<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-37066600</atom:id><lastBuildDate>Fri, 27 Nov 2009 12:34:10 +0000</lastBuildDate><title>Parir é Nascer</title><description>parto, partos, cesariana, cesaria, cesarea, cesárea, cesareana, natural, parto natural, vagina, utero, normal, parto normal, gravidez, gestação, bebê, bebês, video, parir, nascer, Fortaleza, mulher, nascimento, maternidade, Ceará.</description><link>http://parir.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>253</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5281359710639866785</guid><pubDate>Tue, 05 Aug 2008 13:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-05T10:27:39.232-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cesárea</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cesariana</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>obstetrícia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Cesariana, uma distorção na obstetrícia brasileira</title><description>GILDA DE CASTRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os anos 80, o Ministério da Saúde tenta diminuir o número de cesarianas no Brasil, mas não obtém sucesso, pois há vários problemas que condicionam essa situação, que é vergonhosa no quadro da obstetrícia no mundo contemporâneo. A Organização Mundial de Saúde insiste que o parto cirúrgico não pode ultrapassar 15% dos casos que abrangeriam todas as intercorrências desfavoráveis ao processo natural da parturição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não sensibiliza, entretanto, os médicos nem convence as mulheres de que elas e seus rebentos passariam por procedimentos muito mais saudáveis se o parto fosse normal, pois ele se refere à situação estabelecida pela natureza e testada pelas fêmeas de todos os mamíferos através dos tempos. Optamos, desde meados do século XX, por medidas mais invasivas, que oneram os serviços de saúde e podem acarretar danos irreparáveis ao bebê ou ao organismo materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais argumentam que é o melhor caminho diante do desenvolvimento da tecnologia médica e as gestantes dizem que, no terceiro milênio, não podem dar à luz como Eva. Isso acontece, infelizmente, apenas em nosso país, indicando que temos mais essa distorção no serviço de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio de que será oferecido à gestante que optar pelo parto normal um quarto específico para o procedimento, com leito e banheiro, não reverterá essa estatística perversa, porque há muitos interesses em jogo que condicionam a escolha insensata. Isso fica facilmente demonstrado na situação das maternidades que atendem as classes privilegiadas, pois a cesariana ocorre em 80% dos nascimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, nesse caso, um acordo entre o médico e a gestante, com agendamento prévio da cirurgia no início do pré-natal, resguardando-se ambos do incômodo do parto no meio da madrugada, em fim de semana ou na época de importantes compromissos sociais. O profissional obtém mais vantagens porque cobra mais caro, desincumbe-se da sua tarefa em menos de duas horas, garante sua paciente e faz obstetrícia com dia e hora marcados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma rotina oposta do que age na outra vertente, que precisa conferir, diariamente, a lista das gestantes que estão prestes a dar a luz, condicionando suas viagens e mesmo seus outros compromissos profissionais ao chamado emergencial na maternidade. Fica muito fácil justificar a primeira postura, diante do leigo, em cima de considerações teóricas sobre possíveis intercorrências para uma mulher que sofre alterações significativas em seu organismo vinculadas ao processo da gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela não consegue questionar os argumentos técnicos e prefere assegurar que será atendida pelo responsável do pré-natal, que conhece o seu caso e oferecerá um tratamento personalizado.&lt;br /&gt;Nenhuma medida oficial será, portanto, suficiente para mudar os rumos da obstetrícia brasileira se o alvo não for o médico. Norte-americanas que vêm residir aqui são advertidas quanto à incompetência dos nossos profissionais para assistir a parto normal que demanda acuidade superior para intervir adequadamente no momento certo. Ou seja, os obstetras brasileiros apresentam falhas na sua formação e isso exige mudanças significativas nos cursos de medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torna-se imperioso também cobrar que cada profissional apresente sua própria estatística, demonstrando sua capacidade para atuar num fenômeno natural sem intervenções bruscas e desnecessárias em gestantes saudáveis. Isso será possível se ele for mais transparente, magnânimo e sensato diante da vida, da sociedade e da especialidade médica que escolheu livremente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://supernoticia.com.br/otempo/colunas/?IdEdicao=1006&amp;IdColunaEdicao=6208"&gt;Publicado em: 02/08/2008&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5281359710639866785?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/08/cesariana-uma-distoro-na-obstetrcia.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-623710365840319352</guid><pubDate>Fri, 18 Jul 2008 13:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-18T10:57:35.351-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>humanização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>ong amigas do parto</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Brasileira luta pela humanização do parto</title><description>Brasileira luta pela humanização do parto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Tanese oferece apoio a gestantes interessadas em transformar o nascimento dos filhos em uma experiência natural &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo moderno e em tempos de cotidiano cada vez mais corrido, está se tornando um hábito que as crianças venham ao mundo com hora marcada – em cesarianas que garantem a comodidade de médicos e mães, mas nem sempre representam o melhor para os bebês. Na contramão desta tendência, uma psicóloga paulista que vive em Boca Raton luta, há anos, pela humanização dos partos. Adriana Tanese Nogueira, que em 2003 fundou uma Ong no Brasil (a ‘Amigas do Parto’), tem oferecido à comunidade aqui nos Estados Unidos um trabalho de preparação de gestantes para o momento mais sublime e mágico da vida: a chegada de uma criança – e de forma natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), atualmente o procedimento cirúrgico é adotado em mais de 70% dos nascimentos, enquanto que a taxa recomendada sugere apenas 15%. “Com as cesarianas ou partos com anestesia, os bebês já vêm ao mundo drogados”, alerta Adriana. Ela ressalta que há casos em que a intervenção é necessária, para não expôr mãe e filho a riscos de saúde, mas afirma que jamais a exceção deveria se tornar a regra. E, mesmo com todo o aparato tecnológico na hora do parto, as taxas de mortalidade materna e infantil em países como o Brasil, por exemplo, continuam altas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pense o leitor que Adriana está fazendo apologia a partos de cócoras no escuro, em banheiras de água ou com parteiras. “A humanização não tem, necessariamente, relação com o tipo ou posição usada no parto, mas envolve um processo que começa na gestação e se estende para depois do nascimento da criança”, explica a brasileira, citando que aspectos importantes nesse sentido são a informação, a preparação física e o suporte emocional. Estes, aliás, são os pilares do trabalho que ela realiza com as gestantes, compartilhando suas experiências e expertise durante a gravidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Adriana, mulheres que têm seus filhos de forma natural não sofrem de depressão pós-parto, pois começam a maternidade de forma intensa e plena. Outra vantagem é o fato de que mãe e filho podem ficar juntos imediatamente. “A cesariana provoca dores por vários dias, até a cicatrização do corte, o que impede a mãe de cuidar do filho adequadamente”, explica Adriana, mãe de Beatriz, que nasceu de forma natural em sua casa. Há estudos que mostram ainda que o procedimento cirúrgico no parto, e todo o estresse que ele provoca, pode deixar as mulheres sem leite para amamentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que desacelerar o processo do parto, Adriana quer conscientizar as gestantes de que a técnica não pode ser mais importante do que as pessoas envolvidas no ato. “Este é o momento em que a mulher tem a chance de resgatar a condição de personagem principal do parto. Trata-se de uma experiência libertadora e realmente pode ajudar a construir um mundo melhor para todos nós”, finaliza Adriana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma história rica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana é filha de mãe imigrante italiana e de pai revolucionário brasileiro, que integrou o grupo do guerrilheiro Carlos Lamarca. Quando ela tinha cinco anos, a família fugiu para a Itália por força da perseguição da ditadura militar. “Vivi 25 anos em Milão, mas senti a necessidade de voltar ao Brasil, pois o ciclo havia se encerrado”, conta, com um leve sotaque italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2006, Adriana vive em Boca Raton com a filha e, apesar da bagagem de cursos e da prática em psicologia pós-junguiana, filosofia e ciências da religião, sua atividade principal aqui na América tem sido em favor do movimento pela humanização do parto. Ela coordena as atividades gerais da Ong Amigas do Parto (www.amigasdoparto.org.br), inclusive organizando alguns cursos online. A brasileira lançou seu primeiro livro em co-autoria com Ciça Lessa, “Mulheres contam o parto”, onde ela descreve as experiências de 15 gestantes e como o parto mudou suas vidas. “Mas estou agora também trabalhando num livro autobiográfico”, revela. Adriana pode ser contatada através do e-mail adrianatnogueira@uol.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://acheiusa.com/acheiusa/asp/noticias/noticia-local.asp?cd_n=2939"&gt;Achei USA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-623710365840319352?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/07/brasileira-luta-pela-humanizao-do-parto.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-4276858450147630032</guid><pubDate>Thu, 03 Jul 2008 18:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-03T15:49:08.814-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>politica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>licença maternidade</category><title>São Paulo aprova licença-maternidade de 6 meses para servidoras</title><description>A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou, na terça-feira, projeto de lei complementar encaminhado pelo governador José Serra que aumenta o período de licença-maternidade para funcionárias públicas estaduais de quatro para seis meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei complementar diz que a licença será concedida a partir do oitavo mês de gestação e, durante o período de afastamento, a servidora não poderá exercer outra atividade remunerada. A criança também não poderá ser mantida em creche ou organização similar. O projeto também assegura a licença às servidoras que adotarem crianças com até sete anos de idade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oito Estados (Amapá, Rondônia, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Espírito Santo) já aprovaram o benefício para suas funcionárias. O Rio de Janeiro aprovou o projeto para empresas privadas mediante incentivos fiscais; e o Maranhão aprovou a proposta apenas para as funcionárias do Judiciário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ampliar o período de aleitamento materno é ampliar uma política preventiva de saúde pública que garante os direitos fundamentais da criança. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a criança alimentada pelo leite materno até os seis meses de idade tem o seu sistema imunológico fortalecido", afirmou o secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefeitura e país &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em maio, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2513/07, vindo do Senado, que concede incentivo fiscal a empresas que prorrogarem a licença-maternidade por 60 dias. Com a prorrogação, a licença pode chegar a seis meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo projeto, para ter direito ao benefício, a empregada deverá requerer a prorrogação da licença até o final do primeiro mês após o parto. O projeto também estende o direito à mãe adotiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na cidade de São Paulo, em fevereiro, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) vetou o projeto de lei aprovado na Câmara Municipal que ampliaria de quatro para seis meses a licença-maternidade das funcionárias municipais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u415976.shtml"&gt;Folha&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-4276858450147630032?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/07/so-paulo-aprova-licena-maternidade-de-6.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7444414407877958492</guid><pubDate>Wed, 25 Jun 2008 12:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-25T09:39:09.240-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>politica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parto</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cesariana</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>planos de saude</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Alto índice de cesáreas no País preocupa governo</title><description>&lt;em&gt;15/06 - 12:46, atualizada às 18:30 16/06 - Luísa Pécora&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Em sua primeira gravidez, a psicóloga Andréa Esteves Coelho Costa, 27 anos, passou 39 semanas se preparando para um parto normal. Um ultra-som mudou seus planos: segundo a médica, o cordão umbilical contornava o pescoço da criança e o parto normal seria muito arriscado. Assustada, Andréa aceitou fazer a cirurgia naquele mesmo dia e só depois, com a filha nos braços, descobriu que a menina não tinha circular de cordão. A cesárea fora desnecessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ano e sete meses depois, grávida novamente, Andréa decidiu fazer qualquer sacrifício para ter o segundo filho da maneira como sempre sonhou. O primeiro desafio: encontrar um médico que aceitasse fazer o parto normal em uma mulher que já havia tido cesárea. Só na quarta tentativa, conseguiu o que queria. O trabalho de parto de 16 horas foi, segundo ela, a melhor experiência de sua vida. “Na cesárea eu fiquei parada enquanto os médicos faziam tudo. No parto natural era eu e minha filha. Foi incrível ver o quanto nós nos esforçamos para ela nascer.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso de Andréia é comum no Brasil, onde 43% dos partos são cesáreas, média muito acima da recomendada pela Organização Mundial da Saúde (15%). O índice chega a 80% entre as mulheres que utilizam planos de saúde (no SUS, 26% dos partos são cirúrgicos), fazendo do país o campeão mundial de cesarianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Números tão altos levaram o Ministério da Saúde a iniciar, em 2008, uma campanha para conscientizar a população de que o parto cirúrgico deve ser utilizado apenas quando necessário. Os alvos da campanha não são apenas as mulheres, mas também os médicos. Pesquisa realizada em três hospitais do Rio de Janeiro revelou que, no início da gestação, 40% das mulheres dizem querer o parto normal. No entanto, apenas 15% delas mantêm a decisão ao final da gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Dra. Lena Peres, diretora-adjunta do Departamento de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, é um sinal de que as mães são convencidas a optar pela cesárea. “Há um desestímulo, que pode estar ligado à relação da mulher com o médico e com seus familiares”, explica. “&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tempo e dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ginecologista Carolina Ambrogini acredita que os maiores desestimuladores do parto normal são os médicos. Para ela, a razão de os índices de cesárea serem maiores entre as usuárias de plano de saúde é simples: os convênios pagam a mesma quantia para os dois tipos de parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença é que, no parto normal, a paciente requer cuidado por muito mais tempo, de seis a nove horas, enquanto uma cesárea sem complicações leva de uma a duas horas. “É questão de tempo e dinheiro”, afirma Ambrogini, mãe de parto normal que concorda com a campanha do Ministério, mas não a julga suficiente. “Enquanto os médicos não receberem por hora de trabalho, vai ser muito difícil reverter a situação.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo de errar também é um dos motivos que leva tantos médicos a preferirem a cirurgia. “Ninguém nunca vai perguntar para o médico: ‘por que você fez cesárea?’”, diz a ginecologista. “Mas se o bebê de parto normal nascer com algum problema, a primeira pergunta será: ’por que você não fez cesárea?’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, qualquer pequena anormalidade se torna razão para optar pela cesárea. Indicações absolutas, no entanto, são poucas: a posição do bebê (quando ele está sentado ou atravessado no útero), sofrimento fetal durante o trabalho de parto (a cesárea acelera o nascimento e encerra a dor mais rapidamente), algumas más formações e complicações relacionadas à placenta, que são consideradas emergências obstetras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A circular de cordão que motivou a cesariana de Andréa, por exemplo, pode ser facilmente retirada no parto normal. Da mesma forma, hipertensão e peso do bebê nem sempre são motivos para parto cirúrgico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Ambrogini, apenas casos de hipertensão não-controlada e bebê muito grandes (acima de 4kg) pediriam a cesárea, que como toda cirurgia, apresenta riscos. Mulheres que optam por esse tipo de parto têm mais chance de sofrerem lacerações em artérias, veias e bexiga, e de sofrerem hemorragias, infecção e embolia pulmonar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mortalidade materna é de 4 a 20 vezes maior nas cesáreas, dependendo da região do país, e há a possibilidade de a cicatriz causar má implantação da placenta na próxima gravidez. Os bebês que nascem de cesariana têm mais dificuldade para respirar, pois é no momento em que passa pelo canal de parto que a criança libera a água que tem no pulmão. O maior tempo de internação de mãe e filho faz com que o custo institucional do parto cirúrgico seja mais alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parto normal, mãe e bebê costumam ter alta em 24 horas. Na cesárea sem complicações, ficam no mínimo 48 horas no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem de consumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da pressão do médico, existe uma espécie de cultura da cesárea no país. É o que acredita a terapeuta ocupacional Carla Cristina Costa Arruda, 24 anos, que trabalha como doula, profissional treinada para dar suporte físico, apoio emocional e orientações para mulheres ou casais durante a gestação, o parto e o pós-parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgação&lt;br /&gt;Aula de orientação para gestantes&lt;br /&gt;Aula de orientação para gestantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ela, a desinformação pode levar as mulheres a aceitar qualquer opinião que lhe traga a certeza de que o bebê nascerá bem. Além disso, muitas mães optam pela cesárea por comodismo (para escolher a data do parto) ou preconceito. “Na nossa cultura, cesárea é coisa de rico e dor é o que se sente no SUS”, afirma Carla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lena Peres, diretora-adjunta do Departamento de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, afirma que a cesárea se tornou um “bem de consumo”. “Houve uma época em que era bonito comprar leite de lata, e não amamentar. Com campanhas de esclarecimento, mudamos o paradigma brasileiro. É isso que precisamos fazer com a cesárea”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores desafios é acabar com os mitos populares que assustam as mulheres. Um deles é o de que, uma vez cesárea, sempre cesárea. Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, não há problema em optar pelo parto normal depois de um cirúrgico, como fez Andréia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da segunda cesariana, no entanto, um parto normal pode causar rompimento de cicatriz. A tese de que o parto normal alarga a vagina depende da musculatura de cada mulher. Para que o quadro de fragilidade muscular seja acentuado, é preciso ter pré-disposição a isso e, geralmente, muitos filhos ou bebês muito grandes. “Mas é algo individual”, ressalta a doutora. “Tem mulher que tem 20 filhos e não acontece nada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Parto é só alegria"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais assusta as mulheres ainda é a dor do parto, motivo que levou a dona de casa Priscila Santos, 24 anos, a contrariar o médico, que indicava parto normal, e pedir cesárea em suas duas gestações. Na segunda cirurgia, a cicatriz ficou infeccionada, o que lhe causou 25 dias de muita dor. Nem isso fez com que ela se arrependesse da escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só não faria a cesárea se fosse proibida”, diz Priscila. “Eu até admiro as mulheres que têm parto normal. Precisa ter muita coragem, coisa que não tive e não tenho.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doula Carla Cristina garante que a dor do parto pode ser manejada com ambiente calmo, luz menos agressiva, massagens, mudança de posição, acupuntura, cromoterapia, água morna e apoio emocional tanto do marido quanto dos profissionais envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ginecologista Carolina Ambrogini aprova o trabalho das doulas e também acredita que uma mulher bem orientada sofre menos durante o parto. “As contrações são de fato muito dolorosas, mas hoje já temos anestesia de parto, não é uma coisa que não dá para suportar”, explica. “A mulher que já vai assustada, acreditando no que colocaram na cabeça dela, não se mantém lúcida e se desespera com qualquer dor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relatos de algumas mulheres podem servir de incentivo para quem tem sente medo. Alessandra Godinho, 29 anos, doula, educadora perinatal, consultora em aleitamento materno e mãe de dois filhos, é categórica: “Parto é só alegria”, classifica ela, que compara as sensações do parto com as provocadas por uma relação sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Assim como ter uma primeira relação sexual pode doer, também existe possibilidade de prazer. O parto é um evento sexual, social, espiritual e fisiológico, um rito de passagem onde uma mulher se torna uma mãe”, conclui, recomendando às gestantes o documentário “Parto Orgásmico”, que pode ser assistido no site www.orgasmicbirth.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A advogada Adriana Poças Rezende, 38 anos, reforça o coro com o relato de seu parto que, depois de muita divergência com a médica que insistia na cesárea, foi realizado em casa, em uma espécie de piscina que a doula armou em seu banheiro, embaixo do chuveiro. “A dor não é pouca, mas passa. As três últimas contrações, quando acabaram, foram prazerozíssimas. Na hora da expulsão, gritei ‘é agora’ e não senti absolutamente nada”, conta ela, que diz ter tido não um, mas três orgasmos durante o parto. “Três orgasmos e recebi meu filhote sem remédios, anestesias, mãos estranhas e luvas geladas”, completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, a sensação de prazer é causada porque, durante o parto normal, ocorre uma grande elevação de um hormônio chamado ocitocina, que é associado ao orgasmo e responsável pela contração do útero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E até quando o assunto é vaidade as defensoras do parto normal têm argumentos. Segundo a doutora Lena Peres, a mulher que não faz cirurgia pode voltar as atividades físicas mais rápido, e já começar a queimar os quilinhos ganhos durante a gravidez. Ser natural tem suas vantagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2008/06/15/alto_indice_de_cesareas_no_pais_preocupa_governo__1361240.html"&gt; ultimo segundo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7444414407877958492?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/06/alto-ndice-de-cesreas-no-pas-preocupa.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-470044274265396422</guid><pubDate>Wed, 25 Jun 2008 12:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-25T09:35:17.303-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bebês</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parto</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Recém-nascidos sentem mais dores do que se pensava, diz estudo</title><description>&lt;em&gt;Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que bebês recém-nascidos sentem mais dor do que se pensava.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A equipe, do University College London, afirmou que os bebês demonstram dores ou desconforto não apenas quando choram, mas também quando dobram pés e pernas, arqueiam as costas, esticam os dedos e fazem caretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas monitoraram a atividade cerebral de 12 bebês, alguns deles prematuros, durante o teste do pezinho --um procedimento médico que consiste em retirar algumas gotas de sangue do bebê para detectar possíveis doenças genéticas e infecciosas que poderão afetar seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, divulgado na publicação científica "Public Library of Science: Medicine", detectou que expressões faciais, como caretas, olhos espremidos e testa franzida já eram suficientes para indicar que os bebês estavam sentindo dor. O choro, afirmaram os pesquisadores, apontava que a dor estava muito forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o monitoramento do cérebro revelou ainda que alguns recém-nascidos tiveram reações cerebrais associadas a dor, porém não as expressaram por meio de respostas físicas --o que, na avaliação dos especialistas, levanta suspeitas de que os médicos podem estar "subestimando o quanto os bebês sofrem com dores".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coordenadora do estudo, Rebeccah Slater, espera que o trabalho ajude médicos e pais a melhor identificar os sinais de dor por meio de expressões e movimentos corporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Apesar de nosso estudo ser limitado, aumenta a preocupação sobre as ferramentas que são utilizadas pelos médicos para estabelecer o nível de dor em recém-nascidos", disse a médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo a pesquisadora, o choro das crianças não é a melhor forma de avaliar sua dor. "Elas choram quando estão com dor, mas também o fazem quando estão com frio, fome, cansadas ou estressadas", declarou. "Então, só porque um bebê está chorando, não significa que esteja com dor. Além do mais, alguns nem choram quando sentem dores."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u415493.shtml"&gt;FONTE: FOLHA&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-470044274265396422?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/06/recm-nascidos-sentem-mais-dores-do-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6639266461211464427</guid><pubDate>Thu, 12 Jun 2008 17:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-12T14:28:03.178-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>video</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parto natural</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parto</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>dicas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>"The Business of Being Born" 2007 Trailer</title><description>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4DgLf8hHMgo&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4DgLf8hHMgo&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6639266461211464427?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/06/business-of-being-born-2007-trailer.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3826270163853077593</guid><pubDate>Sat, 31 May 2008 18:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-31T15:07:22.338-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>video</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>licença maternidade</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amamentação</category><title>La teta</title><description>&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/942FRjAJhxU&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/942FRjAJhxU&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3826270163853077593?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/05/la-teta.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6449278804691175581</guid><pubDate>Sat, 31 May 2008 17:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-31T15:02:05.212-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>gestação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>complicações</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>feminilidade</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pesquisas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>5 mistakes women make at the doctor's office</title><description>&lt;a href="http://www.cnn.com/2008/HEALTH/05/14/ep.women.mistakes/index.html"&gt;By Elizabeth Cohen&lt;br /&gt;CNN Medical Correspondent&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empowered Patient, a regular feature from CNN Medical News correspondent Elizabeth Cohen, helps put you in the driver's seat when it comes to health care.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ATLANTA, Georgia (CNN) -- For 10 years, Barbara's gut told her she needed to get a new doctor for her daughter, and for 10 years, she didn't listen, even as her daughter got sicker and sicker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The doctor had diagnosed irritable bowel syndrome when Barbara's daughter was 13. Day after day, year after year, she had bloody diarrhea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;At age 23, weighing just 112 pounds at 6 feet tall, her daughter became so sick and malnourished she ended up in the hospital. Barbara's intuition told her the doctor wasn't giving her daughter the right treatment, but she just couldn't tell him.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"It was like my tongue was bolted to my bottom mouth, and I couldn't get the words out. I didn't want to offend him. I was paralyzed," said Barbara, a high-ranking university administrator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"I'm well-educated. I have a Ph.D. I make decisions easily, and I say 'no' easily. But in this situation, it was like I had a different personality. I felt like I'd reverted to childhood," she added.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Research on women's interaction with doctors is limited, but a number of women's health experts say they had noticed trends among female patients that didn't see as frequently in men.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Feeling paralyzed and voiceless in the doctor's office is one of the major health care mistakes women make, says Dr. Christiane Northrup, author of "Women's Bodies, Women's Wisdom: Creating Physical and Emotional Health and Healing."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Even very well-educated women freeze up and don't speak up" in some cases, she said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Here, from Northrup and other women's health specialists, are five mistakes women make at the doctor's office.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Women don't question doctors&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Being at a doctor's office often puts the patient in the position of 'child' and the doctor in a position of 'parent,' " Northrup said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Northrup's solution: "Always take someone with you who will ask the questions you are afraid to ask."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When you're alone, Robin DiMatteo, a distinguished professor of psychology at the University of California, Riverside, has this suggestion. "Say to the doctor, 'I realize I don't have the medical skills that you do, but this doesn't make sense to me logically. Can we think this through together?' "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Women tend to over-research&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to the Pew Internet Project, women are more likely to look up health information on the Internet. In a telephone survey, 69 percent of women said they'd looked up information about a specific disease or condition, compared with 58 percent of men.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Although doing your own research is a good thing, Dr. Pamela Peeke says her female patients are more likely to become overwhelmed by what they read.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Women are much more likely to come in with hundreds of pages of Internet printouts under their arms, and they've become convinced they have all sorts of diseases," she said.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The solution: Some experts recommend doing research on the Internet and writing down the most important points rather than carrying in numerous printouts. That way, you can have a more focused conversation with your doctor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3. Women don't recognize gender bias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Several studies have shown that women's medical problems are more likely to be interpreted as emotional issues or complaining.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"You should recognize that there is doctor bias," advised Dr. Nieca Goldberg, author of "Women are Not Small Men." "You don't want to go to a doctor who says, 'Now, honey, it's not all that bad.' "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Goldberg says she remembers going to a doctor who made a remark like that. "I said, 'I don't think we'll be continuing this visit,' " she remembered.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. Women interpret their own symptoms&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldberg says she's seen this over and over again: Instead of just giving the doctor the facts, women sometimes also offer their own interpretations, which can put their own health at risk.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For example, she's seen women who are having heart attacks tell the doctor that they think it's just indigestion. "This could be dangerous if you're in the ER having a heart attack," Goldberg says. "You don't want to lead the doctor down the wrong path."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goldberg's advice: Just state the facts, and let the doctor do the interpreting. There'll be time for questions afterwards if you think the doctor's diagnosis is wrong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5. The mother of all mistakes: Women don't trust their intuition&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is what happened to Barbara, who asked that her last name not be used for fear of retribution from other doctors in her small town.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;She says her gut told her that her daughter's doctor didn't have the right diagnosis. When she and her daughter finally found a new doctor, he said her daughter didn't have irritable bowel syndrome at all; she had ulcerative colitis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Last year, surgeons removed her daughter's colon. Her bloody diarrhea is gone, and her daughter now weighs a healthy 158 pounds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"There are literally hundreds of situations in which a woman's gut intuition is spot-on, but she talks herself out of it so as not to make waves," Northrup said. "We women are suckers for wanting to be loved."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6449278804691175581?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/05/5-mistakes-women-make-at-doctors-office.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-9024159934779514346</guid><pubDate>Sat, 31 May 2008 17:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-31T14:57:34.801-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pre-eclampsia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cesárea</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>eclampsia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>complicações</category><title>Comer chocolate pode diminuir o risco de pré-eclâmpsia</title><description>&lt;em&gt;Autora: Laurie Barclay&lt;br /&gt;Publicado em 02/05/2008&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados de um estudo prospectivo de coorte publicado no volume de maio&lt;br /&gt;do Epidemiology sugerem que o consumo de chocolate durante a gestação pode&lt;br /&gt;diminuir o risco de pré-eclâmpsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Elizabeth W. Triche, PhD, do Yale Center for Perinatal, Pediatric and&lt;br /&gt;Environmental Epidemiology, em New Haven, Connecticut, e colaboradores&lt;br /&gt;explicaram que a pré-eclâmpsia é uma grave complicação gestacional com&lt;br /&gt;manifestações cardiovasculares. Os autores lembram que estudos recentes&lt;br /&gt;sugerem que o consumo de chocolate pode ser benéfico para a saúde&lt;br /&gt;cardiovascular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A amostra do estudo consistiu em 2.291 pacientes grávidas que pariram um&lt;br /&gt;nascido vivo entre setembro de 1996 e janeiro de 2000. Os pesquisadores&lt;br /&gt;mediram o consumo de chocolate por auto-relato no primeiro e terceiro&lt;br /&gt;trimestres da gestação e pela concentração sérica de teobromina no cordão&lt;br /&gt;umbilical, que é a principal metilxantina presente no chocolate. Uma revisão&lt;br /&gt;detalhada dos dados de 1.943 pacientes determinou o diagnóstico de&lt;br /&gt;pré-eclâmpsia. Modelos de controle por regressão logística para potenciais&lt;br /&gt;confundidores foram usados para determinar os odds ratios ajustados (OR) e&lt;br /&gt;intervalo de confiança de 95% (IC).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 1.681 mulheres, 63 (3,7%) desenvolveram pré-eclâmpsia. As concentrações&lt;br /&gt;de teobromina no cordão umbilical são inversamente associadas à&lt;br /&gt;pré-eclâmpsia (para o quartil mais altos versus o quartil mais baixo [OR,&lt;br /&gt;0,31; IC 0,11-0,87]).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estimativas de consumo de chocolate auto-relatadas, também, foram&lt;br /&gt;negativamente associadas à pré-eclâmpsia. O risco de desenvolvimento dessa&lt;br /&gt;condição diminuiu em mulheres que consumiam cinco ou mais porções por semana&lt;br /&gt;versus mulheres que consumiam menos de uma vez na semana (OR, 0,81; IC&lt;br /&gt;0,37-1,79 para consumo nos primeiros três meses de gestação e OR 0,60; IC&lt;br /&gt;0,30-1,24 nos últimos três meses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nossos resultados sugerem que o consumo do chocolate durante a gestação&lt;br /&gt;pode reduzir o risco de pré-eclâmpsia”, declaram os autores. “Contudo, uma&lt;br /&gt;relação inversa de causalidade também pode contribuir para estes achados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As limitações para este estudo incluem: dificuldades de padronizar o&lt;br /&gt;autoconsumo de chocolate, possível causalidade reversa se mulheres&lt;br /&gt;diagnosticadas com pré-eclâmpsia reduzirem sua ingestão calórica após o&lt;br /&gt;diagnóstico, possível confundidor individual devido ao tabagismo ou índice&lt;br /&gt;de massa corporal, pequeno número de mulheres com pré-eclâmpsia ou erro de&lt;br /&gt;classificação da exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Devido à importância da pré-eclâmpsia como uma complicação grave da&lt;br /&gt;gestação, são necessários outros trabalhos prospectivos com detalhes sobre o&lt;br /&gt;consumo de chocolate”, afirmam os autores do estudo. As medidas da exposição&lt;br /&gt;ao chocolate devem ser desenhadas para permitir um exame cuidadoso da&lt;br /&gt;relação temporal entre o consumo de chocolate na gestação e o subseqüente&lt;br /&gt;risco de pré-eclâmpsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epidemiology. 2008;19:459-464.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.medcenter.com/Medscape/content.aspx?id=8346"&gt;MEDCenter&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-9024159934779514346?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/05/comer-chocolate-pode-diminuir-o-risco.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1291540894168527605</guid><pubDate>Tue, 29 Jan 2008 18:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-29T15:58:29.149-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pesquisas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cesariana</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Cesariana aumenta risco de problemas de saúde para o bebê</title><description>&lt;em&gt;Conclusão é de estudo norueguês que monitorou 18 mil recém-nascidos.&lt;br /&gt;Brasil é um dos campeões das cirurgias cesarianas desnecessárias.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Por: Luis Fernando Correia&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Brasil é um dos campeões em cesarianas desnecessárias, segundo a Organização Mundial da Saúde. Os bebês nascidos através de cesarianas precisam ser levados às unidades de terapia intensiva duas vezes mais freqüentemente do que os que nasceram de parto normal. Os bebês de cesarianas apresentam também duas vezes mais problemas respiratórios do que os de parto natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses foram os dados encontrados por uma pesquisa norueguesa, publicada na revista "Journal of Obstetrics and Gynecology". O trabalho acompanhou mais de 18 mil nascimentos, em um período de seis meses, em 24 unidades de saúde daquele país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a OMS, um índice aceitável de cesarianas estaria entre 10% a 15% dos nascimentos. Em nosso país, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar, 79% dos partos na medicina privada são cesarianas. No serviço público esse número é de 27%, ainda assim bem acima do ideal preconizado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Ministério da Saúde, de janeiro a outubro de 2007, o Sistema Único de Saúde registrou 559.501 cesarianas, com 40% ocorrendo na região Sudeste. No mesmo período foram 1.212.186 partos normais, o que significa que a taxa de cesarianas no serviço público brasileiro é de 46%, três vezes a ideal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cesarianas são procedimentos cirúrgicos que não são isentos de riscos e, como toda decisão médica, deveriam ser baseadas em critérios técnicos e nunca por comodidade, principal causa do excesso de cirurgias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto que leva ao aumento de procura pela cesariana, especialmente nas classes mais abastadas, é idéia de se poder programar o nascimento dos filhos de acordo com critérios esotéricos, como a hora exata do nascimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza não costuma gostar de ser enganada, mesmo com as melhores intenções do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL278417-5603,00-CESARIANA+AUMENTA+RISCO+DE+PROBLEMAS+DE+SAUDE+PARA+O+BEBE.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1291540894168527605?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/cesariana-aumenta-risco-de-problemas-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-1495481916821701975</guid><pubDate>Tue, 29 Jan 2008 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-29T15:54:00.278-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>dicas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pesquisas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amamentação</category><title>Leite materno: arma contra alergia</title><description>Leite materno: arma contra alergia&lt;br /&gt;28 de Janeiro de 2008 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo francês divulgado nesta segunda-feira sugere que o leite materno pode ser essencial para evitar que os recém-nascidos desenvolvam alergias ao crescer. A partir de experimentos feitos em ratos de laboratório, cientistas do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França (Inserm, na sigla em francês) descobriram que o leite materno funciona como um veículo de substâncias alergênicas (que provocam alergia), passadas das mães para os filhos na amamentação. Essa "transmissão" pode significar para os bebês uma vida livre de alergias no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender a experiência, podemos pegar o exemplo da asma, doença alérgica que afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo hoje. Na raiz, a asma é uma reação do sistema imunológico do corpo – responsável por combater os elementos invasores, como vírus e bactérias – à entrada de uma substância comum: a poeira, por exemplo. Ao reconhecer a poeira como elemento "estrangeiro", o corpo tenta expulsá-la, por meio de tosses e do estreitamento das vias respiratórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitas pessoas, a doença representa uma vida inteira de remédios, seja para amenizar a reação imunológica, seja para alargar as vias respiratórias e acabar com a falta de ar. De acordo com os pesquisadores franceses, no entanto, boa parte dos casos poderiam ser evitados caso as vítimas tivessem sido alimentadas com leite materno por mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolerância – Para chegarem a esta conclusão, os cientistas fizeram as mães de ratos recém-nascidos aspirarem uma proteína contida na clara do ovo, considerada uma substância alergênica, sem que os filhotes fossem expostos a ela. Depois da amamentação, testes nas ninhadas comprovaram que a substância havia sido passada para eles via leite materno. Dessa forma, argumentam os franceses, os ratinhos teriam se tornado tolerantes à substância – seus corpos não a estranhariam no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, seu estudo pode estimular a realização de novas pesquisas no sentido de estabelecer as ligações entre a amamentação e a prevenção às alergias. Especialistas no assunto, porém, alertam que é preciso cautela, uma vez que o mecanismo observado nos ratos pode não se repetir em seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&amp;pageCode=1&amp;id=136387&amp;textCode=136387&amp;currentDate=1201521720000"&gt;Veja&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-1495481916821701975?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/leite-materno-arma-contra-alergia.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-3200049243603454893</guid><pubDate>Tue, 29 Jan 2008 10:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-29T07:26:59.106-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cesariana</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>'Epidemia' do parto cesáreo</title><description>Por Dra. Isabella V. de Oliveira*/Especial para BR Press&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(BR Press) - Originalmente, o parto cesáreo (ou cesariana) foi criado para aliviar condições adversas maternas ou fetais, quando há riscos para a mãe, o bebê ou para ambos, no decorrer do parto. Quando bem indicada, como em casos de sofrimento fetal durante o trabalho de parto (que prejudica a oxigenação do bebê), ou quando ocorre um descolamento prematuro da placenta, a operação cesariana é uma tecnologia que salva vidas. No entanto, muitas cesarianas realizadas em todo o mundo são medicamente desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a taxa ideal de partos cesáreos deve ficar em torno de 7 a 10%, não ultrapassando 15%. Entretanto, nos últimos 37 anos testemunhamos uma "epidemia mundial" de cesarianas. Na Holanda, essa proporção é de 14%, nos Estados Unidos 26%, no México 34% e no Chile 40%. Isso ocorre em parte porque a cesariana passou a ser aceita culturalmente como um modo normal de dar à luz um bebê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Riscos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As repercussões desse comportamento são bastante sérias e, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), as cesáreas acarretam quatro vezes mais risco de infecção pós-parto, três vezes mais risco de mortalidade e morbidade materna, aumento dos riscos de prematuridade e mortalidade neonatal, recuperação mais difícil da mãe, maior período de separação entre mãe/bebê com retardo do início da amamentação e elevação de gastos para o sistema de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério da Saúde tem empenhado esforços na diminuição das taxas de cesarianas no Brasil há décadas. Em 1997, o CFM lançou a campanha Natural é o Parto Normal. Após essa campanha, o MS intensificou o Programa de Assistência à Saúde da Mulher, com medidas como aumento de recursos para os procedimentos de partos normais, incentivo à criação de serviços de alto risco com remuneração diferenciada, pagamento de analgesia nos partos normais, entre outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todas as medidas adotadas para coibir as cesáreas desnecessárias, o número continua a subir, mostrando que outras estratégias se fazem necessárias. Um estudo encomendado pela OMS e publicado em 1999 no British Medical Journal, de autoria de José Belizan, demonstrou que, em 19 países da América Latina, mais de 850 mil cesarianas desnecessárias eram realizadas por ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é um dos líderes mundiais em cesarianas, com taxas, desde o início da década de 80, em torno de 30% (na saúde pública, houve crescimento das taxas de cesáreas, de 14,6% em 1970 para 31,0% em 1987, chegando a 27,5% em 2004). Na saúde privada (planos de saúde), segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as taxas estão em torno de 80% (2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou recentemente que uma das principais metas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Saúde é reduzir, até 2011, a quantidade de operações cesarianas para 60% na rede particular e 25% nas maternidades públicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conveniência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários estudos apontam que possíveis explicações para taxas tão altas estejam diretamente ligadas a fatores sócio-culturais, dentre elas: as conveniências de tempo e financeiras para o profissional médico, o modelo de organização da assistência obstétrica no país, a falta de leitos nos pré-partos dos hospitais, a cultura da "cesariana a pedido da mãe" e a possibilidade de realização concomitante de ligadura de trompas durante a cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas mulheres associam o parto vaginal à dor e desconhecem o fato de que é possível utilizar anestesia/analgesia durante o processo. Outro medo comum nas gestantes é o relacionado à elasticidade vaginal, que poderia ficar comprometida após o parto. Por isso, é preciso conscientizar as mulheres de que nascimentos por via vaginal e com períneo intacto são plenamente possíveis na maioria das vezes, não causando "frouxidão do períneo", nem problemas sexuais no futuro. A episiotomia (corte no períneo que ajuda o bebê a passar) pode ser feita, mas estudos baseados em evidências científicas mostram que nem sempre ela é necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À exceção das situações em que existem indicações médicas precisas para cesariana, o correto é esperar o início do trabalho de parto e aguardar sua evolução. Se tudo correr bem, não há motivo para realizá-la. Programar o nascimento sem nem mesmo deixar a gestante entrar em trabalho de parto é transformar o parto normal, um ato fisiológico, num ato operatório  o parto cesáreo  e traz muitas desvantagens para a mulher e para o bebê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres que dão à luz por meio de parto vaginal/normal têm recuperação mais rápida e maior facilidade no início da amamentação, pois estímulos hormonais naturalmente se encarregam de "fazer o leite descer". Estudos mostram que quando a gestante está bem informada sobre essas possibilidades, o parto tem maiores chances de ser mais saudável e ela pode expressar maior satisfação com a experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(*) Isabella V. de Oliveira é graduada em medicina pela UFRJ, com título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia e MBA em Gestão Avançada de Sistemas de Saúde. É mestre em Ciências da Saúde pela UNB e atua no Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento Médico do Grupo Medial Saúde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/28012008/11/saude-epidemia-parto-cesareo.html&amp;printer=1"&gt;Yahoo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-3200049243603454893?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/epidemia-do-parto-cesreo.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-5628276599676869029</guid><pubDate>Mon, 14 Jan 2008 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-14T19:50:20.619-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>politica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parto humanizado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>maternidades</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>planos de saude</category><title>Planos de saúde: saiba o que vai mudar</title><description>Cobertura obrigatória aumentará a partir de abril deste ano &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do dia 2 de abril, todos os planos de saúde contratados após 1º de janeiro de 1999 (26 milhões de contratos) deverão estar adaptados às novas normas que ampliam os procedimentos médicos oferecidos. A Resolução Normativa 167, com as alterações, foi publicada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) quinta-feira no Diário Oficial da União. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de cem procedimentos foram incluídos. Com isso, a lista chegou a 2.973 itens. Quem tem plano anterior, mas adaptado, também deverá ser alcançado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre serviços incluídos estão a cirurgia de catarata, procedimentos para anticoncepção como a colocação do DIU (dispositivo intra-uterino), a laqueadura de trompas e a vasectomia, desde que o paciente tenha dois filhos e mais de 25 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as novidades também estão a cobertura ambulatorial a atendimentos de terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e psicoterapia. Porém, o número autorizado de atendimento é reduzido. No caso das sessões de psicoterapia, por exemplo, são apenas 12 consultas por ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova cobertura também vai permitir mamografia digital para mulheres com menos de 50 anos. Visando a prática do parto humanizado será permitido o procedimento parto feito por enfermeira obstétrica, e garantida a presença de um acompanhante durante toda a estadia da gestante no hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a ANS, no caso do DIU, os custos do próprio dispositivo, em seu modelo convencional (não-hormonal), também estão assegurados. Novas tecnologias em procedimentos cirúrgicos e em exames laboratoriais também estão nas novas regras. Incluem-se aí alguns testes genéticos de alto custo, para a detecção de doenças raras, e as videolaparoscopias (cirurgias por meio da introdução de uma pequena câmera). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a ANS, outro novo procedimento com cobertura é a mamotomia, espécie de biópsia a vácuo guiada por raio X ou ultra-som, indicada para nódulos mamários menores que dois centímetros e com maiores suspeitas de malignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mensalidades devem subir&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arlindo de Almeida, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), que reúne as operadoras de planos de saúde, disse que as mensalidades podem aumentar de 8% a 10% este ano por causa da ampliação dos serviços determinada pela ANS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A maior preocupação é o custo para os planos de saúde e para os beneficiários. A introdução desses procedimentos vai gerar custos para as empresas. Isso pode causar desequilíbrio financeiro nas empresas e aumento das mensalidades dos planos de 8% a 10%, dificultando ainda mais a aquisição pelos brasileiros, que já enfrentam problemas para ter um plano”, disse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, o percentual de aumento depende da operadora e do hospital ao qual ela é conveniada. O impacto deve ser repassado ao usuário em 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bomdiasorocaba.com.br/index.asp?jbd=2&amp;id=158&amp;mat=109306"&gt;Bom Dia Sorocaba&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-5628276599676869029?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/planos-de-sade-saiba-o-que-vai-mudar.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8784551269249135122</guid><pubDate>Sun, 13 Jan 2008 18:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-13T15:32:01.367-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parteira</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Parteira moderna humaniza nascimento</title><description>&lt;em&gt;*Fabiano Ormaneze / Agência Anhangüera*&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estetoscópio de Pinard - instrumento de madeira criado há mais de 130 anos&lt;br /&gt;para ouvir o coração do bebê no ventre da mãe - resiste ao tempo na casa da&lt;br /&gt;enfermeira Maria Clara Amaral. Mesmo já sem utilizá-lo, ele se tornou um&lt;br /&gt;símbolo do conhecimento antigo, aprimorado com tempo e estudo, com o&lt;br /&gt;objetivo de manter a força feminina. Com mais de 30 anos de profissão, o&lt;br /&gt;trabalho dessa enfermeira é marcado pela luta por partos mais humanizados e&lt;br /&gt;o retorno à época em que se nascia em casa, com a presença de uma parteira e&lt;br /&gt;de algumas outras mulheres que já haviam passado pela experiência de parir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Clara é obstetriz, uma espécie de "parteira da atualidade". Com curso&lt;br /&gt;superior em enfermagem e habilitação em obstetrícia, profissionais como ela&lt;br /&gt;se dedicam à tarefa de afastar dos hospitais as mulheres em trabalho de&lt;br /&gt;parto, oferecer conforto, amenizar a dor e possibilitar que a chegada de uma&lt;br /&gt;nova vida ao mundo seja uma experiência da qual a mulher é a protagonista.&lt;br /&gt;"Uma cesariana não tem a mesma força que arrepia a gente. É um ato em que a&lt;br /&gt;mulher não sente, se torna passiva diante da ação de um médico. Gravidez não&lt;br /&gt;é doença para ser assunto de hospital", defende. Mãe de dois filhos, Maria&lt;br /&gt;Clara ajuda a promover uma experiência pela qual não pôde passar: suas&lt;br /&gt;gestações foram de risco, motivo que a obrigou à cesárea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma carreira em que realizou uma série de partos domiciliares,&lt;br /&gt;Maria Clara se dedica à formação de novos profissionais. Ela é professora no&lt;br /&gt;curso de enfermagem na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade&lt;br /&gt;Estadual de Campinas&lt;br /&gt;&lt;http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Campinas&gt;(Unicamp). Na&lt;br /&gt;defesa do parto em casa, a obstetriz também ajuda a diminuir um dos índices&lt;br /&gt;mais alarmantes da saúde no Brasil: a quantidade de cesáreas realizadas&lt;br /&gt;todos os anos representa 90% do número total de partos feitos no País,&lt;br /&gt;quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica como ideal entre 15% e&lt;br /&gt;20%. Sem o interesse de substituir o médico e com a consciência de que, em&lt;br /&gt;casos com complicações, a única saída é apelar para o bisturi, a obstetriz&lt;br /&gt;acompanha os exames feitos pelos médicos e a gravidez desde o início. "A&lt;br /&gt;verdadeira preparação para o parto deve mostrar à mulher que ela é capaz e&lt;br /&gt;afastar dela o medo da dor e do sofrimento, causa de tanta gente não viver a&lt;br /&gt;experiência de dar à luz naturalmente."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Experiência*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica neonatologista Ana Paula Caldas Machado tem três filhos. Na&lt;br /&gt;primeira gestação, há sete anos, ela tentou ter um parto natural num&lt;br /&gt;hospital, mas teve complicações e foi preciso recorrer à cesárea. "Me senti&lt;br /&gt;frustrada e resolvi pesquisar outras formas de entender o parto. De início,&lt;br /&gt;achei que essa história de ter filhos em casa era maluquice, mas resolvi&lt;br /&gt;tentar. Geralmente, os médicos têm pressa e induzem à cesárea, alegando&lt;br /&gt;riscos e desculpas como pouco líquido, bacia pequena, falta de dilatação.&lt;br /&gt;Hoje, sei que não existe mulher que não dilata, há falta de paciência",&lt;br /&gt;enfatiza. Ao engravidar pela segunda vez, Ana Paula contratou uma obstetriz&lt;br /&gt;de São Paulo, Vilma Nischi, para ser a responsável por ajudá-la a trazer ao&lt;br /&gt;mundo a garotinha Lis, hoje com 3 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando submetida à cesárea, a mulher fica completamente dissociada do que&lt;br /&gt;está acontecendo. Você não sente nada. No parto natural, principalmente se&lt;br /&gt;for em casa, a mãe é a dona da situação. Quando ela consegue transpor o&lt;br /&gt;limite da dor, se sente poderosa e realizada como mulher." Se estivesse num&lt;br /&gt;hospital, Ana Paula tem a certeza de que os médicos teriam optado pela&lt;br /&gt;cesariana. Foram quase 30 horas de trabalho de parto, sempre com Vilma ao&lt;br /&gt;seu lado. Para amenizar a dor, entraram as estratégias das obstetrizes e das&lt;br /&gt;doulas, acompanhantes das parturientes (palavra que substitui a tradicional&lt;br /&gt;"paciente", usada por boa parte dos médicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A mulher muda de posição, toma banhos, recebe massagens. Nossa função é&lt;br /&gt;respeitar a intimidade e monitorar se ela ou o bebê correm algum risco e, se&lt;br /&gt;for o caso, correr para o hospital", explica Vilma, que já realizou 128&lt;br /&gt;partos domiciliares desde 2002, a maioria em mulheres com curso superior e&lt;br /&gt;de classe média-alta. Paulistana, ela atua na Capital, em Campinas&lt;br /&gt;&lt;http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Campinas&gt;e em&lt;br /&gt;Sorocaba.&lt;http://www.cosmo.com.br/ultimas/lista.asp?area=Sorocaba&gt;O&lt;br /&gt;custo desse tipo de parto fica em torno de R$ 3 mil, valor próximo ao&lt;br /&gt;cobrado por médicos para uma cesárea, sem as despesas de hospital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois meses, quando Raul, seu terceiro filho, nasceu, Ana Paula repetiu a&lt;br /&gt;experiência e estava com o bebê nos braços depois de três horas. "O&lt;br /&gt;pós-operatório da cesárea também é muito pior. A mulher precisa cuidar da&lt;br /&gt;cirurgia e do recém-nascido."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Dor*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Holanda, campeã dos partos domiciliares, 35% dos bebês nascem em casa e a&lt;br /&gt;taxa de cesárea é menor que 10%. Por lá, também proliferam os cursos de&lt;br /&gt;preparação para o parto natural, que têm o objetivo de mostrar à mulher que&lt;br /&gt;este é um processo mais doloroso, mas compensador. "Nos hospitais, a mãe não&lt;br /&gt;está num lugar propício para um momento tão íntimo. Há uma profusão de&lt;br /&gt;luzes, corre-corre, ela fica ao lado de outras mulheres que não conhece.&lt;br /&gt;Médicos e enfermeiros a estimulam a fazer força, sem respeitar o tempo e o&lt;br /&gt;desejo", ressalta Maria Clara, que também defende o uso mais racional da&lt;br /&gt;anestesia peridural. "Mais do que tirar a dor, é uma forma de roubar da&lt;br /&gt;mulher a experiência completa de virar mãe. Ela faz força simplesmente&lt;br /&gt;porque lhe pedem, sem sentir nada."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como mãe e médica, Ana Paula também ressalta que, para o bebê, há muito mais&lt;br /&gt;vantagens num parto natural. "A passagem pela vagina faz com que o&lt;br /&gt;recém-nascido se comprima e isso retira toda a secreção que existir no&lt;br /&gt;pulmão. O risco de infecções também é mínimo. Na cesárea, além de não&lt;br /&gt;escolher em que hora vai nascer, a criança tem 30 segundos para se adaptar&lt;br /&gt;ao novo jeito de respirar fora do útero."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de dar à luz em casa, Maria Clara explica que é necessário uma&lt;br /&gt;avaliação das condições da mulher e do bebê. "Se a parturiente já tiver&lt;br /&gt;feito duas cesáreas, o parto natural não é indicado, pois o útero está mais&lt;br /&gt;frágil e pode romper com a força que ela fará. O tamanho do bebê e da bacia&lt;br /&gt;da mãe também precisam ser verificados, assim como a possibilidade de um&lt;br /&gt;encaminhamento imediato para um hospital no caso de complicações."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*Doula ajuda as mulheres a superarem dor e dúvida*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma mulher para servir. Esse é o significado original, no grego, para a&lt;br /&gt;palavra doula, profissão da uruguaia Lucía Caldeyro, há 35 anos no Brasil.&lt;br /&gt;Ela é como as antigas acompanhantes das mulheres que tinham os filhos em&lt;br /&gt;casa no tempo das parteiras sem formação universitária. No vocabulário&lt;br /&gt;dessas novas profissionais, servir é o mesmo que orientar o casal sobre o&lt;br /&gt;que esperar do parto, ajudar a mulher a encontrar a melhor posição para dar&lt;br /&gt;à luz e sugerir estratégias naturais, como banhos, massagens e relaxamentos&lt;br /&gt;que aliviem a dor. A função surgiu nos Estados Unidos, depois de uma&lt;br /&gt;pesquisa na década de 70 que provou que partos com acompanhantes eram mais&lt;br /&gt;rápidos e fáceis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 26 anos de profissão, Lucía começou como voluntária no Centro de Apoio à&lt;br /&gt;Saúde Integral da Mulher (Caism), da Unicamp, num grupo de parto&lt;br /&gt;alternativo. "O trabalho da doula começa junto com a gravidez. Mesmo depois&lt;br /&gt;que o bebê nasce, ela visita a família, transmite informações sobre&lt;br /&gt;amamentação e tira dúvidas da mãe, principalmente daquelas que têm o&lt;br /&gt;primeiro filho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os instrumentos que ela leva aos partos que acompanha, estão bolas&lt;br /&gt;utilizadas por fisioterapeutas e bambolês. "O parto é algo natural como a&lt;br /&gt;digestão. Por isso, ninguém precisa ensiná-lo à mulher. Mas há fatores que&lt;br /&gt;atrapalham. Nossa função é auxiliá-la a ter um parto tranqüilo e seguro." Na&lt;br /&gt;América do Norte, já existem cerca de 12 mil doulas. No Brasil, não há&lt;br /&gt;estimativas do número dessas profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucía teve quatro filhos, todos naturalmente. No último, ficou apenas 15&lt;br /&gt;minutos com contrações. "Resolvi ser doula para ajudar mulheres a ter&lt;br /&gt;experiências tão boas como as minhas, desde a primeira gestação." O alívio&lt;br /&gt;da dor, conseguido por meio de mudança de posição, tem uma justificativa na&lt;br /&gt;anatomia. Segundo a obstetriz Maria Clara Amaral, na posição ginecológica,&lt;br /&gt;em que a maioria dos partos é feita, a mulher sente maior desconforto porque&lt;br /&gt;uma veia chamada cava, localizada entre o útero e a coluna, é comprimida&lt;br /&gt;pelo peso do bebê. "Além disso, a mulher se sente muito vulnerável nesse&lt;br /&gt;posição. Ela deve escolher como quer ter o filho."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=215924"&gt;Cosmo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8784551269249135122?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/parteira-moderna-humaniza-nascimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6769887128012357146</guid><pubDate>Sun, 13 Jan 2008 18:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-13T15:23:49.210-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mulher</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>feminilidade</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>anticoncepcional</category><title>Planos de saúde cobrirão laqueadura, vasectomia e DIU</title><description>&lt;em&gt;Decisão foi tomada em reunião da ANS com as empresas, no Rio. Operadoras de saúde não podem repassar os custos para as tarifas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do primeiro semestre de 2008, os beneficiários de planos de saúde terão direito a realizar procedimentos de laqueadura de trompas, vasectomia e colocação de DIU com a cobertura das operadoras. A data do início do serviço depende de uma resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a ser publicada até fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os serviços médicos foram incluídos no chamado rol de procedimentos médicos, lista que relaciona todos os procedimentos que as operadoras de saúde devem oferecer em seus planos básicos.  A decisão foi tomada em reunião realizada na quarta-feira (21) entre as operadoras, representantes do setor de saúde e a ANS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ANS deverá publicar a resolução no Diário Oficial nos próximos meses para validar a inclusão. Após a publicação, as operadoras de saúde terão 90 dias para se adequar às mudanças. A previsão é de que a cobertura das operadoras já tenha sido ampliada até julho de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sem reajuste nos planos, garante ANS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o diretor-presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, as operadoras de saúde não estão autorizadas a fazer reajustes nas tarifas em função da inclusão desses procedimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A publicação da resolução não virá acompanhada de reajustes. Caso haja grande procura, no momento do reajuste anual previsto pelo Ministério da Saúde, as operadoras poderão pleitear aumento. Mas, como não consideramos que haja demanda reprimida por esses procedimentos, acreditamos que esses reajustes não serão necessários”, explica Fausto.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outras inclusões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia de incluir métodos contraceptivos no rol de procedimentos médicos decorreu de uma consulta pública realizada durante os meses de julho e agosto no site da ANS. Ao longo desse período, os internautas puderam sugerir procedimentos e serviços médicos a serem oferecidos pelos planos básicos das operadoras de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aumento do número de procedimentos do rol está sendo negociado com entidades do setor de saúde há um ano e engloba, além dos procedimentos contraceptivos, outros serviços médicos como tratamentos psicoterápicos, nutricionais e fonoaudiológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, será estabelecido um teto para o número de consultas com profissionais dessas áreas. No caso da psicoterapia, por exemplo, o beneficiário do plano terá direito a 12 consultas anuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Restrições para laqueadura e vasectomia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só poderão passar pelas cirurgias homens e mulheres maiores de 25 anos que tenham dois filhos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inclusão dos procedimentos não valerá para beneficiários com contratos assinados antes de 1º de janeiro de 1999, já que foi somente a partir deste ano que a ANS  passou a definir uma lista de procedimentos médicos a serem seguidas por todas as operadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reversão da vasectomia ou da laqueadura só será coberta pelo plano de saúde nos casos em que o procedimento tiver trazido problemas de saúde ao paciente. Homens e mulheres arrependidos, portanto, não poderão fazer a reversão com cobertura do plano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUS oferece procedimentos desde 96 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1996 é possível realizar laqueadura de trompas e vasectomia através da rede do Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até 2006 foram realizadas pelo SUS 72.166 vasectomias e 213.115 laqueaduras. O Ministério da Saúde atribui a baixa demanda ao preconceito, já que, no caso da vasectomia, os homens costumam associar a realização do procedimento à impotência sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para estimular a procura por esses métodos contraceptivos o governo aprovou em maio deste ano a lei de Planejamento Familiar. A lei determinou que vasectomias podem ser realizadas sem necessidade de internação e afastamento pós-operatório e aumentou de R$ 20,00 para R$ 108,00 o valor unitário pago pelo SUS aos hospitais que fazem a cirurgia de esterilização. Com essas medidas, até agosto, o número de vasectomias cresceu em 86%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL189133-5598,00.html"&gt;G1&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6769887128012357146?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/planos-de-sade-cobriro-laqueadura.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-399051316841300585</guid><pubDate>Sun, 13 Jan 2008 17:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-13T14:43:08.581-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mulher</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pesquisas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Pesquisa diz que mães empresárias atribuem sucesso à gravidez</title><description>&lt;em&gt;Empresárias atribuem sucesso à gravidez&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidez inspira mulheres a criar seu próprio negócio e as torna mais capazes para obter sucesso na empreitada, de acordo com estudo realizado pela empresa internacional Yell.com.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, intitulada ‘Mães Magnatas’, observou que 40% das mães que criaram seu próprio negócio tiveram a idéia quando estavam grávidas ou dentro de um ano após o nascimento do bebê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, 92% das empresárias com filhos atribuem o sucesso nos negócios a uma série de habilidades que desenvolvem durante a experiência da materinade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre essass habilidades estão a capacidade de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo, planejamento de atividades futuras e eficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo Geoffrey Beattie, que analisou os dados da pesquisa, disse que “a gravidez tem um grande efeito sobre o corpo e o cérebro, ela pode elevar o humor por longos períodos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando as pessoas estão em estado de espírito elevado, elas estão preparadas para considerar situações de risco de iniciativas como abrir um negócio. Isso pode levar à transformação de uma idéia inicial a uma ação”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo constatou que, depois de iniciar os negócios, as mães-empresárias desenvolvem até 18 funções diferentes, que vão desde cozinhar até realizar a contabilidade das empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres estimaram que teriam que pagar um salário anual de 50 mil libras (aproximadamente R$ 200 mil) para que outra pessoa realizasse as tarefas que elas executam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também analisou a importância da internet para o setor. Para metade das entrevistadas, sem a liberdade e a flexibilidade que a internet permite, não seria possível trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe de marketing da Yell.com, Helen Stevenson, acredita que “é particularmente interessante ver o quanto a internet está ajudando as mães a desenvolver suas aspirações e criar empresas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2008/01/080111_maesempresarias_jh.shtml"&gt; BBC News&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-399051316841300585?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2008/01/pesquisa-diz-que-mes-empresrias.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2911647362472186809</guid><pubDate>Wed, 05 Dec 2007 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-05T15:57:08.924-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>politica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>doula</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>dicas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>eventos</category><title>CURSO SOBRE TRABALHO DE GRUPO COM GESTANTES 2008</title><description>Visite a página www.gestando.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COORDENAÇÃO:&lt;/strong&gt; VITÓRIA PAMPLONA , Psicóloga (CRP -05/0308), Mestra em&lt;br /&gt;Educação, autora de livros sobre o ciclo de gravidez, parto e puerpério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OBJETIVO:&lt;/strong&gt; qualificar profissionais para trabalho educativo/preventivo,&lt;br /&gt;individual ou de grupo, no ciclo gravídico-puerperal, com visão&lt;br /&gt;transdisciplinar, bio-psicossocial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PÚBLICO ALVO: &lt;/strong&gt;estudantes e profissionais de saúde, educação e área social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CALENDÁRIO e TEMAS&lt;/strong&gt;&gt;&lt;br /&gt;MARÇO 29 e 30: coordenação de grupo educativo/preventivo, trabalho&lt;br /&gt;multidisciplinar e interdisciplinar: diferenças e semelhanças, vantagens e&lt;br /&gt;desvantagens, co-coordenação. Os objetivos de um grupo de gestantes.&lt;br /&gt;ABRIL 26 e 27: questões de gênero e papel paterno e materno; família;&lt;br /&gt;sexualidade da infância ao pós-parto; anatomia sexual masculina e&lt;br /&gt;feminina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAIO 17 e 18: contracepção: "falhas" dos métodos; a contracepção no&lt;br /&gt;pós-parto; abortamentos anteriores e suas repercussões na gravidez em&lt;br /&gt;curso; maternidade e paternidade de adoção e reprodução assistida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUNHO 21 e 22: gestação: transformações bio-psicossociais da mulher;&lt;br /&gt;repercussões na família, o papel do pai na gestação; legislação que&lt;br /&gt;protege a gestante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JULHO 19 e 20: desenvolvimento fetal; interação feto-mãe; atendimento&lt;br /&gt;pré-natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AGOSTO: 16 e 17: parto: aspectos bio-psicossociais, tipos, rotinas;&lt;br /&gt;legislação que protege a parturiente; presença do pai no parto; o papel da&lt;br /&gt;doula;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SETEMBRO 20 e 21: pós-parto: aspectos bio-psicossociais; blues puerperal e&lt;br /&gt;depressão pós-parto: prevenção, identificação e encaminhamento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTUBRO 18 e 19: amamentação: aspectos bio-psicossociais; legislação que&lt;br /&gt;protege a lactante;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOVEMBRO 16 e 17: cuidados ao recém-nato: rotinas, aspectos psicológicos,&lt;br /&gt;relações familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HORÁRIO: &lt;/strong&gt;sábados: das 9 hs às 13 hs e das 15 hs às 19hs. Domingos: das 9 hs às 13 hs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: em todos os encontros são trabalhados os temas: consciência corporal,&lt;br /&gt;relaxamento, respirações, na gravidez e parto, técnicas de coordenação de&lt;br /&gt;grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INVESTIMENTO: 9 (nove) pagamentos de R$ 220,00 mais matrícula de R$ 90,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATRÍCULAS: mediante entrevista agendada pelo tel 21-22656344. Para&lt;br /&gt;pessoas fora do Rio de Janeiro as entrevistas poderão ser feitas por&lt;br /&gt;telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.gestando.com.br&lt;br /&gt;Tel.: (21) 2265-6344&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2911647362472186809?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/12/curso-sobre-trabalho-de-grupo-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-188100227638132774</guid><pubDate>Fri, 19 Oct 2007 19:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-19T16:25:18.488-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>politica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>legislação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>amamentação</category><title>Ministério Público: defesa do aleitamento materno e saúde da criança</title><description>Ministério Público: defesa do aleitamento materno e saúde da criança &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Newton José de Oliveira Dantas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço do Movimento do Ministério Público Democrático em Última Instância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importância do aleitamento&lt;br /&gt;A alimentação natural, mais do que simples ideologia, longe de fórmulas infantis e instrumentos que possibilitem a sua introdução, revelou-se verdadeiro direito fundamental, conquanto ligado à vida saudável da criança e, por muitas vezes, como garantidor da própria vida. 1 O aleitamento materno contribui para a saúde biológica e emocional tanto da mãe quanto do filho. 2 O leite humano é um alimento completo, resultante da combinação única de proteínas, lipídios, carboidratos, minerais, vitaminas e células vivas, cujos benefícios nutricionais, imunológicos, psicológicos e econômicos são bem reconhecidos e inquestionáveis. 3 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estima-se que a vida de seis milhões de crianças, a cada ano, poderia ser salva se adotadas as recomendações da OMS/Unicef no sentido de manter-se o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e complementado até dois anos ou mais, pois a introdução de líquidos, que não o leite materno, nos primeiros seis meses de vida da criança, pode interferir negativamente na absorção de nutrientes e em sua biodisponibilidade, culminando com a diminuição da quantidade de leite materno ingerido, provocando menor ganho ponderal e aumento de risco para infecções, diarréias, desidratação e alergias. 4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa científica desenvolvida pelo Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontou que crianças que não recebiam leite materno tinham riscos 14,2 vezes maiores de morrer por diarréia, 3,6 vezes maiores de mortalidade por doenças respiratórias e 2,5 vezes maiores por outros tipos de infecções, comparadas àquelas que recebiam aleitamento materno exclusivo. 5 Esses dados são relevantes quando aliados às condições sócio-econômicas brasileiras, pois a pobreza não permite que as pessoas tenham acesso à rede de água e esgoto canalizados, bem como à água potável. É justamente com a água contaminada que as mães pobres lavam as mamadeiras e prepararam as fórmulas infantis para alimentarem os seus filhos que, sem sistema imunológico adequado diante do desmame materno precoce, contraem infecções, desenvolvem diarréias crônicas, seguidas de desidratação e chegam a óbito. 6 Essas famílias, via de regra, possuem outros filhos e, para alimentarem a todos, diluem menor quantidade do alimento em pó em maior proporção de água, levando a uma alimentação inadequada. 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte da produção científica, nacional e internacional, afirma que a introdução de chupeta e mamadeiras é a principal causa de desmame precoce, atuando negativamente na oclusão dentária, nas estruturas moles e duras do sistema estomatognático, por fim, na saúde e, principalmente, na vida das crianças. 8 O aleitamento materno é apontado como importante fator no desenvolvimento craniofacial adequado, permitindo ótimo exercício da musculatura orofacial, estimulando as funções de respiração e deglutição, o que não acontece com o uso de mamadeira. 9 É certo, ainda que o uso de mamadeiras e chupetas pode provocar desvio no crescimento dos maxilares, provocando “má oclusão” (mordida aberta anterior). 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, existem vantagens para o lactente e para as mães, tais como: diminuição do risco de contrair doenças agudas e crônicas e importantes reflexos psicológicos e imunológicos. 11 Estudos comportamentais e hormonais demonstram a importância dos primeiros contados do bebê com a mãe e do toque da boca da criança com o mamilo e a aréola. Este contato é primordial para o relacionamento mãe e filho. A mãe, estimulada pelo contato com o seu bebê, apresenta alterações neuro-endócrinas positivas, dedicando mais tempo a ele, sempre de forma carinhosa. Já na criança, há estímulos nas terminações nervosas periorais e intra-orais, que modulam regiões do tronco encefálico, aprimorando, dessa forma, o reflexo de sucção e permitindo uma amamentação quantitativamente melhor, trazendo-lhe, inclusive, efeito analgésico. 12 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NBCAL (Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras)&lt;br /&gt;A NBCAL trouxe a limitações e proibições à promoção comercial, assim como a necessidade de rotulagens específicas para cada grupo de produto por ela abrangido, como recomendado pela OMS. As Resoluções da Anvisa voltam-se para as infrações de promoção comercial e rotulagem dos produtos, enquanto a portaria do Ministério da Saúde cuida de aspectos gerais, proibitivos e orientadores, destinados às pessoas que atuam nas áreas de saúde, industrialização e comercialização de produtos, fabricados ou não no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violação desses regramentos está adstrita às sanções da Lei 6.437/77, que regulamenta a atuação dos fiscais da Vigilância Sanitária, impondo penalidades progressivas, de acordo com a gravidade e a freqüência da infração, podendo chegar à apreensão do produto, imposição de multa e interdição do estabelecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Direito à saúde &lt;br /&gt;Denota-se do texto constitucional a proteção à vida. Tal direito, porém, foi adjetivado, tornando-se direito à qualidade de vida. Durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, a Declaração de Estocolmo (1972) ressaltou que o homem tem o direito fundamental a “[...] adequadas condições de vida [...]”. Na Declaração do Rio de Janeiro (1992), afirmou-se que os seres humanos “têm direito a uma vida saudável” (Princípio I). 13 Assim, não basta viver, é necessário que se tenha qualidade de vida. 14Esta “qualidade de vida é um elemento finalista do Poder Público, onde se unem a felicidade do indivíduo e o bem comum, com o fim de superar a estreita visão quantitativa, antes expressa no conceito de nível de vida”. 15 Outra não é a intenção da Constituição Federal e do Estatuto da Criança ao abraçarem o direito à saúde como direito fundamental, ficando claro que o aleitamento materno garante tal direito, portanto, é o verdadeiro direito fundamental. Limonge de França considera o leite materno elemento do direito à vida e como aspecto fundamental da personalidade. 16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O MP e a NBCAL&lt;br /&gt;Ao Ministério Público cabe a defesa do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis (artigo 127, CF).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos têm o direito de nascer e desenvolver-se dignamente (direito fundamental). A Carta Magna reconhece direitos e garantias individuais e coletivos, voltados à dignidade humana, como o efetivo acesso à alimentação, saúde, educação, trabalho, justiça e demais condições básicas de vida (mínimo existencial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São esses direitos e garantias (fundamentais) que o MP (Ministério Público) deve efetivar para que a sociedade possa gozar da democracia. Daí falar-se que ao MP incumbe a defesa do regime democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a defesa do direito à vida, à saúde e à alimentação saudável, fundado na Constituição Federal, Estatuto da Criança e do Adolescente, Código de Defesa do Consumidor, na Lei 11.265/06 e na NBCAL, é necessário que o promotor de Justiça se capacite neste tema específico e desenvolva programa estratégico de atuação, em parceria com a Vigilância Sanitária e com ONG’s, que possuam o escopo de defender o aleitamento materno, com o fito gizado alhures, estruturando-se num sistema de redes em defesa do direito à saúde da criança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quarta-feira, 17 de outubro de 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/colunas/ler_noticia.php?idNoticia=43475"&gt;Ultima Instancia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-188100227638132774?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/10/ministrio-pblico-defesa-do-aleitamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-700368089878019032</guid><pubDate>Thu, 18 Oct 2007 20:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-18T17:31:50.163-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>politica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>h</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>legislação</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>licença maternidade</category><title>Senado aprova projeto que amplia licença-maternidade para seis meses</title><description>Senado aprova projeto que amplia licença-maternidade para seis meses &lt;br /&gt;Publicidade&lt;br /&gt;RENATA GIRALDI&lt;br /&gt;da Folha Online, em Brasília &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o projeto que aumenta de quatro para seis meses o período da licença-maternidade. A iniciativa é facultativa, mas a empresa que aderir à proposta terá incentivos fiscais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta tem caráter terminativo, portanto, segue agora para análise e nova votação na Câmara. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora do projeto, senadora Patrícia Saboya Gomes (PDT-CE), comemorou a aprovação. "Está na hora de se respeitar a mulher brasileira e as crianças", disse ela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a parlamentar, a renúncia fiscal para a União poderá chegar a R$ 500 milhões anuais --se todas as empresas aderirem ao projeto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, segundo Saboya, os gastos serão compensados com a melhoria da qualidade de vida das mulheres e crianças, uma vez que o SUS (Sistema Único de Saúde) reduzirá suas despesas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a senadora, funcionárias públicas de 58 municípios em seis Estados já vivem a realidade da licença-maternidade de seis meses. De acordo com ela, desde o final de 2005, sua proposta --de ampliação da licença-- foi submetida a várias Câmaras Municipais e Assembléias Legislativas em locais diferentes do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo texto aprovado, a empresa que aderir ao Programa Empresa Cidadã vai poder descontar no cálculo do Imposto de Renda o valor integral da remuneração que a mãe recebia nos 60 dias de prorrogação da licença. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O projeto vai diferenciar o compromisso social e a sensibilidade humana das empresas", destacou o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dioclécio Campos Júnior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a votação nesta quinta-feira vários senadores elogiaram a iniciativa, entre eles Ideli Salvatti (PT-SC), Inácio Arruda (PC do B-CE), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Eduardo Suplicy (PT-SP). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhe as notícias da Folha Online em seu celular: digite wap.folha.com.br. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u337732.shtml"&gt;Folha de SP&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-700368089878019032?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/10/senado-aprova-projeto-que-amplia-licena.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-633833090239699457</guid><pubDate>Sat, 13 Oct 2007 20:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-13T17:18:10.794-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parto</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mulher</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>pesquisas</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>maternidades</category><title>Meio milhão de mulheres morre por ano do parto e da gravidez</title><description>Meio milhão de mulheres morre por ano do parto e da gravidez &lt;br /&gt;13.10.2007 - 10h42 Andréia Azevedo Soares &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indicadores de mortalidade materna nos países em desenvolvimento pouco mudaram ao longo dos últimos 15 anos, revela um estudo publicado hoje na revista científica britânica "Lancet". Mais de meio milhão de mulheres morrem anualmente no planeta em decorrência de complicações na gravidez e no parto, sendo que cerca de 99 por cento dos óbitos têm lugar em países em desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"De todos os indicadores de saúde, a mortalidade materna é aquele que revela o maior fosso entre as mulheres pobres e ricas, seja a comparação feita entre ou dentro dos países", afirma Thoraya Ahmed Obaid, responsável do Fundo das Nações Unidas para as Populações. Na sua opinião, é urgente promover "a ideia de que nenhuma mulher deveria morrer por dar à luz". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a "Lancet", foram registadas em todo mundo quase 536 mil mortes durante (ou logo após) a gravidez no ano de 2005. A actual taxa de mortalidade materna é de 402 óbitos para cada cem mil nascimentos, quando em 1990 o rácio era de 425. A maior parte dos óbitos está concentrada na África subsariana (270.500, ou seja, cerca de metade do número global de mortes) e na Ásia (240.600, valor que corresponde a 45 por cento). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo coordenado por Ken Hill, docente da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostra que a mortalidade materna caiu num ritmo inferior a um por cento ao ano entre 1990 e 2005. É incrivelmente pouco, avaliam os especialistas, para um planeta que há sete anos fixou metas ambiciosas para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Até 2025, pretendia-se reduzir em 75 por cento os indicadores de 1990. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fosso entre Europa e África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas formas não geográficas de medir a distância entre Europa e África. Um exemplo: por cada cem mil nascimentos anuais, morrem 900 africanas e nove europeias por complicações da gestação ou do parto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação em países de língua portuguesa, como Angola e Moçambique, "é dramática", admite Nuno Montenegro, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e presidente da Comissão Nacional da Sub-especialidade de Medicina Materno-fetal. "Há relatos de mulheres a dar à luz numa maca, tendo outras mortas ao lado. Não há gente que chegue para acudi-las, existe uma enorme necessidade de quadros especializados e uma total falta de recursos", descreve Montenegro. O médico defende como aposta a qualificação de profissionais no terreno, evitando assim que os formados não regressem ao país de origem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos publicados indicam caminhos de intervenção: nos locais onde há planeamento familiar, métodos contraceptivos e a realização de abortos nas circunstâncias clínicas adequadas, a mortalidade materna cai em média para um terço e a infantil reduz em 20 por cento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "Lancet" publica não só vários estudos sobre mortalidade materna, mas também um editorial sobre o tema. Vinte anos após o arranque do programa de cuidados materno-infantis da Organização Mundial de Saúde, a revista britânica sublinha que as mulheres não podem continuar a ser vistas "apenas como mães".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1307443&amp;idCanal=10"&gt;Ultima Hora&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-633833090239699457?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/10/meio-milho-de-mulheres-morre-por-ano-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-2070736130668905840</guid><pubDate>Wed, 18 Jul 2007 00:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-17T21:09:31.599-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>parteira</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>doula</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mulher</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>feminilidade</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>dicas</category><title>A TENDA VERMELHA</title><description>A TENDA VERMELHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um curso de qualificação online e internacional sobre mulheres, de mulheres para mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carga horária: 108&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Início: 6 de Agosto de 2007&lt;br /&gt;Término: 07 de Dezembro de 2007&lt;br /&gt;Certificado final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público: mulheres de todas as idades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: promover uma nova consciência feminina unindo a razão à intuição e contribuir para o desenvolvimento de uma mulher inteira, consciente e autêntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Línguas do curso: espanhola e portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos necessários: computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Corpo 06-10/08&lt;br /&gt;O corpo feminino entre liberdade e artifícios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Menstruação (Menarca e Menopausa) 13-17/08&lt;br /&gt;Distúrbios modernos da menstruação e antigos significados e rituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Sexualidade 20-24/08&lt;br /&gt;Expressão, experiência e liberdade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Contracepção 27-31/08&lt;br /&gt;Informação e responsabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Parto 03-07/09&lt;br /&gt;Natural e transformador. Saber para fazer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Aborto 10-14/09&lt;br /&gt;Escolhas e informação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Casa, estar consigo 17-21/09&lt;br /&gt;Intimidade e introspecção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Religião, Espiritualidade 24-28/09 &lt;br /&gt;As dimensões religiosas do feminino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Estudos, Carreira 01-05/10&lt;br /&gt;Mulheres na modernidade: desafios, buscas e concretizações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Sociedade e Leis 08-12/10&lt;br /&gt;Presença das mulheres no mundo e as leis que as amparam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) Feminismo 15-19/10&lt;br /&gt;O que foi, o que é e o que queremos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) Maternidade 22-16/10&lt;br /&gt;Ser mãe hoje: questões em debate, educação dos filhos e papel da maternidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) Relação com o homem 29/10-02/11&lt;br /&gt;Entre o amor e a paixão, a busca da reciprocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14) Relação com as mulheres 05-09/11&lt;br /&gt;Solidariedade, amizade e confiança a serem construídas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15) Beleza e arte 12-16/11&lt;br /&gt;O equilíbrio entre os espontâneo e a sofisticação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16) A dor 19-23/11&lt;br /&gt;A dor de ser, de sentir, de amar, de parir, de nos dizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17) Os sonhos 26-30/11&lt;br /&gt;Mensagens do inconscientes e sonhos a olhos abertos: a paisagem interior das mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18) O caminho 03-07/12&lt;br /&gt;Síntese metodológica do percurso: dicas das deusas e das formadoras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição e valores:&lt;br /&gt;Até dia 23/07: R$ 414 (US$ 213) ou 3 x de R$ 138 (US$ 71)&lt;br /&gt;Até dia 31/07: R$ 486 (US$ 250) ou 3 x de R$ 162 (US$ 84)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inf.: tendavermelha@amigasdoparto.org.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formadoras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Adelise Noal Monteiro, médica, parteira e psicoterapeuta junguiana, Porto Alegre(RS) Brasil&lt;br /&gt;2. Adriana Tanese Nogueira, Analista pós-junguiana, filósofa, Mestra em Ciências da Religião, fundadora e coordenadora da ONG Amigas do Parto.&lt;br /&gt;3. Anayansi Brenes Corrêa, Socióloga, pós-graduada em Historia e Antropologia Social, coordenadora do projeto “Passagem, espaço de acolhimento mãe e bebê”, HU – UFMG, BH (MG) Brasil&lt;br /&gt;4. CDD Católicas pelo Direito de Decidir, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;5. Gina Strozzi, Sexuola, profa. Mackenzie, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;6. Graciela Quintana, Psicóloga, psicanalista, Doutora em Medicina Social,  Rio de Janeiro (RJ) Brasil.&lt;br /&gt;7. Isabella Polito, Doula, fundadora www.aquamater.com – Caracas (Venezuela).&lt;br /&gt;8. Juliana Hermont, advogada, especializada em Bioética, Belo Horizonte (MG) Brasil.&lt;br /&gt;9. Monja Cohen, monja budista, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;10. Myriam Wigutow, http://www.laruedapurpura.com.ar/  Argentina. &lt;br /&gt;11. Neusa Steiner, psiquiatra, mestra em Ciências da Religião, psicoterapeuta junguiana, São Paulo (SP) Brasil.&lt;br /&gt;12. Paloma Terra, Parteira certificada, brasileira residente no Texas (USA)&lt;br /&gt;13. Regine Marton, Enfermeira obstetra, franco-americana, Atlanta (USA).&lt;br /&gt;14. Suely Carvalho, Parteira, fundadora CAIS do Parto, Olida (PE) Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Promoção: ONG Amigas do Parto – www.amigasdoparto.org.br&lt;br /&gt;Organização e Criação: Adriana Tanese Nogueira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-2070736130668905840?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/07/tenda-vermelha.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-6760460669400097344</guid><pubDate>Thu, 05 Jul 2007 00:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-04T21:21:37.450-03:00</atom:updated><title>César Cals ganha um 0800 para facilitar as doações de leite</title><description>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/mfodor/51150278/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/33/51150278_51be364607_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/mfodor/51150278/"&gt;Breastfeeding&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/mfodor/"&gt;mfodor&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;O Hospital e Maternidade César Cals pretende com o 0800 dobrar o número de mães doadoras e o total de litros pasteurizados por dia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;03/07/2007 14:06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Hospital Geral César Cals, referência em maternidade no Ceará, acaba de instalar o telefone 08002865678 no banco de leite. Com a facilidade das ligações gratuitas e do funcionamento nos fins de semana e feriados, a expectativa do hospital é dobrar o número de doações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera aumentar de 30 para 60, o número de mães doadoras e de 10 para 20 o total de litros de leite pasteurizados por dia. O banco de leite do César Cals atende outras três maternidades, a do Hospital Waldemar de Alcântara, Hospital Geral de Fortaleza e Curadares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prioridade do leite doado é para os bebês que estão em Unidades de Terapia Intensiva. O leite acelera a recuperação dos bebês. Segundo a coordenadora do banco de leite, Rejane Santana, com o valor nutritivo que o leite tem o tempo de internação dos bebês em UTIs fica reduzido pela metade. Para as mães, amamentar os filhos também traz vantagens, como menor riscos de cancer de mama de de ovário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejane Santana destaca que o banco de leite do Hospital Geral César Cals, que funciona há 12 anos, faz a coleta segura do leite. Realiza, logo após a doação, testes de todos os tipos de vírus, incluindo o teste de HIV. No Ceará existem seis bancos de leite e 12 postos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretária de Saúde do Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://www.opovo.com.br/saude/709132.html"&gt;Jornal O Povo&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-6760460669400097344?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/07/csar-cals-ganha-um-0800-para-facilitar.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8419144344902974540</guid><pubDate>Thu, 05 Jul 2007 00:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-07-04T21:03:21.714-03:00</atom:updated><title>Mães do Amazonas aprendem novas técnicas de aleitamento</title><description>&lt;div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"&gt; &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/denisearcoverde/11701623/" title="photo sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/8/11701623_d325d3078a_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"&gt;  &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/denisearcoverde/11701623/"&gt;Breastfeeding mother from a community group in Brazil&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;  Originally uploaded by &lt;a href="http://www.flickr.com/people/denisearcoverde/"&gt;breastfeeding pool&lt;/a&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Manaus - A técnica Mohri de massageamento das mamas - utilizado pelas japonesas -, que além de proporcionar bem estar às mães evita que o leite fique “pedrado” no seio, causando dor e febre, vai ser ensinada às parturientes no momento em que elas estiverem desfrutando os serviços oferecidos nas unidades de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revelação é da gerente de enfermagem da Maternidade Ana Braga, Gracimar Fecury, responsável pelo curso de sensibilização para o aleitamento materno e de massagem nas mamas ministrado aos profissionais que trabalham nas maternidades, pronto-socorros infantis e clínicas da rede estadual e particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, o trabalho hoje restrito às maternidades, vai ser ampliado e passará a ser oferecido, também, nos prontos socorros infantis e nas clínicas particulares e conveniadas com o SUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Gracimar, o curso realizado em junho pela Maternidade Ana Braga, em parceria com o Banco de Leite Humano do Amazonas, teve por objetivo promover o aleitamento materno nas unidades de saúde que compõem a rede estadual e que prestam atendimento e gestantes e crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Orientações&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante as palestras os profissionais foram orientados sobre a importância do aleitamento materno, as qualidades do leite, a proteção garantida para o bebê contra algumas doenças e alergias e também quanto às vantagens para a mãe, como ajuda na perda do peso adquirido durante a gravidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais também receberam informações sobre a forma de abordagem das pacientes para orientações sobre o aleitamento. "Todos os profissionais precisam saber as técnicas corretas do aleitamento para poder orientar as mães" destaca Gracimar Fecury.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo ela, algumas mães passam por um desconforto tão grande que desistem de amamentar, comprometendo a saúde do bebê. “O problema é solucionado de maneira simples, rápida e sem custo, apenas com a massagem", garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais deverão ensinar a técnica para as mães no momento em que estas estiverem desfrutando dos serviços oferecidos nas unidades de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enfermeira lembra que o leite materno é o melhor e mais completo alimento para os recém nascidos e que a amamentação deve ser exclusiva até aos seis meses de idade e complementada com outros alimentos até aos dois anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: &lt;a href="http://redefatos.com/noticias/julho/tecnicas_aleitamento_020707.htm"&gt;Rede Fatos&lt;/a&gt;&lt;br clear="all" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8419144344902974540?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/07/mes-do-amazonas-aprendem-novas-tcnicas.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-7419051640214687613</guid><pubDate>Wed, 27 Jun 2007 01:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-06-26T22:34:38.314-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>humanização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>mulher</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>midia</category><title>Dra. Ida Perea recebe Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007</title><description>CIDADES-RO 13/6/2007 - 21:08:00&lt;br /&gt;Dra. Ida Perea recebe Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora da maternidade municipal Mãe Esperança, Ida Perea, foi a&lt;br /&gt;ganhadora do Prêmio Nacional Amigas do Parto 2007, na categoria médicos. Ela&lt;br /&gt;recebeu certificado e troféu, e foi convidada a compor a mesa de jurados do&lt;br /&gt;Prêmio Nacional Amigas do Parto 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio da profissional em transformar a prática obstétrica tradicional de&lt;br /&gt;um hospital, num atendimento respeitoso, cientificamente embasado e&lt;br /&gt;humanamente compatível com os valores do século XXI, foi destacado pela ONG&lt;br /&gt;Amigas do Parto, que fez a premiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio também é fruto das ações desenvolvidas por Ida Perea na maternidade&lt;br /&gt;municipal, através do trabalho de planejamento familiar realizado com as&lt;br /&gt;adolescentes, com o programa "De Novo Não", que tem por objetivo evitar a&lt;br /&gt;reincidência da gravidez. O trabalho consta de aconselhamento, fornecimento&lt;br /&gt;de anticoncepcionais injetáveis, comprimidos e inserção de DIU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o planejamento familiar não se limita apenas às adolescentes, as mães&lt;br /&gt;adultas também recebem orientação. A meta da equipe da Maternidade é&lt;br /&gt;conscientizar as mães a terem um espaço entre uma gravidez e outra de no&lt;br /&gt;mínimo três anos, como determina a Organização Mundial de Saúde (OMS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mãe Esperança vem realizando também laqueaduras nas mulheres que se&lt;br /&gt;enquadram as normas que preconizam o planejamento familiar, ou seja, idade,&lt;br /&gt;número de filhos, entre outros fatores. Os homens também estão sendo&lt;br /&gt;atendidos na maternidade com a vasectomia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Fabricius Bariani&lt;br /&gt;Fonte: SECOM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.onortao.com.br/ler.asp?id=6423&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-7419051640214687613?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/06/dra-ida-perea-recebe-prmio-nacional.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-37066600.post-8843576572792274389</guid><pubDate>Wed, 27 Jun 2007 01:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-06-26T22:32:36.002-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>humanização</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>dicas</category><title>CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO - Módulo II</title><description>CURSO ONLINE E INTERNACIONAL DE HUMANIZAÇÃO -&lt;br /&gt;GESTAÇÃO, PARTO, RECÉM-NASCIDO, PÓS-PARTO, PATERNIDADE, NOVA MATERNIDADE E FAMÍLIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;INSCRIÇÕES PARA O II MÓDULO - O PARTO PRORROGADAS ATÉ DIA 03 DE JULHO&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curso de Qualificação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construindo uma humanização com consciência&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que um curso online? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Porque combina democratização e promoção de saberes e amplia a esfera nacinal. A internet é um instrumento prático e barato, necessitando apenas da presença de um computador (centro comuntitários e bibliotecas públicas podem oferecer este serviço também).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Objetivo: o curso é internacional e aborda desde aspectos técnicos até questões atuais de visões e práticas da humanização; introduz aos conhecimentos básicos da fisiologia da gestação, parto e pós-parto e aos saberes tradicionais; promove a abordagem crítica dos assuntos tratados e conta com material didático holístico, incluindo iniciação à abordagem simbólica e psicológica dos temas tratados. Visa também incentivar a educação continuada, situar os alunos no contexto da humanização, e orientá-los com relação às suas práticas e perspectivas profissionais dando recursos para a atendimento individualizado e holístico. Campos do saber abordados:  Medicina e Obstetrícia, Fisioterapia, Nutrição, Sociologia, Psicanálise e Filosofia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certificado Final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(GESTAÇÃO – Maio e Junho 2007 – Inscrições encerradas)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PARTO – Julho e Agosto 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.    Anatomia e fisiologia do trabalho de parto e parto&lt;br /&gt;2.    Visões sobre o parto, a mulher e o corpo: um olhar na história do parto&lt;br /&gt;3.    Parto vaginal e a cesariana hoje&lt;br /&gt;4.    Métodos de alívio da dor e facilitadores do parto&lt;br /&gt;5.    Direitos da gestante e as rotinas hospitalares&lt;br /&gt;6.    Medos: do desconhecido, da dor, das práticas hospitalares&lt;br /&gt;7.    A parturiente no hospital&lt;br /&gt;8.    Enfermeiras obstetras, médicos obstetras e parteiras&lt;br /&gt;9.    Equipes multiprofissionais: como funcionam&lt;br /&gt;10. A doula: função e limites&lt;br /&gt;11. O profissional humanizado: perfil, função, atitude, consciência&lt;br /&gt;12. O movimento da Humanização do parto no Brasil e no mundo&lt;br /&gt;13.                      Parto domiciliar: como, quando e por que&lt;br /&gt;14. Sexualidade e parto&lt;br /&gt;15. A placenta&lt;br /&gt;16. Saberes tradicionais e rituais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O RECÉM-NASCIDO – Novembro 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.      O parto do ponto de vista do bebê e seu significado existencial&lt;br /&gt;2.      Vínculo mãe-filho&lt;br /&gt;3.      Cuidados com o bebê: banho, curativo do côto umbilical&lt;br /&gt;4.      Cólicas do bebê: como prevenir, como ajudar o bebê, como se ajudar. Shantala.&lt;br /&gt;5.      Humanização do atendimento ao recé-nascido&lt;br /&gt;6.      O recém-nascido no parto domiciliar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PÓS-PARTO – Dezembro 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.      Fisiologia do pós-parto: fatores hormonais, involução uterina, sangramento pós-parto, mamas, útero e aparelho genital&lt;br /&gt;2.      O processo da amamentação: produção láctea e habilidade técnica&lt;br /&gt;3.      Amamentado por opção&lt;br /&gt;4.      Sexualidade e relação com o parceiro&lt;br /&gt;5.      Métodos contraceptivos no pós-parto e retomada do ciclo menstrual&lt;br /&gt;6.      Mudanças emocionais, conflitos e desafios na dinâmica familiar e social&lt;br /&gt;7.      Fechando o processo gravídico e abrindo-se para um novo ciclo de vida&lt;br /&gt;8.      Humanização do pós-parto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PATERNIDADE – Janeiro 2008&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1.      O pai durante a gestação e novos desafios na relação com a parceira&lt;br /&gt;2.      Presença do pai durante o parto: e que ele pode e deve fazer&lt;br /&gt;3.      Vínculo pai-filho: construindo a relação&lt;br /&gt;4.      Contribuição do pai no pós-parto&lt;br /&gt;5.      Contribuições do feminino para o exercício da paternidade&lt;br /&gt;6.      Humanização do parto e paternidade&lt;br /&gt;7.      O pai no parto domiciliar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A NOVA IDENTIDADE DA MULHER E DA FAMÍLIA – Fevereiro 2008 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.      A mãe recém-nascida o os mitos sobre a maternidade&lt;br /&gt;2.      Maternidade: uma construção social&lt;br /&gt;3.      Cuidando da mãe: a importância do bem-estar da mãe para uma vivência positiva da maternidade e seus reflexos no bem-estar da família&lt;br /&gt;4.      Maternidade e cidadania&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição até dia 25 de Junho de 2007&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Avaliação:&lt;br /&gt;· Questionário de avaliação na entrada de cada módulo&lt;br /&gt;· Breve questionário no final de cada tema&lt;br /&gt;· Monografia final no término de cada módulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia e recursos: leituras e debates semanais sobre os assuntos em pauta, discussão de casos e vídeos. Conhecimentos com olhar crítico, reflexão e troca. Orientação quanto às práticas e perspectivas profissionais. Lista de discussão fechada para os facilitadores e alunos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Público alvo: profissionais da área de saúde e não que queiram qualificar seus conhecimentos, atualizar-se ou ampliar as fronteiras de sua visão da gravidez, parto e pós-parto na contemporaneidade. Demais interessados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Facilitadores:&lt;br /&gt;1. Adriana Tanese Nogueira – filósofa, analista pos-junguiana, coordenadora da ONG Amigas do Parto, Flórida, EUA&lt;br /&gt;2. Beltrán Lares Días – médico obstetra e ultrasonografista, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela&lt;br /&gt;3. Betina Bittar – médica, homeoapata, acupunturista, obstetra, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;4. Carlos Eduardo Corrêa – pediatra neonatologista, ReHuNa, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;5. Cláudia Regina Passos, massagista, Escola AMOR, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;6. Cláudio Paciornik – médico obstetra, Curitiba PR Brasil&lt;br /&gt;7. Gina Strozzi – Profa. consultora em sexualidade, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;8. Fabiana Muller – enfermeira e consultora em amamentação ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;9. Hugo Sabatino – médico obstetra, Prof. UNICAMP, um dos fundadores do Grupo de parto Alternativo da UNICAMP,  Campinas SP Brasil&lt;br /&gt;10. Isabella Ipolito – doula, www.auroramadre.com, Caracas, Venezuela &lt;br /&gt;11. Paloma Terra, Graduate Midwife, Texas, EUA&lt;br /&gt;12. Paulo Batistuta – médico obstetra e Prof., criador do vídeo Sagrado, Vitória ES Brasil&lt;br /&gt;13. Regine Marton, Nurse Midwife EUA, Alabama EUA &lt;br /&gt;14. Roselane Gonçalves – enfermeira obstetra e Profa USPLeste, membro da diretoria da ONG Amigas do Parto, São Paulo SP Brasil&lt;br /&gt;15. Silvia Cordeiro – psicóloga, Grupo de parto Alternativo da UNICAMP, Campinas SP Brasil&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Inscrição: curso@amigasdoparto.org.br&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Valor para o curso inteiro: R$ 920,00 ou US$ 475.00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagamento à vista do curso inteiro:&lt;br /&gt;R$ 781,00 (ou 3 depósitos de R$ 260 - no ato, para 30 e 60 dias);&lt;br /&gt;US$403.00 (ou 3 depósitos de US$ 134.00 – no ato, para 30 e 60 dias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Valores de cada módulo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parto = R$ 322,00 / US$ 166.00&lt;br /&gt;Recém-nascido = R$ 161,00 / US$ 83.00&lt;br /&gt;Pós-parto = R$ 184,00 / US$ 95.00&lt;br /&gt;Paternidade = R$ 161,00 / US$ 83.00&lt;br /&gt;A Nova Identidade da Mulher e da Família = R$ 92,00 / US$48.00&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;DESCONTO de 15% para estudantes (enviar via fax comprovante de matrícula junto ao comprovante de depósito) sobre o valor total:&lt;br /&gt;R$ 665,00 (ou 3 depósitos de R$ 222,00 - no ato, para 30 dias e 60 dias);&lt;br /&gt;US$ 343.00 (ou 3 depósitos de US$ 115.00 – no ato, para 30 e 60 dias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depósito na conta Itaú, Ag. 0754, c/c 48213-1 - Adriana Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IMPORTANTE: Enviar comprovante de pagamento + de matrícula (se houver) para o fax: 55 - 11 - 5678 3075.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para inscrições de outros países fazer transferência via Western Union: www.westernunion.com para Antonio Nogueira da Silva Filho – São Paulo – Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criação: Liliana Silveira, Mary Lucia Galvão e Adriana Tanese Nogueira&lt;br /&gt;Organização: Adriana Tanese Nogueira&lt;br /&gt;Promoção: ONG Amigas do Parto – www.amigasdoparto.org.br &lt;br /&gt;Apoio: Educação à distância, TELEDUC, UNICAMP, Campinas - SP Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**************************&lt;br /&gt;A ONG Amigas do Parto, organização sem fins lucrativos, foi fundada por Adriana Tanese Nogueira em São Paulo, em 9 de junho de 2003, após a extinção do grupo informal Amigas do Parto, de cujas atividades iniciadas em Abril de 2001 ela foi co-fundadora. A ONG  tem o objetivo de contribuir para uma mudança na forma de nascer. Suas ações se concentram em torno de dois pólos: as usuárias (com suas famílias) e os profissionais de saúde que as atendem. A proposta da ONG Amigas do Parto se insere no movimento pela humanização do parto e nascimento e foca a humanização com consciência: por uma obstetrícia engajada ética e socialmente, e cientificamente fundamentada, e por uma maternidade e paternidade ativas e participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visite o  site da  ONG: &lt;a href="http://www.amigasdoparto.org.br"&gt;www.amigasdoparto.org.br&lt;/a&gt;, hoje o maior site brasileiro sobre gestação e parto do ponto de vista da humanização.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/37066600-8843576572792274389?l=parir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://parir.blogspot.com/2007/06/curso-online-e-internacional-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Tricia Lima)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>