto sem acompanhantes e sem atenção. "Fui deixada na sala de&lt;br /&gt;pós-parto e depois fiquei lá sentindo dor sozinha até a hora de ter nenê",&lt;br /&gt;lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando avisou que estava prestes a dar à luz, já foi tarde e os médicos só&lt;br /&gt;tiveram tempo de colocá-la numa maca. "Não chegaram nem a me levar para&lt;br /&gt;outra sala", conta. No segundo parto, contou com a sorte para ter toda a&lt;br /&gt;atenção merecida. "Como eu era a única parindo naquela hora, tive os&lt;br /&gt;médicos, enfermeiros e até os estagiários só para mim, mas acho que fui uma&lt;br /&gt;cobaia", brinca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ângela diz que não se arrepende do parto normal – apesar de não ter tido&lt;br /&gt;escolha e só ter tido direito a uma anestesia na hora de receber os pontos.&lt;br /&gt;"Dói muito na hora, mas depois é só uma cólica normal, o que toda mulher já&lt;br /&gt;está acostumada", garante.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www3.atarde.com.br/cidades/interna.jsp?xsl=noticia.xsl&amp;xml=NOTICIA/2007/05/13/1075999.xml"&gt;A Tarde&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6906020742340166359?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6906020742340166359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6906020742340166359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6906020742340166359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6906020742340166359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/sempre-um-dilema-normal-ou-cesariana.html' title='Sempre um dilema: Normal ou cesariana?'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/81/223550005_45292204c9_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7249442250191234708</id><published>2007-05-14T15:06:00.001-03:00</published><updated>2007-05-16T21:14:00.785-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humanização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto humanizado'/><title type='text'>Gestantes e médicos buscam humanização do parto</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/7340185@N05/422980208/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/149/422980208_279ff0e869_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/7340185@N05/422980208/"&gt;CA in shower&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/7340185@N05/"&gt;triciacavalcante2&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Gestantes e médicos buscam humanização do parto   Tássia&lt;br /&gt;Novaes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anne brinca com a filha&lt;br /&gt;   Clarissa Borges&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência da maternidade para a consultora cultural Anne Sobotta, 37,&lt;br /&gt;sofreu total influência de sua filosofia de vida. Praticante e professora de&lt;br /&gt;yoga há 3 anos, quando engravidou da pequena Jada, hoje com 7 meses, Anne&lt;br /&gt;começou a se preocupar em ter uma gravidez mais tranqüila. Foi assim que&lt;br /&gt;conheceu as técnicas de yoga para gestantes com a americana Karen Prior.&lt;br /&gt;Depois do nascimento da primeira filha, está pronta para transmitir o que&lt;br /&gt;aprendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controlar a respiração, fortalecer os músculos do quadril e pernas para o&lt;br /&gt;momento do parto e preparar a coluna para o peso da barriga são alguns dos&lt;br /&gt;benefícios que podem ser conseguidos através da prática. Durante a gravidez,&lt;br /&gt;Anne dava aulas a outras futuras mamães e ensinava, entre outras coisas, as&lt;br /&gt;melhores posições para dormir e exercícios especiais para a região&lt;br /&gt;abdominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das técnicas de yoga, a consultora optou por um parto humanizado –&lt;br /&gt;procedimento caracterizado por uma série de práticas que visam naturalizar&lt;br /&gt;ao máximo o momento do nascimento. Jada veio ao mundo em casa, dentro de uma&lt;br /&gt;piscina com água aquecida, sem macas, aparelhos cirúrgicos, ou qualquer&lt;br /&gt;coisa que lembrasse um hospital. Anne conta que a opção pelo parto normal&lt;br /&gt;veio naturalmente. "Não tinha porque fazer uma cesariana, e o parto normal é&lt;br /&gt;melhor para a mulher e a criança", afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a médica obstetra Marilena Pereira, que acompanhou o nascimento da&lt;br /&gt;única filha de Anne, optar pelo parto domiciliar é uma questão de mudança de&lt;br /&gt;postura. "Não é só uma questão do lugar, mas da conduta do obstetra também",&lt;br /&gt;diz. Ela afirma que a grande diferença é que, em casa, a gestante tende a se&lt;br /&gt;sentir mais à vontade, pode andar, ter por perto pessoas da família ou&lt;br /&gt;amigos mais próximos e, principalmente, escolher a melhor posição no momento&lt;br /&gt;de dar à luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica, que realiza partos em domicílio há 15 anos, afirma que as mulheres&lt;br /&gt;que a procuram são, geralmente, aquelas mais preocupadas com a humanização,&lt;br /&gt;consciência ecológica e com uma visão de mundo peculiar. A escolha pelo&lt;br /&gt;parto na água faz parte deste estilo de vida. "A água diminui as contrações,&lt;br /&gt;relaxa os músculos, encurta o período do trabalho de parto e favorece a&lt;br /&gt;posição vertical, considerada a melhor tanto para a mulher quanto para o&lt;br /&gt;bebê", explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos benefícios durante o parto, algumas mulheres que preferem parir na&lt;br /&gt;água acreditam em vantagens para o recém-nascido. É o caso da veterinária&lt;br /&gt;Adriana Cavalcanti, 40. "Eu não queria entrar num hospital para parir, minha&lt;br /&gt;opção era um parto mais natural possível", revela. Marina, sua única filha,&lt;br /&gt;não nasceu no meio aquático devido a uma redução da pressão arterial da mãe,&lt;br /&gt;mas todo o trabalho de parto foi submerso. A pequena permaneceu em contato&lt;br /&gt;com a água em aulas de natação infantil na mesma clínica onde veio ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após 16 anos, a mãe acredita que fez um bem à filha. "Com um ano, ela já&lt;br /&gt;nadava, nunca teve nenhum problema respiratório ou alérgico e é muito&lt;br /&gt;saudável", conta. Apesar de ter passado 20 horas em trabalho de parto,&lt;br /&gt;Adriana recomenda o procedimento. "É fantástico, a água relaxa muito, mas&lt;br /&gt;tem que ter uma preparação psicológica antes", opina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não existam estatísticas que provem o aumento da busca pelo parto&lt;br /&gt;humanizado, seja em domicílio, em casa, de cócoras ou na água, cada vez mais&lt;br /&gt;especialistas se dedicam à prática e surgem serviços especializados. As&lt;br /&gt;gestantes que se interessarem pelo assunto devem, antes de tudo, conversar&lt;br /&gt;com um obstetra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica Marilena Pereira explica que muitas mulheres acreditam que o parto&lt;br /&gt;na água seja melhor porque o bebê encontra fora da barriga um ambiente mais&lt;br /&gt;parecido com o útero. Para ela, o maior benefício é a comodidade no trabalho&lt;br /&gt;de parto. Ela alerta, entretanto, para os cuidados que devem nortear o&lt;br /&gt;procedimento. "Eu só acompanho um parto domiciliar se ele tiver uma evolução&lt;br /&gt;muito boa e sempre levo todos os equipamentos necessários", explica. Se o&lt;br /&gt;parto apresentar qualquer complicação, Marilena recomenda a ida a um&lt;br /&gt;hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www3.atarde.com.br/cidades/interna.jsp?xsl=noticia.xsl&amp;xml=NOTICIA/2007/05/13/1075998.xml"&gt;A Tarde&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7249442250191234708?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7249442250191234708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7249442250191234708' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7249442250191234708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7249442250191234708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/gestantes-e-mdicos-buscam-humanizao-do.html' title='Gestantes e médicos buscam humanização do parto'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/149/422980208_279ff0e869_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6727441087623286980</id><published>2007-05-11T20:30:00.001-03:00</published><updated>2007-05-11T20:30:57.165-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><title type='text'>Carne aumenta risco de câncer de mama, diz estudo</title><content type='html'>04/04/2007 - 10h44&lt;br /&gt;Carne aumenta risco de câncer de mama, diz estudo&lt;br /&gt;O consumo de carne vermelha pode aumentar significativamente o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, segundo um estudo publicado no British Journal of Cancer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fibras&lt;br /&gt;Segundo a médica, cozinhar a carne em altas temperaturas também pode acelerar a formação de componentes cancerígenos.&lt;br /&gt;"Meu conselho para mulheres que consomem grandes quantidades de carne vermelha e processada diariamente é para que elas reavaliem sua dieta", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cade afirmou ainda que mulheres mais jovens, que ainda não entraram na menopausa e que comem carne vermelha, também apresentaram mais chances de sofrer da doença, mas os resultados não foram significantes estatisticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo estudo mostrou que mulheres mais jovens que consomem grande quantidades de fibras cortaram pela metade o risco de desenvolver o câncer de mama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estilo de vida&lt;br /&gt;A pesquisa foi elogiada por entidades britânicas de prevenção e combate à doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este estudo é interessante porque até agora era difícil isolar os efeitos específicos da carne vermelha sobre o câncer de mama", disse Alexis Willett, da Breakthrough Breast Cancer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os cientistas também encontraram diferenças em outros fatores como idade, peso e nível de atividade física entre aquelas mulheres que comiam e as que não comiam carne, e tudo isso também influencia no desenvolvimento da doença."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-- &lt;br /&gt;A Diretoria.&lt;br /&gt;Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras - Rio de Janeiro (ABENFO-RJ)&lt;br /&gt;www.abenforj.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6727441087623286980?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6727441087623286980/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6727441087623286980' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6727441087623286980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6727441087623286980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/carne-aumenta-risco-de-cncer-de-mama.html' title='Carne aumenta risco de câncer de mama, diz estudo'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8514742515414273819</id><published>2007-05-11T20:00:00.000-03:00</published><updated>2007-05-11T20:01:44.625-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><title type='text'>Órgão de grávida trabalha 50% a mais</title><content type='html'>Cuidados cardíacos devem ser redobrados  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Um dos primeiros e mais importantes cuidados que uma mãe deve ter para garantir o bem estar de seu filho é cuidar da própria saúde desde os primeiros dias da gravidez. E isso inclui o coração – que, durante a gestão trabalha 50% a mais do que o normal, devido à alteração de todo o metabolismo do organismo da mulher. Sem o funcionamento saudável do coração da mãe, não há como o bebê se desenvolver de maneira adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mulheres que desejam engravidar e que apresentam problemas cardíacos devem sempre consultar um especialista antes, para se informar sobre os riscos e formas de precaução. Desta forma, ela garante a própria integridade e a segurança para o bebê”, explica a cardiologista Maria do Rocio Peixoto de Oliveira, chefe de ergometria do Hospital Cardiológico Costantini, de Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica explica que a hipertensão e a diabetes são fatores de risco bastante sérios, que podem arriscar a vida de ambos. Para a mãe, a pressão alta pode comprometer o funcionamento dos rins, provocar desmaios e fortes dores de cabeça. “Para o bebê em desenvolvimento, a hipertensão da mãe pode diminuir o volume de sangue que passa pela placenta, alterando o peso e o tamanho normal do bebê, ou ainda, retardando seriamente o crescimento intra-uterino”, observa. No caso da diabetes gestacional (desenvolvida somente na gravidez), o feto nasce com excesso de peso. Isso faz com que o bebê já tenha, desde o início da vida, alto risco de desenvolver a mesma doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a especialista, a palavra de ordem continua sendo prevenção, especialmente nos casos das mulheres expostas a fatores de risco provocados pelo aumento da atividade e competitividade no mercado de trabalho – como estresse, sobrecarga e pouco tempo para atividades físicas. “O ideal é manter uma alimentação saudável, controlar o peso, não fumar ou ingerir bebidas alcoólicas, adotar uma rotina de exercícios físicos e dormir bem. E consultar um cardiologista regularmente, para check ups de rotina”, aconselha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.jornaldoestado.com.br/index.php?VjFSQ1VtUXlWa1pqU0ZKUFVrZDRUMWxYTVd0T1ZsSldWV3RhYVZadVFsWlVWVkpYVkd4R1ZVMUVhejA9"&gt; O Estado&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8514742515414273819?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8514742515414273819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8514742515414273819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8514742515414273819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8514742515414273819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/rgo-de-grvida-trabalha-50-mais.html' title='Órgão de grávida trabalha 50% a mais'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4826046452359750441</id><published>2007-05-10T16:48:00.001-03:00</published><updated>2007-05-10T16:48:52.832-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><title type='text'>Aos 44 anos, Maria tem seu 16º filho</title><content type='html'>Aos 44 anos, mulher já teve quatro partos em casa; ‘é um atrás do outro’  &lt;br /&gt;Cristiano Zanardi/Agência BOM DIA  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Maria Aparecida com uma das gêmeas, Marina, no quarto da maternidade ontem  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora de responder qual a idade dos filhos, a situação complica. Ela arrisca: 23, 20, 21, 22, 18, 19, 12, 10, 11, 6, 7 e 1 ano e 9 meses. Ah, tem as gêmeas de quatro anos. E mais duas, também gêmeas, nascidas anteontem à noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradora no Jardim Eldorado, a supermãe Maria Aparecida da Silva, 44 anos, aumentou a lista para 16 filhos na Maternidade Santa Isabel. Os 14 partos foram normais, dois deles das gêmeas. Todos os filhos estão vivos e sete ainda moram com ela e seu segundo marido. “Três vivem sozinhos em uma casa que o pai que morreu deixou. Outros quatro são casados”, diz Maria Aparecida. Os casados, aliás, já lhe deram seis netos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dona-de-casa conta que teve quatro filhos em casa. “Em uma das gestações eu fui ao banheiro e o bebê nasceu”. Pode parecer brincadeira, mas antes de engravidar pela primeira vez, aos 19 anos, um médico lhe disse que teria que fazer tratamento para ter filhos, mas isso não foi preciso. “Foi um atrás do outro. Por um tempo tomava remédio, mas eu esquecia alguns dias e engravidava de novo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prematuros&lt;br /&gt;Maria Aparecida considerou o último parto, de anteontem, o mais difícil. “Estava acostumada a chegar no hospital e o bebê já nascer, mas demorou mais.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gerente administrativa da maternidade, Ana Maria dos Santos Pinho, 39, afirma que o parto foi prematuro, com 37 semanas, e que uma das gêmeas, Vitória, estava sentada. “Demorou a sair.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Vitória teve uma pequena falta de oxigênio e foi para UTI [Unidade de Terapia Intensiva], mas está bem e respirando sem ajuda de parelhos”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Aparecida terá alta hoje, pela manhã, mas as gêmeas ficarão internadas por mais uma semana para que atinjam o peso de, ao menos, 2,200 kg. Em tempo: Marina nasceu com 1,905 kg e Vitória, com 1,910 kg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laqueadura é cancelada por ausência&lt;br /&gt;Mesmo admitindo que não foi fácil criar todos esses filhos e que continua sendo sacrificado, Maria Aparecida diz que não quer fazer laqueadura (procedimento cirúrgico para evitar filhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu tenho medo. Prefiro que meu marido opere”, diz Maria Aparecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico diretor clínico e do serviço de planejamento familiar da Maternidade Santa Isabel, Sérgio Antônio, afirma que Maria Aparecida é uma das atendidas pelo programa e que sua operação já chegou a ser agendada anteriormente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Infelizmente ela não compareceu e não podemos obrigar ninguém a fazer isso. Precisamos da plena aceitação da paciente”, diz Antônio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o programa de Planejamento Familiar já atendeu mais de mil pacientes desde 2002. Objetivo central: evitar a gravidez indesejada e diminuir o registro de abortos clandestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doações&lt;br /&gt;Maria Aparecida está com hepatite B, que descobriu no final da gestação. Por isso, não poderá amamentar os bebês. “Vai ser difícil comprar leite, roupas, fraldas para duas”, diz. Os interessados em fazer doações podem ir à própria maternidade ou na casa da família: rua Antonio Bispo de Souza, 1-14, Jardim Eldorado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&amp;id=81&amp;mat=76234"&gt;Bom Dia Bauru&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4826046452359750441?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4826046452359750441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4826046452359750441' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4826046452359750441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4826046452359750441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/aos-44-anos-maria-tem-seu-16-filho.html' title='Aos 44 anos, Maria tem seu 16º filho'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6710669331078199983</id><published>2007-05-10T16:43:00.000-03:00</published><updated>2007-05-10T16:47:18.049-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acupuntura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='anestesia'/><title type='text'>Novos medicamentos, novos tratamentos, novas abordagens</title><content type='html'>Por Patrícia Mariuzzo e Murilo Pereira &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A toda experiência sensitiva e emocional desagradável, relacionada à lesão real ou potencial dos tecidos, é dado o nome de dor, segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (Iasp, na sigla em inglês). Cada indivíduo aprende a usar esse termo a partir das suas experiências e de sua cultura. Experiências essas que, mergulhadas como estão em determinados estilos de vida, fazem surgir novas dores ou até novas doenças. Livrar-se da dor ou aliviar aquela sensação desagradável é uma das preocupações mais antigas da humanidade. Dizia Hipócrates, considerado o pai da medicina, que aliviar a dor é uma obra divina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das mais antigas substâncias utilizadas pelo homem para aliviar a dor é o ópio. Em “Uma breve história do ópio e dos opióides”, artigo publicado na Revista Brasileira de Anestesiologia, Danilo Freire Duarte, farmacologista da Universidade Federal de Santa Catarina, conta que Celso, médico romano que viveu no primeiro século da era cristã, recomendava o uso do ópio para o alívio da dor. Ele mesmo foi autor de várias formulações que continham essa substância como principal ingrediente. Parece certo, portanto, que a partir dos romanos, a propriedade analgésica do ópio passou a ser reconhecida. A partir dele são obtidas drogas como a morfina e a codeína, os opiáceos. É possível também fabricar sinteticamente substâncias que têm ação semelhante, que são os opióides. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os opióides têm mantido a sua posição como o grupo farmacológico que confere analgesia mais potente”, explica Duarte. São usuários desses medicamentos as pessoas que sofrem de dores muito intensas, como pacientes com câncer, com grandes queimaduras, politraumatizados etc. As principais discussões em torno do uso dos opióides giram em torno dos efeitos colaterais que eles provocam: paralisia do estômago, prisão de ventre (baseado neste efeito, eles também podem ser usados para combater diarréias). Em doses maiores, ocorre queda da pressão arterial, diminuição da frequência respiratória e o coração fica mais lento. Além dos efeitos colaterais, há ainda questões importantes a serem respondidas, segundo Duarte, entre elas se essas drogas são igualmente potentes como analgésicos para qualquer tipo de doença, e o risco de vício para pacientes com dores crônicas, que recebem esses medicamentos por tempo prolongado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O farmacólogo explica que todos os efeitos dos opióides, inclusive os adversos, são decorrentes das interações que ocorrem entre essas drogas e receptores específicos do sistema nervoso, tanto os que transmitem quanto os que inibem a dor. “Os conhecimentos atuais de farmacologia clínica permitem selecionar o opióide a ser administrado, buscando obter o máximo de analgesia com o mínimo de efeitos colaterais. Essa relação custo-benefício se tornará ainda mais efetiva quando as pesquisas levarem a uma maior identificação de sub-tipos de receptores, a um maior esclarecimento da interação opióide-receptor e à síntese de novos opióides com ação mais seletiva ou mesmo específica”, conclui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cientes dos efeitos colaterais do uso prolongado de analgésicos e antiinflamatórios, os profissionais da saúde têm buscado combinar técnicas de tratamento convencional à medicina tradicional. A hipnose, a fitoterapia e a acupuntura são algumas delas. “Nos últimos anos a utilização de medicamentos fitoterápicos vem crescendo significativamente e isso se deve principalmente à comprovação, por meio de estudos clínicos, da segurança e da eficácia desses medicamentos”, acredita Marcos Korukian, médico do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Escola Paulista de Medicina. Ele participou da pesquisa que resultou no primeiro fitoterápico antiinflamatório tópico brasileiro, criado a partir do extrato da erva-baleeira, também conhecida como maria milagrosa. O produto é vendido pela Aché Laboratórios Farmacêuticos S/A com o nome de Acheflan e faz parte de uma linha de fitomedicamentos criada pela empresa, a Phytomedica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medicamento é indicado para o tratamento de traumas, dores musculares e tendinites. “Os estudos realizados mostram que os pacientes tratados com a pomada fitoterápica tiveram alívio mais rápido da dor e da inflamação. O tratamento foi, em geral, mais eficaz do que naqueles que utilizaram o diclofenaco dietilamônico, princípio ativo presente nos antiinflamatórios convencionais do mercado, com o mesmo perfil de segurança”, explica Korukian. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra aposta na pesquisa de novos medicamentos para conter a dor é o desenvolvimento de remédios a partir de toxinas de outros seres vivos. O Centro de Toxicologia Aplicada, CAT, um dos dez Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids), criados pela Fapesp em 2000, sintetizou a proteína enpak, sigla para endogenous pain killer, ou analgésico endógeno, obtida a partir do veneno da cascavel. Os testes mostraram que o enpak tem, em uma única dose, poder de analgesia 600 vezes superior ao da morfina. O efeito se prolonga por até cinco dias sem efeitos colaterais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agulhas no sistema único de saúde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra técnica tradicional para aliviar a dor, que tem sido alvo de pesquisas científicas é a acupuntura. Um exemplo é o trabalho da médica obstetra, especialista em acupuntura, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Roxana Knobel&lt;/span&gt;, desenvolvido no Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher, Caism, da Unicamp. Ela concluiu que a acupuntura contribui de maneira eficaz para aliviar a dor durante o processo de dilatação que antecede o parto propriamente dito. “As parturientes do grupo placebo receberam três vezes mais drogas, analgésicas e/ou tranquilizantes, do que as que receberam acupuntura. Embora a diferença entre a via de parto não tenha sido estatisticamente significativa entre os grupos, observou-se que no grupo controle houve praticamente o dobro de cesáreas que no grupo que utilizou a acupuntura, devido à intensidade da dor”, explica Knobel. A técnica também se mostrou segura, pois não houve nenhum efeito colateral para as mães e tampouco para os bebês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parto é dividido em três fases: a primeira, dilatação, vai do início das contrações uterinas até que o colo se dilate por completo. Segundo a médica, esta fase pode durar até oito horas e é muito dolorosa para a mulher. A segunda vai da dilatação completa até a saída do bebê. Demora 30 minutos. A terceira fase é a expulsão da placenta. “Mesmo atualmente, com os avanços das técnicas analgésicas e a possibilidade de alívio, a dor do parto ainda é tida como uma das mais intensas sentidas pelo ser humano e certamente é temida pelas parturientes, preocupando familiares e a equipe de saúde envolvida”. Uma opção são as drogas opióides, mas elas têm efeitos colaterais intensos, podendo causar depressão respiratória na mãe e no recém-nascido. Daí a importância de aliviar a dor no período da dilatação. No estudo a obstetra fez aplicações de acupuntura nas costas ou na orelha das parturientes. O grupo de controle recebeu tratamento simulado (leia mais sobre dor do parto nesta edição).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mecanismos pelos quais a acupuntura atua no controle da dor não estão totalmente esclarecidos, mas demonstrou-se que são intermediados pelo sistema nervoso central. Pesquisas realizadas na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostraram que a aplicação das agulhas promove a liberação ou o melhor aproveitamento da serotonina. A substância age como potente analgésico nos nervos periféricos, que se prolongam pelos braços, pernas e pelo tronco. Em entrevista para a revista Pesquisa Fapesp, o neurofisiologista Luiz Eugenio Mello disse que a acupuntura precisa da serotonina para funcionar. “Não sabemos como começa o processo, nem se a serotonina é produzida em maior quantidade ou apenas é melhor aproveitada pelos neurônios”, explicou. Já foi comprovado clinicamente que a técnica milenar chinesa baseada na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo, é eficaz também no combate à dor intensa e às náuseas provocadas pelo uso de medicamentos contra o câncer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dez anos reconhecida como especialidade médica no Brasil, a acupuntura era acessível apenas para as pessoas que podiam pagar consultas particulares com especialistas. No entanto, a prefeitura Municipal de Campinas, por meio do Grupo de Estudos e Trabalho em Terapias Integrativas (Getris), oferece, desde 2003, tratamento com acupuntura pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “A idéia é tratar o paciente que se queixa de dor com acupuntura enquanto é feita a hipótese diagnóstica”, explica William Hyppolito Ferreira, coordenador técnico da área de saúde integrativa da Prefeitura de Campinas. Tendinite, bursite, lombalgia, fibromialgia, depressão, distúrbios do sono, distúrbios de ansiedade, cefaléias e outras doenças, são tratadas com a terapia. O principal ganho, segundo ele é tirar o desconforto causado pelo quadro doloroso no paciente enquanto ele passa pela rotina normal de consultas, exames etc. “Melhora também a relação médico-paciente porque a pessoa passa a confiar mais no médico”, acredita ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje a prefeitura conta com 114 médicos especialistas em acupuntura, num universo de cerca de mil médicos. O Getris também realiza cursos para formação de médicos da rede pública que queiram aprender a técnica. Um estudo do Grupo apontou diminuição de 12,5% ao mês no uso de antiinflamatórios à base de diclofenaco. Ferreira ressalta que, mais importante que reduzir os gastos públicos com esse tipo de remédio, é a ausência de efeitos colaterais proporcionada pela acupuntura. Esse estudo será apresentado no 2º Congresso Mundial de Acupuntura Médica que acontece no mês de junho, em São Paulo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudando o foco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Sociedade Brasileira de Hipnose esta técnica abrange qualquer procedimento que venha causar, por meio de sugestões, mudanças no estado físico e mental, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, no comportamento, nos sentimentos, nos pensamentos e na memória. Uma das indicações do uso da hipnose é para analgesia. Ela funciona de maneira a desviar a atenção do paciente, de modo que o cérebro não perceba o problema da dor ou o interprete de maneira diferente. Na fibromialgia a hipnose é frequentemente usada para diminuir a sensação desagradável. “No nosso cérebro, os centros que interpretam a intensidade da dor e o quanto ela é desagradável estão em lugares diferentes. A hipnose pode, de maneira segura, dissociar esses dois aspectos da dor, para benefício do paciente”, explica o reumatologista Eduardo dos Santos Paiva, chefe do ambulatório de fibromialgia do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná. Segundo ele, utilizando exames em tempo real que mostram as áreas do cérebro sendo ativadas ou desativadas, já foi demonstrado que a dor pode ser modulada para mais ou para menos utilizando a hipnose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o controle da dor esbarra na lei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das formas alternativas de tratamento da dor, talvez uma das mais controversas seja o uso da maconha. Isso ocorre principalmente pelo fato de grande parte da discussão se sustentar mais em paixões e preconceitos do que no conhecimento científico. Esta é a crença do farmacologista Elisaldo Carlini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que há 50 anos estuda os princípios ativos da Cannabis sativa e sua colaboração à medicina. Em uma conferência na 58ª reunião anual da SBPC, em julho de 2006, Carlini apresentou estudos sobre as propriedades terapêuticas da erva e comentou sobre a legalização de seu uso medicinal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carlini, há cinco mil anos os chineses já faziam uso da maconha como anestésico em cirurgias. Em 1964, ao isolarem a estrutura química da C. sativa, foram encontradas cerca de 500 agentes químicos. Outros estudos comprovaram a eficácia da droga no controle das dores neuropáticas, comum em pacientes que sofrem de esclerose múltipla. No tratamento dessa doença, pacientes que fizeram uso do cigarro da maconha alegaram ainda a redução das dores musculares e da fraqueza nas pernas, e também na ansiedade, depressão e sobre as dores crônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vários estados norte-americanos e países europeus, como Holanda e Bélgica, o uso terapêutico da maconha é permitido para o tratamento de câncer, aids e esclerose múltipla. Para Carlini, a medicina como um todo ganharia se essa regra valesse também para o Brasil. Segundo ele, é muito comum a depressão em profissionais da saúde que convivem diariamente com o sofrimento de pacientes terminais. Reduzir os sintomas dos doentes também ajudaria a melhorar a qualidade de vida de médicos e enfermeiros. “É insensato se preocupar se o paciente terminal que usar a maconha vai ficar viciado ou não, ele tem apenas alguns meses de vida”, disse Carlini na ocasião. “Nosso trabalho é fazer com que ele tenha um fim de vida digno”, acrescenta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;edicao=24&amp;id=273"&gt;Comciência&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6710669331078199983?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6710669331078199983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6710669331078199983' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6710669331078199983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6710669331078199983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/novos-medicamentos-novos-tratamentos.html' title='Novos medicamentos, novos tratamentos, novas abordagens'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7586629553544999626</id><published>2007-05-09T15:54:00.001-03:00</published><updated>2007-05-09T15:54:44.842-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='governo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eventos'/><title type='text'>Semana do Parto Respeitado</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img src="http://i11.photobucket.com/albums/a185/triciacavalcante/smpr.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;De 07 a 13 de maio acontece a &lt;a href="http://www.humpar.org/semanapartorespeitado.htm"&gt;Semana Mundial do Parto Respeitado&lt;/a&gt;, criada pelo Humpar com colaboração da Ong argentina &lt;a href="http://www.dandoaluz.org.ar/"&gt;Dando a Luz&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Semana Mundial do Parto Respeitado , iniciativa da Associação Francófona pelo Parto Respeitado (&lt;a href="http://afar.info"&gt;Alliance Francophone pour l'Accouchement Respecté&lt;/a&gt;), é celebrada , desde 2004, durante o mês de Maio em diversos países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este ano, realiza-se de 7 a 13 de Maio e tem como tema o "Nascimento Respeitado", título inspirado no selo de qualidade promovido pela Coligação para a Melhoria dos Serviços de Maternidade (Coalition for Improving Maternity Services, a partir de Iniciativa Amiga das Mães e Bebés (Mother-Baby Friendly Childbirth Initiative). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da segurança física básica, a segurança emocional e psíquica é outra condição essencial para assegurar que o processo do parto e do nascimento permaneça um evento fisiológico e não médico, preservando, assim, para as mulheres e seus filhos, sesaspectos íntimos e civis. Assim, este ano, três aspectos estão em destaque durante a Semana Mundial do Parto Respeitado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. a necessidade de qualidade, num momento em que as maternidades são pressionadas por questões de rentabilidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. a quantidade e a qualidade dos serviços prestados pelos profissionais, aspecto directamente relacionado com a qualidade do atendimento ao parto e nascimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. o respeito pela escolha do local do parto e nascimento pela mulher e seu companheiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7586629553544999626?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7586629553544999626/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7586629553544999626' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7586629553544999626'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7586629553544999626'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/semana-do-parto-respeitado.html' title='Semana do Parto Respeitado'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1629655468072311996</id><published>2007-05-09T14:56:00.000-03:00</published><updated>2007-05-09T14:57:31.748-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Teste polémico diz sexo de bebé na sexta semana de gravidez</title><content type='html'>&lt;em&gt;Um teste de ADN que indica o sexo de bebés quando eles ainda estão na sexta semana de gestação está causando polémica no Reino Unido.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teste, feito em casa, é vendido na Internet pela empresa DNA Worldwide. Por 189 libras, o consumidor pode saber o sexo do seu filho em até seis dias úteis; se estiver apressado, pode optar por pagar 240 libras e sabê-lo em quatro dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupos antiaborto criticaram o teste, alegando que casais poderiam optar por abortar filhos "do sexo errado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a empresa afirma que três em cada quatro casais britânicos querem saber de antemão o sexo do seu filho e não estão dispostos a esperar 20 semanas, prazo requerido para os testes com exame de ultra-som.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu sítio na Internet, a DNA Worldwide explica que a identificação do sexo da criança é feita pela análise de uma amostra de sangue da mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Durante a gravidez, pequenas quantidades de ADN do bebé passam para a corrente sanguínea da mãe; assim, com uma pequena gota colhida do dedo da mãe, podemos analisar o ADN do bebé", diz um texto que apresenta o produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os médicos procuram o cromossoma Y, cuja presença no ADN da criança assegura que o sexo é masculino; se o Y está ausente, alega a empresa, é possível dizer com 99% de certeza que o sexo é feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o teste estiver errado, a DNA Worldwide promete devolver o dinheiro da compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entidades que fazem campanha contra o aborto criticaram o teste. Eles temem que casais descontentes com o resultado interrompam a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michaela Aston, da organização britânica Life, disse que o teste é "muito perigoso". "Pode levar ao aborto de bebés simplesmente pelo facto de serem do ´sexo errado´", afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, recém-nascidos, sejam meninos ou meninas, têm necessidades iguais, e o sexo da criança não aumenta nem diminui a necessidade de planeamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julia Millington, da Prolife Alliance, acrescentou que o risco de abortos é "real", sobretudo em áreas do país onde se concentram comunidades de imigrantes que atribuem valores distintos a um bebé do sexo masculino ou feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já chegamos a uma situação alarmante, em que hospitais em algumas partes do Reino Unido não revelam o sexo de uma criança antes do nascimento por causa da prevalência do aborto, se o bebé for do ´sexo errado´", ela disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O facto de hospitais adoptarem estas políticas mostra que existe um problema nesse assunto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, a maioria dos hospitais britânicos diz, aos pais que quiserem sabê-lo, qual será o sexo deoseu filho a partir da 20ª semana de gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.acores.net/noticias/view-18153.html"&gt;Açores Net&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1629655468072311996?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1629655468072311996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1629655468072311996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1629655468072311996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1629655468072311996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/teste-polmico-diz-sexo-de-beb-na-sexta.html' title='Teste polémico diz sexo de bebé na sexta semana de gravidez'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1182215741847189400</id><published>2007-05-06T19:36:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T19:38:08.132-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parteira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>ENTREVISTA COM A PARTEIRA MADRINHA CRISTINA</title><content type='html'>&lt;em&gt;Curitiba/PR 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Adelise Noal Monteiro - médica e parteira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Esta entrevista foi divulgada na lista "Hinos da Semana", do Cefluris, dia 8 de agosto de 2005. A autora participou do Painel Arte de Partejar apresentado através da Associação C.H.A.V.E. Centro de Harmonia, Amor e Verdade Espiritual, no Fórum Social Mundial de 2005, sediado em Porto Alegre. Adelise ganhou o I Prêmio Nacional Amigas do Parto 2005).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Como começou seu trabalho de parteira? Como a senhora&lt;br /&gt;aprendeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Rapaz!... o trabalho começou pela intuição, meu padrinho me mandou, pra eu fazer um parto com o Santo Daime e eu fiz. Chego lá, faço as minhas preces a Nossa Senhora do Bom Parto, acendo o ponto da vela junto com o Santo Daime e aí início, rezando a prece. Dou um pouquinho de Santo Daime pra mulher e nós ficamos ali, dando aquela assistência a ela conforme as contrações que ela vai sentindo. Porque às vezes vêm as contrações e não é a hora do parto. Quando dá a primeira dose do Santo Daime ele vem e controla. As vezes passa o dia, quando é no outro é que vai iniciar. As vezes é pra logo e então, em pouco tempo antes de terminar a vela o trabalho tá realizado. Aí eu dou a segunda dose, vem vindo as contrações e eu vou ajudando também. Quando chega a hora, o nenê vem fácil, eu pego. Depois vem a placenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E os instrumentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Os instrumentos, eu mesma faço. Depois que nasce o nenê, eu não corto o cordão em seguida, deixo ele ali. Aí, vou rezando as minhas preces, mexendo na mulher manipulação do abdômen, massagens) pra placenta descer, quando ela desce, aí, eu vou e corto. Corto com tesoura, pinças que me deram. Amarro com um cordão, coloco o Santo Daime com algodão. Faço isso até cair. Todo dia molhar com Santo Daime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Como a Senhora aprendeu o ofício de parteira? Como foi seu primeiro parto? Quem lhe ensinou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Eu assisti em mim mesma, que a minha sogra fez e eu prestava atenção. Depois eu já era ajudante dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A sua sogra era uma parteira! Como era o nome dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Maria, Maria Francisca das Chagas, já faleceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Morava no Mapiá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Era a mãe do meu esposo, aí aprendi com ela. Ela foi ficando velha e passaram pra mim e eu fui fazendo e fui passando pra outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Pra quem que a senhora passou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - As que estão com a gente. A Maria Brilhante, sua filha Osmarina também. A Dalvina e a Maria Francisca. Elas aprenderam com a mãe delas que também era parteira. A Maria Corrente. A Maria Nogueira a mais antiga, chamada para os partos mais complicados. Ela é rezadeira. A Silvia, minha filha e a Rosa acompanham, dão assistência as parteiras. Assim a gente vai aprendendo umas com as outras. A gente se reúne, aí fica junto (ficar junto com um sentimento de comunhão). E agora apareceu na nossa comunidade uma médica. Então, ela ajuda mais porque é médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quando uma mulher entra em trabalho de parto vocês vão juntas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Não, vai uma ou duas pra auxiliar. Depois a gente vai lá fazer uma visitinha. Porque ninguém quer muita gente, é bom pouquinha gente pra dar assistência ali. A gente sempre se reúne e conversa quando tá junto, passando como é e tal... Aí cada uma tem as suas&lt;br /&gt;entidades que acompanham a gente e que pode ajudar naquele trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Nesse sentido espiritual, quem a senhora buscava quando fazia&lt;br /&gt;os partos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Rapaz!... Eu sempre busco Deus primeiramente nas alturas e&lt;br /&gt;meu Padrinho foi quem me deu essa virtude aqui na terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Padrinho Sebastião?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Sim, e também a minha sogra, porque eu aprendi com ela e eu sinto ela ao meu lado. E o meu protetor, que eu também tenho, o meu anjo da minha guarda, meu guia espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quantos partos a senhora fez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Uns 50 partos. Aí parei. Quando me chamam eu boto outra, porque peguei esta doença aí. Ela tem DBPOC - doença pulmonar obstrutiva crônica. Pra fazer parto é preciso ser sadio. As vezes o nenê nascia e eu não tinha os aparelhos. Era preciso colocar a boca pra&lt;br /&gt;tirar as secreções do nariz, puxar pra ele respirar. Eu fazia tudo isso porque não tinha os aparelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quando tinha laceração do períneo, como fazia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Ficava assim mesmo, fazia cozimento de ervas, banho de assento todo dia, de manhã e de tarde. Passava mercúrio e até o Santo Daime no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quais as plantas usadas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Cajueiro, algodoeiro, as folhas. Ia cicatrizando, era assim, tudo naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora teve algum problema de hemorragia no parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Graças a Deus não. Já nasceram dois nenês de bunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora nem sabia?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Nem sabia, quando vi fiquei admirada. Mas aí tem que confiar. Botei a mulher num assento, num banquinho. Porque deitada é muito ruim. Ou até de pé mesmo. Seguro... A mulher faz força e mando abaixar... Uma delas, foi a filha do Padrinho e outra senhora lá. Mas&lt;br /&gt;foi rápido, foi saindo, eu fui ajudando com a mão e com o dedo, na força... A gente pega... não é como no hospital... e dá assistência a mulher e o nenê durante 8 dias depois do parto. Fico cuidando do nenê, dando banho, cuidando do nenê até o umbigo cair. Só depois vai. Sendo perto de casa, a gente vai todo dia, até completar 8 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E fica durante todo trabalho de parto com a mulher ali?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Todo tempo. Ninguém sai. A gente fica, dá um purgante. Óleo de rícino e chá de laranja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Massagem a senhora faz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Fazia sim. Apalpava... balanço nas cadeiras na hora da contração... É muito bom! As mulheres dizem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai Madrinha! Chega aqui!... Passa a mão aqui!... Que alívio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E o Daime, como a senhora avaliava a dose a ser tomada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - As vezes eu dava assim... Primeira dose dois dedos. Na primeira hora, se acelerava, dava mais um dedo. Se a contração aumentava, eu dava mais um pouco, um dedo, de meia em meia hora. As vezes é rápido. E tem vezes que depois da primeira dose, o Daime&lt;br /&gt;acalma. Parece uma força de lua, uma coisa que o nenê tá sentindo. E as vezes passa uma noite e volta no outro dia e recomeça a tomar o Daime, e vem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E o período expulsivo como a senhora conduzia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - A hora que dá vontade de empurrar... Toma o Daime mais um&lt;br /&gt;pouquinho... as vezes fica ali, vai e volta, e com o Daime... Tuft!... E sai mesmo. A placenta se demora, com o Daime sai. Vai balançando o cordão. E ela vem, se puxar... Aí, fica tudo limpinho. Peguei meus netos, todos os bisnetos e outros. Um punhado de gente. Eu sou a mamãe velha!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quando a senhora fazia os partos, trabalhava com alguém lhe auxiliando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Com uma filha ou sempre com a assistência daquelas que fazem&lt;br /&gt;parto também, a Dalvina que a mãe dela também foi parteira. Nós duas juntas, era uma beleza! Ela tem a força dela, eu tenho a minha. A gente junta as duas forças. Ela sabe como é. Fica tudo mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora nunca fez parto sem o Daime?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Nunca fiz. Só os meus, dos primeiros filhos foram sem Daime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Então a sua sogra já era parteira antes do Daime?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Depois que eu passei pro Daime, mudou o ritmo da gente com o Santo Daime. Tinha a bebida e era natural o nascer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Como a senhora combinava para fazer o parto? Acompanhava a gravidez ou era só na hora do parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - As vezes eu tava em casa quando chegava alguém:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Madrinha! Mandaram buscar a senhora para fazer um parto. E eu ia. As vezes nem conhecia. Ali no Purus. As vezes no trabalho de Daime começava e eu tinha que sair do trabalho para fazer o parto. Era assim, eu não dei assistência os nove meses. A gente dava umas orientações&lt;br /&gt;quando elas pediam e algumas massagens. Só agora com a Guete, se faz isso. Ela é médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E o material para fazer o parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - A gente comprava uma tesourinha... queimava com álcool. O cordão umbilical prendia com cordão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quando aparecia uma mulher com parto complicado ou gravidez de risco, como vocês descobriam o problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - A gente via e levava pra Boca do Acre. Mas eu, graças a Deus, no tempo que eu pegava menino, nunca tive este problema. Agora tem uma médica lá, que faz o encaminhamento, se precisar. Na floresta a gente tem que se socorrer com o Senhor Divino, com Deus e tomo Daime e expulso tudo. Muita gente sangra muito, toma Daime e fica bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - O que a senhora entende sobre a ação do Daime na hora do parto? Como ele funciona? Ajuda na força da contração, no alívio da dor, na mãe que fica calma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Ele ajuda, funciona muito bem. A gente reza confiando em Deus, primeiramente, que está nas alturas e naquela bebida que a gente consagra, um Ser divino, na Virgem Mãe Soberana que é nossa guia. Nós chamamos pela Virgem Soberana Mãe e o Nosso Patriarca, e eles vêm nos ajudar. E eu acho que ele dá aquela força muito boa, expulsa muito bem,&lt;br /&gt;cuida muito bem. Porque o invisível é coisa que a gente não vê. Ele chega e faz o trabalho e você fica até admirada! Agora, o invisível é coisa que a gente não pode explicar pra ninguém. A Nossa Santa Maria, a Nossa Santa Mãe de Deus que nos ajuda a dar calma e paciência e é a&lt;br /&gt;Nossa Diretora de todo nosso trabalho, que sem a Mãe nós não somos nada. Só é com o Pai, a Mãe e o Filho e o Espírito Santo que é o Divino e com esses nós estamos aqui. Não posso dizer que não estou com estes seres porque é quem nos acompanha. Consagro no meu coração e serei eternamente filha de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe sou chorona! Me emocionei...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Não Madrinha, a senhora é uma flor! É que o parto tem uma intensidade emocional muito grande, então, a senhora, lembrando de tudo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - É coisa muito fina mesmo, a gente ali tá, chega na hora do parto, a responsável por tudo é a gente e na floresta principalmente. Por isso que eu digo, eu confio nos seres que me acompanham. Se eu não confiasse, eu não faria. Por que eu não sei, quem sabe é ele, o Daime. Ele me ensina, e eu faço. E aí, eu apresento o saber que ele me ensina!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora chegou a fazer partos em mulheres que não eram do Santo Daime? Ou todas sempre eram da comunidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Não, eu fiz sem ser do Santo Daime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Então a senhora levava o Daime pra elas tomarem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Levava, se ela quisesse com o Daime eu fazia, se não quisesse eu não fazia. Só se o menino estivesse saindo eu pegava, mas dizia também que eu não era responsável.Com o Daime, eu sou. – Quer tomar o Daime? Se ela falava quero... Então, tomou... Aí eu ficava tudo bem, aí muda tudo, Porque a gente tá com o Daime e ele é quem... Mais sem o Daime... Rapaz! Sem o Daime, eu não faço parto não! Se ela diz: -&lt;br /&gt;Eu quero. Aí eu dou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - As que não eram da comunidade e tomavam o Daime no trabalho de parto, como reagiram, o que elas disseram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Muito bem, se sentiram muito bem, carinhosas!... Também eu dou de conformidade porque eu não vou... Eu dou pra ajudar a fazer o parto. Depois, se ela quiser continuar, né... Se não quiser... As vezes continua, as vezes não. Só vem na hora da história mesmo e deixa... Isso é de cada um, mas o meu trabalho, eu só apresento com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quais são as outras coisas que a senhora faz durante o trabalho de parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Defumação. Eu faço aquela defumação no quarto. "Defuma esta casa bem defumada, com a cruz de Deus ela vai ser rezada". Aí a gente defuma todo quarto, defuma a mulher também. Isso é uma ajuda espiritual. Afasta também aqueles espíritos que estão ali nos arrodeando para incorporar naquele ser que vai nascer. A gente fica chamando as coisas boas, cantando hinário, liga o gravador, cantando os nossos hinos, as nossas chamadas. Boto o hinário do Padrinho Sebastião, da Madrinha Rita, bota do Mestre Irineu, do Padrinho Alfredo, aí vem chamando até que chega o nenezinho. Todo mundo feliz, satisfeito. Então esta defumação, são as ervas que nos ajudam a afastar as coisas ruins que nos arrodeiam. A gente só chama coisa boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora lembra de algum parto que lhe chamou mais atenção e que quisesse contar pra nós?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Só esse mesmo de dois, que precisou ir na maternidade. Lá na Cinco Mil ainda -perto de Rio Branco, no Acre. Porque teve o primeiro, foi normal, mas o segundo quando veio, eu não tinha feito nenhum parto assim de dois. Ele botou só a mão e eu não sabia movimentar nem nada, ainda até levei lá. O médico tinha dito pra mulher que um estava bem e o outro atravessado, que ela fosse ter no hospital, mas ela não queria ir. Aí eu disse, vou pegar o menino, mas se houver um problema na hora eu mando levar e assim a gente fez. Levamos, teve que operar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Deu tempo de salvar o nenê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Não, quando chegou lá, ele faleceu. Só esse, por aí eu fui ficando meio... Esse negócio de dois eu não quis saber não. Mas já faz anos, foi quando eu comecei. Agora já os meninos, tá tudo grandão, os que eu peguei. Só esse, o resto tudo foi bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quanto tempo faz que a senhora parou de fazer parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Acho que foi do Artur o último. Faz 7 anos. Lúcia Arruda (acompanhante da Madrinha) - Mais sempre ela dá assistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Uma assistenciazinha ali...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - O pessoal confia muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - De eu estar lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - O pessoal pede, mesmo que a senhora não pegue, esteja perto.&lt;br /&gt;Que ela dá ajuda as parteiras mais novas, então, mesmo que ela não&lt;br /&gt;esforce...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Ela dá segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Dou segurança ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - "Faz isso menina. Manda a mulher pra deitar." Eu já vi ela fazer esse trabalho, e sei que é muita intuição. Ela tem muito jeito. Pra cada caso... não é uma coisa técnica, igual pra todas. Ela tem aquela sensibilidade para saber o que a mulher precisa. Mulheres mais&lt;br /&gt;agitadas, ela consegue acalmar. Mulheres que são mais moles, ela já agita pra mulher não dormir. Ela tem a sensibilidade pra saber se está perto, se vai demorar, coisas que o olho dela vê. O olho já espiritualizado nesse sentido. As vezes, é engraçado, ela descobre quando a mulher tá grávida e a mulher nem sabe ainda. As próprias mulheres que estão gestantes confiam muito nela, as vezes mais que em médico. Então, isso não deixou que ela deixasse de vez, se aposentasse dessa tarefa. Tem casos que a mulher grávida diz: "Madrinha, eu quero&lt;br /&gt;que a senhora esteja. A senhora tem que estar!" Ultimamente ela não tava nem bem, com falta de ar. Uma mulher foi ter nenê, foi preciso ela ir, foram buscar. Foi ela botar o pé lá. O nenê foi nascendo. Só a presença dela assim dando força, sabendo dar uma dose boa de Daime.&lt;br /&gt;Porque o Daime sabe, na hora da contração. Aí o Daime vai, e dá pra mulher o que ela precisa. A calma ou a força, e a Madrinha tem muito essa sensibilidade intuitiva. Quando começou a chegar a medicina, eu notei que as próprias parteiras ficaram mais inseguras. Quando era só elas na comunidade, não tinha pra onde correr, só elas mesmas. Mas agora como chegou médico, elas já ficam mais inseguras ou as próprias gestantes também ficam mais medrosas. Tudo isso tem. Chegou uma modernidade e as próprias gestantes vão procurar o centro médico, têm medo, vão fazer cesariana essas coisas todas que chegou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Mas a Guete (médica da comunidade) também é com o Daime. Ela entra com a gente também. Ela dá uma força também. Se precisar cortar ela sabe, pontear também. A gente dá a assistência pras irmãs, mas nenhuma de nós temos documento de ser parteira profissional. Só parteira da nossa comunidade. A gente é chamada pra aqui e acolá, e a&lt;br /&gt;gente vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora sabe se já tem uma parteira do Daime no Juruá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Sei não, eu fui lá só uma vez, logo quando começou, quando abriu. Agora nunca mais. Mais elas normalmente andam umas com as outras, as irmãs nossas com as outras caboclas. Tem muita velha, idosa, antiga. Isso tudo é velho e sabido. Lá é que é bom fazer essas coisas com aquelas velhas lá. Ir lá, dá uma viajada lá, É uma beleza assim... De conhecer, vai lá você um dia, mais a turma aí. Pois é, tem que dar uma combinada aí com o Padrinho Alfredo e vai fazer estes trabalhos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E a Madrinha Rita tem este ofício?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Não, parteira não. Ela tinha a mãe dela que era minha sogra, mãe do Neo que era parteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Já é falecida a Mãinha, mãe da madrinha Rita e do Padrinho Neo. Ela que era a grande parteira da família que ensinou pra Madrinha Cristina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Como era o nome dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Maria Francisca das Chagas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Ela tinha todo material necessário. Uma balancinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Quem tinha era a Dona Maria Corrente, mãe da Dalvina. Quando ela faleceu passou pra mim. Ganhei dela. Mas a gente dá pra uma, dá pra outra, e quando vê, perderam. A Dona Maria Corrente tinha a bolsa que ela fez lá em Rio Branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Ela fez um curso de parteira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Eu acho que sim, que ganhou a bolsa... Mas tá bom. Depois vocês... Pra frente todos chega... Uma nova documentação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Então, a Maria Francisca da Chagas, mãe da Mad. Rita, Pad. Neo e Mad. Júlia é quem a senhora considera como sendo a primeira parteira, a mais antiga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Pra mim foi, que eu aprendi com ela. Ela fazia em mim, por mim, eu via ela fazendo em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quantos filhos a senhora teve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Eu tive 14. E ela foi quem... Só dois que eu não tive com ela. Fui pra maternidade no primeiro e o segundo tive na casa da minha mãe. Aí depois, foi só com ela mesmo. A família foi crescendo e eu não podia mais sair de casa e ela sabia fazer. Eu disse: - É aqui mesmo. O resto todos foi com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E quando é que começou a usar o Daime nos seus partos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Meu mesmo, só tive o último com o Daime. Os outros todos nãousava Daime, ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Ela usava alguma erva?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Só usava o purgante de mamona com chá de hortelã, chá de sene...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - E as ervas pra fazer banho de assento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - E estas ervas que a gente fazia os banhos de assento... Só&lt;br /&gt;isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora pode repetir pra mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Folha de algodão, casca de cajueiro. A gente bota pra cozinhar, faz aquele chá, uma pitada de sal, um óleo de andiroba, copaíba que a gente faz. Tudo isso é cicatrizante. Também as garrafadas de cachaça, tomilho, alfazema que a gente fazia. Outras ervas pra toda hora que tomava banho, tomava um dedinho, pra fazer uma limpeza por dentro. Nesse tempo que a gente não tomava Daime.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Então, está tendo uma transformação. Por exemplo, as mulheres que estão tendo nenê hoje, ficam até sentidas, porque elas não tem mais aquelas parteiras fortes como tinha... A Madrinha Cristina, a Maria Nogueira, parteira que a mulher confiava, sabia que o negócio era&lt;br /&gt;curto. Hoje em dia não está tendo uma formação assim como a Mãinha que passou pra Madrinha Cristina. Não sei a madrinha Cristina já espalhou muito. Mas não sei se despertou uma como ela. As filhas dela são todas muito jeitosas, mas não sei se tem uma que tenha recebido da senhora o bastão, a vocação. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - A Sílvia, ela se dedica para as outras mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Mas a Sílvia chega a fazer parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Sozinha não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Sozinha não, mas ela tinha aquela presença, quando ela chega ela sabe administrar um Daime, ela sabe fazer uma massagem na mulher. São presenças, para um parto caseiro, muito importante. Faz uma reza, faz uma corrente, percebe no ambiente se a mulher esta esmorecendo. Parto em casa precisa da corrente das mulheres. Embora, que são partos&lt;br /&gt;muito naturais, muito silenciosos. Tem uma coisa interessante, você só contagia com a presença da criança, diz o sexo, depois que a mulher desocupou. Antes disso o trabalho tá fechado ainda, nenê já nasceu. A madrinha também é muito jeitosa com o nenê. Mesmo que ela não esteja fazendo o parto, o pessoal quer que ela esteja ali pra pegar o nenê.&lt;br /&gt;Parto normal, tudo bem ritualizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - O que é desocupar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - É a saída da placenta. Aí eu rezo uma prece:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Minha Santa Margarida, não sou prenha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nem parida, me tira essas carne morta, que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu tenho dentro da minha barriga, que eu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quero passar pelo rol das paridas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí dá uma cutucadinha na placenta, na barriga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Se for preciso, mais um Daimezinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Mais um Daimezinho... Manda se levantar um pouco, ficar em&lt;br /&gt;pé um pouco também. Aí fico ali, dou um Daimezinho, dou massagem, mando&lt;br /&gt;sentar de novo. A gente bota água quente num vaso, manda sentar em cima&lt;br /&gt;e observar, quando demora... quando não demora. Logo... De repente vem.&lt;br /&gt;Depois de sair, aí fica todo mundo animado. Aí a animação reina na&lt;br /&gt;casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Tem um ritual também, quando o nenê tá nascendo a gente canta o&lt;br /&gt;hino do Mestre Irineu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Sol, Lua, Estrela. Quando ele vem apontando, vem saindo...&lt;br /&gt;Shuuummm! Aí ele sai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Então eu acho, que é mais uma força espiritual que chega. Na hora, ela tem o dom de curandeira, tem aquele olho bom pra saber o que precisa naquela hora. Que é mais essa sensibilidade... Não é uma coisa técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - A intuição é quem manda na hora, né.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - A intuição não só pra parto, todo mundo quando tem nenê sente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Os caboclos, revela tudo. As vezes tem muita gente que atua nos aparelhos, se vê os caboclos atuados, na hora que a gente tá no trabalho espiritual. A gente não sabe nem explicar, mas você, porque toma Daime, também sabe, e faz o parto também, sabe como é... Então, não tem nada pra explicar, já tá tudo dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num outro momento da entrevista Lúcia canta um hino presenteado para a&lt;br /&gt;Madrinha Cristina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou aqui, estou aqui,&lt;br /&gt;Porque Deus me determina&lt;br /&gt;Eu estou com a Virgem Mãe,&lt;br /&gt;Meu Padrinho e minha Madrinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu Padrinho e minha Madrinha&lt;br /&gt;Eu quero vos agradecer&lt;br /&gt;Por essas lindas palavras&lt;br /&gt;Que me fez renascer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na alegria e na esperança&lt;br /&gt;Dentro do meu coração&lt;br /&gt;De receber a vida&lt;br /&gt;Através da respiração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confia, confia, confia&lt;br /&gt;Nas minhas palavras&lt;br /&gt;Que há muito tempo eu deixei contigo&lt;br /&gt;Através da linda mensagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com todo sofrimento&lt;br /&gt;Não queira esmorecer&lt;br /&gt;Te firma na vida nova&lt;br /&gt;Que a mensagem vem dizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - É este o presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia - Na Nova Jerusalém, o hino que é o presente da madrinha Cristina é a Mensagem que fala da vida nova. Então aí, passado esse tempo... A Nonata, num trabalho forte dela, recebeu esta mensagem diretamente dele, do Padrinho Sebastião, pra entregar pra Madrinha, reforçando a fé, a esperança de uma cura, de uma melhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Acho que ele tá por aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha Cristina contando um pouco da sua história&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Madrinha Rita casou com o Padrinho Sebastião, ficaram morando lá...&lt;br /&gt;E o Neo veio pra Rio Branco com o pai dele. A D. Maria Francisca das&lt;br /&gt;Chagas e o pai dele, a Júlia, a Tetê e o Neo. Aí vieram morar lá no Rio&lt;br /&gt;Branco, perto da gente. Aí eu conheci eles. E por aí começou tudo! Aí&lt;br /&gt;casei com ele, com o Neo e fui morar na Colônia Cinco Mil. Aí o&lt;br /&gt;Padrinho quis vir aonde estava o seu Idalino com sua família. E veio...&lt;br /&gt;Quando ele chegou na Cinco Mil eu tava morando lá. Já tinha a primeira&lt;br /&gt;filha que é a Sílvia. Foi quando eu conheci os dois, (Padrinho&lt;br /&gt;Sebastião e Madrinha Rita).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ele chegou eu já sofria muito, sofria de muita coisa e ninguém&lt;br /&gt;sabia o que era. No fim, quando ele chegou, ele já trabalhava no&lt;br /&gt;espiritual, sem Daime mesmo. Porque ele começou sem Daime. Com Daime&lt;br /&gt;que ele recebeu mais coisas. Aí foi pra minha casa e lá ele viu e&lt;br /&gt;começou a me tratar. Fazer aqueles trabalhos e tal... Então, eu senti&lt;br /&gt;que fui melhorando daquelas coisas que me perseguiam. A gente quando é&lt;br /&gt;espírita, as vezes nem dá fé, chegam aquelas coisas... leva pancada,&lt;br /&gt;leva dor, e grita, e... As vezes são os espíritos... Daí pra cá ele foi&lt;br /&gt;me desenvolvendo e tal. Aí fui melhorando e me agarrei com ele, segura&lt;br /&gt;mesmo e tô aqui. Sofrendo mais sou feliz. Porque tenho ele no meu&lt;br /&gt;coração, entreguei meu amor a ele. Embaixo de Deus, de Jesus e ele na&lt;br /&gt;terra que me ensinou. Através de Jesus, mandaram tirar eu daquela&lt;br /&gt;escuridão que é coisa ruim. Aí fiquei com ele. Depois ele entrou no&lt;br /&gt;Daime, botou nós e eu tô feliz de tomar este líquido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quem não provou, venha provar,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;esta bebida que aqui está."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu conhece o meu hinário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Conheço. O Parto que fiz da Cristal, filha da Elisa e do&lt;br /&gt;Roberto em Dois Irmãos, na primeira fase do trabalho de parto, nós&lt;br /&gt;escutamos o seu hinário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Ah!... Então, foi bom! É um pouco sofrido meu hinário... que&lt;br /&gt;eu também sofri muito... até ver, sentir... mas tô bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha Cristina contando sobre sua família&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 14 filhos, 36 netos, 9 bisnetos e a vizinhança da comunidade que tem&lt;br /&gt;umas quatrocentas pessoas. Quase todos me consideram como uma madrinha,&lt;br /&gt;uma mãe. Aí, to aí... Nós que leva junto com a Madrinha Rita e o&lt;br /&gt;Padrinho Alfredo. Não é fácil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora chegou a fazer parto com os pais participando junto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - As vezes eles estão em casa, as vezes estão viajando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quando estavam junto eles ajudavam?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Ajudam. Eu chamo pra segurar a mulher, pra eles ver também.&lt;br /&gt;Pra eles ver o movimento da história como é e, pra sentir um pouco o&lt;br /&gt;que uma mulher passa. Muita coisa, né? Pra dar valor ao nascimento.&lt;br /&gt;Eles ficam contentes, tem deles que choram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - A senhora percebeu alguma coisa excepcional que relacionou&lt;br /&gt;com o fato de usar o Daime no parto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Esse do nenê que nasceu de bunda, porque eu tenho isso como&lt;br /&gt;um milagre. Um milagre que eu vi se realizar assim, de repente. Com isso a gente fica mais contente, né? Todo serviço com o Daime acaba ficando todo mundo bem, não dá hemorragia, a criança nasce bem, fica viva, graças a Deus tudo tem sido bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Quando a senhora fazia parto, dava Daime para todos os que estavam na casa ou só para a mulher grávida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Dou para os assistentes todos. Se tem três ou quatro pessoas, todos tomam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Mas não na mesma freqüência que a mulher grávida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Não, ela é mais, e a gente que tá assistindo ali...É umas duas ou três pessoas no quarto, o restante fica lá fora pra o que a gente precisar, chamar. Mas todos tomam Daime, trabalhando na casa e o hinário rola, a gente bota as fitas pra tocar e então a gente canta. As&lt;br /&gt;vezes tá com disposição e a gente fica cantando, é bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Então, madrinha obrigada pelo seu tempo, onde a senhora contou um pouco da sua história, seu trabalho de parteira, dessa sua vocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Nada, eu é que agradeço de você escutar essas palavras&lt;br /&gt;cansadas. Também que eu me acho um pouco cansada pra explicar, também&lt;br /&gt;não sei conversar muito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Mas o que importa é sua sabedoria...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - Mas a sabedoria divina que Deus me dá, eu... não tenho que&lt;br /&gt;negar, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adelise - Isso mesmo, então, muito obrigada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madrinha - De nada querida. Que Deus abençoe você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE&lt;a href="http://alto-das-estrelas.blogspot.com/"&gt;: Blog Alto das Estrelas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1182215741847189400?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1182215741847189400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1182215741847189400' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1182215741847189400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1182215741847189400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/entrevista-com-parteira-madrinha.html' title='ENTREVISTA COM A PARTEIRA MADRINHA CRISTINA'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1738462617303631469</id><published>2007-05-06T19:33:00.000-03:00</published><updated>2007-05-06T19:35:27.795-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><title type='text'>Consumo da ayahuasca por grávidas</title><content type='html'>O consumo da ayahuasca por mulheres grávidas, em período de amamentação e por crianças é um dos capítulos mais polêmicos do uso da ayahuasca no Brasil. Embora o governo brasileiro tenha reconhecido, na última resolução de 2004, o direito de uso da ayahuasca por menores de idade e grávidas em contexto religioso, o assunto continua despertando controvérsia e permanece muito pouco discutido na literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na linha do Cefluris/Santo Daime, o Daime é consumido, ao lado de outras ervas medicinais, durante o parto, que é geralmente conduzido por parteiras locais. A criança recebe uma gota simbólica de Daime por ocasião de seu batismo e depois passa a participar de cerimônias especiais voltadas para crianças e, em seguida, para adolescentes, chamadas respectivamente de “trabalho de crianças” e “trabalho de jovens”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais, pode-se dizer que o consumo do Daime por menores de idade se dá em conjunção com a criação de uma identidade religiosa, mediada pelo aumento progressivo das doses segundo aspectos individuais (características pessoais do jovem) e determinados valores culturais grupais. Faz-se necessário a realização urgente de pesquisas etnográficas e biomédicas sobre este tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja abaixo algumas das resoluções oficiais e notícias sobre pesquisas em andamento ou concluídas sobre o consumo da substância por grávidas e menores de idade. Em seguida, leia uma entrevista com a Madrinha Cristina, parteira do Cefluris/Santo Daime, importante liderança daquela comunidade (hoje falecida), onde ela narra a utilização do Daime durante os partos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Resolução Nº 4-CONAD, de 4 de novembro de 2004, postula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"CONSIDERANDO que a participação no uso religioso da ayahuasca, de crianças e mulheres grávidas, deve permanecer como objeto de recomendação aos pais, no adequado exercício do poder familiar (art. 1.634 do Código Civil), e às grávidas, de que serão sempre responsáveis pela medida de tal participação, atendendo, permanentemente, à preservação do desenvolvimento e da estruturação da personalidade do menor e do nascituro;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Relatório final do Grupo Multidisciplinar de Trabalho - GMT Ayahuasca - do Conad, apresentado em 23.11.2006, afirma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"IV.VIII – USO DA AYAHUASCA POR MENORES E GRÁVIDAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"GRÁVIDAS&lt;br /&gt;35. Tendo em vista a inexistência de suficientes evidências cientificas e levando em conta a utilização secular da Ayahuasca, que não demonstrou efeitos danosos à saúde, e os termos da Resolução nº 05/04, do CONAD, o uso da Ayahuasca por menores de 18 (dezoito) anos deve permanecer como objeto de deliberação dos pais ou responsáveis, no adequado exercício do poder familiar (art. 1634 do CC); e quanto às grávidas, cabe a elas a responsabilidade pela medida de tal participação, atendendo, permanentemente, a preservação do desenvolvimento e da estruturação da personalidade do menor e do nascituro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ha notícias de pesquisa sobre o uso da ayahuasca por grávidas e em fetos e crianças. No site da União do Vegetal (UDV), há a seguinte informação sobre uma pesquisa em andamento, entitulada "Efeitos da Hoasca na Gestação":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Com o objetivo de investigar os efeitos do chá Hoasca na gestação e no desenvolvimento de crianças nascidas de mães que o utilizaram durante a gravidez, um grupo de profissionais de saúde da UDV ligados ao Demec realizou na cidade de Fortaleza, Ceará, um estudo piloto retrospectivo. Através de entrevistas e aplicação de questionários e testes, procurou-se estabelecer a ocorrência de patologias obstétricas entre aquelas gestantes, além de avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor das crianças nascidas dessas gestações. Os resultados obtidos necessitam de avaliação metodológica crítica e tratamento estatístico adequado para serem publicados". Não foi possível obter maiores informações sobre o andamento desta pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://alto-das-estrelas.blogspot.com/"&gt;Blog Alto das Estrelas&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1738462617303631469?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1738462617303631469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1738462617303631469' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1738462617303631469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1738462617303631469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/05/consumo-da-ayahuasca-por-grvidas.html' title='Consumo da ayahuasca por grávidas'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2741619385877060589</id><published>2007-04-30T17:03:00.000-03:00</published><updated>2007-04-30T17:04:43.562-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>*Estudo revela ausência de câncer de mama em índias*</title><content type='html'>19/04/2007 15:40*&lt;br /&gt;Da Assessoria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Dia do Índio, comemorado hoje (19.04), vale a pena dar ênfase ao primeiro&lt;br /&gt;estudo em genética sobre a ausência do câncer de mama em índias brasileiras.&lt;br /&gt;Trata-se de uma pesquisa inédita e revolucionária, coordenada pelo&lt;br /&gt;especialista em Oncologia/Mastologia de Cuiabá, Guilherme Bezerra de Castro,&lt;br /&gt;médico do Núcleo de Terapia Especializada em Cancerologia (Nutec) do&lt;br /&gt;Hospital Santa Rosa. Em outubro do ano passado, ele divulgou o resultado da&lt;br /&gt;pesquisa, realizada durante dois anos na reserva indígena de Sangradouro,&lt;br /&gt;próximo ao município de Primavera do Leste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o especialista, a observação com relação à ausência do câncer entre&lt;br /&gt;a comunidade feminina indígena surgiu em 1993. "Na época eu trabalhava no&lt;br /&gt;atendimento para o serviço público de saúde e tinha algumas índias como&lt;br /&gt;pacientes em Cuiabá. O fato de nenhuma delas apresentarem este tipo de&lt;br /&gt;câncer despertou curiosidade e levou ao questionamento, através de um estudo&lt;br /&gt;detalhado sobre o assunto. Foi quando, juntamente com uma equipe&lt;br /&gt;especializada, estruturamos um Centro de Pesquisa, criado especialmente para&lt;br /&gt;o desenvolvimento deste trabalho", contou Dr. Bezerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2001, foi coletada a primeira mostra de material biológico de 178 índias&lt;br /&gt;da reserva. Esse material inclui peso, altura, coleta de sangue, além de&lt;br /&gt;histórico reprodutivo e de amamentação de cada uma delas. "Uma mostra foi&lt;br /&gt;utilizada para estudo genético e outra para estudo hormonal. É bom deixar&lt;br /&gt;claro que toda pesquisa foi realizada com total consentimento dos índios e&lt;br /&gt;da Funai. O estudo ainda teve o auxílio de três índios auxiliares de&lt;br /&gt;enfermagem e a coordenação de um médico da Filadélfia", destacou o&lt;br /&gt;especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo em genética sobre a ausência do câncer de mama em índias já ganhou&lt;br /&gt;repercussão internacional, em três revistas americanas, e nacional. Ele&lt;br /&gt;será, inclusive, discutido nesta quinta-feira (19) durante o programa "Sem&lt;br /&gt;Censura", realizado ao vivo pela TVE-Rio de Janeiro, pela jornalista Leda&lt;br /&gt;Nagli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=283098"&gt;Diário de Cuiabá&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2741619385877060589?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2741619385877060589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2741619385877060589' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2741619385877060589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2741619385877060589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/estudo-revela-ausncia-de-cncer-de-mama.html' title='*Estudo revela ausência de câncer de mama em índias*'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6522424585496594399</id><published>2007-04-28T09:12:00.000-03:00</published><updated>2007-04-28T09:31:41.895-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Parto humanizado é debatido neste sábado</title><content type='html'>Neste sábado, dia 28, as grávidas e as mamães recifenses terão a oportunidade de saber mais informações sobre o parto humanizado e a convivência com o seu bebê. O Instituto Nômades realiza o VII Círculo de saberes sobre humanização do parto e do nascimento, na Escola Waldorf do Recife (na rua Guimarães Peixoto, 309, Casa Amarela), das 14h às 18h. A entrada é gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta vez, o evento aborda o tema A espiritualidade e o tempo do parto e será o último da série sobre o assunto Tempo para nascer. Mais informações pelos telefones (81) 3441. 0703 ou 3454.2505.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Redação do PERNAMBUCO.COM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6522424585496594399?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6522424585496594399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6522424585496594399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6522424585496594399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6522424585496594399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/parto-humanizado-debatido-neste-sbado.html' title='Parto humanizado é debatido neste sábado'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8806645710813337861</id><published>2007-04-28T09:07:00.000-03:00</published><updated>2007-04-28T09:10:28.537-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><title type='text'>Estudo confirma riscos do consumo de álcool durante gravidez</title><content type='html'>26 de Abril de 2007 - 7:12 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um copo além da conta representa um risco para o feto. (Keystone)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As mulheres que consomem álcool ou drogas durante a gravidez podem causar danos permanentes nos seus filhos. Esta é a conclusão de um estudo recentemente publicado na Suíça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os grupo de pesquisadores da Universidade de Zurique e universidades alemãs abordam mais uma vez o polêmico tema da Síndrome do Alcoolismo Fetal (FAS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cerca de 40 pessoas com FAS ou FASD (Espectro de Desordens causadas pela Síndrome do Alcoolismo Fetal) foram acompanhados durante um período de vinte anos, desde os primeiros momentos da sua infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, cujos resultados foram publicados na Revista dos Pediatras (http://www.jpeds.com), explicou que, apesar de alguns problemas físicos como deformidades cranianas e faciais terem melhorado com o tempo, homens cujas mães haviam consumido álcool durante a gravidez mantiveram um peso corporal insuficiente, enquanto as mulheres sofreram de excesso de peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Hans-Christoph Steinhausen, da Universidade de Zurique, em colaboração com o pediatra berlinense Hans-Ludwig Spohr, apresentaram, pela primeira vez, provas que demonstram a persistência "de problemas intelectuais e de conduta que impedem a maior parte dos indivíduos de trabalhar ou viver de maneira satisfatória e independente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos conservaram deficiências mentais que limitaram suas oportunidades de emprego e que os obrigaram a manter-se dependentes dos serviços de assistência social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores ressaltaram que ainda não é possível determinar o nível de álcool capaz de causar danos ao feto, porém a recomendação mais importante é de que as mulheres limitem o consumo a não mais do que um copo por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steinhausen e seus colegas investigaram também o impacto do consumo ilícito da droga, trabalhando com toxicômanos que participam de um programa suíço de reabilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Inteligência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As provas demonstraram que os níveis de inteligência dos filhos de mães dependentes de substâncias tóxicas eram consideravelmente inferiores aos da média suíça. "Detectamos um excesso de crianças com um funcionamento intelectual abaixo da normalidade", explicam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o estudo se tomou em conta os riscos biológicos e psicossociais para determinar seu impacto sobre o desenvolvimento das crianças. Entre tais fatores estão a rede social da mãe, as características da sua dependência, assim como sua própria inteligência e o estado psicológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores também determinaram a carência de um grupo de apoio, o baixo nível de educação e as desordens mentais entre as mulheres contribuíram para o desenvolvimento de problemas de conduta entre seus filhos. Também foi descoberto que o abuso na utilização de substâncias tóxicas na fase pré-natal, de maneira predominante a heroína ou a metadona, era o único fator que tem um efeito negativo sobre o coeficiente intelectual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;swissinfo com agências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;DANOS AO FETO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Síndrome alcoólica fetal (SAF): caracterizada por retardo do crescimento e alterações dos traços faciais, que se tornam menos evidentes com o passar do tempo. Somam-se a estes, alterações globais do funcionamento intelectual, em especial déficits de aprendizado, memória, atenção, além de dificuldades para a resolução de problemas e socialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epidemiologia: a síndrome alcoólica fetal é considerada a causa mais comum de retardo mental infantil de natureza não-hereditária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome alcoólica fetal advém da combinação do beber materno excessivo com diversas modalidades de fatores de risco. A compreensão etiológica da SAF permanece com algumas imprecisões e carece de estudos mais abrangentes e aprofundados. Além disso, os critérios diagnósticos atuais ainda produzem desacordo entre os médicos. Não há, tampouco, marcadores capazes de determinar a ação exata do álcool sobre o feto, assim como a influência da dose sobre o processo de desenvolvimento da síndrome. (fonte: Albert Einstein - Sociedade Beneficente Israelita Brasileira)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;SITES RELATIVOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Revista dos Pediatras (inglês) (http://www.jpeds.com/home ) &lt;br /&gt;Serviço Psiquiátrico da Universidade de Zurique para Crianças e Adolescentes (inglês) (http://www.caps.unizh.ch/service_e.html ) &lt;br /&gt;Síndrome Alcoólica Fetal - SAF (português) (http://72.21.62.210/alcooledrogas/complicacoes_gravidez_sindrome.htm) &lt;br /&gt;Alcoolismo - ajuda online (português) (http://www.alcoolismo.com.br/) &lt;br /&gt;Alcoolismo - Wikipédia (português) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcoolismo) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;URL original do artigo: &lt;a href="http://www.swissinfo.org/por/swissinfo.html?siteSect=105&amp;sid=7753844"&gt;SWISSINFO&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8806645710813337861?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8806645710813337861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8806645710813337861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8806645710813337861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8806645710813337861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/estudo-confirma-riscos-do-consumo-de.html' title='Estudo confirma riscos do consumo de álcool durante gravidez'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-612904098140799600</id><published>2007-04-28T08:17:00.000-03:00</published><updated>2007-04-28T08:18:31.468-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='governo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><title type='text'>Polônia quer limitar numero de cesáreas</title><content type='html'>VARSÓVIA, 20 ABR (ANSA) - O governo polonês estuda limitar os partos por&lt;br /&gt;cesárea, porque considera que este tipo de intervenção incide de forma&lt;br /&gt;negativa no número de filhos que pode ter uma mulher, informou hoje o jornal&lt;br /&gt;Dziennik.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma fonte informa que o plano, em estudo pelo ministério da Saúde,&lt;br /&gt;foi realizado pelo especialista Bogdan Chazan como mecanismo para reverter a&lt;br /&gt;diminuição da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chazan advertiu que o crescimento dos partos por cesárea cresceu 27% do&lt;br /&gt;total de nascimentos. O vice-ministro da Saúde, Boleslaw Piecha, considerou&lt;br /&gt;que a responsabilidade também é dos hospitais, que recebem investimentos&lt;br /&gt;maiores do Estado por fazerem cesáreas. Piecha afirmou que o ministério deve&lt;br /&gt;equilibras as compensações a hospitais públicos pelos dois tipos de parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polônia tem a taxa de natalidade mais baixa dos países da União&lt;br /&gt;Européia. (ANSA)&lt;br /&gt;20/04/2007 13:43&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/mundo/20070420134334274382.html"&gt;ANSA.it&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-612904098140799600?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/612904098140799600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=612904098140799600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/612904098140799600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/612904098140799600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/polnia-quer-limitar-numero-de-cesreas.html' title='Polônia quer limitar numero de cesáreas'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-9138580470500055584</id><published>2007-04-25T16:53:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T16:54:09.573-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO</title><content type='html'>CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GESTAÇÃO, PARTO, RECÉM-NASCIDO, PÓS-PARTO, PATERNIDADE, NOVA MATERNIDADE E FAMÍLIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curso de Qualificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que um curso online?&lt;br /&gt;Porque combina democratização e promoção de saberes e amplia a esfera nacinal. A internet é um instrumento prático e barato, necessitando apenas da presença de um computador (centro comuntitários e bibliotecas públicas podem oferecer este serviço também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: o curso é internacional e aborda desde aspectos técnicos até questões atuais de visões e práticas da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica dos assuntos tratados e conta com material didático holístico, incluindo iniciação à abordagem simbólica e psicológica dos temas tratados. Visa também incentivar a educação continuada, situar os alunos no contexto da humanização, e orientá-los com relação às suas práticas e perspectivas profissionais dando recursos para a atendimento individualizado e holístico. Campos do saber abordados:  Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certificado Final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GESTAÇÃO – Maio e Junho 2007&lt;br /&gt;1.    Mudanças psíco-emocionais na gravidez&lt;br /&gt;2.    Atividades físicas e alimentação&lt;br /&gt;3.    Exames e Rotinas&lt;br /&gt;4.    A visão da gravidez na modernidade&lt;br /&gt;5.    Troca de saberes: mitos, crenças, saberes populares&lt;br /&gt;6.    Emoções: medos, conflitos, desejos e expectativas&lt;br /&gt;7.    Relações familiares e sociais: questões de gênero e de cidadania&lt;br /&gt;8.    A relação com o profissional de saúde&lt;br /&gt;9.    Gestação como rito de iniciação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARTO – Junho, Julho e Agosto 2007&lt;br /&gt;1.    Anatomia e fisiologia do trabalho de parto e parto&lt;br /&gt;2.    Visões sobre o parto, a mulher e o corpo: um olhar na história do parto&lt;br /&gt;3.    Parto vaginal e a cesariana hoje&lt;br /&gt;4.    Métodos de alívio da dor e facilitadores do parto&lt;br /&gt;5.    Direitos da gestante e as rotinas hospitalares&lt;br /&gt;6.    Medos: do desconhecido, da dor, das práticas hospitalares&lt;br /&gt;7.    A parturiente no hospital&lt;br /&gt;8.    Enfermeiras obstetras, médicos obstetras e parteiras&lt;br /&gt;9.    Equipes multiprofissionais: como funcionam&lt;br /&gt;10. A doula: função e limites&lt;br /&gt;11. O profissional humanizado: perfil, função, atitude, consciência&lt;br /&gt;12. O movimento da Humanização do parto no Brasil e no mundo&lt;br /&gt;13.                      Parto domiciliar: como, quando e por que&lt;br /&gt;14.     Sexualidade e parto&lt;br /&gt;15.     A placenta&lt;br /&gt;16.     Saberes tradicionais e rituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O RECÉM-NASCIDO – Setembro 2007&lt;br /&gt;1.      O parto do ponto de vista do bebê e seu significado existencial&lt;br /&gt;2.      Vínculo mãe-filho&lt;br /&gt;3.      Cuidados com o bebê: banho, curativo do côto umbilical&lt;br /&gt;4.      Cólicas do bebê: como prevenir, como ajudar o bebê, como se ajudar. Shantala.&lt;br /&gt;5.      Humanização do atendimento ao recé-nascido&lt;br /&gt;6.      O recém-nascido no parto domiciliar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PÓS-PARTO – Outubro 2007&lt;br /&gt;1.      Fisiologia do pós-parto: fatores hormonais, involução uterina, sangramento pós-parto, mamas, útero e aparelho genital&lt;br /&gt;2.      O processo da amamentação: produção láctea e habilidade técnica&lt;br /&gt;3.      Amamentado por opção&lt;br /&gt;4.      Sexualidade e relação com o parceiro&lt;br /&gt;5.      Métodos contraceptivos no pós-parto e retomada do ciclo menstrual&lt;br /&gt;6.      Mudanças emocionais, conflitos e desafios na dinâmica familiar e social&lt;br /&gt;7.      Fechando o processo gravídico e abrindo-se para um novo ciclo de vida&lt;br /&gt;8.      Humanização do pós-parto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PATERNIDADE – Novembro 2007&lt;br /&gt;1.      O pai durante a gestação e novos desafios na relação com a parceira&lt;br /&gt;2.      Presença do pai durante o parto: e que ele pode e deve fazer&lt;br /&gt;3.      Vínculo pai-filho: construindo a relação&lt;br /&gt;4.      Contribuição do pai no pós-parto&lt;br /&gt;5.      Contribuições do feminino para o exercício da paternidade&lt;br /&gt;6.      Humanização do parto e paternidade&lt;br /&gt;7.      O pai no parto domiciliar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A NOVA IDENTIDADE DA MULHER E DA FAMÍLIA – Dezembro 2007&lt;br /&gt;1.      A mãe recém-nascida o os mitos sobre a maternidade&lt;br /&gt;2.      Maternidade: uma construção social&lt;br /&gt;3.      Cuidando da mãe: a importância do bem-estar da mãe para uma vivência positiva da maternidade e seus reflexos no bem-estar da família&lt;br /&gt;4.      Maternidade e cidadania&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição até dia 30 de Abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliação:&lt;br /&gt;·       Questionário de avaliação na entrada de cada módulo&lt;br /&gt;·       Breve questionário no final de cada tema&lt;br /&gt;·       Monografia final no término de cada módulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia e recursos: leituras e debates semanais sobre os assuntos em pauta, discussão de casos e vídeos. Conhecimentos com olhar crítico, reflexão e troca. Orientação quanto às práticas e perspectivas profissionais. Lista de discussão fechada para os facilitadores e alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público alvo: profissionais da área de saúde e não que queiram qualificar seus conhecimentos, atualizar-se ou ampliar as fronteiras de sua visão da gravidez, parto e pós-parto na contemporaneidade. Demais interessados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilitadores:&lt;br /&gt;1.      Adriana Tanese Nogueira – filósofa, analista pos-junguiana, coordenadora da ONG Amigas do Parto, Flórida, EUA&lt;br /&gt;2.      Beltrán Lares Días – médico obstetra e ultrasonografista, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela&lt;br /&gt;3.      Betina Bittar – médica, homeoapata, acupunturista, obstetra, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;4.      Carlos Eduardo Corrêa – pediatra neonatologista, ReHuNa, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;5.      Cláudia Regina Passos, massagista, Escola AMOR, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;6.      Cláudio Paciornik – médico obstetra, Curitiba PR Brasil&lt;br /&gt;7.      Gina Strozzi – Profa. consultora em sexualidade, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;8.      Fabiana Muller – enfermeira e consultora em amamentação ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;9.      Hugo Sabatino – médico obstetra, Prof. UNICAMP, um dos fundadores do Grupo de parto Alternativo da UNICAMP,  Campinas SP Brasil&lt;br /&gt;10.     Isabella Ipolito – doula, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela&lt;br /&gt;11.     Liliana Silveira – doula, bióloga, representante ONG Amigas do Parto, Salvador BA Brasil&lt;br /&gt;12.     Maria Cecília Prieto Cox – parteira, Salvador BA Brasil&lt;br /&gt;13.     Mary L. Galvão – enfermeira obstetra e Profa, Salvador BA Brasil&lt;br /&gt;14.      Paloma Terra, Graduate Midwife, Texas, EUA&lt;br /&gt;15.     Paulo Batistuta – médico obstetra e Prof., criador do vídeo Sagrado, Vitória ES Brasil&lt;br /&gt;16.      Regine Marton, Nurse Midwife EUA, Alabama EUA&lt;br /&gt;17.     Roselane Gonçalves – enfermeira obstetra e Profa USPLeste, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;18.     Silvia Cordeiro – psicóloga, Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição: curso@amigasdoparto.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-9138580470500055584?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/9138580470500055584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=9138580470500055584' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/9138580470500055584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/9138580470500055584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/curso-online-e-internacional-de.html' title='CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7742936815600190815</id><published>2007-04-13T19:57:00.000-03:00</published><updated>2007-04-13T19:59:28.144-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='humanização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto humanizado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eventos'/><title type='text'>Curso de Humanização ONLINE</title><content type='html'>CURSO HUMANIZAÇÃO ON LINE&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;HUMANIZAÇÃO DA GESTAÇÃO, PARTO E PÓS-PARTO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Construindo uma humanização com consciência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gestação, Parto, Pós-parto, Recém-nascido, Paternidade, a Nova Identidade da Mulher e da Família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Conteúdo:&lt;/span&gt; o curso aborda desde aspectos técnicos até questões atuais da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica, inclui iniciação à compreensão simbólica e psicológica dos temas tratados. Campos do saber abordados: Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia.&lt;br /&gt;Público alvo: profissionais da área de saúde que queiram atualizar e/ou ampliar seus conhecimentos na área da gestação, parto e pós-parto (incluindo a paternidade); interessados em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Datas: de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;02 de Maio a 18 de Dezembro de 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Inscrições: até dia 30/04/2007&lt;br /&gt;Certificado final&lt;br /&gt;Organização e promoção: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ONG Amigas do Parto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Inscrições: curso@amigasdoparto.org.br &lt;br /&gt;Programação completa e valores: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amigasdoparto.org.br/inst_curso_ONG_07.asp"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7742936815600190815?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7742936815600190815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7742936815600190815' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7742936815600190815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7742936815600190815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/curso-de-humanizao-online.html' title='Curso de Humanização ONLINE'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5977199666094378136</id><published>2007-04-04T09:39:00.001-03:00</published><updated>2007-04-04T09:39:54.564-03:00</updated><title type='text'>Depressão na gravidez pode causar partos prematuros</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/bwind3/110053538/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/38/110053538_2e6dd32873_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/bwind3/110053538/"&gt;Pregnant Woman Over Puzzle Pieces w/ Brain Cells&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/bwind3/"&gt;Bradley Wind&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Estudo diz que depressão durante a gravidez é mais comum do que após o parto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LONDRES - A depressão durante a gravidez é uma das principais causas não-reconhecidas dos partos prematuros, que podem levar à morte e a graves doenças infantis, segundo um estudo do Instituto de Psiquiatria do King´s College de Londres apresentado nesta terça-feira, 3.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório, obra da psiquiatra pré-natal Veronica O´Keane, relaciona o excesso de estimulação dos hormônios do estresse durante a depressão com grande parte dos 30% de partos prematuros cujas causas médicas são desconhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses nascimentos antes do tempo podem levar à morte dos recém-nascidos e, caso sobrevivam, os bebês podem ser vulneráveis a infecções ou a desenvolver baixa pressão sanguínea, anemia e icterícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um "mito absoluto" que as grávidas esbanjem saúde e felicidade durante a gestação, afirmou O´Keane, que assegurou que é mais provável que a depressão afete uma mulher grávida que depois do parto. Segundo a psiquiatra, pelo menos a metade dos casos de depressão pós-parto tem sua origem durante a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O´Keane assinalou o hormônio cortisol, que produz o estresse, e o hormônio que libera a corticotropina como dois atores principais do processo de desenvolvimento dos órgãos dos fetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a gravidez a mulher libera grandes quantidades de corticotropina na placenta para regular o hormônio cortisol, sem o qual os órgãos do bebê não poderiam se desenvolver de maneira apropriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os níveis hormonais chegam muito rapidamente a seu máximo, os órgãos do bebê se desenvolvem rapidamente e o cérebro termina sendo menor do que o devido, além de provocar o parto prematuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cada órgão do corpo se vê envolvido, mas o cérebro parece receber mais lesões", explicou O´Keane, que defende que se dê mais atenção à depressão durante a gravidez para evitar danos posteriores aos bebês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2007/abr/03/200.htm"&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5977199666094378136?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/5977199666094378136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=5977199666094378136' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5977199666094378136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5977199666094378136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/depresso-na-gravidez-pode-causar-partos.html' title='Depressão na gravidez pode causar partos prematuros'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/38/110053538_2e6dd32873_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-351358337538299337</id><published>2007-04-04T09:07:00.001-03:00</published><updated>2007-04-04T09:07:40.932-03:00</updated><title type='text'>Assembleia Legislativa aprova ampliação da licença-maternidade no CE</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/meganleewelch/208196114/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/89/208196114_ff1ea085ea_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/meganleewelch/208196114/"&gt;jessica&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/meganleewelch/"&gt;meganleewelch&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Daniel Sampaio&lt;br /&gt;da Redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A licença-maternidade no serviço público cearense deverá ampliada de quatro para seis meses. Uma mensagem do Governo propondo a ampliação foi aprovada ontem na Assembléia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04/04/2007 02:16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Assembléia Legislativa aprovou ontem mensagem do Governo do Estado que amplia a licença-maternidade, no serviço público, de quatro para seis meses. Agora, basta o governador Cid Gomes (PSB) sancionar o texto para que as servidoras do Estado tenham mais tempo com seus filhos recém-nascidos. Durante o período de licença, a mãe receberá o salário integralmente e não poderá colocar a criança em uma creche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de ser aprovada em Plenário, a matéria foi votada na reunião conjunta de três comissões: na de Seguridade Social e Saúde; do Trabalho, Administração e Trabalho Público; e de Orçamento, Finanças e Tributação. Durante a discussão, o líder do governo, Nelson Martins (PT), explicou que o procurador-geral do Estado, Fernando Oliveira, já prepara uma matéria ampliando o direito para as mães adotivas. De acordo com o petista, a matéria deverá ser apresentada ainda este mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matéria aprovada ontem contempla o serviço público, mas pode ser estendida para as empresas privadas - cabendo a decisão a cada empresa. Os parlamentares, antes de aprovar a matéria nas comissões, questionaram a possibilidade de a medida gerar preconceito em relação às mulheres nas empresas privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tem de ver um mecanismo para isso não ser um freio para a geração de emprego para as mulheres", observou Luiz Pontes (PSDB). "Esperamos que isso não crie dificuldades para as mulheres na hora em que forem assumir um emprego", declarou Washington Goes (sem partido). Todos os deputados votaram a favor da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adahil Barreto (PR) sugeriu que os deputados provoquem a Mesa Diretora para que esse direito seja ampliado para as servidoras do Legislativo. Os parlamentares receberam positivamente a idéia. "Por que não pensar em dar três anos (de licença maternidade) como é lá na França?", sugeriu Teodoro Soares (PSDB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É uma idéia boa da senadora Patrícia Saboya (que apresentou a proposta em âmbito nacional). Esperamos que isso seja um exemplo para que os municípios do Estado façam a mesma coisa. Há a idéia de que a Assembléia estabeleça (a nova licença-maternidade) e o Judiciário também", observou Nelson Martins. Ele disse não saber qual o impacto financeiro no Executivo da aprovação da matéria. O petista também comemorou a aprovação do Dia Estadual do Ouvidor, em 16 de março - forma de incentivar a população a buscar as ouvidorias estaduais, de acordo com a mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"(A nova licença-maternidade) É um avanço considerável que estamos tendo no Estado. É importante que o governo tenha os recursos disponíveis para arcar com essa medida, que vem para favorecer as mulheres e as crianças", analisa a deputada Rachel Marques (PT). Segundo a petista, a próxima medida do governo deve ser a instalação de delegacias para atender às mulheres nas cidades com mais de 60 mil habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Férrer (PDT) também comemorou a aprovação. "Não vejo nenhum ponto negativo nessa matéria aprovada. Poderia ser muito mais (tempo de licença), mas é impraticável na vida moderna", afirmou. "O governo teve uma iniciativa louvável, fez bem", observou Tomás Filho (PSDB). "A nossa preocupação ficou a cargo da iniciativa aprovada porque ela conta com alta carga tributária e altas cargas trabalhistas que provavelmente vão gerar discriminação", complementou o tucano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia mais sobre esse assunto&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.opovo.com.br/opovo/politica/683872.html"&gt;Jornal O POVO&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-351358337538299337?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/351358337538299337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=351358337538299337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/351358337538299337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/351358337538299337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/assembleia-legislativa-aprova-ampliao.html' title='Assembleia Legislativa aprova ampliação da licença-maternidade no CE'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/89/208196114_ff1ea085ea_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1520141996198055006</id><published>2007-04-02T13:39:00.001-03:00</published><updated>2007-04-02T13:39:34.720-03:00</updated><title type='text'>Prefeitura do Rio dá um ano de licença pós-parto para servidoras</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/kulkuri/153237318/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/54/153237318_11f0fa814c_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/kulkuri/153237318/"&gt;Leevi 6 kk ja Mari-äiti&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/kulkuri/"&gt;kulkuri&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Prefeitura do Rio dá um ano de licença pós-parto para servidoras&lt;br /&gt;Elas poderão ficar até oito meses em aleitamento.&lt;br /&gt;Licença-maternidade permanece em quatro meses.&lt;br /&gt;DO G1, NO RIO entre em contato&lt;br /&gt;ALTERA O&lt;br /&gt;TAMANHO DA LETRA&lt;br /&gt;A-&lt;br /&gt;A+&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prefeito do Rio, César Maia, assinou decreto autorizando que as funcionárias municipais fiquem até um ano em licença, com direito a seus vencimentos, depois de ter filhos. Na prática, a prefeitura amplia para até oito meses o período de aleitamento, porque a licença-maternidade permanece em quatro meses. O decreto está publicado no Diário Oficial do município que circula nesta sexta-feira (30).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na exposição de motivos, o prefeito sustenta que a legislação previdenciária consagrou o auxílio à maternidade e que “o vínculo materno-infantil é insubstituível na constituição de uma personalidade sadia”. Diz ainda que os benefícios indiretos decorrentes da valorização das servidoras superam os custos da implantação, que deverá ser financiada pelo Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro, o Previ-Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secretaria municipal de Saúde será responsável pela perícia médica e o aleitamento só começará depois da licença-maternidade, podendo ser interrompido a qualquer momento a pedido da servidora ou “pela constatação de que cessou a amamentação”. O período total das duas licenças não deverá ultrapassar um ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL16423-5606,00.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1520141996198055006?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1520141996198055006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1520141996198055006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1520141996198055006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1520141996198055006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/04/prefeitura-do-rio-d-um-ano-de-licena-ps.html' title='Prefeitura do Rio dá um ano de licença pós-parto para servidoras'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/54/153237318_11f0fa814c_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8405188693112549499</id><published>2007-03-30T08:54:00.001-03:00</published><updated>2007-03-30T08:54:41.098-03:00</updated><title type='text'>Ministro discute projeto de lei que prorroga licença-maternidade</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/sigth/410622835/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/180/410622835_a09dac1a11_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/sigth/410622835/"&gt;mother &amp;amp; child&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/sigth/"&gt;sigrun_th&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, recebeu na tarde de hoje (27) a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, e a senadora Patrícia Saboya (PSB-CE) para discutir o projeto de Lei que amplia a licença-maternidade para seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No encontro, o ministro da Saúde manifestou-se favorável à proposta por entender que, além da importância dos seis meses de amamentação, a presença da mãe nos primeiros meses de vida fortalecem o núcleo familiar. O ministro também disse que sua equipe técnica está à disposição da senadora para fornecer dados, informações e até para avaliar sugestões ao projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senadora enfatizou que o projeto de Lei está em fase de discussão na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado e aberto a propostas da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto&lt;br /&gt;O projeto de Lei cria o Programa Empresa Cidadão, que prorroga por mais 60 dias a licença-maternidade para trabalhadoras de empresas que queiram aderir. Durante a prorrogação, a mulher terá direito à remuneração integral. A empresa que aderir terá direito à dedução integral, no cálculo do imposto de renda da pessoa jurídica, do valor correspondente à remuneração integral paga à trabalhadora nos dois meses de licença a mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/noticias_detalhe.cfm?co_seq_noticia=28727"&gt;Ministerio da Saude&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8405188693112549499?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8405188693112549499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8405188693112549499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8405188693112549499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8405188693112549499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/ministro-discute-projeto-de-lei-que.html' title='Ministro discute projeto de lei que prorroga licença-maternidade'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/180/410622835_a09dac1a11_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1870823901421489939</id><published>2007-03-30T08:50:00.001-03:00</published><updated>2007-03-30T08:50:34.044-03:00</updated><title type='text'>Leite materno reduz transmissão do HIV</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/28267135@N00/322756570/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/141/322756570_d9a0efd774_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/28267135@N00/322756570/"&gt;Asha Breastfeeding&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/28267135@N00/"&gt;Ashley McNamara Photography&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Amamentação exclusiva com leite diminui taxa de infecção mãe-filho. Estudos feitos na província sul-africana mais afetada pela Aids.&lt;br /&gt;Da France Presse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres infectadas pelo HIV, que amamentam exclusivamente seus filhos -- e não parcialmente -- podem reduzir de maneira significativa o risco de transmitir o vírus da Aids para as crianças, revela um estudo que será publicado na edição desta sexta-feira (30) da revista científica "The Lancet".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora a promoção da amamentação seja um grande dilema para os envolvidos na prevenção da Aids, os dados do primeiro teste focado na relação entre a alimentação infantil e a transmissão mãe-filho do HIV, realizada por dois cientistas sul-africanos, foram tão irrefutáveis que levaram a uma revisão das diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a prevenção da Aids em recém-nascidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, a amamentação é recomendada universalmente, pois o leite materno contém nutrientes vitais que não podem ser encontrados na comida. Além disso, em países pobres onde as reservas de água podem estar poluídas, uma criança pode ser exposta à diarréia potencialmente fatal na ingestão da fórmula infantil, ou à desnutrição, se o alimento substitutivo do leite materno for pobre em vitaminas e proteínas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de mães infectadas pelo HIV, a amamentação também pode servir, porém, de vetor de transmissão do vírus para a criança. Até agora, este risco de transmissão pós-natal era considerado muito alto: entre 10% e 20%. Segundo a agência Unaids, da ONU, a cada ano, mais de 300.000 crianças são infectadas com o vírus da imunodeficiência humana depois do nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo diz, entretanto, que estas estimativas de risco não distinguiam entre a amamentação exclusiva e a alimentação mista, na qual a criança é parcialmente amamentada e parcialmente alimentada com comida sólida ou fórmula infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles recrutaram grávidas atendidas em clínicas pré-natais em KwaZulu-Natal, a província sul-africana mais afetada pela Aids. A maioria das mulheres foi incluída em um grupo que apenas amamentou seus filhos e receberam aconselhamento para fazê-lo. As outras foram incluídas em dois outros grupos: o primeiro, de alimentação mista, e o segundo, que adotou exclusivamente comida ou fórmula infantil para alimentar os filhos. Elas também receberam aconselhamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de três meses, a taxa de infecção por HIV entre o grupo que amamentou exclusivamente foi de 4,04%. Entre o grupo que fez uso da alimentação mista, os bebês que receberam a fórmula láctea junto com leite materno se mostraram duas vezes mais propensos à infecção por HIV. E aqueles que se alimentaram com comida sólida -- normalmente mingau de cereais -- se revelaram 11 vezes mais propensos à infecção do que o grupo exclusivamente lactente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a taxa de mortalidade aos três meses entre os bebês alimentados somente com leite materno foi de 6,1%, enquanto a dos que receberam alimentação substitutiva, de 15,1%. Um dos principais autores do estudo, Nigel Rollins, da Universidade de KwaZulu-Natal, disse que os motivos de a alimentação mista representar um risco maior de infecção ainda precisam ser investigados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das causas levantadas é que as proteínas encontradas na fórmula láctea aumentam a vulnerabilidade do organismo da criança ao HIV, afirmou. Ao todo, 1.372 crianças foram acompanhadas no estudo, 83% das quais pertenciam ao grupo alimentado exclusivamente com leite materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo é um dos três grandes estudos examinados em outubro passado por um painel de especialistas da OMS, que sugeriu mudanças nas diretrizes de amamentação da organização, estabelecidas em 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas diretrizes recomendam às mulheres infectadas com HIV que amamentem exclusivamente seus bebês nos primeiros seis meses de vida, a menos que haja disponibilidade de comida substitutiva de boa qualidade, segura e acessível. Quando este alimento substitutivo estiver disponível, a mãe deve adotá-lo por completo e parar de amamentar a fim de impedir o risco de infecção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL15914-5603,00.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1870823901421489939?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1870823901421489939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1870823901421489939' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1870823901421489939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1870823901421489939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/leite-materno-reduz-transmisso-do-hiv.html' title='Leite materno reduz transmissão do HIV'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/141/322756570_d9a0efd774_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1198311566983689123</id><published>2007-03-27T09:29:00.001-03:00</published><updated>2007-03-27T09:29:12.403-03:00</updated><title type='text'>Ministério da Saúde apóia ampliação da licença-maternidade</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/56846278@N00/400036958/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/181/400036958_cfcc0439bc_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/56846278@N00/400036958/"&gt;a story of breastfeeding&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/56846278@N00/"&gt;mikagenereux&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;"As mulheres devem ter esse tempo a mais para ficar e amamentar. O aleitamento é muito importante", disse a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/03/2007 21:54&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde está estudando a proposta de ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses, da senadora Patrícia Saboya (PTB-CE). No entanto, de acordo com a coordenadora da área técnica da Saúde da Mulher do ministério, Maria José Araújo, o governo já apóia a mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As mulheres devem ter esse tempo a mais para ficar com o filho pequeno e amamentar. O aleitamento é muito importante para o desenvolvimento físico e emocional da criança”, ressaltou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a coordenadora, qualquer dia a mais que a mãe passe com o filho é fundamental. A introdução de mamadeiras e outros tipos de alimentação em substituição ao leite materno, acrescentou, pode prejudicar a saúde do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dois meses a mais, destacou, ajudam também a criar um laço afetivo necessário. Maria José Araújo lembrou que a antecipação do "abandono" da mãe em relação à criança pode até mesmo prejudicar a saúde da mulher: "Aquela que pode passar mais tempo com o filho estará menos angustiada e terá menos problemas e conflitos com a sociedade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde recomenda amamentação exclusiva até os seis meses de idade. O leite materno, segundo a coordenadora, contém todos os nutrientes necessários para que a criança cresça saudável: água, proteínas e vitaminas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está em tramitação no Senado o projeto de lei (281/2005) que permite a ampliação da licença-maternidade, de quatro para seis meses. O relator do projeto, senador Paulo Paim (PT-RS), e a autora, senadora Patrícia Saboya (PSB-CE), negociam a aprovação da medida no Congresso ainda neste primeiro semestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.opovo.com.br/saude/681553.html"&gt;O POVO&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1198311566983689123?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1198311566983689123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1198311566983689123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1198311566983689123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1198311566983689123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/ministrio-da-sade-apia-ampliao-da.html' title='Ministério da Saúde apóia ampliação da licença-maternidade'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/181/400036958_cfcc0439bc_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5295062010534613097</id><published>2007-03-27T09:27:00.001-03:00</published><updated>2007-03-27T09:27:28.910-03:00</updated><title type='text'>Em Portugal, quase um terço dos partos já são cesarianas</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/dkohn/405873747/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/179/405873747_6db82a1356_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/dkohn/405873747/"&gt;C-Section&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/dkohn/"&gt;Djanvk&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;22.03.2007 - 09h08   Catarina Gomes&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proporção de partos por cesariana continua a aumentar. Os indicadores de 2006 do Ministério da Saúde revelam que 32 por cento dos partos feitos em hospitais públicos portugueses foram por acto cirúrgico, um acréscimo de 5,4 por cento face a 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha 15 por cento e a meta traçada pelo Governo para 2010 situa-se nos 20 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Plano Nacional de Saúde, documento estratégico do Governo com as metas para 2010, partia de uma taxa de cesarianas de 24 por cento (dados de 2001). Se nada fosse feito para travar o aumento esperava-se que chegasse aos 28 por cento em 2010; com medidas correctivas pretende-se que o valor nesse ano desça para 20 por cento. O documento constata que "a maior parte dos partos são realizados nos hospitais do SNS (mais de 90 por cento), com taxas de cesarianas demasiado elevadas, superiores a 20 por cento".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a OMS aconselha valores ainda mais baixos pelo facto de a cesariana poder ter "efeitos negativos" e estar-se "a sobremedicalizar um acontecimento normal na vida da mulher".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004 a proporção de cesarianas em Portugal era de 30,3 por cento, subiu para 31,6 em 2005 e no ano passado chegou aos 32 por cento. Mas em números absolutos tanto o número de partos como o de cesarianas tem vindo a descer, traduzindo a descida de natalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado fizeram-se 87.631 partos em hospitais públicos, uma descida de 4,6 por cento face a 2004 (91.849). Os números totais de cesariana acompanham a tendência, mas de forma mais ligeira: foram apenas menos 29 (menos 0,1 por cento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma percentagem de cesarianas com indicação médica absoluta, mas Luís Graça, presidente do colégio de especialidade da Ordem dos Médicos de ginecologia e obstetrícia, admite que algumas são medicamente desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico defende, contudo, que taxas em torno dos 30 por cento não estão desfasadas de países como os Estados Unidos. E os 32 por cento nacionais não reflectem, por exemplo, a sua experiência de terreno como director do bloco de partos do Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Aí, as cesarianas têm diminuído, estando nos 28 por cento. Explica que há "uma acção pedagógica com os profissionais", de modo "a não se fazerem cesarianas desnecessárias".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mães mais velhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo com todos os esforços acredita que não irá muito abaixo dos 25 por cento. Até porque a própria tendência de ter mães mais velhas (em torno dos 40 anos) aumenta a probabilidade de ter que se recorrer à cesariana. "A anatomia não é a mesma aos 20 e aos 40 anos", sublinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de médicos e enfermeiros disponíveis para as urgências obstétricas é um dos factores que pode explicar este aumento, defende o director do serviço de obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, Manuel Hermida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A diminuição do número de profissionais nos blocos de parto condiciona as oportunidade para o parto vaginal", que podem arrastar-se durante horas. Há menos tempo e tranquilidade para dar à mulher a hipótese de esperar pelo parto natural, nota. Ao mesmo tempo a mulher muitas vezes quer ter o parto com o médico que a assistiu e que está de urgência até determinada hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1289032&amp;idCanal=10"&gt;Publico PT&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5295062010534613097?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/5295062010534613097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=5295062010534613097' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5295062010534613097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5295062010534613097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/em-portugal-quase-um-tero-dos-partos-j.html' title='Em Portugal, quase um terço dos partos já são cesarianas'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/179/405873747_6db82a1356_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2796188827177559270</id><published>2007-03-26T08:40:00.001-03:00</published><updated>2007-03-26T08:40:23.104-03:00</updated><title type='text'>Licença-maternidade de seis meses já é adotada por 40 municípios</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/sadalit/123737076/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/39/123737076_5905ba28c9_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/sadalit/123737076/"&gt;20050417 - One Year Ago&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/sadalit/"&gt;sadalit&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;24/03/2007 17h18&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Pediatria mostra que pelo menos 40 municípios já adotaram, por lei municipal aprovada e sancionada, a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte desses 40 municípios fica no Espírito Santo e no Ceará. O pioneiro na mudança foi Beberibe (CE). Em cinco cidades e no estado da Paraíba a mudança foi aprovada pelo Legislativo e aguarda sanção do Executivo. Em outras 11 cidades e cinco estados, o assunto está sendo debatido por deputados e vereadores. Paraná, Rio Grande do Norte e Bahia também querem ampliar a licença-paternidade de cinco para 15 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um projeto de lei (281/2005) em tramitação no Senado prevê estímulo fiscal para as empresas que ampliarem a licença-maternidade. A aprovação do projeto é negociada pelos senadores, que esperam encerrar as votações ainda este semestre. Uma emenda ao projeto, proposta pelo relator, Paulo Paim (PT-RS), deve permitir que as servidoras públicas também passem mais tempo com seus bebês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos, diz ser fundamental que a criança fique em constante presença da mãe nos primeiros seis meses de vida. “O vínculo é essencial para que a criança descubra sua identidade, dá a sensação de ser acolhido e ajuda na formação”, avalia o pediatra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele vê na ampliação da licença-maternidade uma forma, inclusive, de reduzir a violência na sociedade, uma vez que as crianças terão uma série de benefícios em seu desenvolvimento emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campos lembra ainda que a mudança está de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde. As mães são orientadas nos hospitais e postos de saúde a amamentar o bebê até seis meses de idade. A Sociedade Brasileira de Pediatria promove uma campanha pela ampliação da licença e criou até um abaixo-assinado, disponível na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Funcionária da Secretaria Municipal de Saúde de Natal há 20 anos, Ana Celi Nunes teve uma filha após cinco anos de trabalho. Passou quatro meses em licença-maternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando acabou a licença, eu ia trabalhar preocupada. A gente acaba se dividindo e não rende direito, e isso acaba interferindo no nosso trabalho”, comenta a administradora, que teve outro filho há três meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, ela poderá ficar seis meses com a criança – Natal é um dos municípios que já ampliou a licença-maternidade. “A partir do momento que eu voltar às minhas atividades, eu vou sair de casa despreocupada”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira na página da Sociedade Brasileira de Pediatria a lista de cidades que já adotaram ou estão debatendo a licença-maternidade de seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2796188827177559270?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2796188827177559270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2796188827177559270' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2796188827177559270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2796188827177559270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/licena-maternidade-de-seis-meses-j.html' title='Licença-maternidade de seis meses já é adotada por 40 municípios'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/39/123737076_5905ba28c9_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-915703167796745932</id><published>2007-03-23T09:23:00.001-03:00</published><updated>2007-03-23T09:23:05.762-03:00</updated><title type='text'>Senador quer licença-maternidade de 6 meses no setor público</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/johncarleton/396752211/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/139/396752211_7192261c29_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/johncarleton/396752211/"&gt;Baby and Mother Playing against Blue Sky&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/johncarleton/"&gt;John Carleton&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;22/03/2007 - 10:51&lt;br /&gt;Fonte: Folha On Line&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Paulo Paim (PT-RS), relator do projeto que amplia a licença-maternidade, informou que deverá apresentar uma emenda autorizando o Executivo a aplicar de imediato a licença-maternidade de seis meses para as mulheres do serviço público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paim disse que ainda não colocou em votação, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, o seu relatório favorável à proposta, que estende a licença de quatro para seis meses. O motivo é que a autora do projeto, a senadora Patrícia Saboya (PSB-CE), solicitou a realização de uma série de audiências públicas para ouvir a sociedade sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As declarações do senador foram feitas durante uma audiência conjunta das Comissões de Assuntos Sociais, Direitos Humanos e Legislação Participativa e Educação do Senado. Na ocasião, foi discutido o projeto que cria o "Programa Empresa Cidadã" _que concede benefícios fiscais às empresas que adotarem a licença-maternidade de seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patrícia Saboya afirmou que a renúncia fiscal, calculada em R$ 500 milhões caso todas as empresas brasileiras aderissem ao programa, não pode ser olhada como gasto do governo, mas "como investimento nas crianças brasileiras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defendeu ontem a extensão do tempo de licença-maternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.corumbaonline.com.br/noticia.asp?codigo=101639"&gt;Corumbá Online&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-915703167796745932?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/915703167796745932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=915703167796745932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/915703167796745932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/915703167796745932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/senador-quer-licena-maternidade-de-6.html' title='Senador quer licença-maternidade de 6 meses no setor público'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/139/396752211_7192261c29_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2183706905619859961</id><published>2007-03-22T08:21:00.001-03:00</published><updated>2007-03-22T08:21:24.262-03:00</updated><title type='text'>Hospital Amigo da Criança, na UFTM</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/camb/307091671/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/101/307091671_9a52231e4b_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/camb/307091671/"&gt;Womanly Hands&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/camb/"&gt;Cam B.&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) acontece o &lt;b&gt;"Seminário de Humanização da Assistência ao Parto e Nascimento", no Anfiteatro A do CEA, de 27 a 30 de março&lt;/b&gt;. Ele marca o início do trabalho da universidade de capacitação de profissionais do Hospital Escola em busca do credenciamento da instituição na Iniciativa Hospital Amigo da Criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na programação, além do Seminário, curso direcionado para gestores hospitalares, com a participação dos profissionais e chefias dos segmentos, de Uberaba e região, envolvidos com a assistência materno-infantil, e Curso de Capacitação para manejo e Promoção do Aleitamento Materno, para técnicos convocados pela Secretaria de Estado da Saúde e HE da UFTM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amigo da Criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) foi idealizada em 1990 pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e pelo Unicef para promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. O objetivo é mobilizar os funcionários dos estabelecimentos de saúde para que mudem condutas e rotinas responsáveis pelos elevados índices de desmame precoce. Para isso, foram estabelecidos os Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, são 335 Hospitais Amigo da Criança, no Brasil. Na região Sudeste tem 72, sendo 18 no estado de Minas Gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Portaria Nº 1.113, do Ministério da Saúde, assegura pagamento de 10% a mais sobre a assistência ao parto a Hospitais Amigo da Criança vinculados ao Sistema Único de Saúde-SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Seminário de Humanização da Assistência ao Parto e Nascimento" é aberto à participação de alunos, profissionais dos cursos de Saúde e população em geral. Será fornecido certificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento é promovido pela UFTM, através da Diretoria de Enfermagem e Departamento Materno-Infantil do HE, com apoio do Grupo de Humanização e Gerência Regional de Saúde-Uberaba. Toda a programação será desenvolvida no CEA da UFTM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inscrição é gratuita e pode ser efetuada no local do evento, ou pelo telefone (32) 3318-5244.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.minasvestibular.com.br/noticia.asp?id=1214"&gt;Minas Vestibular&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2183706905619859961?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/2183706905619859961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=2183706905619859961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2183706905619859961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/2183706905619859961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/hospital-amigo-da-criana-na-uftm.html' title='Hospital Amigo da Criança, na UFTM'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/101/307091671_9a52231e4b_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4617033933589098486</id><published>2007-03-21T08:28:00.001-03:00</published><updated>2007-03-21T08:28:40.377-03:00</updated><title type='text'>"História de um Bebê" gravado no Brasil</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/danskcinders/429158784/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/174/429158784_328059c094_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/danskcinders/429158784/"&gt;8 weeks to go...&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/danskcinders/"&gt;A Still Life&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;(convite recebido por email)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros dias em casa, após o nascimento de um bebê, são carregados de emoções: alegria, amor, felicidade, medo, ansiedade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A chegada do bebê" acompanha os pais nas primeiras 36 horas depois do nascimento dos filhos. Mesmo que as atividades de um recém-nascido não passem de comer, dormir, chorar e sujar muitas fraldas, cada um deles apresenta seus próprios desafios que os pais devem vencer para poder cuidar corretamente de um bebê: Eles têm que aprender a alimenta-los, a dar banho e fazê-los dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, Discovery Home &amp; Health busca famílias na América Latina para compartilhar a experiência e a emoção dos primeiros momentos de um bebê no seu lar. Participe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este não é um concurso ou um sorteio. Para se inscrever no programa acesse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.datafullbranding.com/bocetos/bhb/bra/intro.php"&gt;Discovery HH Brasil&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4617033933589098486?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4617033933589098486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4617033933589098486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4617033933589098486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4617033933589098486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/de-um-beb-gravado-no-brasil.html' title='&amp;quot;História de um Bebê&amp;quot; gravado no Brasil'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/174/429158784_328059c094_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-970587811243412501</id><published>2007-03-20T09:11:00.001-03:00</published><updated>2007-03-20T09:11:44.803-03:00</updated><title type='text'>Centro de Parto Normal inaugurado em Mogi das Cruzes</title><content type='html'>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/7340185@N05/422980212/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/152/422980212_9968dca269_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/7340185@N05/422980212/"&gt;Mary in Labor&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/7340185@N05/"&gt;triciacavalcante2&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Para secretário de Estado, Pró-Parto, inaugurado por Junji, é exemplo para todo o Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, se mostrou impressionado com a estrutura montada pela Prefeitura de Mogi das Cruzes no Pró-Parto, seu centro de parto natural. Durante a solenidade de inauguração,promovida na manhã de sábado (17/), ele garantiu que pretende utilizar a unidade mogiana como modelo a ser implantado em todo o Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso, Barradas pretende convidar o governado José Serra, que é ex-ministro da Saúde, a fazer uma visita oficial para conhecer o sistema de atendimento mogiano, que inclui as duas unidades do Pró-Mulher, o Promeg, o Cartão Saúde, o Ligue Médico, o Centro de Zoonoses e diversos programas diferenciados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mogi dá um exemplo às prefeituras de todo o Estado, de que é possível atender com muito carinho e qualidade as gestantes e toda a população. Eu espero que o governador José Serra venha visitar e conhecer o modelo de atendimento que a Secretaria pretende estar divulgando e difundindo em todo o interior paulista", destacou Barradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, nenhuma cidade do interior do Estado possui um projeto semelhante ao Pró-Parto e a experiência de Mogi deverá ser revertida para muitos outros municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Já avisei ao prefeito Junji e ao secretário Cláudio Miyake que eles vão começar a receber muitas visitas de secretários e prefeitos de outras cidades, pois vou fazer propaganda do Pró-Parto em todo o Estado. É importante que todos conheçam esta solução que eu considero muito importante, um grande avanço".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário contou que há oito anos o Governo do Estado mantém um centro de parto natural no bairro de Sapobemba, com média de 30 nascimentos mensais.Em Mogi, porém, a capacidade é três vezes maior e deve ser ampliada futuramente: "Estamos voltando a ter o parto como condição natural da mulher, que pode contar com o apoio da família, da mãe, de quem confia. OPró-Parto permite que ela se sinta acolhida e segura em um ambiente que une a tranqüilidade e o carinho ao atendimento técnico de qualidade. Parto não é doença, mas um ato natural da mulher. Nesse sentido, Mogi dá um importante passo para o futuro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro destaque apontado pelo secretário foi a parceria desenvolvida pela Prefeitura com a iniciativa provada, que permitiu a construção em tempo ágil e sem onerar os cofres municipais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Impressiona saber que o Junji construiu esta beleza, que custou R$ 800 mil, sem gastar um tostão da Prefeitura. Esta mágica está na capacidade de fazer parcerias pelo bem da população. Este também é um modelo que outras prefeituras podem implantar. O Pró Parto é um marco da saúde de Mogi e um marco na saúde do Estado de São Paulo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;População de Mogi das Cruzes e diversas autoridades elogiam Pró-Parto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pró-Mulher, Centro de Controle de Zoonoses, Ligue Médico, Promeg, Cartão Saúde. Essa é a evolução da Saúde de Mogi das Cruzes nos últimos seis anos, transformando a cidade em modelo para todo o País. Agora, a população comemora mais um instrumento de qualidade e de comprovação de que a Prefeitura investe no setor: o Pró-Parto. "Nunca vi nada igual. O prefeito Junji mostra que tem sensibilidade e se preocupa com o nosso bem estar", destacou a cabeleireira Selma Dias que, juntamente com outras 1,5 mil pessoas participaram neste sábado (17) da inauguração da unidade que visa à humanização do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É latente a diferença da saúde de 2001 para cá. Foram muitos investimentos, principalmente de atenção à mulher. Não por proteção, mas por que é o alicerce da família. Junji acertou em cheio, com o Pró-Mulher e agora com o Pró-Parto", disse o presidente da Câmara de Mogi, Antônio Cuco Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o vereador Antônio Lino da Silva, todo o esforço na melhoria da saúde deve ser aplaudido, mas o Pró-Parto deve ser enaltecido ainda mais. "Aqui é um lugar que trará vidas, por isso é especial. As ações no município vêm crescendo no setor e hoje podemos dizer que Mogi está transformada e é referência para o País."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A complementação do atendimento à mulher é o grande diferencial do Pró-Parto na visão do vereador Rubens Benedito Fernandes, o Bibo. "Fecha-se o ciclo iniciado com o Pró-Mulher. Mogi das Cruzes está de parabéns. Quem ganha é a população."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vereador Pedro Komura ressaltou o avanço na cidade. "Mogi caminha a passos largos e o excelente atendimento já é exemplo para outras cidades. Um exemplo disso é o CCZ, que recebe visitas diárias de profissionais de fora para conhecer a estrutura implantada no município."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura do Pró-Parto também vai refletir diretamente na Santa Casa de Misericórdia da cidade. "Será uma extensão do atendimento às gestantes. Somos parceiros e a unidade irá desafogar a maternidade da Santa Casa. Com isso, poderemos realizar um trabalho mais tranqüilo. Além do mais, é um estímulo ao parto natural, já que hoje a maioria prefere a cesárea", ressaltou o provedor João Anatalino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor do DRS-1 - Departamento Regional de Saúde, Edson Nakasone, destacou que o principal reflexo será na melhoria de vida da população. "É uma unidade que atenderá as mulheres carentes, com acompanhamento rigoroso do pré-natal e isso é um grande avanço." Além de autoridades de diversas áreas, também participaram da inauguração,os vereadores Jolindo Rennó e Nabil Safiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gratidão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já acostumada ao bom atendimento recebido no Pró-Mulher, a vendedora Juliete Cristina de Andrade está ansiosa para fazer as últimas consultas no Pró-Parto. "Quero vir o quanto antes. É meu primeiro filho e, como sou nova, acho importante que seja parto normal, como na época das nossas avós", disse a moradora do Conjunto Santo Ângelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local aconchegante e harmonioso foi o que chamou a atenção da dona de casa Laurinda de Souza Ramos. "Pena que já passei da idade de ter filhos, do contrário não pensaria duas vezes para dar à luz aqui. Mas, quando meus netos forem nascer já sei para onde vou mandar minhas filhas, um lugar bonito e onde os companheiros podem permanecer."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa novidade também foi comentada pelo pedreiro Jurandir Alves. Morador do Jardim Camila, ele pretende ter seu terceiro filho ainda este ano. "Aqui a gente pode até ver o parto e isso é muito bom. Nunca tive essa oportunidade e me senti muito incapaz. Agora, vai ser diferente e eu vou poder participar mais."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pró-Parto inicia o atendimento na segunda-feira (19). A previsão é que os partos comecem a ser realizados no final de abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pró-Parto é entregue à população com grande festa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 1,5 mil pessoas compareceram na manhã deste sábado (17) à festa de inauguração do Pró-Parto. Associações de moradores, líderes de bairro, representantes de diversas entidades sociais, vereadores, secretários municipais e funcionários se uniram ao prefeito Junji Abe e ao secretário Luiz Roberto Barradas Barata para inaugurar o centro de parto natural, que representa uma proposta inédita no interior do Estado. Por mês, o centro realizará até cem nascimentos humanizados – de forma natural, sem cirurgias e com o acompanhamento da família da gestante. Para isso, a Prefeitura montou uma estrutura diferenciada, que inclui salas especiais em um ambiente tranqüilo e acolhedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tudo no Pró-Parto foi feito com muito carinho, tanto pela equipe da Secretaria Municipal da Saúde, quanto pelas demais pastas. Aqui, a gestante mogiana encontrará toda a segurança e conforto para dar á luz o seu filho", definiu o prefeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junji destacou ainda a parceria com a iniciativa privada, que permitiu a inauguração em tempo ágil e sem nenhum custo de construção para a Prefeitura: "Para fazermos um prédio próprio, precisaríamos de R$ 800 mil e a espera seria bem maior. Por meio da parceria que fizemos com o proprietário, a Prefeitura pagará um aluguel de R$ 6,2 mil mensais. Podemos usar o prédio por 11 anos pelo valor que gastaríamos na construção".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário Barradas não escondeu que ficou impressionado com a estrutura do Pró-Parto. Segundo ele, o exemplo de Mogi das Cruzes será divulgado em todas as cidades pelo Governo do Estado, como modelo a ser seguido: "Vou convidar o governador José Serra para que conheça esta estrutura, que deve ser repetida em todas as cidades. Mogi prova que é possível, com seriedade e trabalho, dar um atendimento com qualidade e carinho às gestantes", observou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também o vice-prefeito Marco Bertaiolli acredita que o modelo de gestão mogiano poderá inspirar outras administrações municipais: "Mogi tem servido de exemplo para muitas cidades. Aqui, a saúde é tratada com seriedade e respeito à população. O Pró-Parto é um exemplo claro". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Evolução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vereador José Antonio Cuco Pereira, presidente da Câmara Municipal, não escondeu a alegria em participar da inauguração: "O prefeito Junji tem extrapolado em todas as melhorias promovidas na cidade, com sensibilidade, competência administrativa e perseverança. No início de sua gestão, ele pegou a saúde sem estrutura e reorganizou o setor, revolucionando o atendimento à mulher, investindo em saúde coletiva e na contratação de profissionais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução foi destacada pelo próprio prefeito: "No início do meu mandato, eu nem podia visitar os postos de saúde da cidade que era severamente criticado pela população. E ela tinha razão em reclamar. Não havia nenhuma estrutura, faltavam médicos e profissionais, era preciso fazer filas imensas de madrugada para conseguir uma consulta. Uma calamidade". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com planejamento e investimento, a Saúde foi integralmente remodelada e hoje serve como exemplo inclusive para outras cidades: "Os tempos de espera por uma consulta no Ligue-Médico já são menores do que os de planos de saúde privados. Fora isso, em todas as novas unidades, temos a marca da qualidade excepcional. Basta ver o pró-Parto, onde, além de equipamentos médicos avançados, há até uma banheira de hidromassagem para atender às gestantes, porque o banho de imersão, como lembrou o secretário Barradas, ajuda a tranqüilizar as futuras mamães".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.asemanaonline.com.br/detalhes.asp?codnot=15388"&gt;A Semana&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-970587811243412501?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/970587811243412501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=970587811243412501' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/970587811243412501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/970587811243412501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/centro-de-parto-normal-inaugurado-em.html' title='Centro de Parto Normal inaugurado em Mogi das Cruzes'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/152/422980212_9968dca269_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4779852475376877683</id><published>2007-03-18T17:13:00.001-03:00</published><updated>2007-03-18T17:13:36.923-03:00</updated><title type='text'>Gravidez e corrida, uma parceria que dá certo</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;.flickr-photo { border: solid 2px #000000; }.flickr-yourcomment { }.flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; }.flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; }&lt;/style&gt;&lt;div class="flickr-frame"&gt;	&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/seandreilinger/133365572/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/45/133365572_a761ebc717.jpg" class="flickr-photo" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;	&lt;span class="flickr-caption"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/seandreilinger/133365572/"&gt;can you tell she used to run cross-country for ucsd? - _MG_8243.JPG&lt;/a&gt;, originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/seandreilinger/"&gt;sean dreilinger&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;				&lt;p class="flickr-yourcomment"&gt;	Gravidez e corrida, uma parceria que dá certo&lt;br /&gt;por Yara Simões&lt;br /&gt;08/03/07 - 07:25h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas mulheres, quando engravidam, acham que não podem fazer mais exercício físico. Mas se enganam. Elas não só podem como devem se exercitar. E acreditem, correr durante a gestão só traz benefícios para a saúde da gestante e do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gravidez não é doença”, enfatiza o personal trainer pós-graduado em fisiologia do exercício, Renato Augusto Francisco. Segundo Renato, a mulher pode treinar até o último mês de gestação, mas tem que tomar alguns cuidados. “O principal cuidado a ser tomado é com quedas”, afirma. Por isso, ele diz que caminhar ou correr na água é o mais recomendado, porque reduz o impacto, aumenta a queima calórica e a resistência e auxilia a respiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos três primeiros meses, época em que o feto está em formação, recomenda-se exercícios de intensidade leve. “A intensidade não pode ser muito alta nesses meses de gestação para que não eleve a pressão arterial da atleta”, explica o personal. Após esse período, a intensidade pode ser aumentada, gradativamente. É importante lembrar que a mulher deve ter um acompanhamento maior e mais específico durante a gravidez, afinal, o treinador deve levar em conta que serão duas pessoas “correndo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da corrida ou caminhada, as gestantes devem fazer muito alongamento, e fortalecimento, principalmente da lombar. “O ideal é que a mulher engorde um quilo ou pouco mais por mês. Ou seja, no final da gravidez o correto é estar de 9 a 12 kg a mais que seu peso normal”, explica Renato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os benefícios da corrida para as gestantes são os mesmos que para as não gestantes, que também verão resultado na hora do parto. “Como a resistência física dessas mulheres é maior, o parto tende a ser mais tranqüilo do que para as sedentárias”, afirma Renato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator beneficiado pela corrida é a depressão pós-parto. “Não há estudos científicos que comprovem a diminuição ou até mesmo a não manifestação da depressão pós-parto em mulheres que praticam exercícios. Mas os exercícios liberam a endorfina, antidepressivo natural”, explica Renato. Com isso, pode-se concluir que a probabilidade de uma atleta ter uma depressão é bem menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não são só as mamães que ganham com a prática de atividades físicas. O bebê está em comunicação direta com a mulher, ou seja, quanto melhor a saúde da mãe, mais saudável será o filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.webrun.com.br/home/index.php?destinocomum=noticia_mostra&amp;id_noticias=6183&amp;id_eventos="&gt;&lt;Webrun&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4779852475376877683?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4779852475376877683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4779852475376877683' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4779852475376877683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4779852475376877683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/gravidez-e-corrida-uma-parceria-que-d.html' title='Gravidez e corrida, uma parceria que dá certo'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/45/133365572_a761ebc717_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3136553722914184624</id><published>2007-03-18T17:09:00.001-03:00</published><updated>2007-03-18T17:09:47.037-03:00</updated><title type='text'>Maternidade Santa Casa</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;.flickr-photo { border: solid 2px #000000; }.flickr-yourcomment { }.flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; }.flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; }&lt;/style&gt;&lt;div class="flickr-frame"&gt;	&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/yane/174825963/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/68/174825963_a126e0dd8b.jpg" class="flickr-photo" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;	&lt;span class="flickr-caption"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/yane/174825963/"&gt;Maternidade Santa Casa&lt;/a&gt;, originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/yane/"&gt;Yane Cortelacci&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;				&lt;p class="flickr-yourcomment"&gt;	SAÚDE DA MULHER&lt;br /&gt;Neste sábado, Prefeitura inaugura o Pró-Parto, para incentivar partos naturais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O quinto dos oito Objetivos do Milênio, definidos pelos países membros da ONU - Organização das Nações Unidas como metas a serem alcançadas até 2015, estabelece a melhoria da saúde materna. Neste contexto, a Prefeitura de Mogi das Cruzes, implantou uma inédita rede de atendimento exclusivo à saúde da mulher, que conta com dois centros especializados – os Pró-Mulher I e II - e oferece serviço gratuito, rápido e de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fechar o ciclo de acompanhamento materno, a cidade inaugura neste sábado (17) o Pró-Parto – um centro de parto natural com capacidade para até cem nascimentos por mês. A inauguração contará com a presença do secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O atendimento integral à mulher foi sempre uma das prioridades de nossa administração, definida em conjunto com a população do município. Por meio das duas unidades do Pró-Mulher e agora do Pró-Parto, temos alcançado números expressivos, como a queda de 45,12% na mortalidade infantil”, explica o prefeito mogiano, Junji Abe. Na noite desta sexta-feira (16), ele e o secretário de Saúde, Cláudio Miyake, apresentaram a unidade a autoridades e Imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo as normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde, mas com estrutura diferenciada, o Pró-Parto será direcionado exclusivamente aos nascimentos por métodos naturais, que não sejam de risco, de mulheres que tenham feito todo o pré-natal nas unidades do Pró-Mulher e optem por ter ali o seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A nova unidade tem como propósito oferecer às mulheres mogianas a possibilidade de vivenciar o momento mais marcante de sua vida com conforto e assistida por profissionais capacitados. A intenção é resgatar a vivência do parto fisiológico, com a participação efetiva da gestante e de seu companheiro, assim como já ocorre em países como França, Japão e Holanda”, destaca o secretário municipal de Saúde, Cláudio Yukio Miyake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, a implantação está totalmente baseada na Portaria 985/99 do Ministério da Saúde, que define as atribuições, as características físicas, a lista de equipamentos mínimos, os recursos humanos e a inclusão dos procedimentos autorizados pela legislação: “O Pró-Parto se difere de outros centros por manter uma estrutura ampliada, que inclui médicos e uma sala de emergências. Apesar de não serem exigidas pelo Ministério da Saúde, estes investimentos complementares integram a política de atendimento total à mulher”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais do novo centro foram capacitados tecnicamente e têm amparo legal para acompanhar o pré-parto, o parto e o período após o nascimento. Uma ambulância ficará exclusivamente à disposição da unidade, e permanecerá 24 horas por dia no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a portaria federal, os Centros de Parto Normal podem ser dirigidos por enfermeiros obstetras. Apesar disso, em Mogi haverá médico obstetra, inclusive para recepção da gestante. A equipe da unidade é composta de enfermeiros obstetras, ginecologistas, auxiliares de enfermagem, neonatologista e pessoal administrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As gestantes inscritas no programa terão orientação sobre técnicas de amamentação, cuidados gerais do recém-nascido e a evolução do trabalho de parto. Todos os cuidados necessários para o bom recebimento do bebê serão baseados nas recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Hospital Amigo da Criança, referência na área. Noções como “amamentar o bebê em ambiente tranqüilo e calmo para uma alimentação completa” ou “não permanecer no mesmo local que fumantes” são algumas das idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiros atendimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias após o parto, o recém-nascido e sua mãe podem retornar para o lar. O diferencial é que o bebê já sai com as duas primeiras vacinas - BCG e Hepatite B – tomadas e o Teste do Reflexo Vermelho, chamado de teste de visão, para verificar se há algum problema. O Pró-Parto é a única unidade médica da região a oferecer este serviço. Além disso, a família será incluída no Programa Municipal Aconchego, que garante agendamento para a consulta pediátrica, o “teste do pezinho” e acompanhamento nutricional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupação com a mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centro especializado no cuidado à mulher, com profissionais capacitados, equipamentos modernos e instalações adequadas, o Pró-Mulher completou três anos no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com a expressiva marca de 229 mil atendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O modelo é um total sucesso porque, além de consultas em ginecologia e obstetrícia, oferece exames como papanicolaou e ultra-sonografia, acompanhamento psicológico e social e educação em saúde. Ou seja, concentra os principais serviços na área”, afirma Miyake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ampliar ainda mais o atendimento, em setembro de 2005, foi inaugurado o segundo Pró-Mulher, no distrito de Brás Cubas, o mais populoso da cidade. O local foi escolhido por ser, com o distrito vizinho de Jundiapeba, a região que concentra 40% das pacientes atendidas no centro. Além das duas unidades, as mogianas têm os postos de saúde, que oferecem médicos ginecologistas e obstetras e pré-natal. O agendamento de consultas é feito por um sistema informatizado, o Ligue Médico, no telefone 0800-770-5585.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programas de atenção à mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros três programas de atenção à mulher comemoraram aniversário em 8 de março: Gestação Segura, Aconchego e Sorriso Maternal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um ano, o Gestação Segura garantiu atendimento a 1.642 gestantes de alto risco nas unidades básicas de saúde com a realização dos exames complementares necessários, diminuindo os problemas decorrentes da falta de acompanhamento adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo período, o Aconchego atendeu 1,2 mil bebês. Este programa, realizado em parceria com o serviço de berçário e pediatria da Santa Casa de Mogi das Cruzes, possibilita o acompanhamento dos recém-nascidos desde as primeiras horas de vida. A equipe do hospital mantém contato diário com a secretaria, que agenda a primeira consulta da criança de acordo com seu estado de saúde. Quando em risco, são atendidas por especialistas no ambulatório do programa, localizado no Pró-Mulher I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o Sorriso Maternal propicia à gestante a garantia de orientação de saúde bucal e tratamento odontológico. No Pró-Mulher I, as participantes da iniciativa recebem atendimento e orientação sobre cuidados com os dentes durante a gestação e noções básicas de higiene e saúde bucal nos bebês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.asemanaonline.com.br/detalhes.asp?codnot=15387"&gt;A Semana&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3136553722914184624?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/3136553722914184624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=3136553722914184624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3136553722914184624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3136553722914184624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/maternidade-santa-casa.html' title='Maternidade Santa Casa'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/68/174825963_a126e0dd8b_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6576861629630443346</id><published>2007-03-18T15:07:00.000-03:00</published><updated>2007-03-18T15:11:03.660-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividades fisicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><title type='text'>Atividade na gravidez deixa essa etapa mais leve</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.linkdobebe.com.br/imagem%20web%202/hidrog.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.linkdobebe.com.br/imagem%20web%202/hidrog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Faz tempo que a mulher descobriu que ‘‘gravidez não é doença’’, a ponto dessa frase já ter virado lugar-comum. O que não quer dizer, no entanto, que a futura mamãe não deve levar em consideração as intensas mudanças que acontecem em seu corpo e os cuidados necessários para que ela desfrute de uma gestação saudável e tranquila. Como em qualquer fase da vida, a prática de uma atividade física e boa nutrição são aspectos importantes. A mulher deve dar preferência aos esportes aquáticos e procurar um trabalho direcionado para gestantes, pois as necessidades e as respostas do seu corpo passam a ser diferentes. A bióloga Andréia Mortensen, na décima semana de gestação, pretende começar a praticar Yoga, além de retomar a natação e a hidroginástica, pois quer um parto natural. ‘‘Sei que essas medidas, junto com informação, mais profissionais que incentivam o parto natural e o apoio do marido, são importantes para que eu consiga essa meta’’, disse Andréia. Para quem deseja um parto normal, os exercícios contribuem bastante, mas o maior benefício é mesmo uma melhor recuperação.É importante desfazer mitos relacionados ao parto normal, alerta a médica Yasha Barros. Dentre eles está o medo de uma série de problemas que podem acometer o bebê, caso ele ‘‘passe do tempo’’ de nascer. Atualmente existem vários recursos que podem ser utilizados para monitorar o feto até o final dos nove meses, o que tranquiliza a mulher e mostra que não existe nenhum risco em esperar um pouco mais. Em existindo indicação, o obstetra realiza um parto cirúrgico.De acordo com a psicóloga Tatiana Schefer, os conflitos psicológicos dependem de como as mudanças do período afetam a mulher, pois surgem diversas fantasias e expectativas, que terminam mexendo com toda a família. É comum que a mulher sinta tristeza devido à mudança do corpo, insegurança em relação ao companheiro, medo de dor ou complicações durante o parto ou incerteza em relação à capacidade de cuidar bebê. Quando a mulher já tem outros filhos, pode questionar se conseguirá dar conta de mais um e como irá ‘‘dividir’’ o amor entre eles. A recepcionista Ana Célia Souza contou que, após a confirmação, seu marido ficou radiante, mas ela sentiu um misto de felicidade e apreensão,‘‘por ser a primeira gravidez e ter apenas 18 anos’’. O acompanhamento psicológico passa a ser necessário se existir um sofrimento acentuado e a mulher não conseguir resolver os conflitos sozinha. Para Yasha Barros, obstetra, o ideal seria começar os cuidados antes mesmo da concepção, mas não sendo possível, a mulher deve procurar o médico ao perceber o atraso da menstruação, para iniciar o pré-natal. Faz parte do acompanhamento pesquisar a eventual ocorrência de algumas doenças, dentre elas a anemia, diabetes, infecção urinária e hipertensão arterial. Também é verificado se a gestante tem imunidade à rubéola, toxoplasmose e hepatites B e C. Além disso, é feito o exame do HIV, mas a mulher precisa estar ciente de que está sendo pedido e concordar. A detecção precoce contribui para o sucesso no tratamento, destacando o caso do HIV, que a transmissão da mãe para o feto pode ser evitada.A jornalista Valéria Candidio sentia-se sem disposição no início da gravidez e passou a se cuidar após ser alertada, pela sua cardiologista, de que havia risco para ela e para a filha, devido ao seu quadro hipertensivo. Passou a seguir uma rigorosa dieta, aboliu os doces, reduziu drasticamente o sal, só consome massas integrais e quase nenhuma gordura. Hoje, aos 5 meses e meio de gestação, Valéria recuperou a disposição e conta, em tom de brincadeira, que ‘‘se não fosse o barrigão, nem sabia que estou grávida’’, disse.A médica Yasha Barros recomenda que a mulher evite dirigir no fim da gravidez, não por prejudicar o bebê, mas porque o impacto de um eventual acidente pode ter consequências graves, devido à proximidade da barriga com o volante.Aline Antunes, preparadora física, explicou que a gestante deve dar mais atenção às atitudes corriqueiras, como sentar, dormir, trabalhar e realizar as tarefas domésticas Procurar melhores formas de desenvolver as atividades do dia-a-dia ajudam a amenizar alguns desconfortos típicos do período.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://diariodenatal.dnonline.com.br/site/materia.php?idsec=2&amp;amp;idmat=156288"&gt;Diário de Natal&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6576861629630443346?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6576861629630443346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6576861629630443346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6576861629630443346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6576861629630443346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/atividade-na-gravidez-deixa-essa-etapa.html' title='Atividade na gravidez deixa essa etapa mais leve'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-389734281326997405</id><published>2007-03-16T14:26:00.001-03:00</published><updated>2007-03-16T14:26:03.777-03:00</updated><title type='text'>Manual da gravidez saudável</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;.flickr-photo { border: solid 2px #000000; }.flickr-yourcomment { }.flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; }.flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; }&lt;/style&gt;&lt;div class="flickr-frame"&gt;	&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/96237245@N00/423159313/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/147/423159313_363f4643c3.jpg" class="flickr-photo" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;	&lt;span class="flickr-caption"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/96237245@N00/423159313/"&gt;Portrait 1&lt;/a&gt;, originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/96237245@N00/"&gt;bliz1&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;				&lt;p class="flickr-yourcomment"&gt;	Manter equilíbrio físico e psicológico é fundamental para gestação tranqüila e bem-sucedida&lt;br /&gt;Dicas e cuidados  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;15/02/2007  &lt;br /&gt;Adriana Calassa&lt;br /&gt;Da editoria de Educação e Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nove meses de dúvidas e expectativa. Para garantir uma gravidez tranqüila, o casal deve tomar alguns cuidados que começam antes mesmo da concepção, explica o presidente da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de Goiás, Rui Gilberto Ferreira. Segundo ele, antes de engravidar, o casal precisa se preparar psicológica e espiritualmente e ainda fazer planejamento global do impacto que esse novo ser vai proporcionar. Decisão tomada, o primeiro passo é procurar um médico ginecologista para fazer os exames pré-concepcionais do casal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exames clínicos indicam se a mulher tem ou não diabetes, se o seu índice de massa corporal está acima do ideal, verificam a pressão, possíveis miomas, cistos de ovários e até câncer de colo de útero ou de mama. Doenças sexualmente transmissíveis também devem ser descartadas. Se for confirmada alguma delas, o tratamento deve ser feito antes de partir para a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Também é importante que se faça preparação do casal para o exercício da maternidade e paternidade”, orienta. Ele frisa que a gravidez é do casal e que a participação do pai é importante em todo o processo. Feitos os exames, o médico pode concluir se a futura gravidez será de risco, alto risco ou risco normal. Em geral, explica Rui Gilberto, 85% das mulheres estão aptas para uma gestação de risco normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confirmada a gravidez, é hora do pré-natal. O especialista alerta que o exame funciona como medicina preventiva, de forma que o ginecologista possa prevenir doenças intercorrentes na gravidez que podem prejudicar a mãe, o bebê ou ambos. É no pré-natal que se previnem excesso de ganho de peso, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia e eclâmpsia, sofrimento fetal, óbito de feto intra-útero, entre outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rotina – Para uma gravidez de risco baixo ou normal, o pré-natal consiste em consulta mensal com o ginecologista até o 7º mês, uma visita ao médico a cada 15 dias no 8º, e toda semana no 9º mês de gestação. “Se for uma paciente de risco, fazemos tantas consultas quantas forem necessárias”, destaca o médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é no pré-natal que a futura mamãe recebe orientação nutricional para evitar o excesso de peso ou falta de nutrientes para o desenvolvimento adequado do bebê. A alimentação da gestante deve ser rica em vitaminas, sais minerais e proteínas, com diminuição de massas (carboidratos) e gordura animal (lipídios). Ela deve comer menos e mais vezes ao dia, intercalando frutas e sucos a cada duas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra indicação é praticar atividade física para garantir maior possibilidade de um parto normal ou boa recuperação no período pós-parto, seja normal ou cesariana. A gravidez na adolescência, entre 12 e 19 anos, é desaconselhável, alerta o médico, porque os órgãos genitais e a estrutura psicológica da mulher não estão preparados à maternidade. Engravidar após os 35 anos também eleva o risco de a criança ter síndrome de Down e má-formação cromossômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;FONTE:&lt;a href="http://www.dm.com.br/impresso.php?id=173748&amp;edicao=7041&amp;cck=4"&gt;&lt;Diario da Manhã&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-389734281326997405?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/389734281326997405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=389734281326997405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/389734281326997405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/389734281326997405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/manual-da-gravidez-saudvel.html' title='Manual da gravidez saudável'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/147/423159313_363f4643c3_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3697131747630077417</id><published>2007-03-16T13:43:00.001-03:00</published><updated>2007-03-16T13:43:20.501-03:00</updated><title type='text'>Altos níveis de cobre no sangue e Depressão Pós-Parto</title><content type='html'>&lt;style type="text/css"&gt;.flickr-photo { border: solid 2px #000000; }.flickr-yourcomment { }.flickr-frame { text-align: left; padding: 3px; }.flickr-caption { font-size: 0.8em; margin-top: 0px; }&lt;/style&gt;&lt;div class="flickr-frame"&gt;	&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/7340185@N05/422980207/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/159/422980207_d35fbd72b2.jpg" class="flickr-photo" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;	&lt;span class="flickr-caption"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/7340185@N05/422980207/"&gt;birth_and_water_movement_by_pleiadesky&lt;/a&gt;, originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/7340185@N05/"&gt;triciacavalcante2&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;				&lt;p class="flickr-yourcomment"&gt;	&lt;i&gt;Trabalho publicado no “Journal of Trace Elements in Medicine and Biology”&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incapacidade para regular adequadamente a produção de cobre pode ser a causa da Depressão Pós-Parto, indica um estudo publicado publicado no “Journal of Trace Elements in Medicine and Biology”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostra que as mulheres que sofrem de Depressão Pós-Parto têm um nível de cobre no sangue mais elevado que as restantes que não sofrem deste problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;William Walsh, do Pfeiffer Treatment Center (PTC), e John Crayton, da Loyola University, em Maywood (EUA), estudaram 14 mil pacientes, entre 1990 e 2002, e seleccionaram 902 casos de mulheres entre os 30 e 60 anos, tendo sido rejeitados os casos de pacientes com historial anterior de Doenças Psiquiátricas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres que tinham sido diagnosticadas com o problema (78) foram submetidas a análises ao sangue, com o intuito de serem medidos os seus níveis de cobre e zinco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após compararem estes resultados com os de outros grupos de homens e mulheres sem Depressão, e mulheres que sofreram Depressão não motivada por um parto, os cientistas concluíram que as mães com Depressão Pós-Parto tinham níveis de cobre mais elevados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais sintomas do problema reflectem-se na apatia, dificuldades em dormir, abatimento, pouco interesse pelo recém-nascido e, em casos extremos, impulsos suicidas e homicidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da gravidez, os níveis de cobre, um nutriente essencial presente em muitos alimentos e na água, são duplicados pelo organismo no sentido de suprirem as necessidades do feto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, em algumas mulheres, após o nascimento da criança a produção normal não é restabelecida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos anteriores já tinham demonstrado que, em quantidades elevadas, este mineral pode levar a Depressão, Ansiedade e comportamentos violentos, mas, até agora, a vulnerabilidade pós-parto não tinha sido directamente associada aos níveis do mineral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, no entanto, não dissipa todas as dúvidas. Ainda resta saber por que razão acontece - as questões genéticas podem ser uma explicação - nem o que, exactamente, acontece com o excesso de cobre no cérebro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.mni.pt/destaques/?cod=9251&amp;cor=azul&amp;MNI=f996d2885ab68ea4356d27ca31f8681c"&gt;MNI&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3697131747630077417?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/3697131747630077417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=3697131747630077417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3697131747630077417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3697131747630077417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/altos-nveis-de-cobre-no-sangue-e.html' title='Altos níveis de cobre no sangue e Depressão Pós-Parto'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/159/422980207_d35fbd72b2_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4801631584330475575</id><published>2007-03-02T18:04:00.001-03:00</published><updated>2007-03-02T18:13:35.512-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesariana'/><title type='text'>As marcas da cesárea</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.rondonoticias.com.br/adm/editor/UserFiles/Image/laqueadura.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.rondonoticias.com.br/adm/editor/UserFiles/Image/laqueadura.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O corte feito na pele acima da linha dos pêlos púbicos pode ser escondido pela calcinha, mas incomoda a mulher que tem que carregar a marca para o resto da vida. Saiba quais são as técnicas que podem suavizar essa cicatriz&lt;br /&gt;Por Carolina Tavares&lt;br /&gt;O preço que se paga pelo dom feminino da maternidade, apesar de ser um privilégio, tem seus incovenientes: dores, menstruação, contrações e, por fim, um corpo modificado. Hoje, médicos lutam pelo parto normal, mas o índice de cesarianas no Brasil chega a quase 90%.&lt;br /&gt;Com um tempo de recuperação que varia de pessoa para pessoa, a cesariana dá um trabalho e tanto para o organismo. São muitas camadas de tecido para cicatrizar, do útero até a parede do abdômen. Essa cicatrização às vezes pode não ser bem feita, causando problemas internos e externos.&lt;br /&gt;"A cicatriz no útero vai ter efeito na próxima gravidez, quando pode ocorrer problemas como placenta prévia (quando ela fica no colo do útero) e deslocamento prematuro da placenta. Quando a mulher possui essa cicatriz, também fica vulnerável a uma ruptura", explica a professora do Departamento de Saúde Materno Infantil da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, dra. Carmen Simone Grilo Diniz.&lt;br /&gt;Mesmo assim, ainda existe um outro tipo de problema que a mulher pode enfrentar. Ele não causa riscos maiores, mas faz parte de uma questão estética e, diferente da cicatriz interna, tem solução.&lt;br /&gt;Depois do parto, a abertura feita pelo bisturí demora pelo menos quatro semanas para cicatrizar e um mês para se definir. Em algumas pessoas ela segue um processo normal e fica imperceptível no prazo de seis meses a um ano. Em outras, dependendo da propensão do organismo, ela pode inflamar e se tornar um quelóide ou uma cicatriz hipertrófica.&lt;br /&gt;Quelóide é uma cicatrização exagerada e volumosa que pode acontecer em algumas partes do corpo como barriga, tórax, braços e lóbulos da orelha. O cirurgião plástico Wandemberg Barbosa explica que existem muitos estudos relacionados ao assunto. As pesquisas começam a chegar à conclusão de que o quelóide pode ser um processo genético ou espontâneo. Já a hipertrófica é apenas um engrossamento da cicatriz comum.&lt;br /&gt;O diretor da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Douglas Jorge, explica o que pode causar a reação. "O quelóide pode surgir espontaneamente (quelóide verdadeiro) ou após uma lesão tecidual (cicatriz queloideana) decorrente de trauma ou infecção. Algumas vezes, um eventual fator desencadeante pode passar despercebido. É mais comumente observado na raça negra e nos orientais, embora também possa aparecer na raça branca", diz.&lt;br /&gt;Os cirurgiões George Luís Pereira e Benedito Soares contam que a correção futura de uma cicatriz de cesariana muito raramente terá um impedimento clínico. Eles procuram fazer uma programação através de exames pré-operatórios de sangue, urina, raio-X de tórax, eletrocardiograma e avaliação do risco cirúrgico pelo cardiologista. Este preparo bem feito e um programa cirúrgico adequado têm por objetivo prevenir os riscos inerentes a qualquer tipo de cirurgia.&lt;br /&gt;Como tratar a quelóide?&lt;br /&gt;Na cesariana, o corte é feito em um local onde não há tensão muscular. Por esse motivo, a mamãe só vai desenvolver o quelóide caso tenha disponibilidade genética ou algum outro fator que agrave a cicatriz. A escrituária Juliana Voltolini, que sofre do problema, afirma que as orientações do seu médico caso a questão se agravasse, era de pulsar a pele que estava sobrando e terminar o tratamento com uma pomada. Ela está correta.&lt;br /&gt;Caso uma pessoa desenvolva o problema, o tratamento é simples. Uma das opções é fazer a ressecção da cicatriz e, 48 horas depois, aplicar o processo de betaterapia, um tipo de radioterapia. É importante ressaltar que não se deve corrigir qualquer cicatriz antes de seis meses de sua evolução, pois existe risco de ser desnecessário ou até piorar sua aparência nesta fase.&lt;br /&gt;Outra sugestão é a infiltração da substância corticóide através de injeção, cremes ou fitas. Existem já alguns trabalhos que utilizam laser para retirar o quelóide e a massagem freqüente também pode trazer resultados.&lt;br /&gt;O número de pessoas que acaba com a cicatriz é de 60% a 70%, mas tudo depende da resposta do corpo ao tratamento, que pode não ser o retorno desejado em 30% dos casos, quando o médico analisa o que pode ser feito. O custo varia de acordo com a pessoa e o recurso que for melhor indicado para ela segundo seu médico. A dermatologista Denise Steiner explica que "a cicatriz pode ficar pouco evidente mas não desaparece totalmente".&lt;br /&gt;Depois da cirurgia, há cuidados a serem tomados com o local do problema. É importante não pegar sol, pois os raios solares estimulam a irritação da cicatriz. Também é preciso deixar o lugar da cirurgia em repouso, fazendo curativos com a fita micropore ou com silicone. Após quatro semanas, já é possível observar os resultados, mas o médico deve indicar cuidados preventivos e manter o corticóide. Os especialistas alertam que se deve aguardar alguns meses antes de indicar um tratamento cirúrgico, pois algumas cicatrizes hipertróficas são classificadas como queloideanas, mas com o tempo melhoram espontaneamente.&lt;br /&gt;Ele lembra também que uma cicatriz nunca desaparece, pois este é um fenômeno da natureza que caracteriza uma resposta a uma agressão no tecido da pele. Ocorre que algumas pessoas desenvolvem cicatrizes de tão boa qualidade que são pouco perceptíveis.&lt;br /&gt;Por que parto normal?&lt;br /&gt;Recuperação rápida, indolor e sem seqüelas. Um parto normal fisiológico sem intervenções possibilita um corpo saudável e de volta ao normal em apenas seis semanas. No início dos tempos, essa era a única opção, mas hoje há outras possibilidades.&lt;br /&gt;Existe também o parto normal com intervenções, quando o médico faz um corte na vagina para facilitar a saída do bebê, mas de acordo com os médicos, "não há justificativa científica para esse tipo de procedimento".&lt;br /&gt;Por último, há a cesariana. A pretensão de não sentir dor acaba no pós-parto. Enquanto a mulher que fez parto normal aguarda o útero voltar ao tamanho original, a mulher de cesária aguarda que cada camada da pele cicatrize, demorando mais tempo para se recuperar.&lt;br /&gt;Outro fator interessante é que, na nova mamãe de cesariana, o contexto hormonal é diferente da pessoa que teve o bebê naturalmente. O hormônio que faz com que a mãe crie o vínculo com o filho e produza o leite é fabricado em menor escala, por isso, começar a amamentação é difícil. Os riscos de infecção e hemorragia também são maiores e a cicatriz uterina pode complicar uma segunda gravidez. A professora da USP afirma que melhor mesmo é não realizar a operação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Glossário&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Aprenda os nomes dos tratamentosIntradermoterapia - Indicada para o tratamento de cicatrizes hipertróficas. Ela consiste na injeção de substâncias que estimulam a produção e a reorganização das fibras colágenas, além de impedir o aumento das propriedades que causam o espessamento da cicatriz. Betaterapia - Tipo especial de radiação utilizada para restabelecer a organização do tecido. Oclusão - Uso dos curativos de silicone para comprimir a região lesada. Ela ajuda a hidratar as células, melhorando seu metabolismo e a circulação local.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="plasticaebeleza.terra.com.br"&gt;Plástica e Beleza&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4801631584330475575?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4801631584330475575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4801631584330475575' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4801631584330475575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4801631584330475575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/as-marcas-da-cesrea.html' title='As marcas da cesárea'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5049103282892066226</id><published>2007-03-02T18:04:00.000-03:00</published><updated>2007-03-02T18:07:18.023-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><title type='text'>Um ano após cirurgia, mulher descobre pano em sua barriga</title><content type='html'>Silene Silva de Andrade afirma que irá processar hospital por erro médico&lt;br /&gt;Simone Menocchi&lt;br /&gt;TAUBATÉ - A doméstica Silene Silva de Andrade, de 32 anos, quer processar o Hospital e Maternidade São Francisco, de Jacareí, Vale do Paraíba, por um provável erro médico ocorrido em 23 de dezembro de 2005. Nesta data ela passou por uma cesariana para dar a luz à sua filha. Um ano depois, começou a sentir fortes dores no abdômen e chegou a fazer radiografia e lavagem de intestino. Os procedimentos não foram suficientes para amenizar a dor. No começo de fevereiro, ela expeliu parte de uma compressa cirúrgica do corpo.&lt;br /&gt;"Quando fui ao banheiro, ao me limpar com o papel higiênico, senti uma ponta e acabei puxando. Saiu parte de um pano e um caldo grosso." No mesmo dia, 1º de fevereiro, a doméstica foi levada para o Hospital Municipal de São José dos Campos, onde teve que passar por uma cirurgia para a retirada completa da compressa. Segundo a jornalista Agnes Pereira, que acompanhou a doméstica ao hospital, os médicos comentaram que ela poderia ter morrido se esperasse mais uma semana.&lt;br /&gt;"Assim que foi retirado o restante do pano, perceberam que era um caso grave e que corria riscos." O pano esquecido no organismo de Silene provocou problemas no intestino e no útero. "Praticamente apodreceu parte dos órgãos e agora terei que passar por mais uma cirurgia para corrigir o intestino", lamenta.&lt;br /&gt;A primeira cirurgia demorou oito horas. Agora recupera-se em casa, onde amarga o incômodo de ter que usar uma bolsa de colostomia, para as necessidades fisiológicas.&lt;br /&gt;Ninguém no hospital quis falar com a imprensa. Em nota oficial, a instituição informa que o parto cesárea não teve problema e que a paciente recebeu todos os cuidados necessários e saiu do hospital sem apresentar queixas. O hospital ainda esclareceu que vai investigar o caso, por meio de uma sindicância interna.&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2007/mar/01/286.htm"&gt;Estado de SP&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5049103282892066226?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/5049103282892066226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=5049103282892066226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5049103282892066226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/5049103282892066226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/03/um-ano-aps-cirurgia-mulher-descobre.html' title='Um ano após cirurgia, mulher descobre pano em sua barriga'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4921647607981010880</id><published>2007-02-20T16:14:00.000-03:00</published><updated>2007-02-20T16:18:22.961-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividades fisicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dicas'/><title type='text'>video de dança pré-natal</title><content type='html'>Um video bastante interessante ensina um pouco da dança do ventre especial para gestantes. Vale a pena conferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=njW7mPNGoBM"&gt;Acesse o video aqui.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4921647607981010880?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4921647607981010880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4921647607981010880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4921647607981010880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4921647607981010880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/02/video-de-dana-pr-natal.html' title='video de dança pré-natal'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8024294671506538883</id><published>2007-02-11T13:39:00.000-03:00</published><updated>2007-02-10T15:43:43.372-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Amamentação solidária</title><content type='html'>&lt;a href="http://alentejanando.weblog.com.pt/arquivo/amamentar.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://alentejanando.weblog.com.pt/arquivo/amamentar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O trabalho anônimo de mulheres como a dona de casa Elisandra Simões e a enfermeira Joana Kuzuhara faz o leite materno chegar a quem precisaPor Thais Lazzeri&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mães, médicos, enfermeiras e até bombeiros trabalham juntos na manutenção dos 187 bancos de leite humano públicos do Brasil. Trabalho árduo, se considerarmos os baixos índices de aleitamento do país. O esforço coletivo, que permite aos bebês de mães que não podem amamentar ter as vantagens do leite materno, é encabeçado pela doadora, que coleta o líquido em casa, e termina ao chegar ao banco, onde é pasteurizado e congelado. Parece simples, mas exige tempo e boa vontade. Enquanto as doadoras intercalam os cuidados do recém-nascido com o processo de bombear os seios, se não fosse pelos profissionais de saúde, o esforço seria em vão. Além de tratar do leite, eles lutam para disseminar a informação, na esperança de aumentar o estoque dos bancos. A seguir, conheça duas histórias dos bastidores da doação de leite materno. A da dona de casa Elisandra Simões, doadora, e da enfermeira Joana Kuzuhara, supervisora técnica do banco do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, Centro de Referência do Estado de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A doadora&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Doar leite faz parte da história da família da dona de casa Elisandra Simões há gerações. Mas até amamentar o próprio filho, Rafael, de 6 meses, ela desconhecia o fato. Certo dia, enquanto dava de mamar ao bebê, a mãe lhe perguntou: "Por que você não doa o que sobra para um banco de leite?". Ela não sabia que havia instituições desse tipo. "Ninguém me disse nada na gravidez, nem na maternidade onde meu filho nasceu", afirma. A avó do bebê havia sido doadora nos anos 80, por isso, aconselhou a filha a seguir o exemplo. As palavras da mãe convenceram Elisandra facilmente. "Alguém precisa do seu leite, ela dizia para mim." Com o telefone do banco de leite em mãos, que encontrou na internet, ela fez o primeiro contato. O retorno foi receptivo e, menos de uma semana depois, Rafael já tinha irmãos de leite.Parece simples, mas não é. Seria muito mais fácil terminar as mamadas (cerca de cinco por dia), brincar com Rafael ou colocá-lo no berço e aproveitar o intervalo para descansar. Mas Elisandra sabe que seu leite pode ajudar outros bebês. Por isso, a rotina é diferente: após o aleitamento, prepara-se para tirar o leite que será doado. A higienização é rigorosa: ela prende o cabelo, põe uma touquinha, limpa as mamas, coloca luvas e máscara no rosto. As luvas não são exigência dos bancos, mas Elisandra faz questão. Depois retira o excesso de leite manualmente - ela mesma ordenha os seios com as mãos - e despeja o líquido dentro de um frasco esterilizado, fornecido pelo banco. O pote é armazenado no freezer de casa até ser recolhido pelo Corpo de Bombeiros, que faz a coleta uma vez por semana. Atenciosa, a doadora usa ainda conchas em ambos os seios, por baixo do sutiã, para armazenar o líquido que vasa naturalmente.&lt;br /&gt;A doadora Elisandra Simões é cautelosa: máscara e touca ao armazenar o leite&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apenas elogios&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há três meses a doação faz parte da rotina diária de Elisandra. São sete frascos de 500 ml por semana. Claro que, muitas vezes, ela acha todo o processo cansativo e, como ser humano, sente preguiça vez ou outra. Mas o senso de cidadania sempre fala mais alto. Não se trata apenas de doar leite - mas também de um ato de amor. "Li bastante sobre a importância da amamentação enquanto estava grávida. Se meu filho tem esse direito, por que não dar a mesma chance a outros? Fico com pena de jogar tanto leite fora", diz.Exceto pelo elogio de amigos e parentes próximos, Elisandra permanece anônima. Como outras doadoras, não ganha nada por isso. Até 1985, ano em que foram estabelecidas normas para a doação de leite humano no país, as voluntárias eram recompensadas com roupas e alimentos. Qualquer tipo de remuneração foi proibido desde então. Apesar do trabalho que dá, Elisandra sequer se vangloria pela iniciativa. "Faço com o maior carinho, pelas mães e pelos bebês" diz, sem se dar conta de que seu gesto pode estar salvando vidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A que faz chegarDos 14 anos de trabalho da enfermeira Joana Kuzuhara no Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros, em São Paulo, 12 foram dedicados ao Banco de Leite Humano da instituição. A supervisora da equipe não está no mesmo setor há tanto tempo por acaso. Ela se interessa pelo assunto desde a faculdade, na década de 80. Na época, não existia disciplina que tratasse de amamentação, quanto mais informação sobre bancos de leite. A enfermeira foi testemunha das transformações pelas quais o banco passou. Em 1982, quatro profissionais se revezavam para cobrir todas as funções. A pessoa encarregada de atender o telefone era a mesma que pasteurizava o leite. Cerca de 20 anos depois, a equipe praticamente quintuplicou - tem 22 profissionais. A ala destinada ao banco também aumentou, assim como o trabalho.Além de supervisionar o tratamento do leite, Joana cuida da atualização profissional dos demais bancos do Estado. Mas não se restringe ao serviço burocrático. Vez ou outra, faz também as vezes de psicóloga. Seja atendendo a mãe que não consegue amamentar, seja incentivando as que pensam em desistir.A amamentação, para ela, é uma bandeira. Talvez por isso não se importe com o anonimato. Sua recompensa são bochechas gordinhas e olhares de mães agradecidas. Mérito? Na opinião dela, é das doadoras. "São pessoas excepcionais, que precisam ser valorizadas por esse ato de amor", diz. Ela própria já promoveu emocionados encontros entre doadoras e receptoras com esse objetivo. "Aproximei pessoas que jamais vão esquecer do bem que fizeram umas às outras."&lt;br /&gt;Próxima etapaApesar dos obstáculos já vencidos, a enfermeira sabe que ainda tem muitos desafios pela frente. "A gente se esforça tanto, divulgando e espalhando cartazes, mas a maioria das mães desconhece o serviço. Não temos fundos para fazer uma campanha maior", afirma, com indignação. Na maternidade em que trabalha, folhetos são distribuídos para todas as mulheres que acabaram de dar à luz. São cerca de 120 orientações a pacientes internas e 20 externas. Por telefone, mais de 100 mulheres são atendidas. Mesmo assim, um abismo separa os bancos de leite e as potenciais doadoras Brasil afora. No Leonor Mendes de Barros, por exemplo, existem cerca de 30 voluntárias. Elas doam aproximadamente 90 litros por mês. Neste mesmo banco é pasteurizado leite humano proveniente de mais dois locais, resultando em 105 litros coletados, prontos para o consumo. Mas, somente para abastecer a demanda interna da instituição, seria necessário o dobro.Graças a pessoas como Joana, o alimento mais completo do mundo, o leite materno, chega até bebês prematuros ou filhos de mulheres que, por algum motivo, não puderam amamentar - ao invés de escorrer pelo ralo do banheiro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você também pode.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As interessadas em doar leite devem procurar o Centro de Referência para Bancos de Leite Humano do seu estado. Nem todas as mulheres, entretanto, estão aptas para o ato. Entre os pré-requisitos do "controle de qualidade" dos bancos, é preciso estar amamentando o filho, ser saudável e ter leite excedente. A equipe analisa também o grau de acidez do leite. Depois de aprovadas, as futuras doadoras recebem um kit com touca, máscara e vidros, entre outros itens hospitalares.Os profissionais do banco também dão orientações sobre a retirada e o armazenamento do leite. Mais informações no site da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano: &lt;a class="texto" href="http://www.redeblh.fiocruz.br" target="_blank"&gt;www.redeblh.fiocruz.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Crescer/0,19125,EFC1439238-2450-1,00.html"&gt;Revista Crescer&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8024294671506538883?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8024294671506538883/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8024294671506538883' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8024294671506538883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8024294671506538883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/02/amamentao-solidria.html' title='Amamentação solidária'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1828302735150617674</id><published>2007-02-10T15:38:00.000-03:00</published><updated>2007-02-10T15:38:10.720-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='governo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='legislação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='licença maternidade'/><title type='text'>Senado analisa projeto de licença-maternidade de seis meses</title><content type='html'>09/02/2007 - 15h03&lt;br /&gt;Estadão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O Senado tem um projeto de lei que propõe aumentar para seis meses a licença-maternidade. Hoje, a mulher tem direito a quatro meses. O aumento da licença-maternidade prevê incentivos fiscais às empresas que concordarem com a proposta. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;     A senadora Patrícia Saboya (PSB-CE), autora do projeto, diz que o objetivo da iniciativa é corrigir uma "distorção", já que o período ideal de amamentação do bebê é até os seis meses de idade. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;     Em 21 de março, o projeto deverá ser discutido com empresários e entidades em audiência pública. Em defesa da proposta, Patrícia disse ainda que amamentar por seis meses torna a criança mais saudável, evitando doenças cardíacas e alguns tipos de cânceres. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;     Na opinião da senadora, o investimento na primeira fase da infância contribui para que o país economize mais tarde em projetos sociais. Como exemplo, informou que o Brasil gasta cerca de R$ 300 milhões a cada ano com tratamentos de doenças respiratórias - enfermidades que, segundo ela, poderiam ser evitadas com a amamentação. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;     No debate sobre o tema, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) ressaltou que a problemática infantil não é uma questão apenas de direitos humanos, mas também de interesse econômico. O parlamentar concordou que realizar investimentos para melhorar as condições de vida dessa parcela da população refletirá em economia para o País. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;     O senador Paulo Paim (PT-RS), relator da proposta, disse que a sociedade está cobrando a aprovação do projeto e que ele recebe muitos telefonemas de pessoas interessadas em saber quando a matéria será aprovada. No entanto, o senador afirmou que quer ouvir todos os segmentos envolvidos antes, para aprimorar o projeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&amp;mat=205796"&gt;24 NEWS&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1828302735150617674?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1828302735150617674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1828302735150617674' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1828302735150617674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1828302735150617674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/02/senado-analisa-projeto-de-licena.html' title='Senado analisa projeto de licença-maternidade de seis meses'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8479199791639340143</id><published>2007-02-10T15:33:00.000-03:00</published><updated>2007-02-08T16:46:27.937-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Mulher grávida peregrina no Rio, de hospital em hospital e morre com fiho na barriga</title><content type='html'>31/01/2007 - 9:32 &lt;br /&gt;Mulher grávida peregrina no Rio, de hospital em hospital e morre com fiho na barriga &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estudante Joana Gomes de Almeida, 17 anos, morreu na madrugada de segunda-feira, às 4h30, no hospital do Andaraí, no Rio de Janeiro, depois de passar por outros três hospitais da rede pública, em peregrinação que durou 12 horas. Grávida de nove meses, Joana sofreu uma parada cardiorrespiratória durante uma cesariana de emergência e morreu, junto com o bebê. Joana começou a passar mal na manhã de domingo, às 5h, quando foi levada pela avó, a aposentada Jandira Gomes de Almeida, 84 anos, para o hospital Maternidade de Xerém, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Como não havia anestesistas na unidade, Joana foi transferida de ambulância para o hospital Municipal Duque de Caxias. Segundo a família, Joana não gostou das condições de atendimento e pediu para ser levada para outra unidade. O hospital cheio. Havia gente sentada até no chão, segundo familiares. Um rapaz se ofereceu para levá-la de carro para a Pró-Matre, no Centro do Rio. De acordo com a família, uma médica da unidade disse que Joana não poderia ficar lá porque ainda não havia chegado a hora de ter o bebê. Com dinheiro emprestado por pacientes da instituição, Joana finalmente chegou ao hospital do Andaraí, já por volta das 17h. A estudante ainda esperou sete horas, até ser levada para a sala de parto. Muito debilitada, não teve condições de fazer um parto normal e foi submetida a uma cesária de emergência. Os médicos logo constataram que o bebê - um menino de 3,4 kg que se chamaria Pedro - já estava morto. A mãe também não resistiu e morreu horas depois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.diarionews.com.br/exibenoticia.php?id=29621"&gt;Diário News&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8479199791639340143?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/8479199791639340143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=8479199791639340143' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8479199791639340143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/8479199791639340143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/02/mulher-grvida-peregrina-no-rio-de.html' title='Mulher grávida peregrina no Rio, de hospital em hospital e morre com fiho na barriga'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7428598728367120263</id><published>2007-02-08T16:43:00.000-03:00</published><updated>2007-02-08T16:46:00.413-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='licença maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Comissões do Senado vão debater com empresários a ampliação da licença-maternidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.jj.com.br/jj2/estilo/estilo23042006-01-f1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.jj.com.br/jj2/estilo/estilo23042006-01-f1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A &lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=834" target="_blank"&gt;comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)&lt;/a&gt;, em reunião nesta quinta-feira (8), aprovou requerimento da senadora Patrícia Saboya Gomes (PSB-CE) para realização de audiência pública no dia 21 de março, destinada a debater o projeto de lei que institui o programa Empresa Cidadã &lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=74973" target="_blank"&gt;(PLS 281/05)&lt;/a&gt;. A proposição, que prevê a prorrogação da duração da licença-maternidade mediante incentivos fiscais às empresas participantes do programa, será discutida em conjunto com as comissões &lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=40" target="_blank"&gt;de Assuntos Sociais (CAS)&lt;/a&gt; e &lt;a class="we_frase" href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Comissoes/consComPerm.asp?com=47" target="_blank"&gt;de Educação (CE)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Para debater o tema serão convidados os presidentes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf; da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Queiroz Monteiro Neto; da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Antonio José Domingues de Oliveira Santos; da Fersol, Indústria e Comércio, Michael Haradom; e da Nestlé do Brasil, Ivan Zurita. Outra audiência pública deverá ser marcada para que o assunto seja discutido com representantes dos trabalhadores e da área de saúde.&lt;br /&gt;Patrícia Saboya, autora do projeto, destacou que a proposta tem como objetivo corrigir uma distorção, uma vez que os programa sociais de saúde pública sempre informam sobre a importância da amamentação e incentivam as mulheres a amamentarem os filhos até os seis meses de idade.&lt;br /&gt;- No entanto, a legislação não permite que as mães trabalhadoras fiquem com seus filhos durante todo esse período - explicou a senadora.&lt;br /&gt;Patrícia Saboya salientou que amamentar por seis meses estabelece laços afetivos do bebê com a mãe, o que vai possibilitar que a criança seja mais saudável, evitando, inclusive doenças cardíacas e alguns tipos de cânceres. Na opinião da senadora, o investimento na primeira fase da infância contribui para que o país economize mais tarde em projetos sociais. Patrícia Saboya informou, como exemplo, que o Brasil gasta cerca de R$ 300 milhões a cada ano com tratamentos de doenças respiratórias - enfermidades que, segundo ela, poderiam ser evitadas com a amamentação.&lt;br /&gt;No debate sobre a matéria, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) ressaltou que a problemática infantil não é uma questão apenas de direitos humanos, mas também de interesse econômico. O parlamentar concordou que realizar investimentos para melhorar as condições de vida dessa parcela da população refletirá em economia para o país.&lt;br /&gt;- Não se trata apenas de fazer favor às mãezinhas, que vão ficar cuidando das crianças. [O projeto] vai trazer grandes benefícios ao país - disse.&lt;br /&gt;O senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH e relator da proposta, disse que a sociedade está cobrando a aprovação do projeto e que ele recebe muitos telefonemas de pessoas interessadas em saber quando a matéria será aprovada. No entanto, o senador afirmou que quer ouvir todos os segmentos envolvidos antes, para aprimorar o projeto.&lt;br /&gt;Iara Borges / Repórter da Agência Senado(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senad&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=60874&amp;amp;codAplicativo=2"&gt;Senado Federal&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7428598728367120263?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7428598728367120263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7428598728367120263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7428598728367120263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7428598728367120263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/02/comisses-do-senado-vo-debater-com.html' title='Comissões do Senado vão debater com empresários a ampliação da licença-maternidade'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3518859667551269449</id><published>2007-01-30T10:22:00.000-03:00</published><updated>2007-01-30T10:26:15.459-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><title type='text'>Estresse na gestação afeta cérebro do feto, diz estudo</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.alvorecer.org.br/jornal/no_26_junho/img/gravidez.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.alvorecer.org.br/jornal/no_26_junho/img/gravidez.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O estresse da mulher durante a gestação pode prejudicar o desenvolvimento do cérebro do bebê, de acordo com pesquisa do Imperial College, em Londres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Estudos anteriores em animais mostraram que se a mãe estiver estressada durante a gravidez, há mudanças no longo-prazo no desenvolvimento neurológico do filho, que expressa crescente ansiedade e menor capacidade para atenção.&lt;br /&gt;Dados recolhidos por novos estudos independentes mostram efeitos semelhantes em seres humanos. Se a mulher está ansiosa ou estressada durante a gestação, seu filho terá uma probabilidade muito maior de desenvolver problemas emocionais, de comportamento ou de aprendizado.&lt;br /&gt;Algumas pesquisas mostram que há um risco maior de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (ADHD, em inglês), ansiedade, e atraso no uso de linguagem em filhos de mulheres estressadas durante a gestação.&lt;br /&gt;A ansiedade na gravidez parece ter maior impacto sobre o bebê do que a depressão pré-natal.&lt;br /&gt;Mas o Imperial College destaca que essas conseqüências para a criança não estão ligadas a estresse, depressão ou ansiedade da mãe depois do parto.&lt;br /&gt;Hormônio&lt;br /&gt;As causas do impacto do estresse da mãe na gravidez sobre a criança não são totalmente compreendidas pelos pesquisadores, mas as evidências indicam que um dos fatores pode ser o aumento dos níveis do hormônio do estresse - cortisol.&lt;br /&gt;Há uma forte associação entre estresse e os níveis de cortisol tanto no sangue da mãe quanto em seu líquido amniótico, que envolve o bebê.&lt;br /&gt;Recentemente, foi encontrada uma ligação entre os níveis de cortisol em líquido amniótico e o índice de desenvolvimento mental da criança. Quanto maior a concentração de cortisol, mais baixo o índice.&lt;br /&gt;Há uma hipótese de que a função evolutiva da programação do feto é preparar a criança para um ambiente específico, em que ela se encontrará ao nascer.&lt;br /&gt;Características como estado de vigilância exaltada, maior reatividade ao medo, ou atenção que muda rapidamente de uma coisa para outra podem ter sido parte da adaptabilidade a um estressante ambiente pré-histórico, mas não são eficazes para a convivência em um ambiente como o da sociedade moderna.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/01/070126_cerebrobebeg.shtml"&gt;BBC Brasil&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3518859667551269449?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/3518859667551269449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=3518859667551269449' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3518859667551269449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3518859667551269449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/estresse-na-gestao-afeta-crebro-do-feto.html' title='Estresse na gestação afeta cérebro do feto, diz estudo'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6532421359598828132</id><published>2007-01-30T10:03:00.000-03:00</published><updated>2007-01-30T10:10:01.357-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><title type='text'>'Mãe Canguru' ajuda a salvar vidas de recém-nascidos de baixo peso</title><content type='html'>&lt;a href="http://crescer.globo.com/edic/ed89/imagens/segtotal_a.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://crescer.globo.com/edic/ed89/imagens/segtotal_a.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O projeto Mãe Canguru, que atende crianças que nascem com baixo peso, ajuda a salvar vidas de bebês prematuros que nascem na Maternidade Hildete Falcão Baptista (MHFB). O projeto é uma das estratégias do Ministério da Saúde para dar suporte humanitário a gestantes e recém-nascidos de baixo peso. O Mãe Canguru conta com o apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).O projeto é desenvolvido por uma equipe interdisciplinar, que conta com neonatalogistas, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas, psicólogos, pediatras, ginecologistas, obstetras, infectologistas, enfermeiros, técnicos e auxiliares. São três etapas de desenvolvimento. A primeira é logo após o nascimento do bebê de baixo peso, quando ele precisa de internação em UTI neonatal.Na segunda etapa, quando a criança já está estabilizada, ela é acompanhada continuamente na enfermaria, em companhia com a mãe. Por fim, o recém-nascido passa a receber tratamento contínuo, feito por profissionais das diversas áreas que compõem o Mãe Canguru. Eles acompanham o crescimento e desenvolvimento da criança, avaliam o equilíbrio psico-afetivo, supervisionam exames oftalmológico, de fisioterapia, de audiometria e o esquema adequado de vacinação.Para o coordenador do projeto, Alex Santana, o fundamental para estabelecer a recuperação do bebê prematuro é o contato com a mãe durante o tempo em que ele permanecer na UTI neonatal. “O método canguru advoga a alta precoce, o aleitamento materno e a posição canguru promovendo calor, amor, estimulação e segurança. O seguimento ambulatorial monitora o crescimento e o desenvolvimento do bebê, dá continuidade à educação da mãe para o cuidado e as dificuldades que possam surgir”, afirma Alex.A maternidade dispõe atualmente de 12 leitos de enfermagem para atender a demanda da capital e do interior pelo “Mãe Canguru”. Na MHFB, é permitido o acesso das mães aos bebês, para que eles não percam o contato. Uma vez por semana é realizada uma reunião onde as mães recebem orientações sobre alimentação e amamentação e tiram dúvidas sobre o tratamento de seus filhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.tvcidade.com/ler.php?codigo=4328"&gt;TV Cidade&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6532421359598828132?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6532421359598828132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6532421359598828132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6532421359598828132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6532421359598828132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/me-canguru-ajuda-salvar-vidas-de-recm.html' title='&apos;Mãe Canguru&apos; ajuda a salvar vidas de recém-nascidos de baixo peso'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4600907164543818880</id><published>2007-01-27T13:09:00.000-03:00</published><updated>2007-01-27T13:17:47.339-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='depoimento'/><title type='text'>Entre o parto e a vida normal</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.roche.com.br/NR/rdonlyres/282E9748-3E1A-44ED-90BE-00B6E3B156E9/1593/gravida_img1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.roche.com.br/NR/rdonlyres/282E9748-3E1A-44ED-90BE-00B6E3B156E9/1593/gravida_img1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;26/01/2007 17h20&lt;br /&gt;Você acabou de sair da sala de parto. Ainda nem conseguiu se recompor do momento mais sublime de toda a sua vida, o de ver nascer o rebento amado, desejado, esperado (melecado e inchado). E, como se não bastasse, de ver também surgir nos olhos do homem mais especial do mundo, o que você escolheu pra dividir tudo, inclusive ou principalmente aquele momento, um sentimento enorme, gigantesco, incontido como bem colocou um amigo que acaba de viver todas estas emoções. Duas pauladas que a gente só poderia mesmo aguentar sob efeito de anestesia. A sorte é que, pelo tamanho da agulha, a peridural adormece até o pai, por tabela.&lt;br /&gt;Ainda meio perdida, aliás, a esta altura completamente, levam você pro quarto, a metros do que a poucas horas era parte de seu corpo e agora estão cuidando de fazer respirar e experimentar seus primeiros momentos secos. No meu caso, particularmente, os minutos até a lucidez absoluta talvez nem tivessem sido tão penosos, se a anestesia não houvesse me posto pra fazer a única coisa que eu sentia vontade àquela altura: tremer.Depois da experiência "Toyota" e muito olho comprido para a enfermeira, eis que chega a princesa. Rostinho redondo, toda plácida, num sossego que quase sufoca das ondas de amor que levanta dentro da gente. Aí vem a primeira amamentação, trêmula, com jeito, aliás, falta de jeito de projeto piloto, emocionante. E vem também a chata da enfermeira perguntar se você urinou e, quando finalmnete ouve a resposta afirmativa, emenda: e defecou? Poxa, aquilo é hora de ficar falando nessas coisas? É, o pior é que é, sim.&lt;br /&gt;E é hora também de fazer coisa muito pior: "Vamos tomar um banho?", a danada da enfermeira convida. E você, enquanto tenta calcular todas as ossibilidades de fuga viáveis, diz sim. E pra levantar da cama! Uma das sensações mais estranhas que já vivi foi a de pisar no chão horas após meu primeiro parto. Parecia que estava tudo solto por dentro, sem caber, sem poder segurar-se. Achava que, no primeiro passo que desse, ia tropeçar no meu útero ou minha bexiga, vencidos pela gravidade. Tenho impressão de que não deve ser muito diferente de andar na lua.&lt;br /&gt;Mas o que eu nem imaginava se revelou quando a enfermeira (sempre ela me aperreando) pediu que eu tirasse a bata do hospital. A cena que vi nos momentos seguintes deveria estar censurada para menores e, principalmente, para puérperas. A minha barriga, minha barriguinha, da qual cuidei tanto a vida inteira, virou uma...uma...uma coisa completamente diferente do que era antes, pra colocar a coisa do jeito mais ameno possível.&lt;br /&gt;Depois daquilo que estava lá no espelho, tudo foi pinto: a enfermeira, a famigerada cinta, que vem dar uma forçinha no esforço de rearrumação interna. E aí, quando tudo parece estar perdido, vem da troca de fralda o bálsamo, a compensação, a certeza de que está tudo no lugar certo, na hora exata: você, seu marido, sua família e aquela bênçãozinha toda empacotada. E já de brinco, meu Deus! O juízo não responde mais a qualquer estímulo e só aí que você se dá conta de que tudo isso ainda é o primeiro dia. Na verdade, as primeiras horas. Mas aí, pelo menos aí, as enfermeiras dão uma mãozinha.&lt;br /&gt;Uma vez em casa, no entanto, fica tudo por sua conta: o bebê e o não menos trabalhoso puerpério. Nesse período, tecnicamente compreendido entre os dozes meses que separam o parto da vida normal, as primeiras semanas são chatérrimas: o peito incha, dói, seca, dói de novo, depois racha, a cinta aperta, a barriga cai toda vez que você vai tomar banho, o marido e a mãe vivem a consolar as crises de choro eventuais, ninguém dorme direito dentro de casa.... mas a redentora pequerrucha acorda a cada instante e nem deixa você lembrar de tudo que, ao primeiro sinal de choro dela, vira apenas o resto.&lt;br /&gt;As feridas cicatrizam, a barriga volta ao normal (pelo menos ao que pode-se considerar normal dali pra frente) os hormônios estabilizam, as unhinhas vão desdobrando, as fraldas vão sujando, o umbigo cai, os sonos vão rareando e tudo vai se ajeitando. Até o dia em que você, o pai e a criança acertam os ponteiros e a casa se ajusta todinha pra acomodar a família que acaba de crescer. Ou nascer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://jc.uol.com.br/tvjornal/2007/01/26/not_118189.php"&gt;TV Jornal&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;Já li muitos relatos de parto, de chegada do bebê e das mudanças que tudo isso representa. Esse foi de um distanciamento mulher-gravidez, mãe-bebê que me impressionou. Não estou dizendo que essa mulher não desejava ou não amava esse bebê!! Isso não!!!!! Aliás isso fica muito claro no texto, ela deseja imensamente essa criança. Mas a falta de contato consigo mesma (quando diz que só mesmo "anestesiada para aguentar o tamanho do impacto) me impressiona. Ela passou pelo momento do parto no escuro, e nem se deu conta. É uma pena, de verdade, que muitas mulheres ainda pensem assim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4600907164543818880?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4600907164543818880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4600907164543818880' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4600907164543818880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4600907164543818880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/entre-o-parto-e-vida-normal.html' title='Entre o parto e a vida normal'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3377684176333881659</id><published>2007-01-14T17:31:00.000-03:00</published><updated>2007-01-14T17:34:10.983-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Sinais para o Desmame</title><content type='html'>Elsa Regina Justo Giugliani*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Pediatra, professora da Faculdade de Medicina da UFRGS, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP, Especialista em Aleitamento Materno pelo IBLCE (International Board of Lactation Consultant Examiners)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem é o único mamífero em que o desmame (aqui definido como a cessação do aleitamento materno) não é primariamente determinado por fatores genéticos e instinto, sendo fortemente influenciado por fatores socioculturais. Hoje, ao contrário do que ocorreu por pelo menos dois milhões de anos, ao longo da evolução da espécie humana, a mulher opta (ou não) pela amamentação e, influenciada por múltiplos fatores, decide por quanto tempo vai (ou pode) amamentar. Muitas vezes, as preferências culturais (não amamentação, introdução precoce de outros alimentos na dieta da criança, amamentação de curta duração) entram em conflito com a expectativa da espécie. Algumas conseqüências dessa divergência já puderam ser observadas, como desnutrição e alta mortalidade infantis, sobretudo em áreas menos desenvolvidas. Porém, as conseqüências a longo prazo ainda não são totalmente conhecidas, já que transformações genéticas não ocorrem com a rapidez com que podem ocorrer mudanças de hábitos. Começam a ser mostradas evidências de que o não amamentar segundo as expectativas da espécie pode ter repercussões negativas ao longo da vida dos indivíduos. Assim, a não amamentação ou amamentação sub-ótima pode favorecer o aparecimento de doenças alérgicas, diversas doenças do sistema imunológico, alguns tipos de cânceres, obesidade, diabete e doenças cardiovasculares, além de interferir negativamente no desenvolvimento oro-facial. Provavelmente, com o aparecimento de novas pesquisas nessa área, outros males serão relacionados com os hábitos “modernos” de alimentação infantil, mas alguns aspectos dificilmente podem ser quantificados, especialmente os relacionados com a psique humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, em especial nas sociedades ocidentais, a amamentação é vista primordialmente como uma forma de alimentar a criança, sob o controle total dos adultos. Assim, perdeu-se a percepção da amamentação como um processo mais amplo, complexo, envolvendo intimamente duas pessoas e com repercussão na saúde física e no desenvolvimento cognitivo e emocional da criança, além de repercussões para a saúde física e psíquica da mãe. Hoje, em muitas culturas “modernas”, a amamentação prolongada (cujo conceito varia de acordo com a “convenção” da época e do local) freqüentemente é vista como um distúrbio inter-relacional entre mãe e bebê. Perdeu-se a noção de que o desmame não é um evento e sim um processo, que faz parte da evolução da mulher como mãe e do desenvolvimento da criança, assim como sentar, andar, correr, falar. Nesta lógica, assim como nenhuma criança começa a andar antes de estar pronta, nenhuma criança deveria ser desmamada antes de atingir a maturidade para tal. Em harmonia com esta linha de pensamento, Dr. William Sears, um antigo pediatra, recomendava “Não limite a duração da amamentação a um período pré-determinado. Siga os sinais do bebê. A vida é uma série de desmames, do útero, do seio, de casa para a escola, da escola para o trabalho. Quando uma criança é forçada a entrar em um estágio antes de estar pronta, corre o risco de afetar o seu desenvolvimento emocional”. Essas palavras sábias podem ter pouco respaldo em sociedades individualistas, que tendem a acelerar o processo de independização do ser humano, substituindo o seio por métodos de auto-consolo como chupetas, paninhos, mantinhas, ursinhos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo diversas teorias, o período natural de amamentação para a espécie humana seria de 2,5 a sete anos. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses. Apesar dessa recomendação, muito poucas mulheres no Brasil amamentam por mais de dois anos. As razões para a não amamentação prolongada variam desde dificuldade em conciliar a amamentação com outras atividades, até crença de que aleitamento materno além do primeiro ano é danoso para a criança sob o ponto de vista psicológico. Uma parcela de mães, apesar de demonstrar desejo em continuar a amamentação, sente-se pressionada a desmamar por profissionais de saúde, seus maridos, parentes, vizinhos e amigos. Pois, para a manutenção do paradigma que sustenta a afirmação de que amamentação prolongada não é natural, foi necessário criar vários mitos tais como o de que uma criança jamais desmama por si própria, que a amamentação prolongada é um sinal de problema sexual ou necessidade materna e não da criança e que a criança que mama fica muito dependente. Algumas mães, de fato, desmamam para promover a independência da criança. No entanto, é importante lembrar que o desmame provavelmente não vai mudar a personalidade da criança. Além disso, o desmame forçado pode gerar insegurança na criança, o que dificulta o processo de independização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desmame pode ser agrupado em quatro categorias básicas: abrupto, planejado ou gradual, parcial e natural. Sob a ótica de que o desmame é um processo de desenvolvimento da criança, parece razoável afirmar que o ideal seria que ele ocorresse naturalmente, na medida em que a criança vai adquirindo competências para tal. No desmame natural a criança se auto-desmama, o que pode ocorrer em diferentes idades, em média entre dois e quatro anos e raramente antes de um ano. Costuma ser gradual, mas às vezes pode ser súbito, como por exemplo em uma nova gravidez da mãe (a criança pode estranhar o gosto do leite, que se altera, e o volume, que diminui). A mãe também participa ativamente no processo, sugerindo passos quando a criança estiver pronta para aceitá-los e impondo limites adequados à idade. O Quadro 1 apresenta os sinais indicativos de que criança pode estar pronta para iniciar o desmame:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Quadro 1. Sinais sugestivos de que a criança está madura para o desmame&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Idade maior que um ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Menos interesse nas mamadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Aceita variedade de outros alimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• É segura na sua relação com a mãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Aceita outras formas de consolo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Aceita não ser amamentada em certas ocasiões e locais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Às vezes dorme sem mamar no peito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Mostra pouca ansiedade quando encorajada a não amamentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Às vezes prefere brincar ou fazer outra atividade com a mãe ao invés de mamar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que a mãe não confunda o auto-desmame natural com a chamada “greve de amamentação” do bebê. Esta ocorre principalmente em crianças menores de um ano, é de início súbito e inesperado, a criança parece insatisfeita e em geral é possível identificar uma causa: doença, dentição, diminuição do volume ou sabor do leite, estresse e excesso de mamadeira ou chupeta. Essa condição usualmente não dura mais que 2-4 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vantagens do desmame natural encontram-se no Quadro 2:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quadro 2. Vantagens do desmame natural&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Transição tranqüila, menos estressante para a mãe e a criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Preenche as necessidades da criança até elas estarem maduras para o desmame&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Fortalece a relação mãe-filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ajuda a mãe a ser menos ansiosa com relação aos estágios de desenvolvimento de seu filho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desmame abrupto é desencorajado, pois se a criança não está pronta, ela pode se sentir rejeitada pela mãe, gerando insegurança e muitas vezes rebeldia. Na mãe, o desmame abrupto pode precipitar ingurgitamento mamário, bloqueio de ducto lactífero e mastite, além de tristeza ou depressão, por luto pela perda da amamentação ou por mudanças hormonais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes a mulher se depara com a situação de querer ou ter que desmamar antes de a criança estar pronta. Nesses casos, o profissional de saúde, em especial o pediatra, deve respeitar o desejo da mãe e ajudá-la nesse processo. O quadro 3 apresenta os fatores que facilitam o encorajamento do bebê para o desmame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quadro 3. Encorajando o bebê a desmamar: facilitadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Mãe segura de que quer (ou deve) desmamar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Entendimento da mãe de que o processo pode ser lento e demandar energia, tanto maior quanto menos pronta estiver a criança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Flexibilidade, pois o curso é imprevisível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Paciência (dar tempo à criança) e compreensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Suporte e atenção adicionais à criança – mãe não deve se afastar neste período&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Ausência de outras mudanças ocorrendo: Ex.: controle dos esficteres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sempre que possível, desmame gradual, retirando uma mamada do dia a cada 1-2 semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica utilizada para fazer a criança desmamar varia de acordo com a idade da mesma. Se a criança for maior, o desmame pode ser planejado com ela. Pode-se propor uma data, oferecer uma recompensa e até mesmo uma festa. A mãe pode começar não oferecendo o seio, mas também não recusando. Pode também encurtar as mamadas e adiá-las. Mamadas podem ser suprimidas distraindo a criança com brincadeiras, chamando amiguinhos, entretendo a criança com algo que lhe prenda a atenção. A participação do pai no processo, sempre que possível, é importante. A mãe pode também evitar certas atitudes que estimulam a criança a mamar, por exemplo, não sentar na poltrona em que costuma amamentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes, o desmame forçado gera tanta ansiedade na mãe e no bebê, que é preferível adiar um pouco mais o processo, se possível. A mãe pode, também, optar por restringir as mamadas a certos horários e locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres devem estar preparadas para as mudanças físicas e emocionais que o desmame pode desencadear, tais como: mudança de tamanho das mamas, mudança de peso e sentimentos diversos tais como alívio, paz, tristeza, depressão, culpa e arrependimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se avançou muito na valorização do aleitamento materno nos últimos tempos. A recomendação da duração da amamentação passou de 10 meses na década de 30 para dois anos ou mais nos dias de hoje. Atualmente, fala-se em desmame natural como a forma ideal de desmame, sem especificar uma idade mínima ou máxima para que esse processo ocorra. Apesar desse avanço ainda estamos longe de encararmos o desmame como um marco do desenvolvimento da criança. Para chegarmos a este estágio, faz-se necessário entender e enfrentar as circunstâncias que, segundo Souza e Almeida, “ultrapassam a natureza e desafiam a cultura e a sociedade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.sbp.com.br/show_item2.cfm?id_categoria=21&amp;id_detalhe=1845&amp;tipo_detalhe=s"&gt;Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3377684176333881659?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/3377684176333881659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=3377684176333881659' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3377684176333881659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/3377684176333881659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/sinais-para-o-desmame.html' title='Sinais para o Desmame'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6075241851927299496</id><published>2007-01-09T18:03:00.000-03:00</published><updated>2007-01-09T18:07:45.706-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Estado promove ações de apoio ao aleitamento materno</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/materia2_boletim_2141.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/materia2_boletim_2141.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Joanice de Deus&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assessoria/Ses-MT &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Secretaria de Estado de Saúde (Ses) desenvolve durante o ano todo ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. Entre as estratégias usadas e desenvolvidas em parceria com o Governo Federal e municípios de Mato Grosso está o trabalho de incentivo e orientação às mães feito pelos profissionais dos postos de saúde, policlínicas, programa de saúde da família (PSF) e agentes comunitários, além do treinamento das equipes de saúde, divulgação das vantagens da amamentação e da realização da Semana Mundial da Amamentação, que é comemorada anualmente no mês de agosto. “O trabalho é desenvolvido para orientar as gestantes e mães sobre seus direitos e as vantagens do aleitamento materno, promovendo a amamentação exclusiva até os seis meses e complementada até os dois anos de vida ou mais”, disse a gerente de Promoção e Prevenção das Ações de Assistência à Saúde (GEPPAS) da Ses, Maria da Penha Ferrer de Francesco Campos. De acordo com a pediatra da área técnica de Saúde da Criança da GEPPAS, Regina Coelho Pereira, a amamentação deve começar logo após o nascimento, preferencialmente na primeira hora de vida. “Quanto mais precocemente a criança pegar o peito mais se estimula a produção do leite que interfere, inclusive, na liberação da ocitocina, um hormônio que faz aumentar a contração uterina, fazendo o útero voltar mais rápido para o tamanho normal”. Até os seis primeiros meses de vida o bebê deve receber exclusivamente o leite materno. A partir daí, o leite materno deve ser complementado pelos alimentos da família até os dois anos ou mais. “O aleitamento materno é ideal para o bebê por ser um alimento completo que contribui para sua saúde e desenvolvimento e também pelo vínculo afetivo que gera entre a criança e a mãe”, disse. Regina Pereira enfatizou ainda que muitas mães precisam do apoio dos parentes mais próximos como marido, irmãos e avós, que não devem influenciar o uso de chás, chupetas e madeiras. “A alimentação rotineira de recém-nascidos com mamadeiras, reduz a vontade de o bebê mamar ao seio. Por outro lado, a mãe deve procurar se manter tranqüila e sem estresse, pois as preocupações com o trabalho, a insegurança sobre o ganho de peso do bebê e os mitos existentes podem ser motivos para se deixar de amamentar”. Maria da Penha lembrou também que o leite materno contém todos os nutrientes (proteínas, vitaminas e sais minerais), inclusive água, de que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida, sendo facilmente absorvido e digerido pela criança. “Mesmo em uma cidade quente como Cuiabá não é preciso dar água para criança nos primeiros seis meses, mas somente a partir do momento que ela começa a comer papinhas”, disse. O leite materno também protege a criança contra infecções, principalmente, contra diarréia, otite e pneumonia, reduz as chances de ter alergias e outras doenças respiratórias, diminuindo, conseqüentemente, a taxa de mortalidade infantil e o número de internações no primeiro ano de vida. Ajuda, ainda, a mãe a voltar mais rápido para o peso que tinha antes de engravidar, a chance de adquirir câncer de ovário e de mama, além de ser mais prático e econômico e de aumentar o laço afetivo entre mãe e filho, fazendo o bebê sentir-se amado e seguro. A mulher só não deve amamentar quando for portadora do vírus HIV/Aids. Outra estratégia de incentivo, apoio e promoção ao aleitamento é a implantação dos Bancos de Leite Humano, que, em Cuiabá, funcionam no Pronto Socorro Municipal (PSMC), Hospital Universitário Júlio Müller e Hospital Geral (HGU). Há ainda a Norma Brasileira para Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL), que protege a amamentação contra a propaganda indiscriminada de produtos que favorecem o desmame precoce, definindo regras para sua comercialização. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.secom.mt.gov.br/conteudo.php?sid=13&amp;cid=29489&amp;amp;parent=0"&gt;SECOM-Secretaria de Comunicação Social&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6075241851927299496?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6075241851927299496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6075241851927299496' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6075241851927299496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6075241851927299496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/estado-promove-aes-de-apoio-ao.html' title='Estado promove ações de apoio ao aleitamento materno'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4618270976747184450</id><published>2007-01-08T16:28:00.001-03:00</published><updated>2007-01-09T09:06:28.848-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><title type='text'>Maternidade e Tecnologia: a era do medo</title><content type='html'>por: Tricia Cavalcante Lima Pacheco, colaboradora da ONG Amigas do Parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Janeiro de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia médica está presente em todos os processos da reprodução humana: desde a concepção, caso se faça necessário através das técnicas de RA (reprodução assistida), que tem atingido resultados impressionantes, até o parto, cujo reflexo se mostra nos altos índices de cesáreas em todo o mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a influencia de fatores sócio-culturais, dentre outros, as mulheres nunca se sentiram tão inseguras em relação a maternidade quanto hoje. Há um negativismo disseminado dominando todos os âmbitos da vida pós-moderna. Um sentimento mórbido de saber das desgraças do outro e contar as suas próprias, como se ter uma vida saudável fosse monótono e sem graça. Estar doente, fazer exames, tomar vitaminas tornou-se símbolo de status e ocupação. Dessa forma, as pessoas utilizam todos os tipos de serviços que o seu plano de saúde oferece, apenas por diversão. Exames e mais exames, todos os meses, de todos os tipos imagináveis. Sempre em busca de algo, sempre medindo, e comparando aos parâmetros considerados normais. Caso haja alguma diferença entre o objeto em estudo e a regra, instala-se o temor de que alguma tragédia está para acontecer, consequentemente, torna-se minada a segurança da mulher em sua capacidade de gestar e parir naturalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria exagerado definir essa tendência como o “ócio do medo”. Quando não se tem nada mais importante para fazer, a mente se ocupa em vasculhar e buscar problemas para resolver. E a gestação, que sempre foi vista como algo misterioso, é um prato cheio para esse tipo de ocupação. No entanto, vários estudos (1) comprovam que examinar demais uma gestante resulta apenas no aumento das taxas de cirurgia cesareana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ciclo é vicioso: a transmissão do conhecimento do corpo feminino e seus ciclos e processos entre mãe e filha não mais acontece. Jovens crescem e se tornam mulheres que desconhecem o próprio corpo e mal sabem ouvir seu instinto. Corpo e mente são sintonizados como uma rádio fora da estação. Cheias de insegurança, se apegam aos profissionais, as maquinas e aos números. Do outro lado, a Medicina, que com o surgimento da obstetrícia tomou a responsabilidade sobre o nascimento que antes pertencia às mulheres e suas parteiras para si, perdeu totalmente a emoção, como já disse Wilson Oliveira Jr(2). A terapeuta corporal Therese Bertherat também fala sobre as conseqüências do uso da tecnologia no psiquismo feminino; “Agora os monstros são mais terríveis, sob um aspecto tão banal que ninguém desconfia da carga de angustia que eles podem provocar. Um exame, um aparelho, um profissional. Mas o exame, que supostamente deve dar segurança, na realidade causa pânico; o aparelho, feito para mostrar, só deixa entrever sinais cabalísticos; o técnico, grudado no aparelho, tem uma tela no lugar dos olhos, não tem ouvidos para escutar e só pensa em uma coisa: fazer a triagem dos embriões, considera-los dentro das categorias estatísticas, ou excluí-los, se forem grandes ou pequenos demais, em desacordo com a norma.“ (3) Resultado: iatrogenia do parto e nascimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia tem servido principalmente ao propósito do domínio masculino sobre o poder da mulher em gerar a vida. Esse tipo de controle pode ser percebido sutilmente através dos exames, da observação em todos os aspectos, e finalmente do sentimento de incapacidade que domina cada vez mais mulheres em seus partos. Se refletirmos mais sobre esse ponto de vista, talvez chegaremos a conclusão que o obstetra Eliezer Berenstein descreve no seu livro “A Inteligência Hormonal da Mulher”; “desde as mais remotas épocas, a natureza – e especialmente a terra – tem sido vista como uma nutriente e benévola mãe, mas também como uma fêmea selvagem e incontrolável.”(4) E este caráter imprevisível é inaceitável em nossa sociedade pós-moderna. O medo da natureza como conseqüência do uso exagerado da tecnologia tem prejudicado bastante a capacidade de parir e gestar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de muitas mulheres ignorarem até agora, em meio a tantos “olhos” observando o bebê ainda no ventre, há algo inerente a si mesma: o instinto feminino. Toda a máquina corporal pode estar funcionando bem, mas somente a mulher pode ter absoluta certeza de que as coisas vão bem. Ela está em total contato com o seu filho, ela o sente de várias maneiras. Mas a modernidade lhe oferece o poder da visão sobre o interior do seu útero, para satisfazer o desejo do profissional, e posteriormente dos pais, e ela passa a desconsiderar as outras formas de interação com o filho, em detrimento da tecnologia, deixando assim de experimentar uma interação muito mais completa e engrandecedora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Absolutamente não somos contra o uso da tecnologia, mas sim contra o seu excesso. Não podemos negar que a tecnologia tem conseguido solucionar problemas cada vez mais cedo. Porém, nada que um bom pré-natal consiga prever. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se agarrar somente a resultados de exames é enxergar por uma janela embaçada subestimando todo o trabalho que nosso corpo está tendo em se reproduzir, e toda a energia que a natureza investe nesse processo. A gestação de uma vida é algo tão maravilhoso e complexo que não se pode medir apenas em um ângulo. E cabe a nós mulheres tomarmos consciência do limite entre o conhecimento do nosso corpo e invasão de privacidade que as máquinas proporcionam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Referências:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. Posso ter um parto em casa? Seis mitos sobre parto e seus riscos, 1990. Artigo publicado no site da ONG Amigas do Parto. Tradução: Tricia Cavalcante L. Pacheco &lt;br /&gt;Tradução e Revisão: Carla Beatriz Piuma Maise. URL: http://www.amigasdoparto.org.br/ce_parto_01_36.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A MEDICINA NÃO PODE PERDER A EMOÇÃO. Wilson Oliveira Jr.* Artigo publicado no site da ONG Amigas do Parto. URL: http://www.amigasdoparto.org.br/artigo_005_01.asp&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Berthetar, Marie. Quando o Corpo Consente – São Paulo: Martins Fontes, 1997. pág. 18.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Berenstein, Eliezer. A inteligência hormonal da mulher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4618270976747184450?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4618270976747184450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4618270976747184450' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4618270976747184450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4618270976747184450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/maternidade-e-tecnologia-era-do-medo.html' title='Maternidade e Tecnologia: a era do medo'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6560604107562341276</id><published>2007-01-06T22:04:00.000-03:00</published><updated>2007-01-06T22:09:34.526-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casa de parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto normal'/><title type='text'>Atendimento Personalizado</title><content type='html'>&lt;a href="http://external.cache.el-mundo.net/elmundosalud/especiales/2003/03/partos/images/8.1.donde.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://external.cache.el-mundo.net/elmundosalud/especiales/2003/03/partos/images/8.1.donde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Muitas mulheres estão optando por ter seu filho nas casas de parto, um ambiente menos tecnológico e mais aconchegante que o dos hospitais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deborah Trevizan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é como nossas avós, que costumavam ter os filhos em casa, só com o auxílio de parteiras. Mas também está longe daquele aparato tecnológico encontrado nos hospitais. Nas casas de parto há sala, quarto, área de convivência e até jardim. Não há médicos e sim enfermeiras obstétricas. Concebidas para atender gestantes de baixo risco, todas elas atendem gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e acabam atraindo também mulheres que têm convênio médico particular que estão em busca de um atendimento mais personalizado e de um parto mais natural. "Elas procuram ainda a chance do acompanhante estar junto e o contato precoce com o bebê", completa a enfermeira Flora Maria Barbosa da Silva, que atua na profissão há dez anos e em casas de parto há cinco. No Brasil são sete casas em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília, todas com atendimento 24 horas. Conheça um pouco mais sobre o funcionamento dessas casas.&lt;br /&gt;● Quem pode ter filhos numa casa de parto?&lt;br /&gt;Todas as mulheres que procuram as casas passam por uma triagem. As que têm doenças preexistentes como hipertensão,diabetes ,portadoras de HIV, as que tiveram partos por cesárea e as grávidas de gêmeos não são aceitas.Há também casos em que a mulher é aceita na triagem,mas durante o pré-natal apresenta alguma alteração na sua saúde ou na do bebê e, por isto, é encaminhada para o hospital.&lt;br /&gt;● O que acontece se,de última hora, a mulher tiver de fazer uma cesárea?&lt;br /&gt;Nas casas de parto não são feitas cesáreas. Em qualquer situação que fuja da normalidade e que se transforme em um parto de risco, é feita a transferência imediata para um hospital.Todas as casas devem contar com uma ambulância durante 24 horas, além da obrigatoriedade de equipamentos de monitoração e de emergência.&lt;br /&gt;● O que acontece se o bebê tiver algum problema?&lt;br /&gt;O atendimento de emergência é feito lá mesmo. São itens obrigatórios nesses locais equipamentos para reanimação do bebê e monitoramento dos batimentos cardíacos e do líquido amniótico durante o trabalho de parto, além de incubadora móvel para o caso de o bebê precisa ser transferido para um hospital.&lt;br /&gt;● Quais profissionais trabalham em uma casa de parto?&lt;br /&gt;A equipe é composta por enfermeira ou enfermeiro com especialidade obstétrica, um auxiliar de enfermagem, um auxiliar de serviços gerais e um motorista de ambulâncias. Não há médicos pediatras ou obstetras.&lt;br /&gt;"Para a gestante de baixo risco esta forma de cuidado é suficiente e não há a necessidade de médicos", afirma o obstetra Jorge Khun, que trabalhou durante um ano em uma casa semelhante em Berlim.Mas não há consenso entre os médicos sobre a segurança do local. Uma resolução do Conselho Regional de Medicina de São Paulo, inclusive, proíbe que os médicos trabalhem nas casas de parto "por não serem as mesmas dotadas de infraestrutura indispensável ao adequado atendimento à gestante, à parturiente e ao recém-nascido" .&lt;br /&gt;Todas as casas de parto são gratuitas e ligadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). As grávidas passam por uma triagem e são aceitas as que têm uma gestação de baixo risco &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;● Que tipo de parto é realizado?&lt;br /&gt;Um dos diferenciais de humanização nestas casas é a possibilidade de a mulher ter livre escolha da posição em que quer ter o filho. Não existem as tradicionais camas de parto como nos hospitais em que as mulheres ficam deitadas em posição ginecológica com os pés nos apoiadores. As posições mais usadas são a "semideitada" , a "de lado"e a de cócoras.A mulher tem à sua disposição chuveiros, banheiras, bolas para se exercitar durante o trabalho de parto e podem caminhar, inclusive nas áreas de convivência e externas.Pode ingerir alimentos e líquidos durante o trabalho de parto. Ela sai entre 12 e 24 horas após dar a luz.&lt;br /&gt;● Elas são regulamentadas por lei?&lt;br /&gt;Sim.Uma portaria do Ministério da Saúde regulamenta a criação dos Centros de Parto Natural, CPN's. Estes centros podem estar dentro ou fora dos hospitais.No caso das casas de parto, a localização é sempre fora e com a condução dos partos sendo feitas pelas enfermeiras. Todas são ligadas às unidades de saúde locais e algumas ficam próximas ou até anexas a hospitais.&lt;br /&gt;● A mulher que opta em ter filho lá tem de fazer pré-natal convencional?&lt;br /&gt;Sim.Toda mulher tem o direito e o dever de fazer o pré-natal desde o início da gestação,independente mente do tipo e do local para o parto escolhido.Ter feito um acompanhamento pré-natal é uma das exigências para que uma gestante seja aceita em uma casa, já que é uma forma de comprovar que a gestação está correndo bem e sem risco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://meunene.uol.com.br/restricao/acesso/AA_Assinante.asp"&gt;Revista Meu Nenê&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6560604107562341276?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6560604107562341276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6560604107562341276' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6560604107562341276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6560604107562341276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/atendimento-personalizado.html' title='Atendimento Personalizado'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4587777714342206848</id><published>2007-01-05T10:56:00.000-03:00</published><updated>2007-01-05T11:02:24.087-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neonatologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='midia'/><title type='text'>Quando o sangue fica mais doce</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.wayneforte.com/790%20Valeria%20Gravida%20(6%20mo.)%20'90%20(F)%20fs.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Edição 158 - Jan/07&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bebê nasce rosado, gordinho, com mais de 4 quilos. Sinal de saúde de sobra? Em termos. O fato de o pequeno ser tão rechonchudo pode indicar que a mãe teve diabetes durante a gestação. E, tanto para a mãe quanto para o filho, o problema serve como um sinal de alerta: uma tendência de ambos terem diabetes tipo 2 no futuro (doença em que a pessoa não produz insulina suficientemente). Essa foi a principal conclusão de um estudo recém-divulgado no Congresso Europeu de Diabetes, que se realizou no final do ano, em Copenhague, Dinamarca. Durante mais de uma década, pesquisadores da MacGill University, em Montreal, Canadá, acompanharam mães que tiveram diabetes gestacional e sua prole - a maior parte nascida entre 1989 e 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostrou que essas mulheres apresentaram aumento nas taxas de açúcar no sangue ano a ano e os filhos tinham, na sua grande maioria, excesso de peso. "A gordura aumenta a resistência à insulina, dificulta sua ação", afirma o endocrinologista Airton Golbert, coordenador do Departamento de Diabetes Gestacional da Sociedade Brasileira de Diabetes. Mas a novidade não está apenas em comprovar suas chances de ter diabetes. A boa notícia é que a ciência também caminha para barrar o problema, e já existem estudos que mostram como isso é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doce, doce, doce&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, por que você deveria se preocupar em saber se seu sangue está doce demais durante a gravidez? Primeiro, porque cada vez mais mulheres estão sendo diagnosticadas com esse problema. E segundo - e mais importante -, se não for feito um controle rígido, o excesso de açúcar pode fazer mal  ao bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, cerca de 7% das mulheres desenvolvem diabetes gestacional, e de  10% a 12% da população tem diabetes tipo 2. Só para ter uma idéia, na década  de 60 esse índice, entre as futuras mães, não chegava a 1%. "Isso  provavelmente está ligado ao aumento de peso da população em geral", diz a  obstetra Marilza Vieira Cunha Rudge, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Botucatu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na gestação, o organismo feminino precisa produzir maior quantidade de insulina no pâncreas - a substância facilita a entrada da glicose nas células. Só que algumas mulheres não conseguem fabricar essa carga extra, e o resultado é o aumento de açúcar no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é com esse sangue superdoce que o bebê vai se nutrir. Com tanto açúcar assim, não fica difícil entender por que ele nasce mais gordinho. Já as bochechas rosadas são conseqüência do aumento na hemoglobina glicosilada da mãe (células que carregam a glicose). As chances de a criança nascer prematura também crescem: a mãe com diabetes passa menos oxigênio para o&lt;br /&gt;feto. Rechonchudo desse jeito, o parto normal se torna mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conseqüências não param por aí. No berçário, o bebê precisa ganhar atenção especial: é comum ter hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar) e problemas respiratórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o parto, os níveis de açúcar da mãe se normalizam. "Mas algumas mulheres continuam diabéticas. Isso acontece, provavelmente, porque elas já tinham o problema, só que não sabiam", explica Marilza Vieira Cunha Rudge. O único cuidado agora é fazer um acompanhamento do problema e, claro, não abusar demais das guloseimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diabética, por quê?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecedentes familiares, ter tido outro bebê com mais de 4 quilos ou estar acima do peso estão entre os fatores de risco para desenvolver o diabetes gestacional. Além disso, os médicos consideram que mulheres com mais de 35 anos têm maior propensão à doença: acredita-se que a partir dessa idade podem acontecer alterações na placenta que levam ao problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como fica o dia-a-dia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento é essencial para não prejudicar o bebê. Isso aumenta as visitas ao médico: no início, a cada três semanas; depois da 28a semana, a cada duas semanas; e a partir da 36a, toda semana. Normalmente o controle do diabetes acontece por meio da alimentação. O que não significa apenas cortar Docinhos e barras de chocolate, mas também reduzir a porção de carboidratos, que se transformam em açúcar no sangue. Em geral, aumenta-se a quantidade de proteínas ingeridas e de refeições também - de seis a sete por dia - : quanto mais fracionadas, melhor. Praticar alguma atividade física também é bem-vindo. O excesso de glicose é usado como energia para a prática do exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preciso de insulina?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São poucos os casos, mas algumas mães necessitam de aplicação diária de insulina. E estas precisam fazer um controle rígidoda glicemia, cerca de duas a três vezes por dia. Existem medidores digitais, bem fáceis de usar e com a necessidade de uma única gota de sangue.&lt;br /&gt;Grávidas podem usar antidiabéticos orais? O FDA (órgão americano que aprova o uso de medicamentos nos EUA) ainda não deu seu aval para o uso de antidiabéticos orais, remédios que auxiliam no controle da glicemia, para gestantes. Existem diversas drogas que estão em fase de testes para, em um futuro próximo, ser usadas por gestantes com segurança. "A grande vantagem é que evitariam ou retardariam a Necessidade do uso da insulina injetável,&lt;br /&gt;porque muitas mulheres não aderem ao tratamento por causa das picadas diárias", diz o endocrinologista Luiz Alberto Andreotti Turatti, da Unidade de Diabetes do Hospital das Clínicas de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos indicam que de seis a oito anos após a gravidez, quando a mulher teve diabetes gestacional, 50% delas desenvolvem o diabetes. Existem medidas simples que podem evitar isso. Uma pesquisa chamada DPP (Diabetes Prevention Program), feita há cerca de oito anos nos Estados Unidos, avaliou as mudanças do estilo de vida nas pessoas. O grupo que conseguiu melhorar a alimentação e praticar uma atividade física com regularidade não desenvolveu&lt;br /&gt;diabetes. "A questão é que mudar os hábitos é uma das principais dificuldades de qualquer um"', diz o médico Luiz Turatti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência estuda outras maneiras de prevenir o diabetes por meio de medicamentos. A mais recente novidade na área - que também significa uma boa-nova para quem teve diabetes gestacional - é o uso de um medicamento da linha das glitasonas, a rosiglitasona. O estudo (chamado Dream) que analisou os efeitos dessa droga foi apresentado no último Congresso Europeu de Diabetes. A pesquisa foi coordenada pelo Population Health Research Institute, da Michael G. DeGroote School, na Universidade McMaster, no Canadá, e Hamilton Health Sciences, em Hamilton, Ontário. Foram três anos de análises, com 5.269 pessoas, em 21 países, incluindo o Brasil. No final desse período, 60% dos pacientes que usaram a rosiglitasona não&lt;br /&gt;desenvolveram a doença. "Outro estudo também analisou o efeito de um tipo de glitasona em mulheres que tiveram diabetes durante a gestação. O medicamento reduziu o risco de elas terem o problema no futuro", conta Luiz Turatti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/EditoraGlobo/componentes/article/edg_article_print/1,3916,1400074-2334-1,00.html"&gt;Revista Crescer&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4587777714342206848?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4587777714342206848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4587777714342206848' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4587777714342206848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4587777714342206848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/quando-o-sangue-fica-mais-doce.html' title='Quando o sangue fica mais doce'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1678496550634045393</id><published>2007-01-05T10:31:00.000-03:00</published><updated>2007-01-05T10:33:29.982-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='politica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ceará'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='legislação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='maternidades'/><title type='text'>Mortalidade materna no Ceará ainda preocupa</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/img/659845_not_fot.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;As doenças hipertensivas gestacionais e hemorragias são as principais causas de mortalidade materna no Ceará, que em 2005 apresentou uma taxa de 83 mortes por cada 100 mil nascidos vivos, índice considerado elevado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fátima Guimarães&lt;br /&gt;da Redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05/01/2007 01:33&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adolescente e mulher jovem (até 30 anos), baixa escolaridade, precárias condições sócio-econômicas. Esse é o perfil das mulheres que morrem em decorrência de complicações do parto no Ceará, segundo o boletim epidemiológico da Mortalidade Materna (MM), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Em 2005, foram registrados 130 óbitos relacionados a problemas do parto no Estado e as doenças hipertensivas gestacionais (pré-eclampsia e eclampsia) respondem por cerca de 13% das mortes. A situação preocupa e especialistas observam que muitas vidas poderiam ser salvas com medidas preventivas adotadas durante a gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) é considerada morte materna todo o óbito causado por problemas relacionados à gravidez, ao parto ou ocorrido 42 dias depois. Dirlene Mafalda, coordenadora da Saúde Sexual e Reprodutiva da Sesa (gestão Lúcio Alcântara), diz que os indicadores do Ceará, semelhantes ao do País, mantêm-se estáveis, mas é possível reduzir. De 2002 a 2005 praticamente não houve alteração: em torno de 80 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Em 2002, a taxa foi de 85.9; 2003, 75.2; 2005, 86.9; e 2005, 83.0. Essas taxas superam o limite considerado aceitável pela OMS, até 20 mortes para cada 100 mil nascidos vivos. Os dados de 2006 não foram concluídos, mas até 20 de dezembro último, já tinham sido registradas 84 mortes maternas em 36 municípios cearenses. No Brasil, a taxa da MM é de 52.6 mortes para cada 100 mil nascidos vivos, dados de 2003 do Ministério da Saúde (MS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ginecologista, que desde 1992 acompanha a vigilância epidemiológica da mortalidade materna, diz que houve avanços na assistência à saúde materna e que hoje nenhum óbito materno deixa de ser investigado no Estado. "A mortalidade materna é um desafio que persiste e temos de encontrar uma solução regionalizada, pactuada com os municípios, com a família, com a comunidade". Dirlene observa que a mulher precisa ter um pré-natal de qualidade e também uma boa assistência no parto e pós-parto. Para ela, é necessário que os serviços de saúde da região respondam no momento certo, estejam estruturados para atender a paciente com complicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Ceará, cerca de 98% das gestantes fazem pré-natal, segundo a Sesa. Zenilda Bruno, diretora da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand (Meac), ressalta que é importante que o acompanhamento seja de qualidade, ou seja, feito por profissionais capacitados para que os riscos sejam identificados, que a gestante tenha acesso aos exames de rotina. Para reduzir as mortes, ela lembra também que é necessário que sejam estruturadas unidades de saúde nas cidades de grande porte a fim de evitar o deslocamento das pacientes graves para Fortaleza. Esses serviços teriam de ser dotados de Unidade de Terapia Intensiva, profissionais preparados para lidar com a gestantes complicadas, banco de sangue e suporte de medicamentos. "Muitas vezes recebemos pacientes de cidades distantes com quadro grave de hemorragia e pouca coisa podemos fazer". A Meac é uma unidade de referência para gestante de risco, que representa 80% dos 500 partos realizados por mês na unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SAIBA MAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mortalidade materna é todo óbito causado por problemas relacionados à gravidez ou ao parto ou ocorrido até 42 dias depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera aceitável o índice de 20 mortes materna por cada 100 mil nascidos vivos. Entre 20 e 49 mortes, índice médio; 50 e 149 mortes, alto e acima de 150 mortes, muito alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coeficiente de Mortalidade Materna (MM) é o resultado do número de mulheres que morrem por causa materna dividido pelo número de mães de crianças que nasceram vivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo uma gravidez normal pode complicar na hora do parto ou pós-parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adolescente de primeiro filho é uma potencial gestante de risco, assim como gestante acima de 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer gestante, independente da condição social, pode desenvolver hipertensão gestacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO BRASIL&lt;br /&gt;52.6 óbitos por cada 100 mil nascidos vivos, segundo dados de 2003 do Ministério da Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO CEARÁ&lt;br /&gt;* Por cada 100 mil nascidos vivos&lt;br /&gt;2005: 83.0&lt;br /&gt;2004: 86.9&lt;br /&gt;2003: 75.2&lt;br /&gt;2002: 85.9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERFIL DAS PACIENTES NO CEARÁ&lt;br /&gt;- Adolescente e adulto jovem (até 30 anos)&lt;br /&gt;- Precárias condições sócio-econômicas&lt;br /&gt;- Baixa escolaridade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRINCIPAIS CAUSAS&lt;br /&gt;- Doença hipertensiva gestacional (pré-eclampsia e eclampsia). A eclampsia é a pressão alta com o quadro de convulsão.&lt;br /&gt;- Infecções pós-parto&lt;br /&gt;- Hemorragia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Secretaria da Saúde do Estado; ginecologista Dirlene Mafalda; Regina Coeli Carvalho, coordenadora da UTI Materna da Meac &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/659845.html"&gt;Jornal O Povo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1678496550634045393?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1678496550634045393/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1678496550634045393' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1678496550634045393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1678496550634045393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/mortalidade-materna-no-cear-ainda.html' title='Mortalidade materna no Ceará ainda preocupa'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1417280007725599161</id><published>2007-01-03T15:50:00.000-03:00</published><updated>2007-01-03T15:51:48.649-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atividades fisicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><title type='text'>O MECANISMO DO PARTO</title><content type='html'>&lt;img src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5248/1161/1600/399988/foto1.gif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o parto normal, a mulher relaxa alguns músculos e contrai outros — principalmente os abdominais. Para a criança nascer sem problemas, ela precisa coordenar esses movimentos. Os exercícios que aumentam as forças dos músculos abdominais ou diminuem a resistência dos músculos da pélvis (região inferiorda barriga, por onde passa o bebê) reduzem o tempo e a dor do parto.&lt;br /&gt;Em alguns casos, o parto normal não ocorre por falta de coordenação desses músculos. Uma criança só nasce em parto normal quando as forças orgânicas que a empurram para baixo são mais poderosas que as resistências que a sustentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORÇAS QUE EMPURRAMO BEBÊ PARA BAIXO&lt;br /&gt;1 Músculos abdominais&lt;br /&gt;2 Contração do útero&lt;br /&gt;3 Peso do bebê&lt;br /&gt;No processo do parto, o corpo da mulher produz a substância ocitocina, que estimula as contrações do útero e a expulsão do bebê. Mais um artifício para o parto acontecer com perfeição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FORÇAS RESISTENTESAO NASCIMENTO&lt;br /&gt;4 Colo do útero&lt;br /&gt;5 Diafragma pélvico(são músculosque sustentamos órgãos, comobexiga, intestinose útero)&lt;br /&gt;Quando a mulher força o nascimento antes do organismo eliminar a sua resistência natural, a criança corre o risco de nascer com problemas como machucados na cabeça, e até mesmo sofrer hemorragia cerebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS EXERCÍCIOS&lt;br /&gt;Por que são importantes:&lt;br /&gt;Eles facilitam o trabalho de parto, conservam o corpo da mulher, evitam dores nas costas, culotes, flacidez e melhoram a circulação. Quando a grávida pratica exercícios tem maior facilidade para recuperar o peso depois do parto.&lt;br /&gt;Quem tem restrições:&lt;br /&gt;Os exercícios devem ser bem acompanhados em mulheres com anemia, sangramento, diabéticas, hipertensas ou que já tiveram parto prematuro em uma gravidez anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VASOCAPILAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente para a circulação. A mulher fica deitada, com pernas e braços para cima, e sacode as mãos,os braços, os pés e as pernas. Com o exercício, a placenta (fonte de alimentação e oxigenação dofeto) dificilmente envelhece. É um bom exercício para hipertensas, para evitar inchaço, varizes e hemorróidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTRAÇÃO DA PÉLVIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa atividade ajuda a posicionar o bebê corretamente. Com mãos e joelhos no chão, a gestante deve fazer o mesmo tipo de esforço que o exercício de cócoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CÓCORAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ele, a mulher aprende a controlar o músculo da pélvis e obter o seu relaxamento na hora certa do parto. Nesta posição, a grávida deve contrair e relaxar a pélvis, como se estivesse segurando a urina. A atividade também permite que o feto deslize melhor no momento do nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota da Gi: esse é um dos exercícios que faço no RPG, combinado com a respiração e em várias posições: deitada, de pé, sentada, apoiada sobre a maca. Assim, posso descobrir qual posição é mais confortável para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom para evitar dor nas costas e no nervo ciático (no quadril), que costuma incomodar as gestantes. Evita parto prematuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota da Gi: essa posição é até que meio instintiva, quando a gente começa a sentir essas famosas dores nas costas. Alívio quase imediato!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAPINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom para fortalecer os músculos abdominais e os da pélvis. Ajuda no controle das forças na hora do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALONGAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para dor nas costas. Sentada, a mulher coloca as pernas abertas para a lateral e alonga para os lados e para a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota da Gi: nada de sentir enferrujada se não alcançar os dedos dos pés depois que a barriga crescer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTROS EXERCÍCIOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminhada sem muito esforço físico, hidroginástica, natação e bicicleta (ergométrica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATIVIDADES CONTRA-INDICADAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esportes competitivos, como basquete, vôlei, futebol etc. Aeróbica de alto impacto. Durante a gravidez, devido às ações hormonais e à retenção de líquidos, as articulações ficam mais frágeis. Por isso, a grávida deve evitar exercícios de alto impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.santalucia.com.br/ginecologia/gravidas/gravidas-p.htm"&gt;Hoapital Santa Lucia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1417280007725599161?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/1417280007725599161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=1417280007725599161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1417280007725599161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/1417280007725599161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/o-mecanismo-do-parto.html' title='O MECANISMO DO PARTO'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7144883135212660353</id><published>2007-01-03T15:39:00.000-03:00</published><updated>2007-01-03T15:41:01.231-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cesárea'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='parto normal'/><title type='text'>Parto Normal X Cesárea</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.tudobem.co.jp/images/colunista_yoshie.jpg" style="float:right"&gt;Qual é a melhor opção?&lt;br /&gt;31.05.2006 - Maria Yoshie Shiraishi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Colunista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Yoshie Shiraishi&lt;br /&gt;Médica, especializada em pediatria&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em se tratando de gestação sem riscos, a grávida tem a liberdade de escolher o parto que gostaria de fazer, sob orientação de seu médico. A participação do marido ou companheiro reforça a segurança na escolha que, muitas vezes, depende da cultura das gestantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, há uma maior opção por parto normal e sem anestesia. Já no Brasil, o medo da dor e excesso de cesáreas preocupam as entidades de saúde. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de cesarianas deve ficar em torno de 30% do total. Ou seja, partos normais são encorajados e bem-vindos. Em gestações complicadas, pesam-se os riscos maternos e do bebê e, nesse caso, a opinião técnica do médico é importante para decidir tanto o tipo de parto quanto a hora do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem muitos outros tipos de parto, para os quais se exige o conhecimento dos envolvidos (familiares e profissionais de saúde), bem como preparo para uma eventual situação de emergência. Exemplos de outros tipos incomuns são: “na água” e “de cócoras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características do parto normal:&lt;/strong&gt; alta hospitalar mais rápida; expansão pulmonar do bebê mais natural e com menos risco de desconforto respiratório; trabalho de parto mais prolongado; anestesias para diminuir a dor próxima ao nascimento são permitidas; a natureza decide o momento do parto; o obstetra pode ajudar com episiotomia (corte ao lado da vagina) para alargar o canal do parto; às vezes é necessário o uso de fórcipe (pás que ajudam o bebê nascer); menor custo para a gestante e para as instituições; não é possível realizar se já tiver duas cesáreas anteriores; é possível ser realizado por parteiras treinadas e enfermeiras obstetrizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características da cesariana:&lt;/strong&gt; a mãe pode decidir o dia do nascimento; depende totalmente dos exames e do obstetra; faz-se no mesmo dia da internação; as dores típicas do trabalho de parto não são sentidas; corre-se o risco de prematuridade se não fizer pré-natal corretamente; é possível fazer laqueadura, por exemplo, no mesma cirurgia; só é feita por médicos treinados; tempo de internação maior; dores e riscos semelhantes a qualquer cirurgia abdominal; chances de aderências e fibroses; a descida do colostro (primeiro leite) pode demorar; é utilizado em emergências maternas ou do feto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://tudobem.uol.com.br/2006/05/31/parto-normal-x-cesarea/"&gt;UOL&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7144883135212660353?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/7144883135212660353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=7144883135212660353' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7144883135212660353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/7144883135212660353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/parto-normal-x-cesrea.html' title='Parto Normal X Cesárea'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6418796510437366244</id><published>2007-01-03T15:21:00.000-03:00</published><updated>2007-01-03T15:25:23.975-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gestação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='legislação'/><title type='text'>Direitos das Gestantes no trabalho</title><content type='html'>(Garantidos pelas leis trabalhistas – CLT)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Sempre que a mulher for às consultas de pré-natal ou fizer algum exame&lt;br /&gt;necessário ao acompanhamento de sua gravidez, solicite ao serviço de&lt;br /&gt;saúde uma DECLARAÇÃO DE COMPARECIMENTO. Apresentando esta&lt;br /&gt;declaração à sua chefia a gestante terá sua falta justificada no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A gestante tem o direito de mudar de função ou setor no seu trabalho,&lt;br /&gt;caso o mesmo possa provocar problemas para a sua saúde ou a do bebê.&lt;br /&gt;Para isso, apresente à gerência um atestado médico comprovando que a&lt;br /&gt;gestante precisa mudar de função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Enquanto estiver grávida, e até cinco meses após o parto, a mulher tem&lt;br /&gt;estabilidade no emprego e não pode ser demitida, a não ser por "justa&lt;br /&gt;causa", isto é, nos casos previstos pela legislação trabalhista (se cometer&lt;br /&gt;algum crime, como roubo ou homicídio, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A mulher tem direito a uma licença-maternidade de 120 dias – recebendo&lt;br /&gt;salário integral e benefícios legais – a partir do oitavo mês de gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Até o bebê completar seis meses, a mulher tem direito de ser dispensada&lt;br /&gt;do seu trabalho todos os dias, por dois períodos de trinta minutos,&lt;br /&gt;para amamentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O companheiro da recém-mãe tem direito a uma licença-paternidade&lt;br /&gt;de cinco dias, logo após o nascimento do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.fm.usp.br/departamento/mpr/pdfgesta.pdf"&gt;USP&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6418796510437366244?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/6418796510437366244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=6418796510437366244' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6418796510437366244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/6418796510437366244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2007/01/direitos-das-gestantes-no-trabalho.html' title='Direitos das Gestantes no trabalho'/><author><name>Tricia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03560086442362117181</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/-W7WKkrVZ58c/TpuRYuXPkII/AAAAAAAAACQ/bdv1W--zoOs/s220/esmalte-da-semana-17out.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4528175849344293998</id><published>2006-12-21T12:53:00.000-03:00</published><updated>2006-12-21T12:57:36.314-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><title type='text'>MULHER COM ÚTERO DUPLO DÁ À LUZ TRÊS BEBÊS NA INGLATERRA</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.trigemeos.com.br/assets/misc/us-tri.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand" alt="" src="http://www.trigemeos.com.br/assets/misc/us-tri.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Caso pode ser o único no mundo, segundo especialistas. Prematuras, crianças devem continuar internadas por nove semanas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Londres -- Uma britânica com útero didelfo (duplo) deu à luz três bebês concebidos em duas cavidades uterinas diferentes em setembro, em um caso divulgado nesta quinta-feira (21) e que pode ser único no mundo, segundo os especialistas. As gêmeas Ruby e Tilly, concebidas em um dos úteros, foram as primeiras a nascer. Logo após, nasceu Grace, que se desenvolveu na outra cavidade uterina da sua mãe. Hannah Kersey, 24, foi submetida a uma cesariana e as meninas nasceram prematuras no hospital de Southmead, de Bristol, no sudoeste da Inglaterra. As três meninas devem continuar internadas no hospital durante nove semanas antes de voltar para casa dos pais em Northam, em Devon, também no sudoeste inglês.Ruby, Tilly e Grace foram concebidas em dois óvulos fertilizados ao mesmo tempo, segundo Kersey. Ela afirmou que, quando engravidou, foi advertida pelos médicos que teria três opções: abortar os três fetos, abortar as gêmeas e ficar com um bebê ou ficar com todos, assumindo o risco."Foi uma situação terrível, mas imediatamente soube que não podia colocar fim à vida de nenhum dos meus bebês, de modo que optamos por continuar com os três", afirmou Kersey.De acordo com o ginecologista Ellis Downes, do Hospital Chase Farm de Londres, o caso é "incrível", pois "mulheres com dois úteros já conceberam bebês nas duas cavidades, mas nunca gêmeos em uma delas". Segundo os especialistas, nos últimos cem anos, apenas 70 mulheres portadores de útero didelfo ficaram grávidas nas duas cavidades uterinas.A jovem mãe expressou sua felicidade pelo fato de as filhas estarem "saudáveis e felizes", acrescentando que as meninas "são incríveis, todas com personalidades diferentes", afirmou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1395846-5602,00.html"&gt;G1.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4528175849344293998?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://parir.blogspot.com/feeds/4528175849344293998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=37066600&amp;postID=4528175849344293998' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4528175849344293998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/37066600/posts/default/4528175849344293998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://parir.blogspot.com/2006/12/mulher-com-tero-duplo-d-luz-trs-bebs-na.html' title='MULHER COM ÚTERO DUPLO DÁ À LUZ TRÊS BEBÊS NA INGLATERRA'/><author><name>Débora,</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2556452378514328164</id><published>2006-12-21T09:08:00.000-03:00</published><updated>2006-12-21T09:26:43.559-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversos'/><title type='text'>Anunciação</title><content type='html'>Caetano Veloso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Composição: Caetano Veloso / Rogério Duarte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria, Maria&lt;br /&gt;Nosso filho está perto&lt;br /&gt;Esta noite eu o vi em sonhos&lt;br /&gt;Me chamando&lt;br /&gt;Antes já o pressentia&lt;br /&gt;Esta noite eu o vi de repente, vagamente&lt;br /&gt;Maria, Maria&lt;br /&gt;Maria tenho medo que você não chegue a tempo&lt;br /&gt;Que ele apareça em meu quarto noturno&lt;br /&gt;Com uma faca na mão&lt;br /&gt;E um sorriso violento nos lábios&lt;br /&gt;É preciso impedir que ele cresça longe de nós&lt;br /&gt;E não nos reconheça&lt;br /&gt;Maria, Maria&lt;br /&gt;Não pense que estou louco&lt;br /&gt;Nosso filho já nasceu&lt;br /&gt;E se não tomarmos conhecimento&lt;br /&gt;Como iremos saber&lt;br /&gt;Que a nossa carne que nos mata&lt;br /&gt;Ma
